Chromium

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Chromium
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Chromium55win10.png
A versão 56 do Chromium rodando no Windows 10.
Desenvolvedor(es) The Chromium Project
Lançamento inicial setembro de 2008; há 9 anos
Versão em teste Lançamento Git contínuo[1] (19 de setembro de 2017; há 0 dias)
Estado de desenvolvimento Ativo
Escrito em C, C++, Java, JavaScript e Python[2][3]
Sistema operacional Windows 7 ou versão posterior,[4] OS X 10.9 ou versão posterior, Linux, BSD, Android 4.0 ou posterior
Motores Blink, V8
Plataforma IA-32, x64, ARM
Tamanho
  • Windows: 36,6 MB
  • macOS: 65,6 MB
  • Linux IA-32: 28,0 MB
  • Linux x86-64: 30,8 MB
  • Android: 33,2 MB
Gênero Navegador web
Licença Licença BSD, Licença MIT, LGPL, MS-PL e código tri-licenciado sob MPL/GPL/LGPL, além de arquivos sem licença.[5]
Website chromium.org

Chromium é um projeto de navegador web de código aberto no qual o Google Chrome baseia o seu código-fonte.[6] Os navegadores compartilham a maior parte do código-fonte e recursos, mas há algumas diferença menores em recursos e ambos possuem licenças distintas.

O "The Chromium Project" leva esse nome do elemento crômio (em inglês: chromium), o metal no qual a cromagem (em inglês: chrome plating) é feita.[7] A intenção do Google, como expressada na documentação do desenvolvedor, foi que Chromium iria ser o nome de projeto de código-aberto e o nome do produto final seria Chrome;[8] entretanto, outros desenvolvedores pegaram o código Chromium e lançaram versões sob o nome Chromium.

Um dos maiores objetivos do projeto é para o Chromium ser um gerenciador de janelas baseado em abas, ou um shell para a web, em vez de ser uma aplicação de navegador tradicional. O aplicativo foi desenhado para ter uma interface de usuário minimalista. Os desenvolvedores estabelecem que ele "deve sentir-se levíssimo (cognitivamente e fisicamente) e rápido."[9]

Diferenças do Google Chrome[editar | editar código-fonte]

Chromium é o nome dado para o projeto de código aberto e para o código-fonte do navegador lançado e mantido pelo The Chromium Project.[10] É possível baixar o código-fonte e compilá-lo manualmente em diversas plataformas. Para criar o Chrome do Chromium, o Google pega o seu código-fonte e adiciona:[11]

  • Um sistema de atuaizações automáticas chamada de GoogleUpdate (alguns, como as compilações comunitárias do Chromium do Debian ou do Ubuntu, invocam o sistema de gerenciador de pacotes do SO como uma alternativa)
  • Versão PPAPI integrada do Adobe Flash Player.[12] Ele pode ser baixado e instalado separadamente em distribuições suportadas pela comunidade do Chromium.
  • Codecs de mídia para suportar os formatos H.264, AAC e MP3. Elas podem ser baixadas e instaladas em distribuições suportadas pela comunidade do Chromium.[13]
  • Uma restrição que desabilita extensões não hospedadas na Chrome Web Store (para usuários do Windows em todos os canais do Chrome)[14]
  • Os nomes Google e Google Chrome (ambos são marcas registradas)[15][16][17]
  • Um opção embutida para usários enviar para o Google suas estatíticas de uso e relatórios de erros.
  • Rastreamento RLZ quando o Chrome é baixado como parte de promoções de marketing e distribuidores parceiros. Isso transmite informações de forma codificada para o Google, incluindo tanto como—e de onde – o Chrome foi baixado. Em junho de 2010, o Google confirmou que o token de ratreamento RLZ is not não está presente nas versões do Chrome baixadas diretamente do site do Google, e em nenhuma versão do Chromium. O código-fonte do RLZ também foi aberto ao mesmo tempo (anteriormente ele era proprietário – e embora a fonte esteja agora aberta, o recurso não foi migrado para o Chromium) para que os desenvolvedores possam confirmar o que ele é e como ele funciona.[18]
  • Antes da versão 47: visualizador de PDF e pré-visualização da impressão embutidos (incorporados ao Chromium 47 e posterior, depois que o Google abriu o código-fonte do visualizador de PDF).

