Fernando Alonso
Fernando Alonso
| |
|---|---|
| Alonso em 2016 | |
| Informações pessoais | |
| Nome completo | Fernando Alonso Díaz |
| Apelido(s) | El Nano Príncipe das Astúrias |
| Nacionalidade | espanhol |
| Nascimento | 29 de julho de 1981 (44 anos) Oviedo, Astúrias, Espanha |
| Altura | 1,71[1] m |
| Registros na Fórmula 1 | |
| Temporadas | 2001, 2003–2018, 2021–atualmente |
| Equipes | 6 (Minardi, Renault, McLaren, Ferrari, Alpine e Aston Martin) |
| GPs disputados | 429 (426 largadas) |
| Títulos | 2 (2005 e 2006) |
| Vitórias | 32 |
| Pódios | 106 |
| Pontos | 2 393[2] |
| Pole positions | 22 |
| Voltas mais rápidas | 26 |
| Primeiro GP | GP da Austrália de 2001 |
| Primeira vitória | GP da Hungria de 2003 |
| Última vitória | GP da Espanha de 2013 |
| Último GP | GP de Abu Dhabi de 2025 |
| Registros na IndyCar Series | |
| Temporadas | 2017 |
| Equipes | Andretti |
| Corridas | 1 |
| Pontos | 47 |
| Primeira corrida | 500 Milhas de Indianápolis de 2017 |
| Última corrida | 500 Milhas de Indianápolis de 2020 |
| Registros nas 24 Horas de Le Mans | |
| Edições | 2018, 2019 |
| Equipes | Toyota Motorsport GmbH |
| Melhor resultado | 1° (2018, 2019) |
| Vitórias em classe(s) | 2 (2018, 2019) |
| Página oficial | |
| www | |
| Assinatura | |
Fernando Alonso Díaz (Oviedo, 29 de julho de 1981) é um automobilista espanhol que atua na Fórmula 1 pela equipe Aston Martin.[3] É bicampeão mundial de Fórmula 1 em 2005 e 2006 pela Renault, além de vice-campeão em 2010, 2012 e 2013 pela Ferrari, também vencedor de duas provas de Endurance, as 24 Horas de Le Mans de 2018 e 2019 e também as 24 Horas de Daytona de 2019.
Biografia
[editar | editar código]Vindo de uma família de classe baixa, Fernando é filho de José Luis Alonso, engenheiro especialista em explosivos, e de Ana María Díaz Martínez, que trabalhava numa loja de departamentos. Ele também tem uma irmã mais velha, Lorena, que foi fundamental para a escolha da sua carreira. Quando ele tinha três anos, seu pai construiu um kart para Lorena, que o rejeitou. Nano, como é carinhosamente chamado, se interessou pelo kart e pediu para brincar com ele. Segundo o pai, Fernando era tão pequeno que chegava a cair nas curvas fechadas.[4][5]
Dos quatro aos catorze anos, Fernando estudou no Colégio de Santo Ángel de la Guarda, passando, depois, para o Instituto Leopoldo Alas Clarín de San Lázaro, onde permaneceu até 2000. Abandonou a escola por conta de sua carreira automobilística.[6]
Carreira
[editar | editar código]Kart
[editar | editar código]Alonso se iniciou no kart com três anos, e no ano seguinte obteve a licença oficial da Federação Espanhola. Em 1988, com sete anos, ele ganha o seu primeiro campeonato, ganhando as oito corridas que constavam do campeonato. Um ano mais tarde, em 1989, é campeão de kart das Astúrias e Galiza.
Devido às mudanças de categoria, a família não poderia sustentar as despesas. Perto do abandono aparece Genís Marco, um importador de karts, que se encarregaria do financiamento: fornecer os karts e procurar patrocinadores. Acabou ele por tornar-se, também, um patrocinador.
Em 1991, como cadete, é campeão das Astúrias e do País Basco. É campeão da Espanha em 1993 e 1994 como júnior, o que lhe permitiu competir no Campeonato Mundial no ano seguinte. Ficou com o terceiro lugar, sendo o campeão Kimi Räikkönen, que viria a ser seu adversário na Fórmula 1.
