História do Cruzeiro Esporte Clube

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Cruzeiro
Escudo do Cruzeiro.png
Nome História do Cruzeiro Esporte Clube
Alcunhas Celeste
La Bestia Negra [1]
Raposa
Palestra Mineiro
Torcedor/Adepto Cruzeirense
Mascote Raposa
Fundação 2 de janeiro de 1921 (94 anos)
Estádio Mineirão (Proprietário)
Localização Brasão de Belo Horizonte (Minas Gerais).svg Belo Horizonte, Minas Gerais MG,  Brasil
Mando de jogo em Mineirão [2] [3]
Capacidade (mando) 62.547 Pessoas [4]
Presidente Brasil Gilvan de Pinho Tavares
Treinador Brasil Marcelo Oliveira
Patrocinador Brasil Alpi Medic
Brasil Brahma
Brasil Cemil
Brasil Guaramix
Brasil Supermercados BH
Itália TIM
Brasil Vilma Alimentos [5]
Material esportivo Brasil Penalty [6]
Competição Minas Gerais Campeonato Mineiro
Brasil Campeonato Brasileiro
Brasil Copa do Brasil
Flags of South American Conmebol Members.gif Copa Libertadores
Divisão Minas Gerais Módulo 1
Brasil Série A
Minas Gerais A 2014
Brasil A 2014
Brasil CB 2014
Flags of South American Conmebol Members.gif CL 2014
Campeão
Campeão
Vice-campeão
Quartas de Final
Ranking nacional Aumento 1º lugar, 15.328 pontos [7]
Website www.cruzeiro.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Cruzeiro Esporte Clube é uma associação polidesportiva brasileira, com sede em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais.

Fundado em 1921 com o nome de Sociedade Esportiva Palestra Itália, foi rebatizado para seu nome atual em 1942 - em referência ao Cruzeiro do Sul - por imposição do governo federal à época proibiu o uso no país de quaisquer símbolos de Alemanha, Itália e Japão, nações inimigas do Brasil no contexto da Segunda Guerra Mundial.[8] O Cruzeiro Esporte Clube tem oficialmente a maior torcida de Minas Gerais e a 6ª maior do Brasil.

Reconhecido como um dos maiores clubes do futebol brasileiro e internacional, o Cruzeiro foi -campeão do Mundial Interclubes em 1976 frente ao bayern de munichen, e tem no seu currículo continental dois títulos da Copa Libertadores da América, dois da Supercopa da Libertadores, um da Recopa Sul-Americana, um da Copa Ouro e um da Copa Master da Supercopa.

No âmbito nacional, o time celeste detém quatro conquistas no Campeonato Brasileiro (uma delas como Taça Brasil) e quatro da Copa do Brasil, além de ter sido em escala estadual 37 vezes campeão mineiro e as Copas Sul-Minas e Centro-Oeste em âmbito regional.

Foi a primeira e única equipe brasileira a conquistar a tríplice coroa nacional, tendo vencido um campeonato estadual, uma Copa do Brasil e um Campeonato Brasileiro na temporada de 2003.[9] Em um ranking entre clubes da América do Sul, a IFFHS elegeu o Cruzeiro como o melhor clube brasileiro do século XX.[10]

É o clube mais popular de Minas Gerais e o sexto do Brasil.[11] [12] [13] [14] Seu maior rival é o Atlético Mineiro, com quem faz um dos maiores clássicos do futebol brasileiro. Em menor grau, há também rivalidade com o América.[15]

Em outros esportes, o Cruzeiro se destaca também no Vôlei, em 2009 firmou parceria com a Associação Social e Esportiva Sada para formar uma equipe masculina de voleibol, o Sada Cruzeiro, que tem sido uma das mais importantes do país, sendo a única equipe brasileira a ter conquistado o Campeonato Mundial de Clubes de Voleibol, entre vários títulos importantes, como: duas Superligas Nacionais (temporadas 2011-12 e 2013-14), uma Copa Brasil de Voleibol (2014), dois Sul-Americanos (2012 e 2014) e seis estaduais.

No atletismo o Cruzeiro também tem um time forte, fazem parte de sua equipe vários atletas importantes, disputando as mais diversas corridas de nível nacional e mundial.

História[editar | editar código-fonte]

Início como Palestra Itália[editar | editar código-fonte]

O Cruzeiro foi fundado no dia 2 de janeiro de 1921, por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte, com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas, como não poderia deixar de ser, foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. Na verdade a escolha do uniforme foi feita de acordo com as refinadas ideias do designer Arthur Lemmes, na própria capital mineira. Em 1922, o clube compra um terreno pertencente à prefeitura, onde hoje fica o Parque Esportivo do Cruzeiro. Em 23 de setembro de 1923, inaugura seu estádio, no Barro Preto, construído por jogadores e associados a maioria da colônia italiana de Belo Horizonte, composta em grande parte por operários de construção civil.

Além de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também destacava-se por possuir elementos da classe trabalhadora da cidade. No corpo social do Palestra, prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão.

O primeiro uniforme do clube foi composto por camisa verde, calção branco e meias vermelhas. O clube foi restrito apenas a participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando é retirada do estatuto do clube uma cláusula que impedia a inscrição de atletas e associados que não fossem de origem italiana. Isso abre as portas para colaboradores de qualquer origem.

Há uma confusão no que diz respeito a um clube existente na capital chamado Yale. Muitos imaginam que este deu origem ao Palestra e posteriormente ao Cruzeiro. O Yale também era um clube fundado por descendentes de italianos, que surgiu anos antes do Palestra. Mas, após uma crise, e com o crescimento do outro clube de imigrantes em Belo Horizonte, grande parte dos associados e jogadores do Yale migraram para o Palestra. O Yale foi dissolvido em 1925. Foram registrados até hoje apenas quatro jogos entre os clubes, são eles: Palestra 0 x 1 Yale (17 de Julho de 1921), Palestra 0 x 0 Yale (6 de Novembro de 1922), Palestra 0 x 0 Yale (7 de Maio de 1922) e Palestra 3 x 2 Yale (5 de Agosto de 1923). Todos os jogos válidos pelo Campeonato da Cidade.

A primeira conquista significativa oficial e reconhecida do Palestra é o tricampeonato mineiro entre 1928 e 1930, sendo os dois últimos de forma invicta. O crescimento do time na cidade força as outras grandes equipes da época a se organizarem e em 1933 criam a primeira liga profissional do estado, a Associação Mineira de Esportes.

Finalmente, em 1925, prevaleceu a vontade da maioria dos associados do clube que gostariam de ver o Palestra como um grande clube, com a extinção da cláusula dos estatutos que impedia a participação de atletas de outras nacionalidades. Outra modificação feita foi o aportuguesamento do nome do clube que passou a se chamar Sociedade Sportiva Palestra Italia. O primeiro jogador de outra nacionalidade que o clube recebeu foi Nereu, que era da colônia sírio-libanesa e jogava no Sírio Horizontino.

Ninão, Niginho e Bengala.

Em 1936, alguns dirigentes e ex-atletas lideraram um movimento de nacionalização do Palestra que levou o nome de Ala Renovadora. A intenção do grupo era mudar o nome do clube que já havia deixado de ser uma associação exclusiva da colônia italiana e por isso não havia mais sentido em se usar o nome Itália. A ideia sofreu resistências mas acabou ganhando aliados.

Em 30 de janeiro de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, o Presidente Getúlio Vargas, que já havia declarado guerra aos países do Eixo (Itália, Alemanha e Japão), através de um Decreto-Lei, determinou a proibição do uso de termos e denominações referentes as nações inimigas. A primeira partida após a publicação do Decreto-Lei era contra o Atlético-MG o dia 1 de fevereiro de 1942. O time entrou em campo com uma camisa azul e três listras brancas horizontais, sem escudo e sem nome. Somente em 4 de fevereiro de 1942 a diretoria adotou o nome provisório de Palestra Mineiro, em substituição à Societá Sportiva Palestra Itália, conforme determinação presidencial.

Palestra Itália.

