Lista de tendências do Partido dos Trabalhadores

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Aqui estão listadas as tendências do Partido dos Trabalhadores (PT), partido político do Brasil. Como foi formado a partir de grupos que já possuíam história anterior ao partido, essas organizações internas perduram e convivem entre si dentro do partido.[1] Durante o primeiro congresso nacional do partido, em 1991, havia dezesseis tendências.[1] Essa quantidade mudou com o tempo, o que inclui a saída para formação de novos partidos (como o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).[1] Em 2016, as quatro principais correntes são a Construindo um Novo Brasil (CNB), a Mensagem ao Partido, a Articulação de Esquerda e a Democracia Socialista.[1] A primeira exerce posição majoritária, a segunda atua como um campo intelectual que abrange a última e a terceira define-se ideologicamente mais à esquerda no espectro político e remete ao período inicial do partido.[1]

Articulação — Unidade na Luta[editar | editar código-fonte]

Articulação — Unidade na Luta (AUNL) é a designação adotada a partir de 1993 pela principal tendência interna do Partido dos Trabalhadores (PT). Corresponde à corrente hegemônica no partido desde praticamente sua fundação em 1983, quando era conhecida como Articulação dos 113 ou simplesmente Articulação. Atualmente, a AUNL integra um campo de forças no PT denominado Construindo Um Novo Brasil.[2]

Parte do arquivo histórico da organização encontra-se disponível para pesquisa no Centro Sérgio Buarque de Holanda da Fundação Perseu Abramo.[3]

História[editar | editar código-fonte]

A corrente passou por diversas fases, como seu período de formação (1983-1985), sua definição ideológica pela estratégia democrático-popular (1986-1991), a ocorrência de dissidências e adesões (1986-1987), divergências e nova dissidência (1991-1993), a perda de hegemonia no PT (1993-1995), a reorientação política e recuperação da maioria no PT (1995-2005) e a reorganização da tendência (2005-2007).

A Articulação é uma tendência interna do PT constituída em 1983, majoritária em praticamente toda a trajetória do partido. Surgida do documento Manifesto dos 113, reuniu militantes petistas independentes atuantes em sindicatos (como o próprio Lula) e Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), além de ex-integrantes de organizações de esquerda, como a Ação Libertadora Nacional (ALN). Lançada nacionalmente no 3º Encontro Nacional do PT (1983), sua formação e trajetória inicial fundaram-se na crítica à maioria das organizações de esquerda que aderiram ao partido, e que inicialmente caracterizava o PT simplesmente como uma frente legal no interior da qual seria possível reaglutinar a esquerda clandestina. Numa leitura distinta, a Articulação compreendia e construía o PT como o instrumento a partir do qual se poderia operar transformações profundas na sociedade brasileira.[4]

Em 1986 a Articulação sofreu sua primeira dissidência importante, que deu origem à corrente Poder Popular e Socialismo, posteriormente Vertente Socialista. Em contrapartida, no ano seguinte, recebe a adesão de parte dos militantes da Organização Socialista Internacionalista (OSI), de orientação trotskista, que passa a denominar-se O Trabalho. A adesão se deve à leitura sustentada por aquela parcela de militantes da OSI, que identificavam na formulação do programa democrático-popular um paralelo direto com a estratégia preconizada pelo trotskismo, consubstanciadas num programa de transição, mas adaptado às condições especificas da formação social brasileira. A aproximação não deixa de ser inusitada, considerado que a OSI foi uma das últimas correntes a aderir ao PT (1983), sustentando a ideia de que as posições de Lula no movimento sindical, consideradas recuadas, punham em dúvida sua fidelidade em relação ao conjunto da classe operária.[5]

Ainda nesse contexto, marcado por fortes disputas no PT, pela regulamentação de suas tendências internas, pela adoção do princípio da proporcionalidade na composição das direções do partido, e em função de pressões da base da própria Articulação (a chamada “revolta dos bagrinhos”), a corrente eleva seu nível de organicidade, realizando seminários nacionais entre 1988 e 1991. Ao mesmo tempo, esse processo acaba por expor diferenças internas ao grupo. A partir do I Congresso Nacional do PT (1991) essas divergências se exacerbam e, em 1993, resultam no lançamento do manifesto Hora da Verdade. Este manifesto dá origem, em 1995, a uma maiores dissidências sofridas pela Articulação, denominada Articulação de Esquerda (AE) — grupo próximo às correntes à esquerda no espectro ideológico petista e que aponta um suposto processo de moderação política da Articulação (que desde então, passava a denominar-se Articulação — Unidade na Luta).[6]