Em 1996 torna-se campeão da Espanha, do Troféu Festival de Itália, do Grande Prêmio de Marlboro e do Campeonato Mundial de juniores. No anos seguintes torna-se campeão da Espanha, Itália e da Europa na Categoria Internacional. Em 1998 volta a ganhar o Campeonato da Espanha, o Troféu Paris-Bercy, a Indústria de Itália e o Open Ford.[5]
Fórmula Nissan
[editar | editar código]Após o kart, Alonso competiu na Fórmula Nissan em 1999, pela equipe Campos Motorsport, de Adrián Campos.[5] Teve como principal adversário pelo título o português Manuel Gião, disputando com ele até a última etapa em Valência. Alonso, que precisava da vitória e da melhor volta, ultrapassou Gião e Tomas Scheckter quando a corrida estava sob bandeiras amarelas, mas não foi punido e venceu, fazendo também a melhor volta.[7] Ao todo, foram nove poles, oito voltas mais rápidas e oito vitórias.[5] Totalizou 164 pontos, dois a menos do que Gião, mas como só eram contabilizados os doze melhores resultados, o português precisou descartar nove pontos, e Alonso, que não precisou descartar nenhum, ficou à frente dele por sete pontos, garantindo o título.[8]
Fórmula 3000
[editar | editar código]Em 2000, Alonso disputou a Fórmula 3000 Internacional com a Team Astromega. O espanhol teve dificuldades nas etapas iniciais, mas as superou na reta final do campeonato, pontuando pela primeira vez com o sexto lugar no A1 Ring, conquistando seu primeiro pódio em Hungaroring e sua primeira pole em Spa-Francorchamps, onde também conquistou sua primeira e única vitória na categoria e ainda fez a melhor volta.[9] Terminou a temporada com dezessete pontos, um a mais do que Justin Wilson, se classificando em quarto no campeonato de pilotos.[10][5]
Fórmula 1 (2001, 2003–2018, 2021–)
[editar | editar código]Minardi (2001)
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Seu primeiro contato com a Fórmula 1 foi pela Minardi testando os modelos M01 e M02 como prêmio por seu título na Fórmula Nissan.[11][12] Ele também testou com a Benetton em dezembro de 2000, visando garantir a superlicença para pilotar oficialmente na F1.[13]
Após os testes, foi confirmada sua participação em 2001. Alonso, que tinha contrato com a Renault, foi emprestado à equipe italiana, que enfrentava dificuldades financeiras. Ele começou tendo como companheiro de equipe o brasileiro Tarso Marques, que mais tarde cedeu seu lugar para o malaio Alex Yoong. O espanhol teve como melhor resultado um décimo lugar na Alemanha, mas como apenas os oito primeiros colocados pontuavam na época, ele terminou o ano zerado.[14] Na temporada seguinte, foi substituído pelo australiano Mark Webber.[15]
Renault (2002–2006)
[editar | editar código]Sem vaga de titular na F1 para 2002, Alonso se tornou piloto de testes da Renault. Em julho daquele mesmo ano, foi confirmado o retorno do espanhol como titular para a temporada seguinte, com Alonso ocupando a vaga de Jenson Button e sendo o mais novo companheiro de Jarno Trulli.[16]

Em 22 de março de 2003, com vinte um anos, sete meses e vinte e dois dias, no Grande Prêmio da Malásia, tornou-se o piloto mais jovem a conseguir uma pole position (marca que foi batida por Sebastian Vettel no Grande Prêmio da Itália de 2008) e, é o primeiro piloto espanhol a subir ao pódio. Alonso também consegue ser o piloto mais novo a ganhar um grande prêmio, o Grande Prêmio da Hungria, com vinte e dois anos e vinte e seis dias (marca que também foi batida por Sebastian Vettel no Grande Prêmio da Itália de 2008).[17] Também em 2003, Fernando Alonso sofre um grave acidente no Grande Prêmio do Brasil, mas sem consequências: seu carro bateu a mais de 280 km/h nos destroços do carro de Mark Webber e, logo em seguida, bateu com muita força no muro, em plena reta dos boxes de Interlagos.[18]
Em 2004, Alonso se destacou ao fazer a pole para o GP da França,[19] no qual terminou em segundo.[20] Esse foi seu melhor resultado da temporada, com o espanhol conquistando mais três terceiros lugares na Austrália,[21] na Alemanha[22] e na Hungria, provas nas quais Michael Schumacher foi o vencedor em todas as vezes.[23] O espanhol terminou a temporada em quarto, com 59 pontos.[24]