Por padrão, o Chromium apenas suporta os codecs Vorbis, Theora e WebM para as tags de áudio e vídeo do HTML5. O Google Chrome suporta eles como também os codecs onerados por patente AAC e MP3. Em 11 de janeiro de 2011, o gerente de produto do Chrome, Mike Jazayeri, anunciou que o Chrome não iria mais suportar o formato de vídeo H.264 para o seu reprodutor HTML5.[19] Em outubro de 2013, a Cisco anunciou que estava abrindo o código-fonte de seus codecs H.264 e que cobrirá todas as taxas exigidas.[20] Em novembro de 2015, o Chrome continuava suportando o H.264. As distribuições Linux que disponibilizam o Chromium podem adicionar suporte para outros codecs em suas versões customizadas do Chromium.[21]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Refs - chromium/src.git» (em inglês). Git at Google. 19 de setembro de 2017 
  2. «Chromium (Google Chrome)». Ohloh.net (em inglês). Consultado em 8 de fevereiro de 2012 
  3. «Chromium coding style» (em inglês). Google Open Source. Consultado em 29 de março de 2017 
  4. Marc Pawliger (15 de novembro de 2015). «Updates to Chrome platform support» (em inglês). Google Chrome Blog. Consultado em 7 de abril de 2017 
  5. «Pass the Ubuntu license check script». 19 de novembro de 2009 
  6. «Chromium Developer Documentation» (em inglês). Chromium Project. 13 de setembro de 2008. Consultado em 30 de julho de 2012. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2008 
  7. «Welcome to Chromium» (em inglês). Google. Setembro de 2008 
  8. «Coding Style (Chromium Developer Documentation)». Chromium Developer Documentation (em inglês). dev.chromium.org. Consultado em 5 de julho de 2009 
  9. «User Experience (Chromium Developer Documentation)». Chromium Developer Documentation (em inglês). dev.chromium.org. Consultado em 5 de julho de 2009 
  10. «Google Chrome, Chromium and Google». blog.chromium.org/ (em inglês). The Chromium Blog. Consultado em 17 de fevereiro de 2010 
  11. «Chromium Browser Vs Google Chrome, Differences between Google Chrome and Linux distro Chromium, Chromium Wiki» (em inglês) 
  12. «Bringing improved support for Adobe Flash Player to Google Chrome» (em inglês) 
  13. «Get Chromium on Ubuntu To Play mp4, H.264, MP3 & view PDF files natively» (em inglês) 
  14. «Chrome Extension Developer FAQ for upcoming changes in May 2015 related to hosting extensions» (em inglês) 
  15. «Google Trademark» (em inglês). United States Patent and Trademark Office. 1 de novembro de 2005. Consultado em 31 de dezembro de 2013 
  16. «Google Trademark» (em inglês). United States Patent and Trademark Office. 17 de abril de 2012. Consultado em 31 de dezembro de 2013 
  17. «Google Chrome Trademark» (em inglês). United States Patent and Trademark Office. 12 de setembro de 2012. Consultado em 31 de dezembro de 2013 
  18. Roger Tawa; Glenn Wilson (2 de junho de 2010). «In The Open, For RLZ». Chromium Blog. Consultado em 7 de abril de 2017 
  19. «HTML Video Codec Support in Chrome» (em inglês) 
  20. Trollope, Rowan (22 de dezembro de 2013). «Open-Sourced H.264 Removes Barriers to WebRTC» (em inglês). Consultado em 22 de dezembro de 2013 
  21. «Differences between Google Chrome and Linux distro Chromium». code.google.com/ (em inglês). Google Code. Consultado em 1 de setembro de 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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