A necessidade de se transformar o clube numa entidade totalmente brasileira, e após a publicação de outro Decreto-Lei em 31 de agosto de 1942, foi concretizada em 2 de outubro de 1942, quando, numa reunião da diretoria, foi aprovada uma nova mudança no nome do clube para Ypiranga, em homenagem ao local onde teria sido proclamada a Independência do Brasil. No dia 7 de outubro de 1942, numa nova assembleia, que acabou com a renúncia do presidente Ennes Cyro Pony, foi aprovado o nome do clube que permanece até hoje: Cruzeiro Esporte Clube, uma homenagem ao símbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul, e que foi sugerida pelo ex-presidente do clube Oswaldo Pinto Coelho. O time ainda utilizaria o nome Palestra durante todo o final de 1942, pois a burocracia da Federação de Futebol só aprovou os novos estatutos no início de 1943.

Construindo o futuro[editar | editar código-fonte]

Em seus primeiros anos de vida, o Cruzeiro conquistou o tricampeonato mineiro de 1943 a 1945 e reformou o seu estádio que passou a se chamar Juscelino Kubitschek, em homenagem ao então governador do estado. Constrói também uma arquibancada coberta e altera a posição do campo. A obra e as despesas com o plantel dão origem a uma crise financeira.

Juscelino Kubitschek, antigo estádio do Cruzeiro.

Sem dinheiro, o clube perde seus principais jogadores. Em 1952, é obrigado a dispensar todo o quadro de profissionais e promove os juvenis. Passa a viver em um regime semi-amador.

Para saldar as finanças, a solução encontrada foi disputar amistosos pelo estado em troca de cachês. Mais do que dinheiro, o clube também conquista torcedores nas cidades do interior, tornando-se aos poucos o clube mais popular de Minas. A redenção vem com a construção de sua sede social no Barro Preto, que aumentou a arrecadação do clube. Com as contas sanadas, voltou a ser grande e formou o esquadrão tricampeão mineiro de 1959 a 1961.

Dentre as torcidas organizadas da equipe, a mais popular é a Máfia Azul, fundada em 1977.

Mineirão[editar | editar código-fonte]

O Mineirão é palco das grandes finais que um representante mineiro já conseguiu: Supercopa Libertadores (1991 e 1992) Copa do Brasil(1993, 1996, 2000 e 2003), Libertadores da América (1976 e 1997) e Campeonato Brasileiro (1966).

O Mineirão, estádio em que o Cruzeiro tem 50% das açôes por ter ajudado na sua construçao.

Com a inauguração do Mineirão em 1965, o futebol mineiro rompe sua característica provinciana com a inclusão de Minas Gerais nas competições nacionais.

O primeiro clássico de comemoração entre Atlético-MG e Cruzeiro no estádio do Mineirão foi pela final do mineiro de 1965. Este foi o primeiro clássico disputado no Mineirão e o primeiro depois da pancadaria no Independência. O jogo foi tenso, deste o princípio, com muitas jogadas violentas. O Cruzeiro dominava a partida e vencia por 1 a 0, quando Décio Teixeira cometeu pênalti em Wilson Almeida, que entrava na área para marcar o 2º gol, aos 34 minutos do segundo tempo. O Atlético-MG protestou alegando que a falta havia sido cometida sobre a risca da grande área, se esquecendo que a linha faz parte da mesma. Alguns jogadores do Atlético-MG agrediram o árbitro e entraram em atrito com policiais. Foram 30 minutos de paralisação e o árbitro relatou na súmula a expulsão de 9 jogadores. O Atlético abandonou o estádio antes do encerramento da partida. Assim, após o término, Tostão, ironicamente, lamentou que o jogo não tivesse sido reiniciado, pois seria o início de uma grande goleada. O Cruzeiro ficou com o título mineiro daquele ano, abrindo a Era Mineirão.[carece de fontes?]

Nos primeiros anos do estádio, o time conquistou o pentacampeonato mineiro de 1965 a 1969 e o título da Taça Brasil de 1966 (quando o primeiro jogo das finais terminara em 6 x 2 numa final histórica contra o Santos de Pelé, cuja partida derradeira se deu em São Paulo com o placar de 3 a 2 de virada para o time azul).

A conquista da Taça Brasil de 1966[editar | editar código-fonte]

Após 22 partidas pelo Campeonato Mineiro de 1965 e 6 pela Taça Brasil de 1966, em 30 de novembro de 1966, o Cruzeiro começava

Troféu do Campeonato Brasileiro Conquistado 4 vezes pelo time do Cruzeiro 1966, 2003, 2013, 2014.
A Taça da Copa do Brasil de Futebol, conquistada em Quatro oportunidades pelo time do Cruzeiro 1993, 1996, 2000, 2003.

Na primeira partida da final, no Mineirão, o Cruzeiro termina o primeiro tempo vencendo por inimagináveis 5 a 0. Os jogadores pareciam não acreditar que aquilo era verdade. No segundo tempo, o Santos esboçou uma reação fazendo dois gols, mas Dirceu Lopes marca mais um e a partida termina 6 a 2. No segundo jogo, no Pacaembu, em São Paulo, o Santos termina o primeiro tempo vencendo por 2 a 0. Todos acreditavam que a derrota humilhante do último jogo seria devolvida. A confiança era tanta que no intervalo da partida, dirigentes paulistas procuraram o presidente do Cruzeiro para marcar a terceira partida para o Maracanã. Isso foi como uma afronta aos cruzeirenses. O técnico Ayrton Moreira utilizou a atitude prepotente dos paulistas como estímulo aos seus jogadores. Na volta para o segundo tempo, Tostão ainda perdeu um pênalti. Mas se redime ao marcar de falta aos 18 minutos. Dez minutos depois, Dirceu Lopes empata. Aos 44, Natal dá o golpe de misericórdia. A equipe de jovens garotos vence o melhor time do mundo na época, e torna-se campeã da Taça Brasil.

A conquista foi de tamanha repercussão que, no ano seguinte, o Torneio Rio-São Paulo teve que abrigar clubes de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, criando o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o "Robertão", embrião do atual Campeonato Brasileiro. Ainda em 1967, devido à Taça Libertadores da América, o Cruzeiro disputa sua primeira partida oficial no exterior, contra o Deportivo Galicia, da Venezuela, em Caracas, vencendo por 1 a 0.

Nesse período, surgem os primeiros grandes ídolos do clube: Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Raul Plassmann. Em 1966, Tostão foi o primeiro jogador de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo. Em 1970, quatro jogadores conquistam o Tri pela Seleção: Tostão, Piazza, Fontana e Brito (ex-Vasco da Gama).

O título da Taça Brasil de 1966 rendeu ao Cruzeiro o reconhecimento de ser o primeiro clube mineiro a ganhar um campeonato brasileiro, já que em dezembro de 2010 a Confederação Brasileira de Futebol homologara a conquista para o clube como Campeão Brasileiro de futebol, e, juntando-se à conquista do campeonato de 2003, atualmente é bicampeão brasileiro, confirmando mais uma vez a hegemonia frente ao rival regional.

Década de 70[editar | editar código-fonte]

Nos Campeonatos Brasileiros, em 1974 foi vice pela primeira vez, perdendo em uma decisão muito confusa contra o Vasco da Gama, e em 1975 foi novamente vice após perder para o Internacional.

Na Taça Libertadores da América de 1976, o Cruzeiro conquistou seu primeiro título na competição, sobre o River Plate da Argentina. Na primeira da final, no Mineirão, vitória por 4 a 1. Na partida seguinte, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, derrota por 2 a 1. Durante a campanha, acontece uma partida que é considerada como o melhor jogo da história do Mineirão, a vitória do Cruzeiro por 5 a 4 em cima dos então campeões brasileiros, o Internacional.

O regulamento previa uma terceira partida em campo neutro. Esta foi realizada no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, onde a Seleção Brasileira havia sido bicampeã do mundo em 1962. O Cruzeiro faz dois gols ainda no primeiro tempo. Mas com a ajuda da arbitragem e da tradicional catimba argentina, o River empata. Aos 44 minutos do segundo tempo, falta na entrada da área e Nelinho, prepara-se para cobrar. Enquanto ele se vira para trás para correr e ganhar força no chute, Joãozinho é mais rápido e bate colocado no ângulo, sem chances para o goleiro argentino. O Cruzeiro faz 3 a 2 e é campeão da América.