Títulos Mundiais
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Em 2005, Alonso começou a temporada em terceiro, atrás de seu companheiro Fisichella, no GP da Austrália, mostrando que o R25 prometia ser o carro mais forte da temporada. Em 20 de março de 2005, no Grande Prêmio da Malásia, Alonso consegue a sua segunda vitória da carreira e torna-se o primeiro piloto espanhol a liderar o mundial de Fórmula 1. Essa foi apenas a primeira de uma sequência de três vitórias consecutivas, com o espanhol dominando a temporada e desbancando a hegemonia da Ferrari e de Michael Schumacher, que vinha de uma sequência de cinco títulos consecutivos. Em 25 de Setembro de 2005, no Grande Prêmio do Brasil, Alonso sagrou-se o mais jovem campeão da história da Fórmula 1, com vinte e quatro anos e cinquenta e seis dias, derrubando o recorde anterior de Emerson Fittipaldi, campeão com vinte e quatro anos, oito meses e vinte e nove dias em 1972. Seu recorde só foi batido em 2008, por Lewis Hamilton, que contava com vinte e três anos, nove meses e 26 dias à época de seu primeiro título.[25] O espanhol terminou a temporada em grande estilo, ao vencer de ponta a ponta na China e dar à Renault o título de construtores.[26] No total, foram 15 pódios em 19 corridas, incluindo sete vitórias, seis poles e 133 pontos, 21 a mais do que Kimi Räikkönen, o vice-campeão.[27]

Na temporada de 2006, Fernando Alonso disputou o título novamente, com Michael Schumacher sendo seu principal adversário. O espanhol teve uma sequência de nove pódios nas nove primeiras etapas, que incluíram seis vitórias, com quatro destas sendo consecutivas. Ele chegou a perder a liderança para o alemão da Ferrari na China, mas a recuperou no Japão, onde ele venceu e Schumi abandonou. O espanhol conquista seu segundo título mundial, também no Grande Prêmio do Brasil, chegando na segunda colocação da corrida, no dia em que Michael Schumacher fez a sua última corrida na Fórmula 1 e que Felipe Massa venceu, após treze anos sem vitória brasileira em Interlagos. Alonso também foi o mais jovem a alcançar o bicampeonato, totalizando sete vitórias e sete segundos lugares. Sua pior posição de chegada foi o quinto lugar, além das duas provas que ele abandonou, e o espanhol superou o vice Schumacher por 13 pontos.[28][29]
McLaren (2007)
[editar | editar código]Em 2007, após conquistar dois títulos mundiais pela Renault, o piloto espanhol transferiu-se para a McLaren, com o status de primeiro piloto. Porém, passou a enfrentar problemas dentro da própria equipe, graças aos excepcionais resultados do estreante piloto inglês Lewis Hamilton, que logo nas primeiras corridas obteve bons desempenhos.

Os dois pilotos da equipe disputaram o título, ponto a ponto, até o final, mesmo após a polêmica declaração do dirigente da organização, Ron Dennis, no Grande Prêmio da China, de que "a McLaren não corria contra Kimi Räikkönen (então com dezessete pontos de desvantagem aos pilotos da McLaren), mas sim contra o próprio Alonso". A falta de apoio ao espanhol, aliado aos problemas no carro e erros de Lewis Hamilton nas duas provas finais, resultaram no surpreendente título mundial do finlandês Kimi Räikkönen, da equipe Ferrari, por um ponto de diferença sobre a dupla da McLaren. Alonso no critério de desempate terminou em terceiro lugar no campeonato, já que no número de segundo lugares, Hamilton tinha um de vantagem. Dias após a prova final do campeonato, Alonso rompeu, "amigavelmente", seu contrato junto ao time britânico.[30][31]
Retorno à Renault (2008–2009)
[editar | editar código]Em 2008, Alonso disputou o campeonato pela equipe Renault, marcando um retorno a equipe que defendeu nas campanhas vitoriosas de 2005 e 2006 e tendo como companheiro de equipe o brasileiro Nelson Angelo Piquet. Ao longo da temporada, conquistou três pódios, obtendo duas vitórias (Grande Prêmio de Singapura e Grande Prêmio do Japão) e um segundo lugar no Grande Prêmio do Brasil.