A formação da AE, combinada à dissolução do Partido Revolucionário Comunista (PRC) — que de origem às correntes Nova Esquerda (NE) e Tendência Marxista (TM) — e também o afastamento da Convergência Socialista — que passou a engajar-se na formação do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) — alteraram profundamente a correlação de forças interna no PT. Num contexto em que nenhuma corrente detinha isoladamente a maioria no partido, uma composição à esquerda da Articulação, composta por AE e Democracia Socialista — denominada Opção de Esquerda — e apoiada por outro campo de forças à esquerda, denominado Na Luta PT (e que incluía correntes como Força Socialista e O Trabalho) acaba obtendo a maioria dos votos no plenário 8.º Encontro Nacional (1993), por margem muito pequena. Essa composição política mantém como direção majoritária do partido até 1995.[7]

Em 1995, em aliança com setores como Democracia Radical (originada da NE, que por sua vez havia surgido a partir da dissolução do PRC), a AUNL recuperou sua condição majoritária na direção partidária a partir do 10.º Encontro Nacional do PT — condição que ocuparia com relativa folga até meados de 2005. Majoritária no PT entre a segunda metade dos anos 1990 e 2000, à Articulação cabe o mesmo peso em relação às formulações e rumos do partido que aquela que lhe coube em meados de 1987. A síntese encontrada nas condições enfrentadas na década de 1990 e posteriores foi a chamada 'estratégia de centro-esquerda', que confere peso à luta eleitoral e reforça a necessidade de ampliação do arco de alianças petista. Essas formulações, que parte do PT consideram reflexo de uma tendência de moderação política da corrente majoritária, firmaram-se, ao mesmo tempo, como aquelas que lograram conduzir Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República em 2002.[8] Ainda nos anos 90, o PT se aproximada de um social-reformismo que evita atritos sociais e fazendo alianças com setores políticos anteriores.[9]

A experiência do primeiro mandato de Lula na Presidência (2003-2006), combinado aos efeitos da crise enfrentada pelo partido em 2005, desencadeiam um novo processo de reacomodação das forças no PT. Nesse contexto, parte dos membros da Articulação se afasta da corrente, somando-se à Mensagem ao Partido — campo que se considera à esquerda da Articulação no espectro ideológico petista e integrado também pela corrente Democracia Socialista. A maior parcela da Articulação, todavia, mantém o coletivo e passa a compor o campo Construindo um Novo Brasil, lançado nacionalmente no III Congresso Nacional (2007), preservando sua condição de campo hegemônico no PT.[10]

Campos políticos[editar | editar código-fonte]

Dentro do partido, algumas tendências estão agrupadas em aliança política na disputa interna para ser o campo político majoritário. No partido, o termo Campo Majoritário é a designação empregada para designar todas as composições hegemônicas ou majoritárias no PT desde sua fundação. Em consequência, considerando que praticamente desde 1980 e até hoje a Articulação firmou-se como principal tendência petista, pode-se dizer que o termo campo majoritário, num sentido amplo, vem sendo empregado em referência à Articulação e seus aliados. Mas deve-se atentar para o fato de que esse emprego não é inteiramente correto, já que no período de 1993 a 1995, por exemplo, foram majoritários no PT campos políticos que não incluíam a Articulação: Opção de Esquerda (Democracia Socialista e Articulação de Esquerda) e Na Luta PT (encabeçado pelas correntes Força Socialista e O Trabalho).

