Baía de Guanabara
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A baía de Guanabara localiza-se no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.
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[editar] Aspectos físicos
A baía é a resultante de uma depressão tectônica formada no Cenozóico, entre dois blocos de falha geológica: a chamada Serra dos Órgãos e diversos maciços costeiros, menores.
Constitui a segunda maior baía, em extensão, do litoral brasileiro, com uma área de aproximadamente 380 km².
Considerando-se a sua barra como uma linha imaginária que se estende da ponta de Copacabana até à ponta de Itaipu, esta sofre um estreitamento entre a ponta da Fortaleza de São João, na cidade do Rio de Janeiro, e a ponta da Fortaleza de Santa Cruz, na de Niterói, com uma largura aproximada de 1.600 metros. Relativamente a meio dessa passagem, ergue-se uma laje rochosa (ilha da Laje), utilizada desde os colonizadores como ponto de apoio à defesa da barra, o atual Forte Tamandaré (antigo Forte da Laje).
As profundidades médias na baía são de 3 metros na área do fundo, 8,3 metros na altura da Ponte Rio-Niterói e de 17 metros no canal de entrada da barra. Na área do fundo, onde desaguam a maior parte dos rios, o acúmulo de sedimentos constituiu manguezais, envoltos pela vegetação própria da Mata Atlântica.
[editar] Maravilhas naturais
Tal como com outras listas, não existe consenso sobre as sete maravilhas naturais. Uma lista foi compilada pela CNN[1]:
- Grand Canyon, nos EUA;
- Grande Barreira de Coral, na Austrália;
- Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, Brasil;
- Monte Everest, na divisa entre Nepal e China;
- Aurora boreal, na região polar do planeta;
- Vulcão Paricutín, no México;
- Cataratas Vitória (Victoria Falls), entre Zâmbia e Zimbábue.
[editar] Rios que desaguam na baía
- Rio Anil
- Rio Bomba
- Rio Guaxindiba
- Rio Iguaçu
- Rio Imboaçu
- Rio Irajá
- Rio Macacu
- Rio Maracanã
- Rio Méier, com 3.470 metros de extensão
- Rio Pavuna
- Rio Quitungo, com 3.560 metros de extensão
- Rio Sarapuí
- Rio Timbó
- Rio Trapicheiros
[editar] Ilhas na baía
No interior da baía concentra-se uma grande quantidade de ilhas e ilhotas, entre as quais se relacionam:
- Ilha d’Água
- Ilha da Boa Viagem
- Ilha da Conceição
- Ilha da Laje
- Ilha das Cobras
- Ilha das Enxadas
- Ilha das Flores (ilhas do Engenho, Ananases, Mexinguira e Carvalho)
- Ilha do Brocoió
- Ilha de Mocanguê
- Ilha de Paquetá
- Ilha de Villegagnon
- Ilha do Bom Jesus da Coluna
- Ilha do Boqueirão
- Ilha do Governador
- Ilha do Rijo
- Ilha do Pinheiro
- Ilha do Sol
- Ilha Fiscal
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- Ilha dos Macacos
- Ilha Redonda de Dentro
- Ilha Aguaraíba, também chamada de Corneíba
- Ilha de Amacena, primitivo nome da ilha dos Melões (desaparecida com a construção do cais do porto).
- Ilha de Ananás, situada entre a ilha Mexingueira e a ilha das Flores, subordinada à Hospedaria de Imigrantes
- Ilha de Anhangaitá, também chamada Nnhanquetá
- Ilha da Araroeira
- Ilha de Aroeira, situado perto da ilha do Milho, frente à ponta do Bananal, na ilha do Governador
- Ilha do Baiacu, próxima à ilha do Governador
- Ilha de Bom Jardim, a Sudoeste da ilha do Governador, na enseada de Inhaúma
- Ilha do Braço Forte, no arquipélago das Jurubaíbas
- Ilha das Caabas, a Oeste da ilha do Fundão, quase unida à ilha Baiacu
- Ilha das Cabras
- Ilha de Caéns, primitivo nome da lha das Moças, desaparecida com a construção do cais do porto
- Ilha do Caju, assim denominada pelo seu primitivo contorno, lembrando a castanha do caju.
- Ilha de Camambis Grande ou Cambembe, próxima à ilha do Governador, no canal Paranapucu
- Ilha de Cambambis Pequena, idem, ibidem
- Ilha de Cangurupis, de Dentro e de Fora: lajes situada próximo da ilha Brocoió.
