Pietro Badoglio

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Pietro Badoglio
Presidente do Conselho de Ministros da Itália
Período 25 de julho de 1943
a 8 de junho de 1944
Monarca Vítor Emanuel III
Antecessor(a) Benito Mussolini
Sucessor(a) Ivanoe Bonomi
Ministro de Questões Estrangeiras
Período 11 de fevereiro de 1944
a 8 de junho de 1944
Presidente do Conselho Ele mesmo
Antecessor(a) Raffaele Guariglia
Sucessor(a) Ivanoe Bonomi
Ministro da Itália Africana
Período 11 de fevereiro de 1944
a 8 de junho de 1944
Presidente do Conselho Ele mesmo
Antecessor(a) Melchiade Gabba
Sucessor(a) Ivanoe Bonomi
Governador-Geral da África Oriental Italiana
Vice-Rei da Etiópia
Período 9 de maio de 1936
a 11 de junho de 1936
Monarca Vítor Emanuel III
Sucessor(a) Rodolfo Graziani
Governador da Eritreia
Período 22 de novembro de 1935
a 9 de maio de 1936
Monarca Vítor Emanuel III
Antecessor(a) Emilio De Bono
Sucessor(a) Alfredo Guzzoni
Governador de Tripolitania e Cirenaica
Período 24 de janeiro de 1929
a 31 de dezembro de 1933
Monarca Vítor Emanuel III
Antecessor(a) Emilio De Bono (Tripolitania)
Attilio Teruzzi (Cirenaica)
Sucessor(a) Italo Balbo
Dados pessoais
Nascimento 28 de setembro de 1871
Grazzano Monferrato, Piemonte, Itália
Morte 1 de novembro de 1956 (85 anos)
Grazzano Badoglio, Piemonte, Itália
Progenitores Mãe: Antonietta Pittarelli
Pai: Mario Badoglio
Alma mater Real Academia Militar
Esposa Sofia Valania (1884–1942)
Partido Independente
Serviço militar
Lealdade  Itália
Serviço/ramo Exército Real Italiano
Anos de serviço 1892–1943
Graduação Marechal da Itália
Conflitos Primeira Guerra Ítalo-Etíope
Guerra Ítalo-Turca
Primeira Guerra Mundial
Pacificação da Líbia
Segunda Guerra Ítalo-Etíope
Segunda Guerra Mundial
Condecorações Ordem Suprema da Santíssima Anunciação
Ordem dos Santos Maurício e Lázaro
Ordem da Coroa da Itália
Ordem Militar de Saboia
e outras

Pietro Badoglio, 1º Duque de Adis Abeba, 1º Marquês de Sabotino (Grazzano Monferrato, 28 de setembro de 1871Grazzano Badoglio, 1 de novembro de 1956) foi um militar e político italiano.

Badoglio lutou na Primeira Guerra Mundial e esteve envolvido na desastrosa batalha de Caporetto. Inicialmente se opôs aos fascistas, mas depois aliou-se a eles e, em 1922, foi designado embaixador para o Brasil. Em fins de 1936, substituiu Emilio De Bono como comandante das forças italianas durante a invasão da Etiópia, onde ordenou o uso de gás venenoso contra os etíopes.[1]

Assumiu o cargo de chefe de Estado-Maior Geral das Forças Armadas.[2] Não era um entusiasta da aliança militar com a Alemanha Nazista e desaconselhou a guerra, que Mussolini mesmo assim declarou em 10 de junho de 1940. Após os insucessos militares italianos na África e na Grécia, Badoglio deixou o cargo em dezembro daquele ano, sendo sucedido pelo general Ugo Cavallero. Em 1943, após o Grande Conselho Fascista votar pela deposição de Benito Mussolini, Badoglio assumiu a chefia do governo provisório como primeiro-ministro da Itália. Tratou rapidamente de negociar a paz com os Aliados, conseguindo-a através do Armistício de 8 de setembro de 1943.

Ocupa a chefia do governo até 18 de junho de 1944, passando o cargo para Ivanoe Bonomi. Após a guerra, retirou-se da vida pública. Faleceu em novembro de 1956.

Referências

  1. Westwell, Ian, WORLD WAR II COMMANDERS (título original), COMPEDIUM (editora original), 2008, ISBN 978-1-906347-31-4, pág 18 | referencia apenas os sítios onde lutou
  2. Westwell, Ian, WORLD WAR II COMMANDERS (título original), COMPEDIUM (editora original), 2008, ISBN 978-1-906347-31-4, pág 18
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