Singapuragate
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No GP de Singapura, em 2008, uma tramoia foi traçada para beneficiar Alonso. Na ocasião, Flavio Briatore, o então chefe de equipe da Renault, pediu a Nelsinho Piquet, que batesse seu carro na 14.ª volta, causando assim uma entrada do safety car: com isso, todos os pilotos fariam suas paradas para reabastecer. Alonso fez sua parada na 12.ª volta, uma jogada que no momento parecia sem sentido, mas era parte do plano. Com o safety car na pista, todos os pilotos, inclusive Felipe Massa, que liderava a corrida, fizeram seus pit-stops. Alonso tomou a liderança da corrida e venceu. O caso foi delatado por Nelsinho Piquet e seu pai, após Briatore anunciar que Nelsinho não seria mais piloto da equipe. O caso foi julgado e Flávio Briatore, foi banido da Fórmula 1, Nelsinho foi absolvido por ser o delator, Pat Symonds (membro da equipe que participou do caso), foi suspenso da Fórmula 1 por cinco anos e Fernando Alonso, por falta de provas, foi absolvido.[32]
Ferrari (2010–2014)
[editar | editar código]Em 30 de setembro de 2009, Alonso foi anunciado como novo piloto da equipe italiana Ferrari para a temporada de 2010, assinando um contrato de três temporadas.[33][34]

No início da temporada de 2010, no Grande Prêmio do Barém, Alonso venceu a primeira corrida defendendo a equipe italiana.[35][36] Na atual temporada, conseguiu outros três pódios, na Espanha,[37] no Canadá[38] e a polêmica vitória na Alemanha. Na ocasião, seu companheiro de equipe, o brasileiro Felipe Massa tinha assumido a ponta na largada e liderado a maior parte da prova, entretanto a equipe julgou que o piloto espanhol era mais rápido e pediu a Felipe que cedesse a posição. Felipe o fez e Alonso venceu a prova. O ocorrido gerou muitas críticas, já que o regulamento proíbe "ordens de equipe que interfiram no resultado da corrida". A Ferrari foi multada em US$ 100 mil, além de o caso ter sido encaminhado ao Conselho Mundial da FIA onde será julgado e os acusados poderão sofrer outras penas.[39]
Fernando já havia se envolvido em grande polêmica durante o Grande Prêmio da China, quando, durante a vigésima terceira volta, quando o safety car entrou na pista após um acidente, Felipe Massa ia à frente para os boxes, mas o espanhol o ultrapassou na entrada dos pits e levou vantagem sobre o brasileiro gerando críticas e um clima tenso na equipe.[40]
Teve chances de ser campeão até a última etapa, em Abu Dhabi. Mas após sair dos pit-stops, ficou preso atrás de Vitaly Petrov e viu o título ir parar nas mãos de Sebastian Vettel, da Red Bull.[41]

O próprio Fernando descreveu sua fase na escuderia italiana como a "melhor de sua vida". Em 19 de maio de 2011, o espanhol renovou o contrato com a equipe até o fim de 2016.[42]
Alonso voltou a disputar o título em 2012, mesmo tendo um carro inferior ao da Red Bull e da McLaren. Venceu na Malásia, em Valência e em Hockenheim, chegando a abrir 40 pontos de vantagem sobre Vettel. Mas o alemão da Red Bull virou o jogo e se sagrou campeão após emendar uma sequência de quatro vitórias seguidas, com três pontos de vantagem sobre Alonso, que teve que se contentar com o vice. Ao final da temporada, foi eleito o Piloto do Ano em votação realizada pela revista inglesa Autosport, que consultou os 12 dirigentes de equipes da Fórmula 1.[43][44] O próprio piloto classificou esse ano como "perfeito" e difícil de ser repetido.[45]
Em abril de 2013, Alonso ironizou Felipe Massa, que iniciou uma temporada melhor que o companheiro. Segundo o espanhol, ao ser questionado sobre a possibilidade de ser ultrapassado pelo brasileiro nos cinco primeiros GPs do ano, “Estou muito estressado. Na verdade, praticamente não durmo desde a Austrália, só como arroz branco e meu cabelo está caindo. Um drama total.”[46]
A Ferrari anunciou em 20 de novembro de 2014 o fim de seu vínculo com Alonso ao término da temporada.[47]
Retorno à McLaren (2015–2018)
