Grande Prêmio da China de 2016

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Grande Prêmio da China de F-1 2016
Circuit Shanghai.png
Grande Prêmio da China de 2016.
Detalhes da corrida
Data 17 de abril de 2016
Nome oficial 2016 Formula 1 Pirelli Chinese Grand Prix
Local Circuito Internacional de Xangai, Xangai, China
Percurso 5 451 km
Total 56 voltas / 305 066 km
Pole
Piloto
Alemanha Nico Rosberg Mercedes
Tempo 1:35.402
Volta mais rápida
Piloto
Alemanha Nico Hülkenberg Force India
Tempo 1:39.824 (na volta 48)
Pódio
Primeiro
Alemanha Nico Rosberg Mercedes
Segundo
Alemanha Sebastian Vettel Ferrari
Terceiro
Rússia Daniil Kvyat Red Bull-TAG Heuer

Grande Prêmio da China de 2016 (formalmente denominado 2016 Formula 1 Pirelli Chinese Grand Prix) foi a terceira etapa da temporada de 2016 da Fórmula 1. Foi disputado no dia 17 de abril de 2016 no Circuito Internacional de Xangai.[1]

Relatório[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

O Antigo Sistema de Classificação

Depois de muita controvérsia e debates entre pilotos, equipes e o comando da Fórmula 1, o martelo está batido. Nesta segunda-feira, o Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA ratificou o retorno ao formato antigo de treino classificatório, usado de 2006 a 2015, que já será usado no GP da China do próximo fim de semana. Após o fracasso do novo sistema "knockout", utilizado nas duas primeiras etapas do ano, as equipes enviaram um pedido unânime a Bernie Ecclestone (chefe dos direitos comerciais da F1) e Jean Todt (presidente da FIA) para a volta ao modelo anterior. Os dirigentes aceitaram o clamor e encaminharam a solicitação para a aprovação do Conselho. Para relembrar, o formato que volta a ser adotado eliminará os seis pilotos mais lentos ao fim das duas primeiras sessões (Q1 e Q2), deixando o Q3 para os dez mais rápidos disputar a pole. Para que a chefia da F1 concordasse em retornar ao sistema de classificação já conhecido, os times se comprometeram a usar o resto da temporada para pensar em novos formatos para os três dias de GPs da F1, que pode ter diferentes modelos de classificação ou até mais de uma corrida por fim de semana. [2]

A Volta de Fernando Alonso

Fernando Alonso está liberado pela equipe médica da FIA para correr o GP da China, o terceiro da temporada 2016 de Fórmula 1. O espanhol, que ficou fora da etapa do Bahrein após o grave acidente que se envolveu em Melbourne, já havia recebido autorização provisória para correr, nesta quinta-feira, mas com a condição de que fosse reavaliado imediatamente após ao primeiro treino livre, na madrugada desta sexta-feira. Após participar da sessão sem problemas, o piloto da McLaren recebeu o “ok” da FIA, que emitiu um comunicado com a decisão. Após um exame feito depois do primeiro treino livre, o delegado médico da FIA, o professor Prof. Jean-Charles Piette, e o chefe da equipe médica do GP da China, professor Shiyi Chen, constataram que Fernando Alonso tem totais condições de participar de todas as sessões restantes do fim de semana. Contudo, o piloto foi informado que no caso de quaisquer sintomas anormais, deve parar o carro imediatamente. No entanto, como o piloto foi liberado, nenhum outro exame será realizado a não ser que o mesmo apresente sintomas anormais. O piloto da McLaren confessou que ainda sente dores, e que o Circuito de Xangai, com curvas longas, não ajuda muito. [3]

Treino Classificatório[editar | editar código-fonte]

Q1

Assim que a primeira parte do treino - bastante agitada, por sinal - começou, diversos pilotos foram para a pista. Enquanto uns lançaram pneus supermacios logo de cara, outros ainda experimentaram compostos intermediários. E por mais que a escolha pelos pneus de pista seca se mostrasse a mais acertada, uma poça na reta principal traiu Pascal Werhlein ainda nos primeiros quatro minutos, que aquaplanou e acabou batendo no muro. Com o impacto, o alemão da Manor destruiu a roda do carro, causando bandeira vermelha e interrompendo o treino para a retirada do monoposto. Durante a pausa da sessão, em uma cena inusitada, um caminhão vassoura ainda foi à pista na tentativa de "espalhar" a água e reduzir a poça que acabou com a classificação de Werhlein. Quando a bandeira verde foi dada, 20 minutos depois da paralisação, dois acontecimentos chamaram a atenção: um deles foi o fato de Lewis Hamilton não ter conseguido abrir volta rápida. O britânico foi atrapalhado por dois fatores: Max Verstappen, que quase o jogou para fora da pista, e um sistema de recuperação de energia defeituoso que a Mercedes não conseguiu consertar a tempo. O outro foi o avanço da Sauber, que conseguiu colocar os seus dois carros no Q2, feito inédito na temporada.[4]