Ainda em 1976, o clube é Vice-Campeao na Copa Intercontinental, frente ao Bayern de Munique, da Alemanha, que contava com jogadores como Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Karl-Heinz Rummeniege e Sepp Mayer, que eram a base da então seleção campeã do mundo em 1974, o torneio era disputado em duas partidas, o Cruzeiro perdeu a primeira partida por 2x0 na Alemanha e empatou a segunda partida em Belo Horizonte por 0x0 com um público de 113.715 pessoas. Em 1977, o Cruzeiro chega novamente à final da Libertadores, mas dessa vez é derrotado nos pênaltis pelo Boca Juniors, da Argentina. O Cruzeiro foi derrotado por 1 a 0 em Buenos Aires, venceu pelo mesmo placar em Belo Horizonte e o terceiro jogo em Montevidéu terminou empatado sem gols. Na disputa de pênaltis, o time argentino venceria por 5 a 4 e conquistaria aquele que seria seu primeiro de um total atual (até 2011) de seis conquistas na competição.

Nos anos 1970, para evitar o déficit financeiro causado pela disputa do Campeonato Mineiro, o clube partiu para amistosos no exterior em troca de cachês em dólar. O dinheiro foi suficiente para manter os craques e conquistar o tetracampeonato estadual de 1972 a 1975. Em 1977 chega ao décimo título mineiro na "Era Mineirão", em 13 disputados.

Década de 80 e o período de vacas magras[editar | editar código-fonte]

Os esforços da década anterior não foram suficientes para evitar a crise financeira que acompanharia o clube nos anos 1980. O Cruzeiro amargou um período de maus resultados no Campeonato Brasileiro e a conquista de apenas dois estaduais, em 1984 e 1987. A nova redenção veio a partir das vendas de jogadores para o futebol estrangeiro e das cotas de transmissão de jogos, que passaram a ser pagas pelas emissoras de televisão, a partir da Copa União, em 1987.

Série de títulos nas décadas de 1990 e 2000[editar | editar código-fonte]

A década de 1980 não foi muito positiva para o clube, conquistando apenas dois campeonatos estaduais (1984 e 1987), além de fracas campanhas no Campeonato Brasileiro.

A Taça da Copa Libertadores da América, conquistada em duas Oportunidades pelo time do Cruzeiro em 1976 e 1997 .

No entanto, na década de 1990 o Cruzeiro iniciou uma impressionante sequência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros (1991 e 1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno. A sequência de títulos foi interrompida em 2005, mas no ano seguinte o clube já voltou a vencer o campeonato estadual, conquista essa que se repetiu em 2008 e 2009.

Nesse período a torcida cruzeirense ganhou mais alguns ídolos, entre eles Charles, Boiadeiro, Douglas, Ademir, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Nonato, Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Alex Alves, Cris, Sorín, Fred, Alex e Ramires, além de ter contratado o penta campeão Rivaldo que só jogou metade do 1° semestre de 2004, sem grandes sucessos, mas mesmo assim foi campeão mineiro em 2004.

A maior façanha da década de 2000, aconteceu em 2003, quando o Cruzeiro, sob o comando do respeitado técnico Vanderlei Luxemburgo, e comandado pelo craque Alex e seus companheiros, conquistou o inédito título no Brasil da "Tríplice Coroa", que significa a conquista do Campeonato Estadual, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Nesse ano, o time fez uma campanha nunca antes vista no Campeonato Brasileiro: marcou mais de cem gols e conquistou, com quatro rodadas de antecedência, a primeira edição de pontos corridos do Campeonato Brasileiro, cujo título cabe ao time que fizer mais pontos durante a competição.

O ano de 2004 foi decepcionante e ao mesmo tempo marcante pois nessa temporada o Cruzeiro alcançou um feito inédito no Brasil, que foi ganhar pelo menos um título por temporada durante 15 anos (1990 a 2004). Antes disto só haviam feito esse recorde times europeus como Real Madrid e Manchester United. Essa seqüência foi quebrada no ano de 2005 quando o Cruzeiro perdeu a final do Campeonato Mineiro pelo inacreditável Ipatinga. Depois disto de fato o Cruzeiro não teve grandes marcas conquistando só apenas três mineiros (2006, 2008 e 2009).

O Dia do Cruzeiro e o Dia do Cruzeirense[editar | editar código-fonte]

Em 14 de julho de 2008 foi sancionada a Lei nº 9.590/2008[16] pelo então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Damata Pimentel, que instituiu "O Dia do Cruzeiro e o Dia do Cruzeirense", comemorado anualmente o dia internacional no dia 2 de janeiro. A lei foi resultado do Projeto de Lei nº 1.594/2008[17] de autoria do vereador Alberto Rodrigues.[18]

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Na temporada de 2010 o Cruzeiro foi regular terminou o Mineiro na 3° colocação, foi até às quartas-de-final da libertadores e foi vice-campeão brasileiro. Mas neste mesmo ano o Cruzeiro foi reconhecido oficialmente pela CBF como bicampeão brasileiro, por ter conquistado a Taça Brasil de Futebol de 1966.

Em 2011, o time celeste tem um começo de temporada impressionante, se destacando não só no cenário nacional como também internacional, tendo sido chamado pelo treinador uruguaio Diego Aguirre (que comandou o time do Peñarol nesta edição e foi vice-campeão do torneio) de "Barcelona das Américas", devido ao seu estilo de jogo que se parecia com o do clube catalão: qualidade no toque de bola, volume de jogo e principalmente, a formação que não tinha um centroavante fixo. Com esse estilo de jogar, o Cruzeiro fez sua estreia na Copa Libertadores da América contra o Estudiantes, time que desbancou o Cruzeiro na final da Libertadores de 2009, na Arena do Jacaré, e aplicou uma goleada de 5 a 0 no time argentino, com uma atuação praticamente impecável de todo o elenco, se vingando com estilo da perda do título de 2009 e colocando o Cruzeiro já como favorito à conquista do torneio.

Na sequência da competição, o time derrotou o Guaraní do Paraguai em casa por 4 a 0, empatou fora com o Deportes Tolima da Colômbia por 0 a 0 (com o goleiro Fábio, ídolo da torcida celeste, defendendo um pênalti e evitando a derrota), construiu mais um resultado de expressão contra o Tolima em casa, por 6 a 1, derrotou o Guaraní fora por 2 a 0 e surpreendeu no último jogo da fase de grupos, jogando contra o Estudiantes fora de casa, jogo que era temido que o Cruzeiro não conseguisse a vitória, mas o time surpreendeu a todos com um placar de 3 a 0, mais uma vez com uma ótima atuação da equipe, consolidando a supremacia da equipe celeste na 1ª fase e selando a classificação às oitavas-de-final como melhor 1º colocado da fase de grupos, com uma campanha arrasadora e que colocava o time como favorito absoluto à conquista do torneio.

Mesmo priorizando a Libertadores, o Cruzeiro conseguiu, ao mesmo tempo, manter o bom aproveitamento também no Campeonato Mineiro, terminando a 1ª fase da competição em 1º, com um ótimo aproveitamento e saldo de gols.

Na sequência da Libertadores, o Cruzeiro enfrenta o Once Caldas da Colômbia, pior 2º colocado da fase de grupos, com a 1ª partida sendo disputada fora de casa. Mesmo com as adversidades e desfalques, o Cruzeiro conseguiu a vitória de 2 a 1, sofrendo um gol no final do jogo. O resultado, apesar de não ter sido um placar elástico que deixasse o time e a torcida mais tranquila para o jogo de volta, já dava o Cruzeiro como praticamente classificado para as quartas-de-final da competição.

Com a classificação do Santos, para as quartas, que seria o adversário do Cruzeiro caso a equipe conseguisse avançar à tal fase da competição, o assunto deixou de ser o jogo de volta, que para muitos já era tido como ganho, e passou a ser a partida entre Cruzeiro e Santos, que era tida como uma das mais esperadas do ano, por serem considerados os dois melhores times da competição. Mas no dia do jogo de volta, o time que encantou a América foi surpreendido dentro de casa, e de uma forma que, até hoje, muitos ainda lamentam. A derrota para o Once Caldas por 2 a 0 dentro de casa, depois de uma exibição pífia da equipe dentro de campo, encerrou, de forma inesperada, a participação do Cruzeiro na competição.

Ainda sem se recuperar do baque da eliminação da Libertadores, o time entra em campo, 4 dias depois, para a disputa do jogo de ida da final do Campeonato Mineiro de 2011, e ainda por cima contra o arquirrival Atlético. Visivelmente abatido pela eliminação, o time sofreu derrota por 2 a 1 para o rival, o que deixou alguns torcedores já desconfiados da conquista do título, apesar do time precisar apenas de uma vitória simples no jogo de volta, o que o time havia apresentado estaria longe de conseguir a vitória.

Passada uma semana, era o dia do jogo de volta, a decisão do título. E a equipe mostrou superação dentro de campo, vencendo o rival por 2 a 0 e, assim, conquistando o título, apagando a tristeza da eliminação e ganhando confiança para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Porém, na disputa do torneio nacional, a equipe decepcionou. Passou boa parte do campeonato fugindo da zona de rebaixamento, que só não ocorreu porque na última partida, o Cruzeiro enfrentou o arquirrival Atlético-MG e aplicou a segunda maior goleada da história do clássico: 6 a 1.

Em 2013 foi ano para ficar marcado, após várias saídas, a diretoria resolveu fazer uma mudança significativa no clube, contratando várias promessas e um novo técnico, Marcelo Oliveira. O trabalho começou com parte da torcida desconfiada do então trabalho que o técnico poderia realizar, mas após boa campanha no Campeonato Mineiro daquele ano, a desconfiança se tornou força de vontade e empenho nas arquibancadas do Mineirão. O Campeonato Brasileiro começou bem, mas só foram 5 rodadas para a equipe mostrar sua verdadeira força, após um primeiro turno quase perfeito na primeira colocação , a equipe continuou no embalo em busca do seu tri campeonato nacional. Se arrastando até o fim como líder, em uma disputa árdua contra o Grêmio, enfim o título veio, na vitória por 3 a 0 contra o Vitóriano Barradão.

O ano de 2014 foi ainda mais especial para o cruzeirense, depois de manter quase todo o time para a temporada começamos o anos com o pé direito, conquistando o Campeonato Mineiro daquele ano em cima do nosso maior rival. Mais uma vez o trabalho de Marcelo Oliveira vinha dando certo, uma boa campanha na Libertadores, chegando as quartas de final. Mas a equipe queria mais, e depois de 6 rodadas no Campeonato Brasileiro já aviamos assumido o posto mais alto da tabela, e de lá não saímos, depois de meses de luta contra o São Paulo, terminamos o ano em alta, chegando a mais uma final de Copa do Brasil e levantando mais um título do campeonato mais importante do país. O quarto titulo do Cruzeiro na competição.

Como seus destaques nos dois títulos brasileiros consecutivos, Fábio, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart e Lucas Silva comandavam as partidas do bicampeão brasileiro.

Torcida[editar | editar código-fonte]

A torcida do Cruzeiro também é conhecida como Nação Azul ou China Azul devido à sua imensidão e ao grande crescimento nas últimas décadas. Curiosamente, este apelido foi dado pelo escritor atleticano Roberto Drumond, que reconhecera insofismavelmente em um de seus artigos, o crescimento incessante e a previsão da hegemonia da torcida cruzeirense em BH, Minas Gerais e no Brasil. Tal previsão está sendo comprovada nos dias de hoje quando todas as pesquisas dos mais sérios institutos de pesquisas como Ibope, Datafolha e Vox Populi dentre outros, apontam para quase o dobro da torcida azul frente ao rival Atlético Mineiro.

Torcida do Cruzeiro no Estádio Mineirão.

O clube possui cerca de 8,5 milhões de torcedores espalhados pelo país, o que representa aproximadamente 4,5% da população nacional. É a primeira torcida no Brasil fora do eixo Rio-São Paulo. No estado de Minas Gerais, é o clube mais popular, ou seja, o clube de maior torcida no estado (na Região Metropolitana de BH, e no interior).

Em 26 de março de 1931, o jornal Estado de Minas publicou resultado parcial de uma enquete (os votos eram depositados em urnas) que ajuda a compreender o porte das torcidas de Belo Horizonte naquela época. Computados mais de 800 votos, os resultados apontavam: Atlético, 46,2%; Cruzeiro (na época ainda denominado Palestra), 35,9%; e América, 10,8%.[19]

Na edição de 31 de dezembro de 1971, a revista Placar publicou pesquisa feita, em Belo Horizonte, pelo Instituto Gallup. O resultado já indicava uma tendência de inversão na ordem das maiores torcidas da cidade: Atlético, 43%; Cruzeiro, 42%; e América, 5%. Na faixa entre 10 e 17 anos, o Cruzeiro já liderava com 46% contra 44% do rival Atlético.[20] .

Torcida do Cruzeiro em um jogo no antigo estádio Mineirão.

Em 10 de dezembro de 2004 em outra pesquisa de opinião, publicada pelo jornal Estado de Minas, a torcida do Cruzeiro também apareceu como a maior de Belo Horizonte, com 48% de preferência entre os belorizontinos.[21] De acordo com o Ibope, em 1998, 26% dos mineiros torciam para o Cruzeiro, e 16% para o Atlético. Em 2004, 32,8% dos mineiros torciam para o Cruzeiro, e 16,9% para o Atlético.[22] De acordo com uma pesquisa feita pela Datafolha em 2009, 31% dos Mineiros torcem para o Cruzeiro, e apenas 15% para o Atlético.[23]

Maiores públicos[editar | editar código-fonte]

Nas partidas em Belo Horizonte, os maiores índices de torcedores presentes foram:[24]

Médias no Brasileirão[editar | editar código-fonte]

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Sub-20 [27]

Internacionais
Competição Títulos Temporadas
Japão Mundialito – XIX SBS Cup 1 1998
Países Baixos Torneio de Terborg 6 2000, 2003, 2011, 2012, 2013 e 2014
Países Baixos Torneio de Haia 1 2006
Países Baixos Torneio Ado Den Haag 3 2006, 2007 e 2011
Países Baixos Copa Amsterdã 2 2006 e 2008
Estados Unidos Copa Dallas 1 2010
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Brasil Campeonato Brasileiro 3 2007, 2010 e 2012
Minas Gerais Taça BH de Futebol Jr. 5 1985, 1993, 1995, 2001 e 2004
São Paulo Copa São Paulo de Futebol Júnior 1 2007
Bandeira londrina.svg Taça Londrina 1 1998
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Minas Gerais Campeonato Mineiro de Juniores 14 1943, 1944, 1950, 1964, 1966, 1968, 1971, 1981, 1983, 1999, 2001, 2011, 2013 e 2014
Minas Gerais Taça Minas Gerais 2 1999 e 2000
Minas Gerais Copa Integração 3 2004, 2006 e 2010
Minas Gerais Supercopa Minas Gerais 1 1993
Minas Gerais Torneio Nossa Senhora do Pilar 1 2004
Minas Gerais Torneio Gilberto Santana 2 1995 e 1996

Sub-17

Internacionais
Competição Títulos Temporadas
Chile Mundialito de Clubes 1 1997
Itália Torneio de Gradisca 2 1999 e 2002
Rio Grande do Sul Copa Santiago de Futebol Juvenil 2 2002 e 2004
México Copa Chivas 1 2003
São Paulo Copa Promissão 5 2004, 2005. 2006, 2010 e 2014
Suécia Copa Gothia 2 2008 e 2011
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Brasil Copa do Brasil 1 2011
Brasil Copa Santiago de Futebol Juvenil 2 2002 e 2004
Brasil Copa Curitiba 1 2002
Brasil Copa Cuiabá 1 1998
Brasil Taça Cidade de Passos 1 1999
Brasil Copa Patos de Minas 1 1995
Brasil Copa Macaé 2 2007 e 2008
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Minas Gerais Campeonato Mineiro 16 1968, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1996, 1998, 1999,

2000, 2004, 2007, 2008, 2009 e 2010

Minas Gerais Taça Minas Gerais 5 1998, 1999, 2000, 2001 e 2002
Minas Gerais Copa Integração 6 2003, 2004, 2005, 2007, 2008 e 2009

Estádio[editar | editar código-fonte]

Estádio JK[editar | editar código-fonte]

Foi o primeiro estádio do Clube, que na época ainda era Palestra. Construído em um terreno adquirido pela diretoria com recursos próprios no Barro Preto em 1922 o estádio foi muito importante para Clube, foi o local da conquista dos primeiro títulos. O Palestra estreou o estádio no dia 1º de julho com uma goleada de 6x2 sobre o Palmeiras de Santa Efigênia. A inauguração oficial foi em setembro, coincidindo com as festas da colônia italiana, em comemoração da unificação da Itália. O primeiro jogo oficial foi em 23 de setembro de 1923 contra o Flamengo e terminou em 3x3.

O Mineirão[editar | editar código-fonte]

Considerado a casa do time desde sua inauguração em 1965, o estádio Mineirão, foi palco de várias conquistas da equipe estrelada, como a Libertadores de 1997, o Campeonato Brasileiro de 2003 e a Copa do Brasil do mesmo ano. Entre 2010 e 2011, com o estádio fechado por causa das obras para a Copa de 2014, o Cruzeiro passou a mandar seus jogos em estádios do interior, como a Arena do Jacaré, em Sete Lagoas e o Parque do Sabiá, em Uberlândia.[28] [29] Em 2012 voltou a mandar seus jogos na capital, no Estádio Independência.[30] No mesmo ano, o então presidente do clube Gilvan de Pinho Tavares e o diretor-presidente do consórcio Minas Arena, Ricardo Barra, assinaram um acordo para que o clube mandasse todos os seus jogos no Mineirão durante 25 anos.[31] [32]

Partidas históricas[editar | editar código-fonte]

Primeiro jogo do Palestra.
3 de abril de 1921 Palestra 2 - 0 Combinado Villa Nova/Palmeiras de Nova Lima Estádio do Prado Mineiro, Belo Horizonte, MG


Primeiro clássico.
17 de abril de 1921 Palestra 3 - 0 Atlético Mineiro Estádio do Prado Mineiro, Belo Horizonte, MG


Inauguração do estádio do Barro Preto.
23 de setembro de 1923 Palestra 3 - 3 Flamengo Estádio do Barro Preto, Belo Horizonte, MG


Maior goleada da história do clube; 10 gols do atacante Ninão.[33]
17 de junho de 1928 Palestra 14 - 0 Alves Nogueira Estádio do Barro Preto, Belo Horizonte, MG


Primeiro jogo da final da Taça Brasil de 1966.
30 de novembro de 1966 Cruzeiro 6 - 2 Santos Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Taça Libertadores da América de 1976 - Segundo time Brasileiro a Conquistar a Libertadores.
30 de julho de 1976 Cruzeiro 3 - 2 River Plate Estádio Nacional, Santiago, Chile


Final da Taça Intercontinental de 1976 - Jogo de maior público da história dos Mundiais.
21 de dezembro de 1976 Cruzeiro 2 - 0 Bayern de Munique Mineirão, Belo Horizonte, MG

Público: 113 715

Final da Supercopa da Libertadores de 1991.
20 de novembro de 1991 Cruzeiro 3 - 0 River Plate Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa do Brasil de 1993 - Primeiro título da Copa do Brasil.
3 de junho de 1993 Cruzeiro 2 - 1 Grêmio Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final do Campeonato Mineiro de 1997 - Jogo de maior público presente no Mineirão.
22 de junho de 1997 Cruzeiro 1 - 0 Villa Nova Mineirão, Belo Horizonte, MG

Público: 132 834

Final da Taça Libertadores da América de 1997.
13 de agosto de 1997 Cruzeiro 1 - 0 Sporting Cristal Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Recopa Sul-Americana de 1998.
23 de Setembro de 1999 River Plate 0 - 3 Cruzeiro Monumental de Nuñez, Buenos Aires, ARG


Final da Copa do Brasil de 2000.
9 de julho de 2000 Cruzeiro 2 - 1 São Paulo Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa Sul-Minas de 2002.
12 de maio de 2002 Cruzeiro 1 - 0 Atlético Paranaense Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final da Copa do Brasil de 2003 - Quarto título da Copa do Brasil.
11 de junho de 2003 Cruzeiro 3 - 1 Flamengo Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2003 com duas rodadas de antecedência.
30 de novembro de 2003 Cruzeiro 2 - 1 Paysandu Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo de ida da Final do Campeonato Mineiro - Maior goleada contra o arquirrival até então.
27 de abril de 2008 Atlético Mineiro 0 - 5 Cruzeiro Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo de ida da Final do Campeonato Mineiro - Maior goleada contra o arquirrival até então, repetindo o feito de 2008.
26 de abril de 2009 Cruzeiro 5 - 0 Atlético Mineiro Mineirão, Belo Horizonte, MG


Primeira fase (Pré-Libertadores) da Libertadores de 2010 - Maior goleada do Cruzeiro em uma Copa Libertadores.
3 de fevereiro de 2010 Cruzeiro 7 - 0 Real Potosí Mineirão, Belo Horizonte, MG


Final do Campeonato Brasileiro de 2011, Maior goleada do Cruzeiro no arquirrival de todos os tempos.[34]
4 de dezembro de 2011 Cruzeiro 6 - 1 Atlético Mineiro Arena do Jacaré, Sete Lagoas, MG


Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2013 com quatro rodadas de antecedência.
13 de novembro de 2013 Vitória 1 - 3 Cruzeiro Barradão, Salvador, BA


Milésima vitória do Cruzeiro no Mineirão.[35]
27 de agosto de 2014 Cruzeiro 5 - 0 Santa Rita Mineirão, Belo Horizonte, MG


Jogo que garantiu o título do Campeonato Brasileiro de 2014 com 2 rodadas de antecedência.
23 de novembro de 2014 Cruzeiro 2 - 1 Goiás Mineirão, Belo Horizonte, MG

Temporadas[editar | editar código-fonte]

Participações
Participações em 2015
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Minas Gerais Campeonato Mineiro 96 Campeão (37 vezes) 1921 2015
Brasil Campeonato Brasileiro 55 Campeão (4 vezes) 1960 2015
Copa do Brasil 19 Campeão (4 vezes) 1989 2015
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 15 Campeão (1976 e 1997) 1967 2015
Supercopa Sul-Americana 5 Campeão (1991 e 1992) 1990 1997
Recopa Sul-Americana 3 Campeão (1998) 1992 1998
Rotating earth (Very small).gif Mundial de Clubes 2 vice-Campeão (1976 e 1997) 1976 1997
Últimas dez temporadas
Brasil Brasil Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul Minas Gerais Minas Gerais
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental e Mundial Campeonato Mineiro
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos.
2006 A 10º 53 38 14 11 13 52 45 QF CS 2F Módulo I
2007 A 60 38 18 6 14 73 58 R16 CS 2F Módulo I
2008 A 67 38 21 4 13 59 44 CL R16 Módulo I
2009 A 62 38 18 8 12 58 53 CL F Módulo I
2010 A 69 38 20 9 9 53 38 CL QF Módulo I
2011 A 16º 43 38 11 10 17 48 51 CL R16 Módulo I
2012 A 52 38 15 7 16 47 51 R16 Módulo I
2013 A 76 38 23 7 8 77 37 R16 Módulo I
2014 A 80 38 24 8 6 67 38 F CL QF Módulo I
2015 A A disputar A disputar CL Grupo 3 Módulo I A/d


     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Legenda


Goleiros
Jogador
1 Brasil Fábio Capitão
12 Brasil Rafael Prata da casa
24 Brasil Elisson Prata da casa
Brasil Alan Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Léo Z
4 Brasil Bruno Rodrigo Z
13 Brasil Douglas Grolli Z
26 Brasil Paulo André Z
27 Brasil Manoel Z
31 Brasil Alex Prata da casa Z
Brasil Dedé Lesionado Z
2 Brasil Ceará LD
22 Brasil Mayke Prata da casa LD
23 Brasil Fabiano LD
21 Chile Eugenio Mena Seleção Chilena LE
29 Brasil Pará LE
36 Brasil Fabrício LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Willians V
8 Brasil Henrique Lima Suspenso V
14 Brasil Eurico Prata da casa Seleção Brasileira Sub-202 V
15 Brasil Willian Farias Lesionado V
17 Chile Felipe Seymour Afastado V
28 Brasil Charles V
33 Brasil Bruno Edgar Prata da casa V
10 Uruguai G. De Arrascaeta M
11 Brasil Alisson Prata da casa Lesionado M
18 Brasil Gabriel Xavier Lesionado M
34 Brasil Marcos Vinícius M
Brasil Caique Valdivia M
Brasil Julio Baptista Lesionado M
Atacantes
Jogador
7 Camarões Joel
9 Brasil Leandro Damião
16 Brasil Judivan Prata da casa Lesionado
19 Brasil Henrique Dourado
25 Brasil Willian
30 Brasil Marquinhos
32 Brasil Neilton Lesionado
35 Brasil Allano Prata da casa
Brasil Marinho
Brasil Vinícius Araújo

Transferências em 2015[editar | editar código-fonte]