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Em 11 de dezembro de 2014, a McLaren anunciou o retorno de Alonso a equipe, confirmando também Jenson Button como seu companheiro.[48] Para 2015, a equipe britânica iria retomar a parceria com a Honda, que marcou época entre 1988 e 1992.[49] Em um dos testes de pré-temporada, em 22 de fevereiro de 2015, sofreu um acidente na curva três do Circuito da Catalunha, sem grande dano ao carro.[50] O piloto permaneceu três dias internado até receber alta.[51] Entretanto, por recomendação médica, Alonso não participou da primeira prova da temporada de 2015 e foi substituído por Kevin Magnussen.[52] O espanhol retornou na etapa seguinte, mas teve que lidar com uma McLaren muito abaixo das expectativas, e um motor Honda que se mostrava inferior aos demais, a ponto de enfurecer Alonso, que o chamou de "motor de GP2" durante o GP do Japão.[53] Ele só pontuou em duas etapas: na Grã-Bretanha, onde foi décimo,[54] e na Hungria, onde foi quinto.[55] Terminou em décimo sétimo, com onze pontos, uma posição abaixo de Button, que fez cinco pontos a mais.[56] Isso significou que Alonso perdeu nos pontos para seu companheiro de equipe pela primeira vez na carreira, o que fez de 2015 a sua pior temporada desde a estreia na F1.[57]

Em 2016, Alonso conseguiu pontuar em seis etapas, tendo como melhor resultado o quinto lugar em Mônaco. O espanhol classificou esse ano como o terceiro melhor de sua carreira, alegando que se sentia mais confiante no carro por conta dos progressos da McLaren.[58]
Para 2017, a McLaren contratou Stoffel Vandoorne, campeão da GP2, para substituir Button, que se afastou da categoria.[59] Alonso faltou ao GP de Mônaco de 2017 para participar das 500 Milhas de Indianápolis, sendo substituído por Button.[60] No Grande Prêmio da Hungria de 2017, chegou na sexta colocação anotando a volta mais rápida da prova, após grande atuação individual, o que resultou na melhor colocação de uma corrida da McLaren em 2017. Terminou em décimo quinto, com dezessete pontos, superando Vandoorne por quatro pontos, embora a equipe tenha admitido que tinha dado o melhor carro ao bicampeão espanhol.[61][62]

Em setembro de 2017, a McLaren rescindiu o contrato com a Honda, que ia até 2023, voltando a usar motores Renault a partir de 2018.[63] Em 10 de junho de 2018, Alonso chegou aos 300 GPs no Grande Prêmio do Canadá, tornando-se o 5º piloto com mais GPs na história da competição.[64] Naquele ano, seu melhor resultado foi o quinto lugar na Austrália, mas nas outras provas em que pontuou, ele mal conseguiu passar do sétimo lugar. Terminou 2018 em décimo primeiro, com 50 pontos.
Anunciou em 14 de agosto de 2018 que deixaria a categoria ao fim da temporada.[65][66] Dois dias depois, seu compatriota Carlos Sainz Jr. foi anunciado como seu substituto,[67] e mais tarde, Lando Norris, que ocupava o posto de reserva, tomou a vaga pertencente a Vandoorne.[68]
Retorno à Fórmula 1 pela Alpine (2021–2022)
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Em 8 de julho de 2020, a equipe Renault (que passou a se chamar Alpine a partir de 2021[69]) anunciou o retorno de Fernando Alonso à Fórmula 1 em 2021. No anúncio, a equipe não citou a duração exata do contrato de Alonso, mas afirmou que ele seria piloto da Renault "pelas próximas temporadas".[70][71] Em 26 de agosto de 2021, a Alpine confirmou que tinha um contrato com Alonso de um ano com opção de renovação por mais um e, que havia renovado com o piloto para a disputa da temporada de 2022.[72]
Às vésperas do início da temporada de 2021 que marcou seu retorno à Fórmula 1 pela equipe Alpine, Fernando Alonso se envolveu em um acidente enquanto treinava de bicicleta nos arredores de Lugano, na Suíça, em 11 de fevereiro.[73] Na ocasião, o automobilista foi examinado pelos médicos e estes conduziram com sucesso uma cirurgia após descobrirem uma fratura na mandíbula superior do piloto.