Q2

Se no Q1 a Sauber conseguiu tirar "leite de pedra", no Q2 a equipe não foi feliz, com Felipe Nasr a 6s312 do melhor tempo, feito por Kimi Raikkonen (1m36s118). Faltou fôlego também para a dupla da McLaren que, conforme a pista secava, ficava mais difícil de acompanhar os rivais. Faltando pouco mais de um minuto para o fim da sessão, a Force India de Nico Hulkenberg perdeu a roda dianteira esquerda e causou a segunda bandeira vermelha do dia. Felipe Massa, que marcaria seu tempo na volta em questão, acabou recolhendo para os boxes e desistindo, já que não havia mais tempo hábil.

Q3

A disputa pela pole se resumiu a nove carros, em vez de dez, já que Hulkenberg não conseguiu retornar com o carro aos boxes após ter perdido a roda, se classificando em décimo para a largada. Kimi Raikkonen foi para a pista e cravou um temporal, dando a sensação de que dificilmente seria superado. Mas lá estava Nico Rosberg e sua "Flecha de Prata" voadora para acabar com o sonho dos italianos e cravar a pole. No embalo, Daniel Ricciardo também foi superior ao finlandês e lhe roubou a segunda colocação no grid. Sebastian Vettel ainda tentou colocar a Ferrari no topo nos últimos segundos válidos, mas acabou errando e sendo preterido para a quarta colocação.

Resultado do treino classificatório

Corrida[editar | editar código-fonte]

Na largada, Daniel Ricciardo tracionou melhor e tomou a ponta do pole Nico Rosberg. Começando de sexto, Kvyat deixou Bottas para trás, colocou por dentro da dupla da Ferrari e saltou para terceiro. Vettel se assustou com o bote do russo e acabou tocando em Kimi Raikkonen, que perdeu o bico e saiu da pista. Partindo do 10º lugar, Massa escapou das confusões e ganhou três posições, uma delas de Bottas, que espalhou na curva 1. Lá atrás, Nasr, que largara em 16º, ao tentar desviar da Ferrari de Raikkonen acabou sendo acertado por Hamilton, que partia do fim do grid. O bico da Mercedes do inglês se soltou e ficou preso embaixo do carro. Grosjean também se envolveu na confusão. Os quatro precisaram ir para os boxes fazer reparos. Com pneus supermacios, Vettel e Button ultrapassaram Massa, que caiu para nono. No momento em que Rosberg colocava do lado de Ricciardo para retomar a liderança, o pneu traseiro esquerdo da RBR estourou repentinamente, provavelmente furado por algum dos muitos detritos espalhados na pista em razão da tumultuada primeira volta. O australiano foi para os boxes e retornou em 18º. Com muita sujeita na pista, o carro de segurança precisou ser acionado. Kvyat, Pérez, Bottas, Button, Sainz, Hulkenberg, Ericsson, Vettel, Magnussen e Hamilton aproveitaram a presença do carro de segurança para fazerem seus primeiros pit stops. Irritado com o tráfego, o alemão da Ferrari protagonizou uma cena inusitada, ao passar dois carros na entrada dos boxes. É que seu compatriota Hulk guiava lentamente de propósito, para esperar o companheiro Pérez fazer sua parada. O piloto da Force India foi punido com o acréscimo de 5s no próximo pit stop. Hamilton aproveitou o safety car para parar duas vezes. Uma para colocar e outra para tirar os supermacios, cumprindo a regra de usar os dois tipos de pneus. Sem terem parado nos boxes ainda, Rosberg, Massa, Alonso, Wehrlein e Gutiérrez ocupavam as cinco primeiras posições.