Construindo um Novo Brasil[editar | editar código-fonte]

Construindo um Novo Brasil (CNB) é um campo político do Partido dos Trabalhadores, sendo seu campo majoritário na direção nacional, bem como na maioria de suas direções regionais, englobando os militantes da Articulação - Unidade na Luta, além dos militantes do partido que se abstém do debate de tendências e algumas tendências regionais que fazem, não necessariamente, oposição à Articulação em seus respectivos estados, mas conglomeram-se à CNB no nível nacional, como é o caso da corrente paulista Novos rumos para o PT. Alguns importantes políticos do Partido dos Trabalhadores fazem parte da CNB, como é o caso do ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva.[11]

Sucedeu o campo majoritário formado em 1995 que deteve ampla maioria no partido até meados de 2005 e também encabeçado pela tendência Articulação - Unidade na Luta, ao lado de outras forças, tais como Democracia Radical.[carece de fontes?] A CNB propriamente surgiu no Congresso Nacional de 2007, após a crise de 2005 gerada pelo Mensalão, como renomeação da tendência Articulação ao agrupar outros grupos políticos internos do PT.[12] Dentre as lideranças que compõem o o campo Construindo Um Novo Brasil destacam-se Ricardo Berzoini, José Dirceu, José Genoíno, Luiz Dulci, Aloizio Mercadante, Gilberto Carvalho, Marco Aurélio Garcia e o ex-presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva.[carece de fontes?]

Mensagem ao Partido[editar | editar código-fonte]

A Mensagem ao Partido[13] é um campo político interno do Partido dos Trabalhadores, composto pela tendência nacional petista Democracia Socialista e coletivos regionais menores do Partido dos Trabalhadores. Tem suas origens na publicação da tese Mensagem ao Partido. Importantes figuras do campo incluem Nalu Faria, Tarso Genro, Paulo Teixeira e Luiziane Lins.

Da Mensagem ao Partido participam as correntes nacionais Democracia Socialista, Esquerda Democrática e PT Amplo e Democrático, fora algumas correntes regionais do PT, deputados e militantes independentes. Seu nome é em alusão ao primeiro documento publicado pelo grupo fundador com teor crítico à direção partidária. Ainda participam da Mensagem ao Partido algumas lideranças não vinculadas à DS, como o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro; o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad; dentre outros.

A Mensagem ao Partido disputou duas vezes o PED apresentando a candidatura de Cardozo; que após derrotado por duas vezes, fora eleito Secretário-Geral do PT. Este, posteriormente, desvinculou-se do movimento. Em 2013, a chapa Mensagem ao Partido, com menor capacidade de aglutinação que em outras ocasiões, concorreu com o Deputado Federal Paulo Teixeira (SP), obtendo cerca de 18% dos votos.

Em 2005, Tarso Genro, em meio às denúncias que começavam a envolver o então ministro Zé Dirceu em casos de corrupção, rompe com o Campo Majoritário (ex-Articulação). Deixou público, na oportunidade, suas críticas à Articulação Unidade na Luta (que dirige o Campo Majoritário). Na verdade, havia um movimento nesta direção protagonizada por outra tendência petista: a Democracia Socialista (DS). A DS incorporou, em 2005, duas correntes regionais (Alternativa Socialista e Movimento Socialista) e se alia com alguns expoentes petistas (casos de Paul Singer, José Eduardo Cardozo, Tarso Genro, Fernando Haddad, Elói Pietá, Eduardo Suplicy e Marcelo Deda) para lançar a tese “Mensagem ao Partido”. A tese destacava a necessidade da recuperação ética do PT e propôs a “revolução democrática” e o “republicanismo” para a construção da sociedade socialista. A DS rompia, a partir daí, com a Quarta Internacional e atraía outros intelectuais petistas, como Marilena Chauí e Maria Victória Benevides.[14]

Muda PT[editar | editar código-fonte]

Senador Lindberg Farias, candidato do Muda PT à presidência nacional do partido em 2017.

O Movimento Muda PT[15] é um macrocampo político de disputa interna do Partido dos Trabalhadores que pretende mudar as direções partidárias no VI Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores. Compõem o movimento o campo político interno Mensagem ao Partido e as tendências internas Articulação de Esquerda, Resistência Socialista, Avante S21, Reencantar e Militância Socialista[16] bem como os senadores Fátima Bezerra[17] e Lindberg Farias, os ex-governadores do Rio Grande do Sul Tarso Genro e Olívio Dutra, os deputados federais Paulo Pimenta, Paulo Teixeira, Henrique Fontana, Margarida Salomão, Luiziane Lins, Maria do Rosário, Fernando Ferro e outros.