No dia 21 de novembro de 2021, Alonso voltou a conquistar um pódio na Fórmula 1 depois de sete anos na estreia do Grande Prêmio do Catar ao terminar em terceiro.[74] Ele encerrou a temporada na décima colocação, com 81 pontos, uma posição acima de seu companheiro Esteban Ocon, que conquistou a única vitória da Alpine no ano e fez sete pontos a menos.

Alonso não conseguiu alcançar resultados semelhantes em 2022, por conta das quebras de seu carro, que o fizeram abandonar seis provas. Mas ele teve uma sequência positiva de dez provas entre os dez primeiros, iniciada com o nono lugar no GP da Espanha. Sua melhor posição de chegada foi o quinto lugar, que ele alcançou na Grã-Bretanha, na Bélgica e em São Paulo. Totalizou 81 pontos, se classificando em nono no campeonato de pilotos, uma posição abaixo de companheiro Ocon, que fez onze pontos a mais. Alonso chegou a receber proposta de renovação contratual por apenas um ano, mas ficou insatisfeito e preferiu deixar a Alpine ao final da temporada.[75]
Aston Martin (2023–)
[editar | editar código]Em 1 de agosto de 2022, foi anunciado que Alonso se juntaria à Aston Martin a partir da temporada de 2023, em um contrato de múltiplos anos, para substituir Sebastian Vettel que havia anunciado sua aposentadoria da Fórmula 1.[76]

Seu primeiro ano pela equipe de Lawrence Stroll foi considerado pelo próprio piloto como "um dos melhores" de sua carreira. Ele conquistou oito pódios, com cinco destes conquistados nas seis primeiras corridas do ano, e chegou a figurar como ameaça ao domínio de Max Verstappen. Ele encerrou o campeonato na quarta posição, com 206 pontos, que representou 73,2% dos 280 obtidos pela equipe Aston Martin em 2023.[77]

Em 2024, a Aston Martin perdeu terreno frente a equipes como Ferrari e McLaren, mas Alonso seguiu se destacando, por conta de incidentes como o do GP da Austrália, em que o espanhol foi acusado de ter feito direção perigosa, que teria contribuído para o acidente de George Russell, que tentava ultrapassá-lo. Alonso foi punido com o acréscimo de 20 segundos, o que o fez cair do sexto para o oitavo lugar.[78] A punição foi muito criticada pelo espanhol, que a considerou decepcionante, e considerou sua manobra como parte do automobilismo.[79]

Seu grande desempenho o fez ser especulado em equipes como Mercedes e Red Bull para a temporada de 2025, no entanto, em abril de 2024, Alonso assinou uma renovação contratual de múltiplos anos com a Aston Martin, em um breve anúncio que dizia "Estou aqui para ficar".[3] Esse novo contrato vai além de seus anos como piloto de Fórmula 1, com o próprio bicampeão afirmando que era "o mais longo" que já tinha assinado.[80]
No Grande Prêmio da Cidade do México de 2024, Alonso atingiu a marca de 400 Grandes Prêmios.[81] O melhor resultado dele no ano foi o quinto lugar na Arábia Saudita,[82] e o espanhol encerrou o campeonato em nono, com 70 pontos, afirmando que esperava "um pouco mais" dessa temporada.[83]
Em 2025, Alonso teve um início complicado, ficando sem pontuar nas oito primeiras etapas e sendo superado constantemente por seu companheiro Stroll.[84] A sequência negativa foi quebrada com o nono lugar na Espanha.[85] Ao logo do ano, o espanhol pontuou em dez corridas, tendo como destaque o quinto lugar na Hungria, corrida na qual ele correu risco de não participar por conta de uma forte dor nas costas.[86] Ele terminou a temporada em décimo, com 56 pontos, superando Stroll na pontuação, mesmo assim, ficou insatisfeito, afirmando que esse décimo lugar era "uma das piores posições" da sua carreira.[87]
Alonso segue na Aston Martin para 2026, ano em que a equipe será chefiada pelo projetista Adrian Newey.[88]
500 Milhas de Indianápolis (2017, 2019)
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Em abril de 2017, Alonso e a McLaren anunciaram sua participação nas 500 Milhas de Indianápolis de 2017.[89] Alonso chegou a liderar a corrida por 27 voltas, porém quando faltava 21 voltas para o fim, teve que abandonar a corrida por problemas no motor. Mesmo abandonando a prova, ganhou o prêmio de Calouro do Ano da Indy 500.[90]