A relargada transcorreu com muitas ultrapassagens, mas sem incidentes. Rosberg manteve a liderança, seguido de Massa. Destaque para Kvyat, que passou Alonso e assumiu a terceira posição. No pelotão de trás, Ricciardo (14º), Raikkonen (17º) e Hamilton (18º) tentavam recuperar o prejuízo. Já Nasr, sem rendimento, ocupava a última colocação. No pelotão intermediário, Vettel abria caminho. Em poucas voltas, o alemão ganhou diversas posições e apareceu em quinto, atrás de Alonso. Mais na frente, Kvyat passou Massa e assumiu a segunda colocação. Vettel deixou Alonso para trás e assumiu o quarto lugar. Fazendo corridas de recuperação, Ricciardo e Hamilton rapidamente entraram no top 10. De pneus supermacios, Vettel (4º) colou em Massa (3º), com compostos macios. Mas o alemão, em vez de tentar a ultrapassagem, preferiu ir para os boxes e fazer seu segundo pit stop, agora para colocar um jogo de pneus macios. Enquanto Rosberg seguia sem parar, Kvyat e Massa foram para os boxes. Sainz e Ricciardo foram outros que fizeram pit stops nessa volta. Com isso, Bottas subiu para segundo, seguido por Hamilton. Nico, enfim, fez seu primeiro pit stop na 21ª volta. O alemão havia construído uma vantagem tão grande que retornou na ponta, sem ser ameaçado. Bottas e Hamilton pararam nos boxes novamente e voltaram em 8º e 14º, respectivamente. Com isso, os primeiros colocados passaram a ser: Rosberg, Kvyat, Vettel, Button, Pérez e Massa. Sem perder tempo, Massa ultrapassou Pérez e Button e pulou para a quarta colocação.

Com estratégias diversas, o troca-troca de posições seguia intenso. Após 30 voltas, o top 10 era composto por Rosberg, Kvyat, Vettel, Massa, Bottas, Ricciardo, Sainz, Raikkonen, Hamilton e Verstappen. Hamilton fez seu quinto pit stop e colocou um jogo de pneus médios para tentar seguir até o fim da corrida se parar novamente. Na volta seguinte, Massa também foi aos boxes. Kvyat (2º) e Vettel (3º) fizerem a terceira parada e retornaram em terceiro e quarto, respectivamente, atrás de Rosberg e Ricciardo. Ao voltar para a pista, o piloto da Ferrari logo passou o russo da RBR e assumiu a terceira colocação. Com imensa folga na liderança, Rosberg fez seu segundo pit stop e ainda voltou com mais de 20s de vantagem sobre Ricciardo. O australiano foi para os boxes na volta seguinte e caiu para 9º. Com isso, a classificação era: Rosberg, Vettel, Kvyat, Verstappen e Massa. Massa teve certa dificuldade para se livrar Verstappen e assumir o quarto lugar. Com isso, permitiu a aproximação de Bottas e Hamilton. Em uma manobra cirúrgica, o inglês tomou a posição do finlandês e partiu para cima do brasileiro. A série de disputas fez Ricciardo se juntar ao grupo. O australiano não perdeu tempo e rapidamente deixou o finlandês para trás. Visando a quarta posição, Hamilton colocava pressão em Massa. O inglês, porém, não contava com a astúcia de Ricciardo, que deu um bote surpresa e subiu para quinto. Embalado, o australiano partiu para cima de Massa e subiu para quarto. Hamilton seguiu pressionando Massa.

Chegou a colocar lado a lado, mas o brasileiro foi bravo, fechou a porta de todas as maneiras e segurou a quinta posição. Novamente sem sucesso na tentativa de passar o piloto da Williams, o inglês acabou sendo surpreendido por Raikkonen. Contra o finlandês da Ferrari, porém, Massa não conseguiu impor resistência e perdeu o quinto lugar. Hamilton chegou a tentar se aproximar novamente do veterano da Williams, mas não conseguiu rendimento suficiente para tomar a posição. Nas últimas voltas, as brigas ficaram por conta de Bottas com as STR. O finlandês deu uma leve escapada de pista e perdeu o nono lugar para Verstappen. Logo depois, foi superado por Sainz, caindo para décimo.