O Movimento Muda PT reivindica, como explicitado na Carta de Brasília:[18]

  • Coletivização dos governos e mandatos parlamentares.
  • Coletivização das direções partidárias.
  • Funcionamento permanente das comissões de Assuntos Disciplinares e o Conselho de Ética, em todas as instâncias.
  • Maior participação da Juventude do PT nas discussões partidárias.
  • A retomada da capacidade do PT em organizar e mobilizar a disputa de uma política anticapitalista, antirracista e antipatriarcal.
  • A construção de novas formas de participação da militância nas decisões do Partido, com o fim do PED (Processo Eleitoral Direto), ampliando a noção de democracia partidária.
  • A luta antineoliberal, através do fortalecimento da Frente Brasil Popular e a busca de diálogo constando com a Frente Povo Sem Medo.
  • Mudança na política de alianças do partido, buscando a construção de uma frente de esquerda.

A origem do movimento remonta a outubro de 2016, quando a militância petista de estados como o Rio Grande do Sul começou a pressionar a direção nacional do PT para que se realizasse seu VI Congresso Nacional,[19] à luz do impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e o resultado eleitoral daquele mesmo mês. O Muda PT surge como uma alternativa à direção nacional encabeçada pelo campo Construindo um Novo Brasil, reivindicando uma retomada do PT pelas bases, com ampla participação nos movimentos sociais, pautando as lutas feminista, racial, anti-LGBTfóbica e classista, bem como o fim do Processo Eleitoral Direto (PED), sendo este substituído por formas mais democráticas de participação, e a mudança na política de alianças do PT, defendendo a criação de uma frente de esquerda.[18]

No dia 28 de março de 2017, o Movimento Muda PT, reunido em Brasília, lançou o manifesto Lula presidente do Brasil, Lindberg presidente do PT,[20] lançando oficialmente a candidatura do senador Lindberg Farias à presidência da legenda. Em entrevista concedida ao blogue Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim, o senador disse que lançou sua candidatura em contraproposta à grupos da CNB que reivindicavam Lula como presidente nacional da legenda, afirmando que este precisa se dispor à disputa pela presidência do Brasil como a alternativa da esquerda.[21]

Tendências extintas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e Bertoni, Estêvão (17 de outubro de 2016). «Como a crise política atinge a estrutura interna do PT». Nexo Jornal. Consultado em 2 de junho de 2017 
  2. «Construindo um Novo Brasil - Quem somos». Consultado em 5 de abril de 2017. Arquivado do original em 19 de agosto de 2014 
  3. Menegozzo et al (2009)
  4. Menegozzo (2008), Viana (1991), Silva (1987)
  5. Silva (1987)
  6. Silva (1987 e 2000), Azevedo (1995)
  7. Azevedo (1995), Silva (1998)
  8. Silva (1998), Coelho (2005), Singer (2009 e 2012)
  9. ELEIÇÕES: REPENSANDO CAMINHOS Ivo Tonet
  10. Coelho (2005)
  11. Construindo um Novo Brasil, acesso em 31 de março de 2017, às 11:30 UTC-03:00.
  12. "As origens das tendências do PT", por Rudá Ricci, disponível em http://www.rudaricci.com.br/origens-das-tendencias-pt/
  13. O PT e a nova esquerda
  14. "As origens das tendências do PT", por Rudá Ricci, disponível em http://www.rudaricci.com.br/origens-das-tendencias-pt/
  15. "Por renovação na direção do partido, movimento 'Muda PT' se reúne em Brasília", publicado no jornal O Estado de São Paulo em 3 de dezembro de 2016, disponível em http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,por-renovacao-na-direcao-do-partido-movimento-muda-pt-se-reune-em-brasilia,10000092358
  16. Convocação ao Encontro Nacional dos Militantes que Querem Mudar o PT, publicado no site do Movimento Muda PT em 6 de dezembro de 2016, disponível em https://medium.com/muda-pt/encontro-nacional-de-militantes-que-querem-mudar-o-pt-838a95364cc0
  17. Convocação à Plenária Estadual do Muda PT Rio Grande do Norte, publicado no site do Movimento Muda PT em 12 de dezembro de 2016, disponível em https://medium.com/muda-pt/plen%C3%A1ria-estadual-muda-pt-rio-grande-do-norte-5b87a56807a
  18. a b "Carta de Brasília: Mudar o PT é Urgente!", publicada em 4 de dezembro de 2016 pela Agência PT, disponível em http://www.pt.org.br/carta-de-brasilia-mudar-o-pt-e-urgente-muda-pt/
  19. "PT-RS pede realização imediata de congresso para escolher nova direção nacional do partido", publicado no jornal O Estado de São Paulo em 28 de outubro de 2016, disponível em http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,pt-rs-pede-realizacao-imediata-de-congresso-para-escolher-nova-direcao-nacional-do-partido,10000084979
  20. "Muda PT lança manifesto 'Lula presidente do Brasil, Lindbergh presidente do PT' ", publicado em 29 de março de 2017 no site do deputado federal Waldenor, disponível em http://site.waldenor.com.br/noticias_materia_int.aspx?id=878
  21. Entrevista concedida à Paulo Henrique Amorim, disponível em https://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/por-que-lindbergh-e-candidato-a-presidente-do-pt

