Anhangabaú (Jundiaí)

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Anhangabaú
—  Bairro do Brasil  —
Unidade federativa  São Paulo
Município Jundiaí
Área
 - Total 251,53 Hectares
População
 - Total 9 303
    • Densidade 36,90 hab./km²
Fonte: Não disponível

Anhangabaú é um bairro do município brasileiro Jundiaí (São Paulo).

Localizado na entrada principal da cidade, tem seu território cortado pela Av. Jundiaí que dá acesso a principais centros de lazer e convívio social da cidade, como o Parque Comendador Antonio Carbonari, Parque da Uva - Local de eventos - (que recebe as principais festas, shows, feiras e atrações artisticas da cidade), Ginásio de Esportes Dr. Nicolino de Lucca - Bolão (que recebe esse nome devido ao seu formato de arquitetura, pioneiro no Brasil), Praça das Bandeiras e Av. Nove de Julho, além de levar diretamente ao centro antigo da cidade.

Dispõe de uma variada e extensa rede comercial, com residências de alto nível, consideradas como das classes A e B, que o torna bastante vulnerável a violência.

É no Anhangabaú, que funciona a cadeia municipal de Jundiaí. Faz divisa com bairros importantes, como: Retiro, Centro e Jardim Paulista.

Loteamentos[editar | editar código-fonte]

O bairro é composto dos seguintes loteamentos:

  • Jardim Luciana[1]
  • Chácaras São Roque [1]
  • Bairro Anhangabaú[1]
  • Jardim Ana Maria [1]
  • Jardim da Flórida[1]
  • Jardim da Serra [1]
  • Jardim Paulista[1]
  • Vila Japi[1]
  • Ana [1]
  • Vila Iracema [1]
  • Vila Loyola [1]
  • Vila Cacilda [1]
  • Jardim Santa Adelaide[1]
  • Jardim Anhanguera[1]

Uso do solo[editar | editar código-fonte]

Considerando-se os tipos de uso legalmente permitidos, pode-se observar a ocupação predominantemente residencial do bairro.

  • Uso residencial: 70,96%
  • Uso comercial e de serviços: 17,15%
  • Uso institucional: 10,87%
  • Uso industrial: 1,02%

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Em língua tupi, a palavra "anhangabaú" significa "águas maléficas". Conta a tradição oral que, no passado, a região teria abrigado um cemitério no qual, devido à distância em relação ao centro, eram enterrados aqueles que morriam por doenças contagiosas. O povoamento do local se intensificou a partir da chegada dos imigrantes pois a pressão demográfica motivou as autoridades públicas a lotearam a terra, ainda no final do século XIX. Já no século XX, a construção da RodoviaAnhanguera na década de 1940 e, depois, os melhoramentos promovidos na região com a abertura da Avenida Jundiaí e a construção do "Bolão" durante os anos 1950, promoveram a valorização e o crescimento do bairro.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências