Antonio Giovinazzi
Antonio Giovinazzi
| |
|---|---|
| Antonio Giovinazzi em 2023 | |
| Informações pessoais | |
| Nome completo | Antonio Maria Giovinazzi[1] |
| Nacionalidade | italiano |
| Nascimento | 14 de dezembro de 1993 (32 anos) Martina Franca, Itália |
| Altura | 1,85 m |
| Registros na Fórmula 1 | |
| Temporadas | 2017, 2019–2021 |
| Equipes | 2 (Sauber e Alfa Romeo) |
| Número do carro | 99 |
| GPs disputados | 54 |
| Títulos | 0 |
| Vitórias | 0 |
| Pódios | 0 |
| Pontos | 19 |
| Pole positions | 0 |
| Primeiro GP | GP da Austrália de 2017 |
| Último GP | GP de Abu Dhabi de 2021 |
| Registros na FIA Fórmula 2 | |
| Temporadas | 2016 |
| Equipes | 1 (Prema Powerteam) |
| Número do carro | 20 |
| Títulos | 0 |
| Vitórias | 5 |
| Pódios | 8 |
| Pontos | 211 |
| Pole positions | 2 |
| Primeira corrida | GP da Catalunya de 2016 |
| Primeira vitória | GP de Baku de 2016 |
| Última vitória | GP de Sepang de 2016 |
| Última corrida | GP de Yas Marina de 2016 |
| Registros na FIA Fórmula E | |
| Temporadas | 2021-22 |
| Equipes | 1 (Dragon Racing) |
| Número do carro | 99 |
| ePrix's | 15 |
| Vitórias | 0 |
| Pódios | 0 |
| Pontos | 0 |
| Pole positions | 0 |
| Primeiro ePrix | ePrix de Daria de 2022 |
| Último ePrix | ePrix de Seul de 2022 |
| Registros no Mundial de Endurance | |
| Temporadas | 2016, 2023-presente |
| Equipes | 2 (Extreme Speed Motorsports, Ferrari AF Corse) |
| Corridas | 25 |
| Títulos | 1 (2025 - Hypercar) |
| Vitórias | 3 |
| Pódios | 8 |
| Pole positions | 3 |
| Primeira corrida | 6 Horas de Fuji de 2016 |
| Primeira vitória | 24 Horas de Le Mans de 2023 |
| Última vitória | 6 Horas de Spa-Francorchamps de 2025 |
| Última corrida | 8 Horas do Barém de 2025 |
| Registros no Mundial de Turismo | |
| Temporadas | 2015 |
| Equipes | Phoenix Racing |
| Corridas | 2 |
| Registros nas 24 Horas de Le Mans | |
| Edições | 2018, 2023-presente |
| Equipes | Ferrari AF Corse |
| Melhor resultado | 1º (2023) |
| Vitórias em classe(s) | 1 (2023) |
Antonio Maria Giovinazzi (Martina Franca, 14 de dezembro de 1993) é um automobilista italiano que atualmente compete no Campeonato Mundial de Endurance da FIA pela equipe Ferrari AF Corse. Ele venceu as 24 Horas de Le Mans em 2023 e foi campeão do Mundial de Endurance de 2025.
Giovinazzi foi escolhido pela Scuderia Ferrari para ser seu terceiro piloto e reserva para a temporada de Fórmula 1 de 2017. Ele fez sua estreia na categoria pela equipe Sauber no Grande Prêmio da Austrália de 2017, substituindo Pascal Wehrlein. Ele também substituiu Wehrlein na corrida seguinte, o Grande Prêmio da China, enquanto Wehrlein continuava sua recuperação.[2] Competiu na Fórmula 1 em tempo integral pela Alfa Romeo por três temporadas, de 2019 a 2021, e na Fórmula E pela equipe Dragon / Penske Autosport na temporada de 2021–22. Anteriormente, ele foi vice-campeão do Campeonato Europeu de Fórmula 3 da FIA de 2015 e, também, vice-campeão da GP2 Series de 2016.