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • AMARAL, Oswaldo E. do. A estrela não é mais vermelha: as mudanças do programa petista nos anos 1990. São Paulo, Garçoni, 2003.
  • ANGELO, Vitor Amorim de. A trajetória da Democracia Socialista: da fundação ao PT. São Carlos: EdUFSCar/FAPESP, 2008.
  • AZEVEDO, Clovis Bueno de. A estrela partida ao meio: ambiguidades do pensamento petista. São Paulo: Entrelinhas, 1995.
  • COELHO, Eurelino. Uma esquerda para o capital: crise do marxismo e mudanças nos projetos políticos dos grupos dirigentes do PT (1979-1998). Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal Fluminense, UFF, 2005.
  • GADOTTI, M.; Pereira, O. Pra que PT: Origem, Projeto e Consolidação do Partido dos Trabalhadores. São Paulo, Cortez, 1989.
  • KECK, Margareth E. PT: a lógica da diferença - o Partido dos Trabalhadores na construção da democracia brasileira. São Paulo, Ática, 1991.
  • MENEGOZZO, Carlos Henrique Metidieri. Articulação. In: FERREIRA, M. M.; FORTES, A. (Org.). Muitos Caminhos, uma estrela: memórias de militantes do PT. 1 ed. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2008, p. 415.
  • MENEGOZZO, C H M; MACIEL, A F; SILVA, P R; RAMIRES, M F; GÓES, W L. Centro Sérgio Buarque de Holanda: Guia de Acervo. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2009. 248 p.
  • VIANA, Gilney Amorim. A revolta dos bagrinhos. Belo Horizonte: Segrac, 1991.
  • SILVA, Antônio Ozaí da. História das tendências no Brasil: Origens, cisões e propostas. São Paulo: DAG, [1987].
  • SILVA, Antônio Ozaí da. Os partidos, tendências e organizações marxistas no Brasil (1987-1994): permanências e descontinuidades. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), 1998.
  • SILVA, Antônio Ozaí da. Trabalho e política: ruptura e tradição na organização política dos trabalhadores - uma análise das origens e evolução da Tendência Articulação – PT. In: PRIORI, Angelo. (Org.) O Mundo do Trabalho e a Política. Maringá: Eduem, 2000, pp. 183–226.
  • SILVA, Antônio Ozaí da. Trabalho e política: ruptura e tradição na organização política dos trabalhadores - uma análise das origens e evolução da Tendência Articulação – PT. Revista Espaço Acadêmico, a. 2, n. 22, mar. 2003.
  • SINGER, André. Raizes sociais e ideológicas do lulismo. Revista Novos Estudos CEBRAP, n. 85, nov. 2009.
  • SINGER, André. Os sentidos do lulismo: reforma gradual e pacto conservador. São Paulo: Cia. das Letras, 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]