Lá na frente, tranquilo, Rosberg recebeu a bandeira quadriculada com 37s de vantagem para Vettel. Kvyat completou o pódio, seguido por Ricciardo e Raikkonen. Massa cruzou a linha de chegada em sexto, logo à frente de Hamilton. Verstappen, Sainz e Bottas fehcaram o top 10. Nasr terminou em 20º.[5]

Essa corrida apresentou um índice 0% de abandonos: Todos os que largaram terminaram a corrida. Isso ocorreu apenas pela terceira vez na história da categoria. As outras duas foram no Grande Prêmio da Holanda de 1961 e no Grande Prêmio da Itália de 2005

Resultado da corrida

Pneus[editar | editar código-fonte]

Compostos de Pneus fornecidos pela Pirelli para a Temporada de 2016 da Fórmula 1[6]
Nome do Composto Cor Banda de Rolamento Condições de Condução Dry Type Aderência Longevidade
Super Macio Neumático F1 Súper blando.png Slick
(P Zero)
Seco Supersoft Mais aderência Menos durável
Macio Neumático F1 Blando.png Slick
(P Zero)
Seco Soft Médio Médio
Médio Neumático F1 Medio.png Slick
(P Zero)
Seco Medium Médio Médio
Intermediário Neumático F1 Intermedios.png Sulcos
(Cinturato)
Molhado Intermediate
(água não estagnante)
Chuva Neumático F1 Lluvia.png Sulcos
(Cinturato)
Molhado Wet
(água estagnante)

Resultados[editar | editar código-fonte]

Treino Classificatório[editar | editar código-fonte]

Pos. Piloto Construtor Q1 Q2 Q3 Grid
1 6 Alemanha Nico Rosberg Mercedes 1:37.669 1:36.240 1:35.402 1
2 3 Austrália Daniel Ricciardo Red Bull-TAG Heuer 1:37.672 1:36.815 1:35.917 2
3 7 Finlândia Kimi Räikkönen Ferrari 1:37.347 1:36.118 1:35.972 3
4 5 Alemanha Sebastian Vettel Ferrari 1:37.001 1:36.183 1:36.246 4
5 77 Finlândia Valtteri Bottas Williams-Mercedes 1:37.537 1:36.831 1:36.296 5
6 26 Rússia Daniil Kvyat Red Bull-TAG Heuer 1:37.719 1:36.948 1:36.399 6
7 11 México Sergio Pérez Force India-Mercedes 1:38.096 1:37.149 1:36.865 7
8 55 Espanha Carlos Sainz Jr. Toro Rosso-Ferrari 1:37.656 1:37.204 1:36.881 8
9 33 Países Baixos Max Verstappen Toro Rosso-Ferrari 1:38.181 1:37.265 1:37.194 9
10 27 Alemanha Nico Hülkenberg Force India-Mercedes 1:38.165 1:37.333 S/Tempo 13 2
11 19 Brasil Felipe Massa Williams-Mercedes 1:38.016 1:37.347 10
12 14 Espanha Fernando Alonso McLaren-Honda 1:38.451 1:38.826 11
13 22 Reino Unido Jenson Button McLaren-Honda 1:37.593 1:39.093 12
14 8 França Romain Grosjean Haas-Ferrari 1:38.425 1:39.830 14
15 9 Suécia Marcus Ericsson Sauber-Ferrari 1:38.321 1:40.742 15
16 12 Brasil Felipe Nasr Sauber-Ferrari 1:38.654 1:42.430 16
17 20 Dinamarca Kevin Magnussen Renault 1:38.673 17
18 21 México Esteban Gutierrez Haas-Ferrari 1:38.770 18
19 30 Reino Unido Jolyon Palmer Renault 1:39.528 19
20 88 Indonésia Rio Haryanto MRT-Mercedes 1:40.264 20
Tempo dos 107%: 1:42.080
NQ 94 Alemanha Pascal Wehrlein MRT-Mercedes S/Tempo 21 3
NQ 44 Reino Unido Lewis Hamilton Mercedes S/Tempo 22 13
Fonte:[7][8]
Notas

↑1 - Lewis Hamilton (Mercedes) perdera cinco posições no grid por troca de câmbio.[9]

↑2 - Nico Hülkenberg (Force India) perdera três posições no grid por ter uma roda solta.[10]

↑3 - Lewis Hamilton (Mercedes) e Pascal Wehrlein (MRT) não obtiveram tempo de volta no Q1, porém foram autorizados a largarem.