Em 2019, a McLaren anunciou que Alonso iria correr nas 500 milhas como equipe independente. No entanto, Alonso teve um desempenho ainda pior, tendo sido eliminado ainda na fase classificatória (o Bump Day), ficando em quarto lugar, atrás de Sage Karam, James Hinchcliffe e Kyle Kaiser.[91]
24 Horas de Le Mans (2017–2019)
[editar | editar código]Em outubro de 2017, confirmou sua participação nas 24 Horas de Daytona de 2018, como preparação para correr futuramente nas 24 Horas de Le Mans.[92] Em 2018, ele correu ao lado dos exs-F1 Sebastien Buemi e Kazuki Nakajima, pela equipe Toyota na categoria LMP1, e o trio se sagrou vitorioso.[93] Em 2019, os três repetiram o feito e se sagraram campeões do Mundial de Endurance.[94]
Outros empreendimentos
[editar | editar código]Dono de equipe
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Alonso possui sua própria equipe de kart, a FA Alonso Racing, que conquistou títulos europeus e mundiais e revelou futuros nomes da F1, como Carlos Sainz Jr, Lando Norris, Esteban Ocon, Daniil Kvyat e Oscar Piastri.[95]
Em novembro de 2017, Alonso fundou a FA Racing, equipe de automobilismo virtual,[96] que também disputou a Fórmula 4 Espanhola e as duas últimas temporadas da Eurocopa de Fórmula Renault.[97] No ano seguinte, sua equipe foi pré-selecionada para participar da temporada inaugural da Fórmula Regional Europeia,[98] mas só disputou as temporadas de 2021 e 2022 em parceria com a MP Motorsport.[99] Por ela, passaram pilotos como Amaury Cordeel,[100] Franco Colapinto[101] e Gabriel Bortoleto.[102]
Moda
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Em março de 2017, Alonso fundou a Kimoa, marca de grife inspirada na Califórnia e no estilo surfwear. O piloto também se tornou o principal garoto-propaganda e embaixador da marca. Em novembro do mesmo ano, foi anunciado que a Kimoa seria uma das patrocinadoras da McLaren, equipe pela qual o espanhol competia na época.[103] Em 2021, Alonso vendeu 75% de sua participação na marca, embora tenha continuado como embaixador.[104]
Gestão de pilotos
[editar | editar código]Em março de 2022, Alonso fundou com dois sócios, Albert Resclosa Coll e Alberto Fernández Albilares, a A14 Management, empresa dedicada a gerenciar a carreira de jovens pilotos. Os dois primeiros pilotos gerenciados foram Clément Novalak e Nikola Tsolov.[105] Desde setembro daquele mesmo ano, a empresa cuida da carreira de Gabriel Bortoleto,[106] que em 2025 passou a competir na Fórmula 1 ao lado de Alonso.[102] Dentre outros pilotos que a A14 gerencia, estão Maximilian Günther, Pepe Martí,[107] Sebastián Montoya,[108] e Will Power.[109][110]
Vida Pessoal
[editar | editar código]Fernando Alonso foi casado com a cantora espanhola Raquel del Rosario, vocalista do grupo El Sueño de Morfeo, por cinco anos. O casal começou a namorar no segundo semestre de 2005,[111] e casou-se no final de 2006.[112] Por vezes a imprensa espanhola especulou sobre uma suposta gravidez da Raquel, porém ambos negaram estar planejando ter um bebê.[113] No final de 2009 a imprensa anunciou a separação do casal, posteriormente, também negada por ambos.[114] Entretanto, em dezembro de 2011, foi anunciado o divórcio do casal depois de cinco anos de matrimônio.[115] Logo em seguida, especulou-se que Alonso teria engatado romance com a modelo suíça Xenia Tchoumitcheva,[116] fato que foi negado pelo piloto.[117] Em julho de 2012 Fernando assumiu relacionamento com a modelo russa Dasha Kapustina.[118] O casal rompeu no final de 2014.[119] Logo em seguida o piloto entrou em uma relação com a espanhola Lara Álvarez, jornalista e apresentadora.[120][121] O casal terminou seu relacionamento em março de 2016.[122] Em março de 2017, o piloto assume relacionamento com a modelo italiana Linda Morselli.[123] No início de 2023 o piloto anunciou em suas redes sociais que o relacionamento com a modelo chegou ao fim. No mesmo ano, ele iniciou relacionamento discreto com Melissa Jiménez, jornalista espanhola que trabalha para a DAZN e cobre a Fórmula 1.[124] Em dezembro de 2025, a revista ¡Hola! noticiou que o casal estava esperando um filho, o primeiro de Alonso.[125]
Registros na carreira
[editar | editar código]Resultados na Fórmula 1
[editar | editar código]Legenda: Corridas em negrito indicam pole position; corridas em itálico indicam volta mais rápida.
