Rede Transamérica

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Rede Transamérica
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Transamérica Produções Ltda.
País Brasil
Sede São Paulo, SP
Slogan A sua rádio onde você estiver
Fundação 21 de agosto de 1976 (43 anos)
Fundador Aloysio de Faria
Pertence a Conglomerado Alfa
Proprietário(s) Aloysio de Faria
Outras emissoras
Formato Rede de rádio comercial
Faixa etária Público de 15 a 30+ anos
Idioma Português
Nome(s) anterior(es) Transamérica FM (1976-2000)
Emissoras irmãs TV Transamérica
Aplicativo móvel
Página oficial radiotransamerica.com.br

Rede Transamérica (também chamada de Rede Transamérica de Comunicação) é uma rede de rádio comercial brasileira, com programação voltada ao entretenimento e transmissões esportivas, pertencente ao Conglomerado Alfa. A rede foi estabelecida a partir da inauguração da Transamérica FM de Recife e, posteriormente, da Transamérica FM de Brasília, ambas em 1976.

A Rede Transamérica é considerada atualmente uma das maiores rede de rádios do país.[1] De 1999 a 2019, a rede ficou conhecida pelas vertentes Pop (voltada ao público jovem), Hits (voltada ao segmento popular) e Light (voltada ao segmento adulto contemporâneo). Até então reconhecida pelo formato jovem/pop, a Transamérica Hits se tornou a maior das vertentes e é a rede popular com mais afiliadas. A rede ainda possui a Transamérica Esportes, vertente que cobre esportes e transmissões de futebol em algumas praças.

História[editar | editar código-fonte]

Anúncio publicado no jornal Diário do Paraná em 17 de fevereiro de 1977, divulgando a estreia da Transamérica FM de Curitiba. Outros anúncios semelhantes foram publicados na mesma época para divulgar os lançamentos das demais filiais.

1976-1985: Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

A Rádio Transamérica FM inicia suas atividades no dia 21 de agosto de 1976, com o lançamento da primeira emissora própria no Recife[2][3][4], sendo a primeira FM instalada na capital pernambucana e a primeira da região Nordeste do país.[5] Com a estreia da emissora em Brasília, forma-se a Rede Transamérica de Rádio.

No começo, seu formato era de uma rádio musical adulto-contemporâneo[6], voltada para ouvintes das classes A e B com mais de 25 anos. Os módulos musicais eram compostos por três canções, sendo uma cantada (um sucesso da época), uma música de MPB e outra nostálgica ou orquestrada. Também era produzido o Informativo Transamérica, boletins curtos com informações da área econômica/financeira.[7] Toda a programação era gravada em São Paulo no Estúdio Transamérica (conhecido também por ser espaço principal de gravação de jingles e comerciais, além de LPs de artistas reconhecidos) e enviada através de fitas de rolo para as filiais. Em agosto de 1978, a rede Transamérica FM já era considerada líder em audiência em quase todas as praças (com exceção da Transamérica FM do Rio de Janeiro), com filiais em São Paulo (cabeça de rede) e Curitiba.[7]

A partir de 1979, a Rede Transamérica começou a declinar em audiência, principalmente em função do crescimento do dial FM nas praças em que atuava. Nesta época, trocou a programação musical e passou a se dedicar na dance music.[8][9][10] No começo de 1980, teve seu primeiro atrito com o Ibope quando rompeu com a empresa e pediu para que a emissora fosse retirada de boletins e pesquisas por "discordar dos métodos e sistemas adotados [...] para aferir e informar sobre a audiência das rádios".[11] Nessa época, lançou sua última filial própria em Salvador, na Bahia, e sua rede já contava com emissoras parceiras que recebiam conteúdo produzido pela Transamérica.[12]

1985-1999: Investimento no público jovem e humor[editar | editar código-fonte]