Símbolos[editar | editar código-fonte]

Mascote[editar | editar código-fonte]

O mascote do Cruzeiro é raposa. Foi desenhada pelo chargista Fernando Pieruccetti (mais conhecido como Mangabeira) no ano de 1945, que se inspirou em Mário Grosso, ex-presidente do clube, conhecido por sua esperteza e astúcia no comando dos negócios do Clube[80] e pelo fato da raposa ser o animal que se alimenta de galináceos, numa clara alusão ao seu rival regional.[carece de fontes?]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa azul, calção branco e meias azuis;
  • 2º - Camisa branca, calção azul e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa branca, calção e meias brancas.
  • Camisa azul, calção e meias azuis.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

Maiores artilheiros[editar | editar código-fonte]

Maiores treinadores[editar | editar código-fonte]

Treinadores
Pos. Treinador Jogos Pos. Treinador Jogos Pos. Treinador Jogos
Ilton Chaves 362 Ênio Andrade 187 11º Bengala 128
Levir Culpi 257 Orlando Fantoni 172 12º Carlos Alberto Silva 121
Niginho 247 Adilson Batista 170 13º Gérson Santos 118
Airton Moreira 200 Marcelo Oliveira 139 14º Vanderlei Luxemburgo 107
Matturio Fabbi 190 10º Zezé Moreira 131 15º Iustrich 105

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Presidentes
Pos. Presidentes Títulos
Futebol Esportes Especializados Total
Zezé Perrella 80 207 287
Alvimar Perrella 52 12 64
Felicio Brandi 54 0 54
Benito Masci 13 0 13
César Masci 11 1 12

Este ranking contempla os títulos conquistados na gestão de cada presidente:

  • Os títulos no futebol levam em consideração as equipes profissional e de base;
  • Os títulos em esportes especializados levam em consideração todas as modalidades disputadas pelo clube, que não o futebol, em todas as suas respectivas categorias;

Estrutura[editar | editar código-fonte]

O complexo estrutural do clube é o maior e mais moderno de Minas Gerais e um dos mais modernos do Brasil e da América Latina.Com menos de cem anos de vida, o Cruzeiro dispõe de dois centros de treinamentos (um para os jogadores profissionais e um para as categorias de base), uma sede administrativa e os complexos esportivos (sede urbana e sede campestre).

Toca da Raposa I[editar | editar código-fonte]

Toca da Raposa I Inaugurada na gestão de Felicio Brandi, até 2002 servia como centro de treinamento da equipe profissional. Hoje em dia é dedicada exclusivamente às divisões de base. A Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1982 escolheu o CT para se preparar e se concentrar antes de embarcar para a Espanha, devido à sua modernidade e estrutura.

Toca da Raposa II[editar | editar código-fonte]

Toca da Raposa II: Inaugurada em 2002, e direcionada exclusivamente para os jogadores profissionais, pode ser considerado um dos melhores e mais moderno CT de Minas Gerais.

Sede administrativa[editar | editar código-fonte]

Inaugurado em 5 de agosto de 2003, o prédio localizado no Barro Preto ocupa uma área de 4300 m². O edifício possui oito andares, que abrigam todos os setores administrativos do clube. Projetado pelo arquiteto Fernando Oliveira Graça, o prédio é todo revestido de vidro azul laminado, espelhado, ajustado a uma torre de circulação vertical revestida em porcelanato branco. A sede destaca as cores oficiais do clube. Sua estrutura física abriga uma garagem coberta para 54 veículos e um hall para os serviços de atendimento aos sócios. Do quarto ao sexto andares, funcionam os setores de Relações Públicas, Marketing, Tecnologia, Superintendências, Gerência Administrativa, Departamento de Pessoal, Contabilidade, Financeiro, Compras e Cobranças. No sétimo andar, estão instalados os gabinetes do presidente, dos vice-presidentes, sala de reuniões e sala da Presidência do Conselho. No oitavo andar, fica a sala de reuniões do Conselho Deliberativo e área de treinamento pessoal.

Sede campestre[editar | editar código-fonte]

Ocupa um terreno de 60 mil metros quadrados na região da Pampulha. As obras foram concluídas no final da década de 1970. Hoje, a Sede Campestre do Cruzeiro é um complexo esportivo com sete piscinas, 6 quadras de futebol de salão e basquete, um campo de futebol society com grama sintética, 3 quadras de vôlei, 14 quadras de peteca, dois campos de futebol com dimensões menores, também com gramado sintético, ginásio, canchas de bocha, pistas de boliche, salão de jogos, sauna, bares, restaurantes, salão de festas e estacionamento. O associado conta, ainda, com um centro de recuperação física.

Sede urbana[editar | editar código-fonte]

O espaço de lazer - Parque Esportivo Barro Preto - foi inaugurado em 1985 durante a administração Benito Masci. Nasceu em um local histórico, o estádio Juscelino Kubitschek, onde no passado o Cruzeiro alcançou suas primeiras conquistas. Pela localização privilegiada, o número de associados foi aumentando durante os anos. Hoje, a estrutura conta com três piscinas semi-olímpicas, sendo duas com aquecimento, três piscinas infantis, quatro quadras poliesportivas, sete quadras de peteca, restaurante e um ginásio coberto. Na administração Alvimar de Oliveira Costa, que se iniciou em 2003, o complexo passa por uma reforma para oferecer maior conforto aos freqüentadores.

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Alguns jogadores que se destacaram na história do clube:

 

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Os principais rivais do Cruzeiro a nível estadual são o Atlético-MG, com quem disputa o Superclássico Mineiro, o América-MG, com quem disputa o Coelho versus Raposa, e o Villa Nova, com quem disputa o clássico Raposa versus Leão. A nível nacional são importantes os confrontos com o Palmeiras, Grêmio, São Paulo e Corinthians.

Recordes e façanhas históricas[editar | editar código-fonte]

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  • Único clube brasileiro a conquistar a Tríplice Coroa nacional, quando ganhou no mesmo ano de 2003, o Campeonato Estadual e as duas principais competições do país: a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro.
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão Brasileiro (1966), Bicampeão Brasileiro (2003), Tricampeão Brasileiro (2013) e Tetracampeão Brasileiro (2014) - O primeiro Campeão Brasileiro foi o Esporte Clube Bahia em 1959, ao conquistar a primeira edição da Taça Brasil, torneio nacional reconhecido em dezembro de 2010 pela CBF como "Campeonato Brasileiro".
  • Único clube a derrotar todos os adversários, pelo menos uma vez no Campeonato Brasileiro. Tal façanha ocorreu no ano de 2013.
  • Juntamente com São Paulo, o Cruzeiro é o clube que conquistou o Campeonato Brasileiro com a maior antecipação da era dos pontos corridos. No ano de 2013, foi campeão com quatro rodadas de antecedência.
  • Clube com recorde de pontos e vitórias em uma edição de pontos corridos com 20 participantes.[81]
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão da Taça Libertadores (1976) e Bicampeão (1997)
  • Primeiro clube Brasileiro a sagrar-se Bicampeão da Supercopa dos Campeões da América (1991)(1992)
  • Primeiro clube Brasileiro a sagrar-se Campeão da Copa Ouro (1995)
  • Primeiro clube Brasileiro a sagrar-se Campeão da Copa Master (1995)
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão da Recopa (1997)
  • Primeiro clube mineiro a sagrar-se Campeão e Tetracampeão da Copa do Brasil (1993/1996/2000/2003)
  • Único time brasileiro a conquistar pelo menos um título por ano durante quinze anos consecutivos (1990-2004). Esta façanha até então só havia sido alcançada por grandes clubes europeus, como Real Madrid e Manchester United.
  • Primeiro clube a vencer o Campeonato Brasileiro de Futebol no modelo de pontos corridos e o único a atingir a marca de cem pontos, sendo assim o maior pontuador da história em uma edição.
  • Juntamente com Flamengo, São Paulo e Internacional, o Cruzeiro é um dos quatro clubes que disputaram todas as edições do Campeonato Brasileiro na Série A.
  • Juntamente com Grêmio e Palmeiras, é o segundo clube brasileiro que mais participou da Copa Libertadores da América, com 15 presenças, jamais sendo eliminado da fase de grupos.[82]
  • Maior vencedor da Copa do Brasil juntamente com o Grêmio, com quatro conquistas.
  • Maior média de público na história de um torneio na história do futebol: 73 mil pagantes por jogo na Supercopa de 1992.[carece de fontes?]
  • Segundo maior público de uma final de Taça Libertadores da América: 95 472 pessoas na partida contra o Sporting Cristal, em 1997. O recorde é a final entre São Paulo F.C 1 x 0 News Old Boys, com 105 185 pagantes em 1992.
  • Segundo maior público pagante numa final de Copa do Brasil: 85 841 pessoas na partida contra o São Paulo, em 2000, atrás apenas de Botafogo 0 a 0 Juventude, em 1999, que teve 101 581 presentes (90 217 pagantes).
  • Recorde absoluto de público presente em uma partida no Mineirão, 132 834 pessoas na partida contra o Villa Nova/MG realizada em 22 de junho de 1997.
  • Em 1984 o Cruzeiro ficou com a posse definitiva da Taça Minas Gerais (instituída pela Federação Mineira em 1973) por tê-la conquistado três vezes consecutivas.
  • No dia 12 de outubro de 2009 o Cruzeiro completou 1.000 jogos pelo Campeonato Brasileiro da Série A, sendo o primeiro clube de Minas Gerais a conseguir tal façanha.
  • Melhor time brasileiro do século XX e o 4° melhor da América Latina de acordo com a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS).

