Bonde de Santa Teresa

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Bonde de Santa Teresa.
Bonde de Santa Teresa.
Trajeto do Bonde de Santa Teresa.

A Companhia Ferro-Carril de Santa Teresa, cujos veículos são popularmente referidos como bonde de Santa Teresa, é uma empresa de transporte urbano de passageiros, que opera na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Os seus veículos são o símbolo do bairro de Santa Teresa.

História[editar | editar código-fonte]

A empresa foi fundada em 1872, com a concessão para a exploração de uma linha entre a atual Praça Quinze de Novembro e o largo da Lapa até à avenida Gomes Freire esquina com a rua do Riachuelo . Deste ponto, cem réis, foi inaugurado em 1896, o ramal de Santa Teresa, que se estendia até ao largo dos Guimarães e à rua Almirante Alexandrino.

A partir de 1968 permaneceram em operação, na cidade do Rio de Janeiro, apenas os bondes de Santa Teresa. Ao longo de sua existência, o seu sistema chegou a ter em operações mais de 35 veículos, alguns com reboque.

Em 1975, de um total de 28 veículos, só se encontravam em efetivo funcionamento 18, com uma taxa de ocupação de 69%, uma das mais altas de sua história.

O sistema de bondes, à época de sua operação pela extinta Companhia de Transportes Coletivos (CTC), empresa do Estado do Rio de Janeiro, tinha uma frota operacional de apenas 10 veículos e operava com intervalos entre partidas da estação Carioca de 15 minutos. O sistema transportava entre 25 e 30 mil passageiros por mês.

Através do Decreto nº 21.846 de 18 de julho de 2001, a responsabilidade do Sistema de Bondes de Santa Teresa, foi transferida da CTC para a Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (CENTRAL), empresa estatal fluminense responsável pelo transporte de passageiros.

O governo do Estado recuperou o ramal da rua Paula Matos, depois o de Dois Irmãos e, mais recentemente, o do Silvestre, que estava paralisado desde 1966, em conseqüência de quedas de barreiras provocadas por fortes chuvas naquele ano.

No ano de 2005, os bondes deixaram de circular por diversos meses, devido a uma greve dos seus técnicos e condutores.

Em 2011, um turista francês morreu ao cair dos Arcos da Lapa.[1] [2] Ele seguia em pé no estribo quando se desequilibrou ao tentar bater uma foto e ficou preso na mureta, caindo então em um vão existente entre o carro e as grades da mureta.[3]

Em 27 de agosto do mesmo ano ocorre outro acidente, quando o bonde descarrilou e se chocou fortemente com um poste, matando 6 pessoas (incluindo o condutor) e deixando mais de 50 passageiros feridos.[4] [5] [6] [7]

Características[editar | editar código-fonte]

Inicialmente, os bondes no Rio de Janeiro usavam uma bitola mais estreita, equivalente a 1.100 mm. , que era a mesma dos Bondes de Santa Teresa.

Os seus carros eram pintados na cor verde, mas passaram a ser pintados de amarelo laranja após reclamações de moradores que diziam que eles se confundiam em meio à vegetação do bairro.

Os condutores de bondes elétricos são também chamados de motorneiros.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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