Após implantação gradual, a Rede Transamérica já era segmentada ao público jovem em 1985. Nesta época, a programação gravada deixou de existir e deu espaço para programação local ao vivo em cada praça. Por orientação da rede, os programas deveriam seguir uma linha humorística[13], tornando-se marca registrada da Transamérica o "humor escrachado" e o deboche dos radialistas junto aos ouvintes.[14] Também se popularizaram na época as paródias de canções de sucesso.[15] A mudança teve impacto imediato no público e a audiência cresceu, fazendo com que a rede voltasse a disputar com as principais emissoras.[16][17][18] Apesar do êxito, os locutores da Transamérica eram alvo constante de críticas por conta de piadas consideradas "grosseiras" ou "de gosto duvidoso".[19] Em 1987, a Rede Transamérica passa a adotar identidade visual que marcou a emissora nos anos seguintes (um "T" estilizado na cor vermelha).

Em janeiro de 1990, a Rede Transamérica inicia sua transmissão via satélite e faz seu primeiro investimento em esportes cobrindo a sua primeira Copa do Mundo, usando características e linguagem próprias e contando com seus locutores habituais como narradores das partidas.[20][21] Em 1995, a rede lança uma nova filial em Belo Horizonte, após compra da Scalla FM. Apesar do êxito e do crescimento de afiliadas com a transmissão via satélite, a audiência volta a cair em diversas praças (também impulsionada pelo auge das rádios populares que investiam em axé, samba e pagode), o que motivou a rede a investir em novos gêneros musicais, como o rock nacional.[22] Em 1997, a grade musical passa a adotar o formato atual com uma combinação de vários estilos musicais, como o rock, o reggae, o dance e a música pop.[23]

1999-2019: Divisão em vertentes[editar | editar código-fonte]

No final da década de 1990, a Transamérica implementou uma estratégia de crescimento, com o lançamento de formatos diversificados de programação, transmitidos via satélite para públicos distintos. Com novas possibilidades artísticas, a emissora expandiu sua atuação nacional através do sistema de franquias. Essa estratégia foi tomada por conta da fuga de afiliadas para formatos populares, que iniciaram seu auge a partir desta época. Em 1999, foi lançada a vertente Transamérica Light (de programação adulto-contemporâneo, tendo como primeira emissora a antiga Exclusiva FM de Curitiba[24]). Em 2000 foi lançada oficialmente a Transamérica Pop, contando com emissoras que continuaram com a programação tradicional.[25] Em 5 de junho de 2000, foi lançada a vertente popular Transamérica Hits.[26] Em julho de 2000, o conglomerado fecha a compra do Grupo Exclusiva de Curitiba, incorporando a TV Exclusiva (hoje TV Transamérica), a Exclusiva FM (que já era afiliada à Transamérica Light, tornando-se oficialmente filial) e a Exclusiva Produtora.[27] A emissora também passa a investir mais em esporte e em 2001 lança a Transamérica Esportes, rede responsável pela transmissão de partidas de futebol e programas do gênero.[28] Por não possuir emissoras próprias, a equipe tem espaço na programação de rede em conjunto com a Transamérica Hits e Pop, revezando em alguns momentos com a vertente Light nas jornadas esportivas.[29][30][31] A Transamérica Esportes possui equipes nas emissoras de São Paulo, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Apesar das divisões, a Rede Transamérica continuou por alguns anos a executar canções de ritmos variados em algumas vertentes, como música pop e rock nas versões Hits ou Pop.[32] Em pouco tempo, a Transamérica Hits passou a ser a maior vertente da rede, aumentando o número de afiliados e conseguindo emissoras que estavam com a portadora Pop.[33][34] Em 2006, já era considerada a maior rede de rádio popular do país.[33] Das duas vertentes, a Transamérica Light foi a que mais teve dificuldade para conseguir afiliados e pouco se expandiu pelo país.[35]

A Transamérica transmitiu nas 3 portadoras (Pop, Hits e Light) a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, de 12 de junho a 13 de julho, com os profissionais que são referência no jornalismo esportivo liderados por Eder Luiz e pelo Garotinho José Carlos Araújo. Nos últimos 10 anos a experiência com a marca Transamérica é realizada de forma mais intensa, através do meio digital com destaque para as redes sociais, utilizadas como forma de relacionamento e repercussão de seu conteúdo entre os seguidores.[carece de fontes?]