Biografia
[editar | editar código]Antonio Maria Giovinazzi nasceu em Martina Franca, uma comuna italiana da região da Puglia, província de Taranto, sendo filho de Vito, que trabalhava numa companhia de transporte, e de uma dona de casa, tendo uma irmã chamada Valentina. Sobre sua infância, Antonio afirmou que "nunca faltou nada", mas que não teve luxos, e que sua família teve que se sacrificar para manter sua carreira automobilística.[3] No início de 2025, foi divulgado que Antonio se casou com Antonella Maraglino em uma cerimônia íntima.[4] Antonio é amigo de longa data do também piloto Sean Gelael, seu colega no WEC a quem enfrentou desde o kart,[5] cujo pai Ricardo Gelael, dono da franquia indonésia da KFC, ajudou a financiar sua carreira.[6][7] Nos seus tempos da Fórmula 1, Giovinazzi foi apelidado pelos fãs de "Italian Jesus" ("Jesus Italiano") por conta de seus cabelos compridos, que lembrava a imagem de Jesus Cristo.[8]
Carreira
[editar | editar código]Anos iniciais
[editar | editar código]Giovinazzi ganhou seu primeiro kart aos quatro anos e começou a compatir aos sete, vencendo títulos regionais e nacionais, como a Trophy 60cc em 2006, e bicampeão da WSK Master Series na classe KF2 nos anos de 2010 e 2011. Após passar por equipes como Top Kart e PCR,[9] se juntou à Sean GP, time formado em torno de Sean Gelael, e foi campeão indonésio na KF2 em 2012.
Naquele mesmo ano, Giovinazzi fez sua transição para os monopostos, ao competir na Fórmula Pilota China. Assumiu a liderança após vencer em Ordos, totalizando seis vitórias e sendo campeão com 50 pontos de vantagem sobre o vice Dan Wells. No mesmo ano, correu como piloto convidado na rodada final da Fórmula Abarth realizada em Monza, vencendo duas vezes e sendo segundo na outra corrida.[7]
Fórmula 3
[editar | editar código]Giovinazzi disputou a Fórmula 3 Britânica em 2013 pela Double R Racing, sendo companheiro de Sean Gelael e Tatiana Calderón.[10] Antonio conquistou vitórias em Silverstone e Spa-Francorchamps e foi vice-campeão, atrás de Jordan King. O italiano também fez sua estreia no Campeonato Europeu de Fórmula 3 pela Double R, tendo como melhor resultado um sexto lugar em Hockenheim.

Para 2014, Giovinazzi disputou apenas a F3 Europeia, assinando com a Jagonya Ayam with Carlin. Nesse ano, conquistou seu primeiro pódio com o segundo lugar em Hockenheim. Sua primeira vitória teria saído na corrida 2 do Red Bull Ring, mas foi punido por violar regras durante o safety car, adiando a conquista para a corrida seguinte. Venceu pela segunda vez em Nürburgring, beneficiado pelo abandono de Max Verstappen, que liderava a prova.[7] Giovinazzi terminou a temporada com sete pódios, duas poles, três voltas mais rápidas e 238 pontos, o que o classificou na sexta posição.[11]
Giovinazzi ficou na Carlin para disputar a F3 Europeia em 2015, sendo um dos candidatos ao título. O italiano somou quatro poles, quatro voltas mais rápidas, vinte pódios e seis vitórias, mas acabou com o vice campeonato, ficando mais de cem pontos atrás do campeão dominante Felix Rosenqvist.[12] Em setembro, Giovinazzi venceu o tradicional Fórmula 3 Masters em Zandvoort.[13] Ao final da temporada, Giovinazzi disputou o Grande Prêmio de Macau, chegando a vencer a corrida classificatória, mas perdeu a vitória ao ser punido por ter colidido com Daniel Juncadella na primeira volta e causado um acidente envolvendo vários carros. A vitória caiu no colo de Rosenqvist,[14] que também venceu a corrida principal, enquanto o italiano terminou em quarto lugar.[15]
GP2 Series
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Em 2016, Giovinazzi disputou a última temporada da GP2 Series pela Prema Powerteam, sendo companheiro de Pierre Gasly,[16] que também foi seu rival pelo título. O italiano se destacou no Azerbaijão ao fazer a pole da corrida principal e vencer as duas corridas da rodada, repetindo o feito de Davide Valsecchi em 2012. Conquistou mais pódios ao ser segundo colocado na Grã-Bretanha e na Hungria, fazendo mais uma pole na Bélgica, mas terminou em quarto, enquanto seu rival Gasly venceu. Em seguida, Giovinazzi emendou uma sequência positiva de quatro pódios, com três deles sendo vitórias: a corrida sprint da Bélgica e as corridas principais da Itália e da Malásia. Além disso, o italiano ainda foi terceiro na sprint disputada em Monza.
Tais resultados colocaram Giovinazzi na liderança do campeonato antes da última rodada,[17] mas Gasly se recuperou e venceu a corrida principal de Abu Dhabi.[18] Antonio precisava vencer ou ser segundo na sprint que encerraria a temporada para descontar a diferença de doze pontos e ficar com o título, o que o colocaria como o primeiro estreante campeão desde Nico Hülkenberg em 2009. Mas Giovinazzi largou mal e ficou apenas na sexta colocação, com a vitória indo para Alex Lynn. Com isso, Gasly (que foi nono e não pontuou) acabou se sagrando campeão com oito pontos de vantagem sobre Giovinazzi,[19] que terminou a temporada derradeira da GP2 com duas poles, duas voltas mais rápidas, oito pódios, cinco vitórias e 211 pontos.[20]
Fórmula 1
[editar | editar código]Em setembro de 2016, foi anunciado que Giovinazzi faria um teste no simulador da equipe Ferrari de Fórmula 1.[21] Em dezembro, Giovinazzi foi confirmado como terceiro piloto da escuderia italiana.[22]
Sauber (2017)
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Giovinazzi participou dos testes de pré-temporada para a temporada de 2017 com a Sauber. Substituindo Pascal Wehrlein que se feriu nas costas em um forte acidente sofrido durante a Corrida dos Campeões em janeiro nos Estados Unidos e foi forçado a perder a primeira semana dos testes de pré-temporada em Barcelona.[23][24]
Apesar de Wehrlein ter completado a segunda parte da pré-temporada e realizar os treinos livres na sexta-feira para o Grande Prêmio da Austrália de 2017, em comunicado da Sauber, o piloto alemão, afirmou que não se sentia apto fisicamente para encarar toda a duração da prova já que devido ao seu acidente não pôde completar a preparação física necessária. Sendo assim, ele foi substituído por Giovinazzi na Sauber para o GP da Austrália.[25][26]
Giovinazzi se tornou o primeiro italiano como titular em uma corrida de Fórmula 1 desde a saída de Jarno Trulli e Vitantonio Liuzzi em 2011, quando a temporada se encerrava no Grande Prêmio do Brasil. Trulli correu pela Lotus, que depois se tornou Caterham, e Liuzzi pela HRT. Na história, ele foi o 101.º a ser inscrito em um GP pelo país.[27] A Sauber anunciou que Wehrlein seria novamente substituído por Giovinazzi no Grande Prêmio da China de 2017, onde ele caiu durante a qualificação e a corrida.[28] Giovinazzi também participou em várias sessões de treinos livres ao longo das temporadas de 2017 e 2018.[29]
Alfa Romeo (2019–2021)
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Em setembro de 2018, foi anunciado que Giovinazzi assinou um contrato para competir em tempo integral pela Sauber (que passou a se chamar Alfa Romeo Racing no início de 2019) a temporada de 2019 da Fórmula 1, substituindo Charles Leclerc, promovido para a Ferrari no lugar de Kimi Räikkönen, que se tornou companheiro do italiano.[30] Giovinazzi marcou seu primeiro ponto na Fórmula 1 no Grande Prêmio da Áustria de 2019, quebrando um jejum envolvendo pilotos italianos que perdurava desde 2009. Chegou a liderar o Grande Prêmio de Singapura de 2019 por quatro voltas, até ser ultrapassado por Sebastian Vettel, terminando em décimo.[31][32] O italiano pontuou também na Itália, onde chegou a brigar pelo sexto lugar, mas ficou com a nona colocação,[33] e no Brasil, onde lucrou com a batida das Ferraris e cruzou a linha de chegada em sexto, mas foi promovido a quinto com a punição de Lewis Hamilton, dando ao italiano seu maior resultado da carreira na F1.[34][35] No total, foram catorze pontos, com Giovinazzi se classificando em décimo sétimo, cinco posições abaixo de Räikkönen, que pontuou três vezes mais que ele.[36] A renovação do seu contrato para a temporada seguinte foi anunciada no dia 4 de novembro de 2019.[37]
Em 2020, Giovinazzi começou a temporada nos pontos ao ser nono na Áustria. Pontuou novamente com dois décimos lugares em Eifel e Emília-Romanha.[38] Terminou mais uma vez como décimo sétimo colocado, mas somou apenas quatro pontos. No duelo interno da equipe, Giovinazzi levou a melhor sobre Räikkönen, mesmo com os dois empatando na pontuação,[39] pois o italiano teve um nono lugar a mais, além de ter se classificado à frente do finlandês em nove das dezessete corridas do ano, embora só tenha terminado à frente dele por cinco vezes.[40] Em 30 de outubro de 2020, a Alfa Romeo renovou com a dupla por mais um ano.[41]

Em 2021, Giovinazzi se destacou em Mônaco, ao garantir sua primeira ida ao Q3 e o primeiro ponto da equipe no ano. Ele superou esse resultado com o nono lugar na Arábia Saudita. Mas sua relação com a equipe se deteriorou ao longo do ano, com o italiano se queixando das estratégias da equipe que o desfavoreciam e insinuando sabotagem.[42] Terminou o ano com três pontos, se classificando em décimo oitavo lugar. Foi superado por Räikkönen, que encerrou sua última temporada na F1 se classificando três posições acima dele e fez mais que o triplo de seus pontos.[43] Ainda assim, Giovinazzi voltou a superar o finlandês em classificações, largando à frente dele em 13 oportunidades.[44]
Rumores sobre a saída de Giovinazzi da Alfa Romeo circularam ao longo de 2021, com dirigentes italianos chegando a apelar ao governo para ajudar a financiar sua permanência.[45] Dentro da equipe, ele era apoiado por Pascal Picci, presidente da Sauber, mas este deixou o cargo devido a discordâncias com o então chefe de equipe Frédéric Vasseur, que era contra a permanência de Giovinazzi.[46] Assim, ao final da temporada, o italiano viu Valtteri Bottas substituir Räikkönen na Alfa Romeo, e ainda perdeu a sua vaga na Fórmula 1 para o chinês Guanyu Zhou, que trazia um enorme aporte financeiro.[47] Giovinazzi criticou a situação, alegando que a F1 é implacável quando o "dinheiro governa".[48]
Piloto de testes da Ferrari (2022 – presente)
[editar | editar código]Giovinazzi se tornou piloto de testes da Ferrari a partir de 2022, atuando como reserva desta equipe e também da Alfa Romeo e da Haas. Em 2022, ele chegou a testar pela Alpine em Budapeste[49] e a fazer treinos livres pela Haas, nas etapas da Itália e dos Estados Unidos.[50] Era especulado seu retorno à F1 em 2023, para substituir Mick Schumacher na equipe americana, ou substituindo Fernando Alonso na Alpine, contudo, no primeiro treino livre do GP dos EUA, o italiano bateu o carro da Haas após quatro voltas, danificando o câmbio e a asa dianteira.[51] O piloto se desculpou e confessou que essa batida não ajudaria em seus planos de retornar à F1.[52]
Fórmula E
[editar | editar código]Dragon / Penske Autosport (2022)
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Em 16 de novembro de 2021, Giovinazzi foi anunciado como piloto da equipe Dragon / Penske Autosport para a disputa da temporada 2021–22 da Fórmula E.[53] Giovinazzi teve muitas dificuldades para se adaptar à equipe, que era a pior do grid e não marcou um ponto na temporada. O italiano também cometeu erros e viu seu companheiro de equipe, o brasileiro Sérgio Sette Câmara, o superar com frequência.[54] O melhor resultado de Giovinazzi foi o décimo quarto lugar em Mônaco,[55] e ele ainda teve uma sequência negativa de cinco abandonos nas últimas três rodadas da temporada, desistindo de participar da corrida final em Seul por ter fraturado o polegar no incidente que teve com Alexander Sims durante a corrida 1, com Sacha Fenestraz sendo seu substituto.[56] O italiano se classificou em vigésimo terceiro lugar, sendo o único piloto a correr em tempo integral e não pontuar.