Corrida[editar | editar código-fonte]

Pos. Nu. Piloto Construtor Voltas Tempo/Retirado Grid Pontos
1 6 Alemanha Nico Rosberg Mercedes 56 1:38.53.891 1 25
2 5 Alemanha Sebastian Vettel Ferrari 56 +37.776 4 18
3 26 Rússia Daniil Kvyat Red Bull-TAG Heuer 56 +46.936 6 15
4 3 Austrália Daniel Ricciardo Red Bull-TAG Heuer 56 +52.688 2 12
5 7 Finlândia Kimi Raikkonen Ferrari 56 +1:05.872 3 10
6 19 Brasil Felipe Massa Williams-Mercedes 56 +1:15.511 10 8
7 44 Reino Unido Lewis Hamilton Mercedes 56 +1:18.230 22 6
8 33 Países Baixos Max Verstappen Toro Rosso-Ferrari 56 +1:19.268 9 4
9 55 Espanha Carlos Sainz Jr. Toro Rosso-Ferrari 56 +1:24.127 8 2
10 77 Finlândia Valtteri Bottas Williams-Mercedes 56 +1:26.192 5 1
11 11 México Sergio Perez Force India-Mercedes 56 +1:34.283 7
12 14 Espanha Fernando Alonso McLaren-Honda 56 +1:37.253 11
13 22 Reino Unido Jenson Button McLaren-Honda 56 +1:41.990 12
14 21 México Esteban Gutierrez Haas-Ferrari 55 +1 volta 18
15 27 Alemanha Nico Hulkenberg Force India-Mercedes 55 +1 volta 13
16 9 Suécia Marcus Ericsson Sauber-Ferrari 55 +1 volta 15
17 20 Dinamarca Kevin Magnussen Renault 55 +1 volta 17
18 94 Alemanha Pascal Wehrlein MRT-Mercedes 55 +1 volta 21
19 8 França Romain Grosjean Haas-Ferrari 55 +1 volta 14
20 12 Brasil Felipe Nasr Sauber-Ferrari 55 +1 volta 16
21 88 Indonésia Rio Haryanto MRT-Mercedes 55 +1 volta 20
22 30 Reino Unido Jolyon Palmer Renault 55 +1 volta 19
Fonte:[11][12]

Tabela do campeonato após a corrida[editar | editar código-fonte]

Somente as cinco primeiras posições estão incluídas nas tabelas.

Referências

  1. «2016 Formula 1 Pirelli Chinese Grand Prix» (em inglês). Formula 1.com 
  2. «FIA aprova oficialmente mudança em treino classificatório da F1 para 2016». Globoesporte.com. 11 de abril de 2016. Consultado em 11 de abril de 2016 
  3. «Examinado após 1º treino livre, Alonso é liberado para disputar o GP da China». Globoesporte.com. 15 de abril de 2016. Consultado em 15 de abril de 2016 
  4. «Com classificação "antiga" e Hamilton em último, Rosberg faz a pole na China». Globoesporte.com. 16 de abril de 2016. Consultado em 16 de abril de 2016 
  5. «Em frenético GP da China, Nico faz a sena. Massa segura Hamilton e é 6º». Globoesporte.com. 17 de abril de 2016. Consultado em 17 de abril de 2016 
  6. «Pirelli confirm supersoft tyres for Bahrain and China '16» (em inglês). Formula 1.com. 17 de dezembro de 2015 
  7. «Qualifying - Rosberg beats Ricciardo to pole in Shanghai» (em inglês). Formula 1. Consultado em 16 de abril de 2016 
  8. «Qualifying - China» (em inglês). Formula 1. Consultado em 16 de abril de 2016 
  9. «Hamilton set for China grid penalty after gearbox change» (em inglês). Formula 1. Consultado em 14 de abril de 2016 
  10. «Hulkenberg docked three grid places for wheel loss» (em inglês). Formula 1. Consultado em 16 de abril de 2016 
  11. «Rosberg takes win six after thrilling China race» (em inglês). Formula 1. Consultado em 17 de abril de 2016 
  12. «2016 Formula 1 Pirelli Chinese Grand Prix» (em inglês). Formula 1. Consultado em 17 de abril de 2016 


Precedido por
Grande Prêmio do Bahrein de 2016
Mundial de Fórmula 1 da FIA
Temporada de 2016
Sucedido por
Grande Prêmio da Rússia de 2016
Precedido por
Grande Prêmio da China de 2015
Grande Prêmio da China
13ª edição
Sucedido por
Grande Prêmio da China de 2017