2019: Mudança de estilo e reunificação[editar | editar código-fonte]

Em junho de 2019, a Rede Transamérica começa a implantar mudanças na programação da portadora Pop, transformando a programação musical e locução num estilo próximo ao adulto-contemporâneo. Em 3 de julho, a rede passou a unificar as portadoras Pop e Hits durante o horário da madrugada (entre 23h e 4h da manhã) com programação musical pop/rock, extinguindo o tradicional Clube da Insônia.[36]

Confirmando um lançamento de uma nova fase em sua programação, a Transamérica dispensou no dia 12 de julho os locutores Gislaine Martins (Gerente Artística) e Ricardo Sam (Coordenador Artístico), que trabalhavam na emissora desde 1997 e eram reconhecidos na portadora Pop.[37] Posteriormente, anunciou Luiz Augusto Alper como coordenador artístico da nova programação.[38] Em 16 de julho, a Transamérica confirma mais mudanças na programação, anunciando a contratação de Pedro Trucão e o fim de programas como Desperta e Esporte de Primeira, além do novo formato definido como "jovem adulto contemporâneo", que segundo a rede tem crescido nos últimos anos.[39]

No dia 22 de julho, a Transamérica confirmou o início da unificação das portadoras Hits e Pop de forma gradativa, retornando a forma de trabalho realizada antes da divisão em portadoras. Também foi confirmada que a nova programação musical será composta de sucessos do rock e pop (nacionais e internacionais), com objetivo atingir e atrair o público que está na faixa entre 25 e 49 anos. O comunicado cita que a unificação e adaptação das emissoras não será de forma abrupta, respeitando "os compromissos comerciais e artísticos assumidos individualmente, por parte das emissoras afiliadas" e que as afiliadas terão prazo máximo de 150 dias, contando a partir de 1.º de agosto.[40] No mesmo dia em que o comunicado foi emitido, a rede também acabou com os programas Transalouca, Conectados e Sarcófago.[41]

Em 5 de agosto, iniciou-se oficialmente os trabalhos da nova Rede Transamérica. A primeira emissora a aderir ao projeto foi a filial de Belo Horizonte, que retornou com o projeto "Pop" após 10 anos como uma emissora popular. A nova programação iniciou oficialmente às 4h da manhã, quando estreou o Trucão com o Pé na Estrada.[42]

Programas[editar | editar código-fonte]

O "Transalouca" foi um programa de humor com mais de vinte anos de história no rádio brasileiro. Era apresentado por Rodrigo Pizcioneri, Fuzil e Francine Piaia, De segunda a sexta, às 13 horas, a atração trazia entrevistas com artistas, notícias, temas apimentados, música e a participação de ouvintes de todo o Brasil.[43] Foi premiado como "Melhor Programa de Variedade de Rádio" na 6ª edição do prêmio AIB (Associação de Imprensa da Barra da Tijuca) no ano de 2010. Angélica Morango, jornalista e DJ que participou da décima edição do Big Brother Brasil, deixou a rádio e o Brasil, depois de 6 anos, depois de participar do programa a partir de 2010. Foi anunciada a extinção do programa no dia 22 de julho de 2019.[carece de fontes?]

O programa "Adrenalina" toca o melhor da dance music atual e existe a cerca de 3 décadas onde sempre algum DJ é convidado para tocar na programação.[carece de fontes?]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Em sua trajetória de sucesso, pelo quarto ano consecutivo a Transamérica recebeu em 2012 mais uma premiação da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), que ressalta a qualidade e diversidade de seu conteúdo. O prêmio foi para o quadro humorístico “Rachando o Bico”, idealizado e interpretado por Alexandre Porpetone.[carece de fontes?]