[10] [83]

Notas

Referências

  1. La Bestia Negra passou por cima, diz imprensa chilena Portal UAI.
  2. Cruzeiro assina parceria de 25 anos para mandar jogos no Mineirão Portal Terra (14 de novembro de 2012). Visitado em 2 de janeiro de 2013.
  3. Cruzeiro fecha acordo para mandar jogos no Mineirão por 25 anos R7 (14 de novembro de 2012). Visitado em 2 de janeiro de 2013.
  4. Um dos templos do futebol brasileiro, casa dos multicampeões nacionais Atlético Mineiro e Cruzeiro, a arena, com capacidade para 62.547 espectadores, está completamente reformada para receber seis jogos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014
  5. Patrocinadores Site Oficial. Visitado em 19 de fevereiro de 2015.
  6. Penalty é a nova fornecedora de material esportivo do Cruzeiro Site Oficial (17 de dezembro de 2014). Visitado em 17 de dezembro de 2014.
  7. Ranking Completo da CBF. Visitado em 09/12/2014.
  8. Ex-Palestra Itália, Cruzeiro festeja os 70 anos da nova identidade - Globoesporte, 07 de outubro de 2012
  9. Tríplice coroa completa cinco anos - Globoesporte, 30 de novembro de 2008
  10. a b Cruzeiro é eleito o melhor time brasileiro do século 20, segundo a IFFHS - Globoesporte, 18 de setembro de 2009
  11. http://media.folha.uol.com.br/datafolha/2014/08/01/time-de-preferencia-dos-brasileiros.pdf
  12. http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2014/08/fla-lidera-lista-de-maiores-torcidas-do-brasil-seguido-de-perto-pelo-timao.html
  13. Em nova pesquisa de torcidas, Vasco ultrapassa Palmeiras GloboEsporte.com (26 de março de 2013). Visitado em 26 de março de 2013.
  14. Com dados exatos, Fla bate Timão, e Flu supera fácil a Lusa em pesquisa GloboEsporte.com (18 de dezembro de 2012). Visitado em 18 de dezembro de 2012.
  15. O clássico: Atlético x Cruzeiro - FIFA, sem data
  16. Lei nº 9.590/2008 Câmara Municipal de Belo Horizonte. Página visitada em 29 de dezembro de 2013.
  17. Projeto de Lei nº 1.594/2008, Câmara Municipal de Belo Horizonte. Página visitada em 8 de janeiro de 2010.
  18. Alverto Rodrigues, Câmara Municipal de Belo Horizonte. Página visitada em 08 de janeiro de 2010.
  19. Jornal Estado de Minas, edição de 26 de março de 1931.
  20. Revista PLACAR, edição de 31 de dezembro de 1971.
  21. Flamengo e Corinthians seguem no topo de ranking de torcidas Datafolha (14 de janeiro de 2008). Visitado em 9 de outubro de 2009.
  22. [1]
  23. [2]
  24. RSSSF Brasil Maiores públicos do Cruzeiro
  25. [3]
  26. Alexandre Magno Barreto Berwanger; Luiz Gardel Alves Viana. Total de Ingressos Vendidos por Clubes no Campeonato Brasileiro da Série A (1971 a 2010) Campeões do Futebol. Visitado em 9 de Dezembro de 2011.
  27. [4]
  28. ANDRADE, Gustavo.. Cruzeiro confirma três jogos na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas Universo Online.
  29. SAECHETA, José. Parque do Sabiá e Ipatingão serão redutos cruzeirenses na reforma do Mineirão iG Esporte
  30. Cruzeiro acerta acordo com BWA e tem data marcada para voltar a Belo Horizonte Superesportes.
  31. Cruzeiro assina parceria de 25 anos para mandar jogos no Mineirão Portal Terra (14 de Novembro de 2012).
  32. Cruzeiro fecha acordo para mandar jogos no Mineirão por 25 anos R7 (14 de Novembro de 2012).
  33. Cláudio Antonio (23/04/2013). Time atual faz melhor início de temporada da história do Cruzeiro {{subst:PAGENAME}}. Visitado em 23/04/2013.
  34. Cruzeiro vence o Atlético-MG por 6x1 Jornal do Comércio (4 de dezembro de 2011). Visitado em 8 de janeiro de 2012.
  35. Cruzeiro garante milésima vitória com goleada SuperEsportes (27 de agosto de 2014). Visitado em 28 de agosto de 2014.
  36. Fabiano é o primeiro reforço do Cruzeiro para a próxima temporada (em português brasileiro) Globoesporte (8/12/2014). Visitado em 8 de dezembro de 2014.
  37. Cruzeiro confirma retorno de Gilson à Toca e frustra América-MG (em português brasileiro) UOL (8/12/2014). Visitado em 8 de dezembro de 2014.
  38. Cruzeiro reintegra Anselmo Ramon e Rodrigo Souza ao elenco para 2015 (em português brasileiro) GloboEsporte (7/1/2015). Visitado em 9 de janeiro de 2015.
  39. Cruzeiro acerta empréstimo de uma temporada do chileno Seymour (em português brasileiro) GloboEsporte (26/12/2014). Visitado em 9 de janeiro de 2015.
  40. Dirigente do Cruzeiro confirma acerto com Arrascaeta por cinco temporadas (em português brasileiro) GloboEsporte (19/01/2015). Visitado em 19 de janeiro de 2015.
  41. Cruzeiro reintegra Anselmo Ramon e Rodrigo Souza ao elenco para 2015 (em português brasileiro) GloboEsporte (7/1/2015). Visitado em 9 de janeiro de 2015.
  42. Cruzeiro oficializa contratação do atacante camaronês Joel, ex-Coritiba (em português brasileiro) GloboEsporte (16/12/2014). Visitado em 16 de dezembro de 2014.
  43. Santos libera e Cruzeiro acerta a contratação de Leandro Damião por empréstimo de um ano (em português brasileiro) Superesportes (29/12/2014). Visitado em 9 de janeiro de 2015.
  44. Riascos faz exames junto com o grupo e será apresentado nesta terça-feira (em português brasileiro) GloboEsporte (19/01/2015). Visitado em 19 de janeiro de 2015.
  45. Cruzeiro apresenta Mena nesta quarta-feira, na Toca da Raposa II (em português brasileiro) Sítio oficial Cruzeiro Esporte Clube (27 de janeiro de 2015).
  46. Lateral Pará será apresentado na manhã desta terça, na Toca II (em português brasileiro) Sítio oficial Cruzeiro Esporte Clube (2 de fevereiro de 2015).
  47. Volante Willians é o novo reforço para o meio-campo do Maior de Minas (em português brasileiro) Sítio oficial Cruzeiro Esporte Clube (2 de fevereiro de 2015).
  48. Paulo André é apresentado e promete lutar pelos títulos (em português brasileiro) Sítio oficial Cruzeiro Esporte Clube (10 de fevereiro de 2015).
  49. Décimo primeiro reforço do Cruzeiro, Henrique será apresentado na Toca II (em português brasileiro) GloboEsporte (12/02/2015). Visitado em 12 de fevereiro de 2015.
  50. Cruzeiro apresenta zagueiro Douglas Grolli após jogo treino desta quinta (em português brasileiro) Sítio oficial Cruzeiro Esporte Clube (12/02/2015). Visitado em 12 de fevereiro de 2015.
  51. Gabriel Xavier é apresentado e fala em conquistas com a camisa celeste (em português brasileiro) Sítio oficial Cruzeiro Esporte Clube (19/02/2015). Visitado em 21 de fevereiro de 2015.