- Ilha de Canhanhas, grandes pedras que se acham em uma das extremidades da coroa ao Sul da ilha do Governador e ao Norte da ilha Catalão
- Ilha da Caqueirada, com um morro de 299 metros de altitude. É o morro insular mais alto da Baía de Guanabara. Atualmente é chamada de Bom Jesus, onde existe uma Igreja do Bom Jesus, construída em 1702, onde está instalado o "Asilo dos Inválidos da Pátria", em grande prédio que pertenceu a um convento, motivo pelo qual esta ilha também já foi denominada de ilha dos Frades. Situado no arquipélago de Bom Jesus, próximo à ilha Pinheiros, formando um canal estreito
- Ilha da Cardosa, atualmente denominada de ilha Raimundo, em frente ao porto de Maria Angu
- Ilha do Carvalho, situada junto à ilha das Flores, separada por um canal, em frente ao município de São Gonçalo. Já foi chamada de Sete Semanas, Semana e ilha do Ajudante.
- Ilha de Itaóca, no arquipélago das Jurubaíbas
- Ilha do Catalão, na baía da Coroa Grande, próximo às ilhas Cabras e Fundão.
- Ilha dos Cocóis, pedras situadas próximo à ilha de Paquetá
- Ilha Comprida, situada no canal Paranapucu, entre a ilha do Governador e a praia de Brás de Pina
- Ilha dos Coqueiros, também chamada Boqueirão
- Ilha da Cruz das Almas
- Ilha dos Ferreiros, próximo à ponta do Caju, no arquipélago de Santa Bárbara
- Ilha dos Ferros, perto da ilha de Itaóca, no arquipélago das Jurubaíbas
- Ilha das Folhas, no arquipélago de Paquetá, próximo à ilha desse nome
- Ilha do Fundão, entre a ilha Bom Jesus, ilha do Governador e a praia de Ramos. Também já foi chamada de ilha do Negrão e ilha dos Gatos.
- Ilha do Funil, em frente à praia de Copacabana.
- Ilha do Garavata
- Ilha do Garganta
- Ilha dos Gatos É um dos antigos nome da atual ilha do Governador, constante de velhos mapas.
- Ilha do Gravataí Situada entre as ilhas da Água e Casa de Pedra.
- Ilha de Inhaúma
- Ilha do Itamoguaiá - o padre Airosa diz ser o primitivo nome da atual ilha Villegagnon. Também Serigipe.
- Ilha do Itanhangá
- Ilha de Itaoca
- Ilha do Itaoquinha
- Ilha do Jaguarão
- Ilha de Jurubaíbas Duas são as ilhas deste nome: Jurubaíba de Cima e Jurubaíba de Baixo. Situado no extremo Leste do município do Rio de Janeiro.
- Ilha das Laranjeiras Pequeno ilhote, situado próximo à ilha do Governador.
- Ilha dos Lobos Pequena ilha situada no arquipélago de Paquetá, bem em frente à mesma e próximo da ponte das barcas.
- Ilha dos Macacos Moderna denominação da ilha Pinheiro, devido ao fato de servir para guarda dos macacos procedentes da África e destinados aos estudos de laboratório do "Instituto Osvaldo Cruz".
- Ilha da Madeira Posteriormente, segundo parece, foi chamada de ilha das Cabras, conforme se vê em antigas cartas, passando a corrupção de Cabras para Cobras. E a atual ilha das Cobras, vendida pelo seu antigo proprietário ao Governo, por 13$500 réis, hoje pertence ao Ministério da Marinha.
- Ilha da Mãe Maria
- Ilha de Manguinhos Situada na baía de Guanabara.
- Ilha do Maracajá É um dos antigos nomes da atual ilha do Governador.
- Ilha do Maracayaguaçu Nome tamoio da atual ilha do Fundão.
- Ilha do Marim Em alguns mapas antigos figura também com o nome de Mariri. Mais tarde, recebeu os nomes de Santo Antonio e Vital. Atualmente, é chamada ilha das Flores a nela esteve instalada a "Hospedaria de Imigrantes". Situada em frente ao município de São Gonçalo. O mesmo que Umarim e Mariri.
- Ilha do Mariri
- Ilha do MarquesSituado entre a ilha Bom Jesus e o continente.
- Ilha do Maruí
- Ilha do MaruimTambém chamada Miruí. Situado na enseada de Inhaúma.
- Ilha dos Melões, hoje desaparecida.
- Ilha da Mexingueira ou Moxingueira, é uma pequena ilha próximo à ilha do Ananás e à ilha das Flores, em frente ao município de São Gonçalo. Está sob a jurisdição do Ministério do Trabalho.
- Ilha do Milho, a Leste da ilha do Governador, entre as ilhas do Rijo e Aroeira.
- Ilha das Moças
- Ilha do Mosquito
- Ilha de Nhanquetá, ilhota próximo das ilhas Boqueirão e Governador.