Em 2011, a emissora se destacou com o “Papo de Craque” na categoria “Melhor programa esportivo”.[carece de fontes?]

Já em 2010, foi a vez do programa “Segunda-Feira Sem Lei”, comandado por Pitty e Daniel Weskler, vencer o prêmio na categoria “Programa Revelação”.[carece de fontes?]

Em 2009, o “Galera Gol” comandado por Thomaz Rafael ganhou o prêmio na categoria “Melhor Programa de Humor”.[carece de fontes?]

Referências

  1. «Atlas de cobertura 2019» (PDF). Transamérica. Consultado em 19 de julho de 2019 
  2. João Alberto (11 de julho de 1976). «Spotlight». Diário de Pernambuco. p. 3. Consultado em 19 de julho de 2019 
  3. «ANTÔNIO Lira [...]». Diário de Pernambuco. 15 de agosto de 1976. p. 13. Consultado em 19 de julho de 2019 
  4. «Rádio é inaugurada por Quandt». Diário de Pernambuco. 22 de agosto de 1976. p. 1. Consultado em 19 de julho de 2019 
  5. OLIVEIRA, Sheila Borges de (2011). «O rádio na Região Metropolitana do Recife: do jornalismo à evangelização» (PDF). Recife. Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (em português brasileiro): 1-14. Consultado em 13 de maio de 2017 
  6. «Preço do aço leva ACP a reunir comerciantes». Diário de Pernambuco. 2 de maio de 1976. p. 12. Consultado em 19 de julho de 2019 
  7. a b Silvia Dias de Souza (27 de agosto de 1978). «No ar». Diário do Paraná. p. 5. Consultado em 24 de julho de 2019 
  8. Paulo Fernando Craveiro (22 de maio de 1979). «Meia hora». Diário de Pernambuco. p. A6. Consultado em 19 de julho de 2019 
  9. «O som estrangeiro (Cartas à Redação)». Diário de Pernambuco. 26 de julho de 1979. p. A6. Consultado em 19 de julho de 2019 
  10. «E a nossa música? (Cartas à Redação)». Diário de Pernambuco. 27 de julho de 1979. p. A10. Consultado em 19 de julho de 2019 
  11. Marcia Brito; Marcio Ehrlich (11 de janeiro de 1980). «Brainstorming (A Rádio Transamérica rompeu com o Ibope...)». Tribuna da Imprensa. p. 11. Consultado em 6 de agosto de 2019 
  12. «Anúncio "The Big Apple Show"». Jornal do Brasil. 23 de maio de 1980. p. 1. Consultado em 6 de agosto de 2019 
  13. Luiz Antonio Mello (17 de dezembro de 1985). «Uma virada no mercado de música jovem». Jornal do Brasil. Consultado em 24 de julho de 2019 
  14. «Adriana Riemer, a "sonhóloga" Erotildes Durão». Jornal do Commercio. 22 de dezembro de 1985. p. 5. Consultado em 25 de julho de 2019 
  15. «A baranga do Piu-Piu». Jornal do Brasil. 1 de maio de 1988. Consultado em 6 de agosto de 2019 
  16. Luiz Antonio Mello (14 de abril de 1989). «Radialista faz sucesso mentindo». Jornal do Brasil. p. 12. Consultado em 25 de julho de 2019 
  17. Suzane Tavares Veloso (20 de abril de 1986). «No ar, o que as FMs não falam». Jornal do Commercio. p. 1. Consultado em 25 de julho de 2019 
  18. Paulo Ricardo Moreira (20 de abril de 1989). «Um grito parado no ar». Tribuna da Imprensa. p. 3. Consultado em 25 de julho de 2019 
  19. João Hertz (22 de fevereiro de 1986). «Humorismo (Coluna Sintonizando)». Jornal dos Sports. p. 8. Consultado em 6 de agosto de 2019 
  20. «Transamérica parodia Titãs e goza a seleção». Folha de S.Paulo. 30 de junho de 1990. p. E-3. Consultado em 20 de julho de 2019 
  21. Paulo Ricardo Moreira (22 de junho de 1990). «FMs entram no embalo da Copa». Tribuna da Imprensa. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  22. Marcel Plasse (5 de junho de 1995). «Transamérica FM troca dance pelo rock de Green Day e Elastica». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de julho de 2019 