- Notas
* Temporada ainda em andamento.
† – O piloto não terminou a prova, mas foi classificado por ter completado 90% da corrida.
Resultados no Mundial de Endurance
[editar | editar código]| Temporada | Equipe | Companheiros | Classe | Chassis | Motor | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | Classificação | Pontos |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018-19 | Toyota Gazoo Racing | LMP1 | Toyota TS050 Hybrid | Toyota 2.4 L Turbo V6 (Hybrid) | SPA 1 |
LMS 1 |
SIL DSQ |
FUJ 2 |
SHA 2 |
SEB 1 |
SPA 1 |
LMS 1 |
1º | 198 |
Resultados nas 24 Horas de Le Mans
[editar | editar código]| Temporada | Equipe | Companheiros | Carro | Classe | Voltas | Geral | Classe |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | Toyota TS050 Hybrid | LMP1 | 388 | 1º | 1º | ||
| 2019 | Toyota TS050 Hybrid | LMP1 | 385 | 1º | 1º |
Resultados na IndyCar Series
[editar | editar código]| Temporada | Equipe | Chassis | Motor | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | Pontos | Classificação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2017 | McLaren-Honda-Andretti | Dallara DW12 | Honda | STP | LBH | ALA | PHX | IMS | INDY 24 |
DET1 | DET2 | TXS | ROA | IOW | TOR | MDO | POC | GTW | WGL | SNM | 47 | 29º |
| 2019 | McLaren Racing | Dallara DW12 | Chevrolet | STP | COA | ALA | LBH | IMS | INDY NQ |
DET1 | DET2 | TMS | ROA | TOR | IOW | MDO | POC | GMP | POR | LAG | - | - |
| 2020 | Arrow McLaren | Dallara DW12 | Chevrolet | TXS | IMS | ROA1 | ROA2 | IOW1 | IOW2 | INDY 21 |
GMP1 | GMP2 | MDO1 | MDO2 | IMS1 | IMS2 | STP | 18 | 31º |
Resultados nas 500 Milhas de Indianápolis
[editar | editar código]| Temporada | Equipe | Chassis | Motor | Largada | Resultado |
|---|---|---|---|---|---|
| 2017 | McLaren-Honda-Andretti | Dallara | Honda | 5º | 24º |
| 2019 | McLaren Racing | Dallara | Chevrolet | NQ | |
| 2020 | Arrow McLaren | Dallara | Chevrolet | 26º | 21º |
Resultados na WeatherTech SportsCar Championship
[editar | editar código]| Temporada | Equipe | Classe | Chassis | Motor | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | Classificação | Pontos |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | United Autosports | P | Ligier JS P217 | Gibson GK428 4.2 L V8 | DAY 13 |
SEB | LBH | MDO | DET | WGL | MOS | ELK | LGA | PET | 43º | 18 |
Resultados nas 24 Horas de Daytona
[editar | editar código]| Temporada | Equipe | Companheiros | Carro | Classe | Voltas | Geral | Classe |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | Ligier JS P217-Gibson | P | 718 | 38º | 13º | ||
| 2019 | Cadillac DPi-V.R | DPi | 593 | 1º | 1º |
Vitórias por equipe na F1
[editar | editar código]- Renault: 17
- Ferrari: 11
- McLaren: 4
Referências
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Ligações externas
[editar | editar código]- «Página oficial» (em espanhol)
- «Fernando Alonso» (em inglês). em Driverdatabase
- Fernando Alonso no Facebook
- Fernando Alonso no X
- Fernando Alonso no Instagram
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- Pilotos da equipe Ferrari de Fórmula 1
- Pilotos da equipe Alpine de Fórmula 1
- Pilotos da equipe Aston Martin de Fórmula 1
- Prémio Princesa de Astúrias de Desporto
- Pilotos campeões mundiais de Fórmula 1