- Ilha do Obu ou Bus, próxima à ilha do Governador.
- Ilha de Ostrabanda, entre a ilha Fundão e Bom Jesus.
- Ilha de Pancaraíba, no extremo Norte, pertence ao arquipélago de Paquetá.
- Ilha do Paranapocu, entre o continente (praias de Maria Angu e de Ramos), onde existe um balneário, nos subúrbios, e a ilha do Governador. Neste canal são encontradas as ilhas Raimundo, Comprida, do Anel e Cambambis.
- Ilha de Paranapuan, é um dos antigos nome da atual ilha do Governador.
- Ilha da Pavuna, na embocadura do rio deste tome.
- Ilha das Pedras da Passagem, entre a ilha Seca e a pedra Obu.
- Ilha do Pindaiz, dois ilhotes: Pindaiz de Cima e Pindaiz de Baixo.
- Ilha das Pitangas, pertence à freguesia de Paquetá.
- Ilha das Pitas, ao Sul de Paquetá.
- Ilha das PombasS, atual ilha de Santa Bárbara, situada em frente ao cais do porto.
- Ilha do Pombeba Situado em frente à praia de São Cristóvão.
- Ilha Raimunda Pequeno grupo de pedras e ilhotas, perto da ponta Pelônia.
- Ilha de Santa Bárbara
- Ilha de Sapucaia Serve atualmente para deposito de lixo da cidade. Situado entre a ponta do Caju, a ilha Pinheiro e a antiga Caqueirada (Bom Jesus).
- Ilha do Sarapuí
- Ilha do Saravatá Esta ilha já foi chamada Camarão. Situada em frente à foz do rio Meriti ("lugar onde abundam mosquitos"; sezões) e da pedra do Lagarto, da penha de Irajá, e da ilha do Governador. Pertence à freguesia de Irajá.
- Ilha Seca, entre a ilha do Governador e as pedras da Passagem.
- Ilha da Semana, um dos antigos nome da atual ilha do Carvalho.
- Ilha do Serigipe Nela foi instalado o Forte Coligny, sede do temporário governo do Almirante Villegagnon, que, afinal, deixou seu nome nesta ilha. Atual sede da Escola Naval. Também já foi chamada do Degredo e Itamoguaiá, seg. P. Airosa.
- Ilha das Sete Semanas, também chamada Forras, Semanas e Santa Rosa, próximo à ilha de Paquetá.
- Ilha do Taibacis ou Itapacia, ilhota pertencente ao arquipélago de Paquetá.
- Ilhas dos Tapuamas (Tapuamas de Fora e Tapuamas de Dentro), no extremo Leste e pertencentes ao arquipélago das Jurubaíbas, na freguesia de Paquetá.
- Ilha dos Taputeias, na freguesia de Paquetá.
- Ilha do Tipiti-Açu, próximo às ilhas Boqueirão e Governador.
- Ilha de Tipiti-Mirim, ilhote junto ao Tipiti-açu.
- Ilha do Umarim
- Ilha de Viraponga, entre as ilhas Boqueirão, Governador e Paquetá. No "Plano da Cidade do Rio de Janeiro", sem data (Biblioteca Nacional), figura com o nome de Neraponga.
- Ilha do Xaréu
[editar] Aspectos históricos
Habitada por diversos grupos indígenas, foi descoberta pela expedição exploradora portuguesa de 1501 (cujo comando é atribuído por alguns autores a Gaspar de Lemos), a 1 de Janeiro de 1502, que a confundiram com a foz de um grande rio, denominado como "rio de Janeiro". Os indígenas, entretanto, denominavam-na, em tupi-guarani, como Iguaá-Mbara (iguaá = enseada do rio, e mbará = mar).
Foi assim descrita por alguns de seus primeiros observadores:
- Toda a terra deste rio he de montanhas e serras muy altas. As melhores águas há neste rio que podem ser. (Pero Lopes de Sousa. Diário de Navegação. 1531)
- ...dentro da barra tem uma baía que bem parece que a pintou o supremo pintor arquiteto do mundo, Deus Nosso Senhor. (Padre Fernão Cardim, fins do século XVI)
O relevo que a enquadra, de contornos irregulares, conforma um porto de abrigo natural, favorável à actividade económica humana, da qual são exemplos as cidades do Rio de Janeiro e de Niterói.
Principal acesso à cidade do Rio de Janeiro durante séculos, acabou tragada pelo crescimento urbano a partir da segunda metade do século XX.