  52. Cruzeiro confirma acordo e oficializa chegada de Fabrício, ex-Internacional (em português brasileiro) Globoesporte (08/04/2015). Visitado em 9 de abril de 2014.
  53. Joia do Remo, atacante Rony deixa o clube e assina com o Cruzeiro (em português brasileiro) Globoesporte (22/04/2015). Visitado em 23 de abril de 2014.
  54. Gilvan confirma resposta positiva do Valencia para empréstimo de Vinícius Araújo ao Cruzeiro (em português brasileiro) Superesportes (17/06/2015). Visitado em 17 de junho de 2015.
  55. Diretoria do ASA diz que chegou a acordo com Cruzeiro por Valdívia (em português brasileiro) Globoesporte (19/06/2015). Visitado em 19 de junho de 2015.
  56. Cruzeiro confirma contratação do atacante Marinho, ex-Ceará (em português brasileiro) Globoesporte (29/06/2015). Visitado em 29 de junho de 2015.
  57. Borges se despede do Cruzeiro e agradece carinho recebido em BH (em português brasileiro) Globoesporte (6/12/2014). Visitado em 8 de dezembro de 2014.
  58. Vai e vem: Samudio se despede do Cruzeiro, que repatria o lateral Gilson (em português brasileiro) Globoesporte (8/12/2014). Visitado em 8 de dezembro de 2014.
  59. Sem chances no Cruzeiro, Marlone é liberado para procurar outro clube (em português brasileiro) Globoesporte (8/12/2014). Visitado em 8 de dezembro de 2014.
  60. Avaí acerta a contratação do volante Uelliton (em português brasileiro) Infoesporte (29/12/2014). Visitado em 2 de janeiro de 2015.
  61. Cruzeiro empresta Ananias e Uelliton a clubes catarinenses que disputarão a Série A (em português brasileiro) Superesportes (30/12/2014). Visitado em 3 de janeiro de 2015.
  62. Bruno Lamas e Caio juntam-se a Roberto Sousa no Leixões (em português) OJogo (03/01/2015). Visitado em 4 de janeiro de 2015.
  63. Foto: Estoril apresenta o atacante Léo Bonatini (em português brasileiro) Superesportes (05/01/2015). Visitado em 5 de janeiro de 2015.
  64. Cruzeiro empresta meia Elber ao Sport (em português brasileiro) Superesportes (06/01/2015). Visitado em 7 de janeiro de 2015.
  65. Cruzeiro acerta venda do lateral Egídio para o Dnipro Dnipropetrovsk-UCR (em português brasileiro) Globoesporte (06/01/2015). Visitado em 7 de janeiro de 2015.
  66. Cruzeiro acerta a transferência do volante Nilton para o Internacional (em português brasileiro) Site Oficial (09/01/2015). Visitado em 9 de janeiro de 2015.
  67. Coritiba confirma Negueba e Pedro Ken como reforços (em português brasileiro) FoxSports (11/01/2015). Visitado em 12 de janeiro de 2015.
  68. Clube chinês anuncia contratação de Ricardo Goulart, que deixa o Cruzeiro (em português brasileiro) Globoesporte.com (13/01/2015). Visitado em 13 de janeiro de 2015.
  69. Comunicado Oficial: Lucas Silva (em espanhol) Sítio oficial Real Madrid (23/01/2015).
  70. شركة الاهلي لكرة القدم تعقد مؤتمرا صحافيا لتقديم البرازيلي ايفرتون ريبيرو (em árabe) Sítio oficial Al Ahli (1/02/2015).
  71. Ramon returns to Hangzhou Greentown on a 3 year deal (em inglês) Twitter Hangzhou GFC (8/02/2015).
  72. Bahia oficializa contratação do volante Souza, emprestado pelo Cruzeiro (em português brasileiro) Globoesporte (13/02/2015).
  73. Penapolense acerta empréstimo do volante Rodrigo Souza, do Cruzeiro (em português brasileiro) Globoesporte (16/02/2015). Visitado em 16 de fevereiro de 2015.
  74. Cruzeiro empresta atacante Dagoberto ao Vasco (em português brasileiro) Superespotes (27/02/2015). Visitado em 27 de fevereiro de 2015.
  75. Tinga decide se aposentar e vive últimos dias como jogador de futebol (em português brasileiro) Globoesporte (11/04/2015). Visitado em 12 de Abril de 2015.
  76. Sem espaço na equipe do Cruzeiro, Gilson será emprestado a Ponte Preta (em português brasileiro) Globoesporte (16/04/2015). Visitado em 16 de abril de 2015.
  77. Diego Renan faz exames no Vitória e será apresentado na segunda-feira (em português brasileiro) Globoesporte (24/04/2015). Visitado em 24 de abril de 2015.
  78. Após saída de Gilson, Cruzeiro empresta Breno Lopes ao Fluminense (em português brasileiro) Globoesporte (28/04/2015). Visitado em 28 de abril de 2015.
  79. Cruzeiro confirma empréstimo de Riascos ao Vasco até maio de 2016 (em português brasileiro) Globoesporte (25/05/2015). Visitado em 25 de maio de 2015.
  80. Curiosidades sobre do Cruzeiro
  81. Cruzeiro levanta a taça do tetra e bate recordes na era dos pontos corridos Globoesporte.com (7 de Dezembro de 2014). Visitado em 7 de Dezembro de 2014.
  82. Cruzeiro pode cair pela primeira vez na fase de grupos da Libertadores Placar (21 de Março de 2014). Visitado em 9 de Dezembro de 2014.
  83. Cruzeiro é melhor brasileiro do século XX, diz pesquisa Terra (18 de Setembro de 2009). Visitado em 7 de Dezembro de 2014.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • SÉRIE L! GRANDES CLUBES 2005 - Cruzeiro, O Orgulho de Minas Gerais. Areté Editorial S.A. ISSN 1676-1537. (2005) 90 p.
  • BARRETO, Plínio e BARRETO, Luiz Otávio Trópia -De Palestra a Cruzeiro - Uma Trajetória de Glórias. Belo Horizonte: 2000 M & B Assessoria de Imprensa, 200 p.
  • BARRETO, Plínio - Futebol No Embalo da Nostalgia. Belo Horizonte: 1978 Edit. Santa Edwiges, 202p.
  • MATTOS, Amir - O Time do Meu Coração (Cruzeiro Esporte Clube). Belo Horizonte: Editora Leitura, 2008. 96 p.
  • SANTANA, Jorge - Páginas Heróicas: Onde a Imagem do Cruzeiro Resplandece. São Paulo: DBA Artes Gráficas, 2003. 200 p.
  • RIBEIRO, Henrique - Almanaque do Cruzeiro. Belo Horizonte: 2007. 560 p.
  • VICINTIN, Bruno B. - Jogos Imortais. Belo Horizonte: 2007. 360 p. ABC, ISBN978-85-60612-00-0
  • SIMÕES, Alexandre - Rei de Copas.Belo Horizonte: 2009. 174 p. Editora Leitura.
  • ÁVILA, Fausto de - Cruzeiro! Cruzeiro! Querido! A história do Time do Meu Coração. Belo Horizonte: 2008. 20 p. - Editora Leitura.
  • ARREGUY, Claúdio - Os Dez Mais do Cruzeiro. Rio de Janeiro: 2010. 176 p. - Maquinária Editora.
  • ROSA, Samuel - O Dia em que me tornei Cruzeirenze. São Paulo: 2008. 99 p. - Panda Books.
  • LARA, Marco Túlio e BARBOSA, Giovanni - Meu Pequeno Cruzeirense. Caxias do Sul-RS: 2010. 24 p. - Editora Belas-Letras Ltda.
  • MENDES, Anderson Olivieri - Anos 90: um campeão chamado Cruzeiro. São Paulo-SP: 2011. 200 p. - Editora All Print.
  • SILVESTRE, Leonardo - O Mineirão é Azul. Uberlândia-MG: 2012. 140 p. - Editora Gráfica Cortês.

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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