Ao final da temporada, sua equipe passou a se chamar DS Penske e contratou dois novos pilotos, Stoffel Vandoorne e Jean-Éric Vergne, dispensando tanto Giovinazzi quanto Sette Câmara, mas ao contrário do brasileiro, o italiano não retornou à F-E em 2022–23.[57]
Endurance
[editar | editar código]Ferrari AF Corse (2023 – presente)
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Giovinazzi compete no Mundial de Endurance desde 2023, quando foi contratado para guiar o carro #51 Ferrari 499P LMH da Ferrari AF Corse na categoria. Ele divide o carro com os pilotos James Calado e Alessandro Pier Guidi.[58] Em 2025, Giovinazzi e seus companheiros se sagraram campeões do WEC com o quarto lugar nas 8 Horas do Barém. A campanha pelo título contou com duas poles, duas vitórias em Ímola e Spa-Francorchamps e dois terceiros lugares nos 1812 km do Catar e nas 24 Horas de Le Mans de 2025.[59]
24 Horas de Le Mans
[editar | editar código]Giovinazzi participou das 24 Horas de Le Mans em 2018, guiando um AF Corse com Pipo Derani e Toni Vilander na categoria GTE Pro.[60] Em 2023, ele e seus companheiros Calado e Pier Guidi venceram a prova na categoria Hypercar, a principal.[58] Em 2024, eles não conseguiram repetir o resultado, mas garantiram um pódio. A vitória ficou com o carro #50 da Ferrari, pilotado por Nicklas Nielsen, Miguel Molina e Antonio Fuoco.[61]
Resultados nas corridas da F1
[editar | editar código]Legenda: (Corridas em negrito indicam pole position); (Corridas em itálico indicam volta mais rápida)
| Temporada | Equipe | Chassis | Motor | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | Class. | Pontos |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2017 | Sauber F1 Team | Sauber C36 | Ferrari 061 1.6 V6 | AUS 12 |
CHN Ret |
BAR |
RUS |
ESP |
MON |
CAN |
AZE |
AUT |
GBR |
HUN |
BEL |
ITA |
SIN |
MAL |
JAP |
EUA |
MEX |
BRA |
ABU |
15º | 0 | ||
| 2019 | Alfa Romeo Racing | Alfa Romeo Racing C38 | Ferrari 064 1.6 V6 | AUS 15 |
BAR 11 |
CHN 15 |
AZE 12 |
ESP 16 |
MON 19 |
CAN 13 |
FRA 16 |
AUT 10 |
GBR Ret |
ALE 13 |
HUN 18 |
BEL 18† |
ITA 9 |
SIN 10 |
RUS 15 |
JAP 14 |
MEX 14 |
EUA 14 |
BRA 5 |
ABU 16 |
17° | 14 | |
| 2020 | Alfa Romeo Racing Orlen | Alfa Romeo Racing C39 | Ferrari 065 1.6 V6 | AUT 9 |
EST 14 |
HUN 17 |
GBR 14 |
70 17 |
ESP 16 |
BEL Ret |
ITA 16 |
TOS Ret |
RUS 11 |
EIF 10 |
POR 15 |
EMI 10 |
TUR Ret |
BAR 16 |
SKR 13 |
ABU 16 |
17° | 4 | |||||
| 2021 | Alfa Romeo Racing Orlen | Alfa Romeo Racing C41 | Ferrari 065/6 1.6 V6 t | BAR 12 |
EMI 14 |
POR 12 |
ESP 15 |
MON 10 |
AZE 11 |
FRA 15 |
EST 15 |
AUT 14 |
GBR 13 |
HUN 13 |
BEL 13 |
PBS 14 |
ITA 13 |
RUS 16 |
TUR 11 |
EUA 11 |
CMX 11 |
SAO 14 |
CAT 15 |
ARA 9 |
ABU Ret |
18.º | 3 |
- Notas
† – O piloto não terminou a prova, mas foi classificado por ter completado 90% da corrida.
24 Horas de Le Mans [62]
[editar | editar código]| Ano | Classe | No. | Equipe | Pilotos | Chassis | Pneus | Voltas | Posição | Posição Na Categoria |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Motor | |||||||||
| 2018 | LMGTE Pro |
52 | Ferrari 488 GTE Evo | M | 341 | 20º | 5º | ||
| Ferrari F154CB 3.9 L Turbo V8 | |||||||||
| 2023 | Hypercar | 51 | Ferrari 499P | M | 342 | 1º | 1º | ||
| Ferrari F163 2992 V6 Turbo híbrido | |||||||||
| 2024 | Hypercar | 51 | Ferrari 499P | M | 311 | 3º | 3º | ||
| Ferrari F163 2992 V6 Turbo híbrido | |||||||||
| 2025 | Hypercar | 51 | Ferrari 499P | M | 387 | 3º | 3º | ||
| Ferrari F163 2992 V6 Turbo híbrido |
Referências
- ↑ «Antonio Giovinazzi - Biography» (em inglês). MotorSport
- ↑ «Chinese Grand Prix: Antonio Giovinazzi replaces Pascal Wehrlein for second race». 3 de abril de 2017. Consultado em 23 de janeiro de 2019
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