Atualmente conta com um tráfego intenso de navios, sendo significativa também a circulação das balsas, catamarãs e aero-barcos que ligam o centro do Rio de Janeiro à Ilha de Paquetá, à Ilha do Governador, ao centro de Niterói e a Charitas (Niterói). O trajeto para Niterói pode ser feito, desde 1974, pela Ponte Presidente Costa e Silva, mais conhecida como Ponte Rio-Niterói.
[editar] Aspectos naturais
A baía abriga dezenas de espécies botânicas, zoológicas e ictiológicas. Entre as espécies que habitam ou procuram a baía de Guanabara para se alimentar ou se reproduzir, destacam-se:
A baía integrava a rota migratória das baleias francas que buscavam as suas águas quentes para procriar, no inverno austral. Até ao século XVIII, a armação (pesca) de baleias foi uma atividade expressiva na baía de Guanabara.
[editar] Aspectos de meio-ambiente
Diante da perda secular de áreas de manguezal, exploradas sob os mais variados aspectos, a baía atualmente agoniza, vítima da poluição dos esgotos domiciliares e industriais, além dos derrames de óleo e da crecente presença de metais pesados em suas águas. À época do Descobrimento, estima-se que essas áreas cobriam 300 km²; dados da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, em 1997, indicavam que elas se encontravam reduzidas a apenas cerca de 60 km².
Embora as águas da baía se renovem em contato com as do mar, ela é a receptora final de todos os efluentes líquidos gerados nas suas margens e nas bacias dos 55 rios e riachos que a alimentam. Entre as fontes potenciais de poluição contam-se 14.000 estabelecimentos industriais, quatorze terminais marítimos de carga e descarga de produtos oleosos, dois portos comerciais, diversos estaleiros, duas refinarias de petróleo, mais de mil postos de combustíveis e uma intrincada rede de transporte de matérias-primas, combustíveis e produtos industrializados permeando zonas urbanas altamente congestionadas.
A bacia que drena para a Baía de Guanabara tem uma superfície de 4.000 km², integrada pelos municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis, São Gonçalo, Magé, Guapimirim, Itaboraí, Tanguá e partes dos municípios do Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito e Petrópolis, a maioria localizada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Esta região abriga cerca de dez milhões de habitantes, o equivalente a 80% da população do estado do Rio de Janeiro e apresentou, no período 1980-1991, a maior taxa de crescimento do País. Mais de 2/3 dessa população, 7,6 milhões de habitantes, habitam na bacia da Baía de Guanabara.
A partir da década de 1990 vem sendo objeto de um dos maiores projetos de recuperação ambiental, com verbas do BIRD e do Governo do Japão, cujas obras, atualmente, encontram-se paralisadas.
[editar] Causas da Degradação Ambiental
[editar] Aterros e assoreamento
Alguns trechos de suas margens foram aterrados para a construção de cais e de vias públicas, como o Aterro do Flamengo, a Avenida Brasil, a Linha Vermelha, a Rodovia Niterói-Manilha, entre outros.
[editar] Destruição de Manguezais
Dos 260km² originalmente cobertos por manguezais no entorno da baía, restam hoje apenas 82 km². A destruição desta formação vegetal causa a redução da capacidade de reprodução de diversas espécies de vida aquática e intensifica o processo de assoreamento que, ao longo do tempo, resulta na progressiva redução de profundidade da Baía.
[editar] Poluição Industrial
Cerca de 400 indústrias, do total de 14.000, são responsáveis pelo lançamento de quantidades expressivas de poluentes na Baía de Guanabara e nos rios da sua bacia. A maior dessas indústrias, a Refinaria Duque de Caxias (REDUC), da Petrobras, contribui com elevada carga de derivados de petróleo e metais pesados.
Uma estimativa da carga diária de poluentes despejada na baía, considera:
- 400 toneladas de esgoto doméstico
- 64 toneladas de lixo orgânico industrial
- 7 toneladas de óleo
- 300 quilos de metais pesados
[editar] Acidentes Ambientais
Somam-se, ainda, os acidentes ambientais como vazamentos de óleo, que ocorrem com certa freqüência nas refinarias, portos comerciais, estaleiros e postos de combustíveis. Como exemplo, ocorreu em janeiro de 2000 um vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara, causando grandes danos aos manguezais, praias e à população de pescadores, ou em março de 2006, diante de uma mortandade de peixes e óleo invadindo a praia de Ramos, os moradores da região acusando o Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim por lavar os aviões e deixar óleo escoar para as águas da baía.
Notas
| Brasil | Geografia do Brasil | Hidrografia | Hidrografia do Brasil | |
|---|---|
| Bacias hidrográficas | Rios | Arquipélagos | Ilhas | Lagoas | Lagos | Baías | Cataratas/cachoeiras | Praias | Canais | Usinas hidrelétricas | Barragens | Portos | |