  23. Alex Periscinoto (28 de julho de 1997). «Na Transamérica, o ouvinte é "o crítico"». Folha de S.Paulo. Consultado em 20 de julho de 2019 
  24. Reinaldo Bessa (1 de maio de 1999). «Não vendeu». Folha de Londrina. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  25. Daniel Starck (2 de agosto de 2011). «Exclusivo: Transamérica Light deixa o interior de Minas Gerais». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  26. Daniel Castro (9 de junho de 2000). «Jovem Pan e Transamérica lançam canais». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  27. Daniel Castro (9 de julho de 2000). «Transamérica compra TV e vai concorrer com a MTV». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  28. Carlos Massaro (8 de abril de 2016). «Transamérica lança campanha para comemorar os 15 anos da "Transamérica Esportes"». Tudo Rádio. Consultado em 23 de janeiro de 2017 
  29. Daniel Starck (29 de dezembro de 2007). «Transamérica Esportes prepara transmissão para 2008». Tudo Rádio. Consultado em 23 de janeiro de 2017 
  30. Carlos Massaro (8 de abril de 2016). «Transamérica lança campanha para comemorar os 15 anos da "Transamérica Esportes"». Tudo Rádio. Consultado em 23 de janeiro de 2017 
  31. Daniel Starck (15 de junho de 2007). «Mais esportes na grade da Transamérica». Tudo Rádio. Consultado em 23 de janeiro de 2017 
  32. Magaly Prado (23 de dezembro de 2000). «Pensata». Folha Online. Consultado em 23 de janeiro de 2017 
  33. a b «Rádio Transamérica Hits muda coordenador artístico». Folha Online. 21 de fevereiro de 2006. Consultado em 23 de janeiro de 2017 
  34. Magaly Prado (25 de agosto de 2001). «Scalla FM fora do ar aborrece ouvintes». Folha de S.Paulo. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  35. Daniel Starck (30 de março de 2009). «Transamérica Light completa 10 anos». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  36. Daniel Starck (4 de julho de 2019). «Transamérica unifica grade de programação das portadoras Pop e Hits a partir das 23h». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  37. Carlos Massaro (12 de julho de 2019). «Ricardo Sam e Gislaine Martins deixam a equipe da Transamérica em São Paulo». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  38. Daniel Starck (15 de julho de 2019). «Luiz Augusto Alper assume a direção artística da Rede Transamérica a partir da próxima quarta-feira (17)». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  39. Daniel Starck (16 de julho de 2019). «Transamérica confirma Pedro Trucão, alinhamento de sua grade musical e mudanças na grade». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  40. Daniel Starck (23 de julho de 2019). «Em comunicado, Transamérica confirma unificação gradativa das portadoras Pop e Hits». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  41. Amanda Schnaider (31 de julho de 2019). «Rede Transamérica unifica programação nacional». Meio&Mensagem. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  42. Daniel Starck (5 de agosto de 2019). «Transamérica altera nesta segunda-feira (5) o formato de sua emissora em Belo Horizonte». Tudo Rádio. Consultado em 7 de agosto de 2019 
  43. Magaly Prado (3 de agosto de 2001). «Transalouca da rede Transamérica muda de cara». Folha Online. Consultado em 23 de janeiro de 2017 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]