Black Ice
| Black Ice | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio por AC/DC | |||||
| Lançamento | 17 de Outubro de 2008 | ||||
| Gravação | Março-Abril de 2008, em Vancouver | ||||
| Gênero(s) | Hard rock Heavy metal |
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| Duração | 55:39 | ||||
| Idioma | inglês | ||||
| Gravadora(s) | Columbia | ||||
| Opiniões da crítica | |||||
| Cronologia de AC/DC | |||||
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Black Ice é o décimo sexto álbum de estúdio da banda de rock Australiana AC/DC, produzido por Brendan O'Brien e lançado entre os dias de 17 e 22 de outubro de 2008.
O AC/DC começou a trabalhar com o novo álbum em janeiro de 2006, o trabalho com o novo álbum foi adiado devido a uma lesão com baixista Cliff Williams e também devido a troca de gravadoras da Columbia Records para a Sony Music. Até hoje, o álbum já vendeu mais de 6,5 milhões de cópias.[10]
O álbum foi gravado no The Warehouse Studio em Vancouver, Canadá, o mesmo estúdio em que foi gravado seu álbum anterior Stiff Upper Lip. Esse é o primeiro álbum da banda depois de Stiff Upper Lip, lançado em 2000, e marca o fim de um intervalo de 8 anos sem novos trabalhos na banda (o maior intervalo de lançamento entre um álbum e outro).
Black Ice vendeu cerca de 1,762,000 unidades em sua primeira semana, o álbum foi número um em 29 países diferentes incluindo Austrália, o Reino Unido e Estados Unidos,ele também ganhou disco de ouro em 4 países,entre eles Brasil. Na sua primeira semana, ele vendeu 784.000 exemplares apenas nos Estados Unidos, com esse álbum a banda já recebeu três certificados de platina na Austrália e vendendo mais de 110,000 copias no Reino Unido.
Black Ice tem sido anunciado como a maior estreia de um álbum de hard rock da historia. Atualmente Black Ice já vendeu mais de 4 milhões de cópias na Austrália e mais de 2 milhões nos Estados Unidos. Black Ice foi o álbum mais vendido no Canadá no ano de 2008. O álbum é considerado o 2º melhor álbum do AC/DC, ficando atrás apenas do álbum "Back In Black", lançado em 1980. Um apoio ao álbum é a turnê mundial Black Ice World Tour.
Índice |
[editar] Produção
Black Ice marca o décimo sexto album do AC/DC na Austrália, e o décimo quinto com lançamento internacional. Após o término da turnê do álbum Stiff Upper Lip em 2001, a banda decidiu descansar, só retomando as atividades em 2003, com oito shows que incluíram a introdução do AC/DC no Rock and Roll Hall of Fame, e abrir três shows para The Rolling Stones em sua turnê A Bigger Bang Tour.[11] Nesses dois anos, os irmãos guitarristas Angus Young e Malcolm Young compuseram separadamente, para em seguida se encontrar num estúdio em Londres para trabalhar em novas canções.[12]
A produção de Black Ice foi atrasada por diversos fatores. AC/DC abandonou sua velha gravadora Atlantic Records para assinar um contrato com a Sony Music,[13] e depois mudou de selo dentro da Sony, da Epic Records para a Columbia Records.[14][15] O baixista Cliff Williams sofreu um acidente que machucou sua mão direita em 2005, e passou 18 meses sem poder tocar.[16] Durante a recuperação de Williams, os irmãos Young foram aperfeiçoando as canções que haviam escrito.[17] Angus revelou que não havia pressão da Sony para que o grupo lançasse seu album, já que a gravadora colocava no mercado DVDs e remasterizações dos álbuns do AC/DC, e assim a banda "podia se sentar e dizer que faria o álbum assim que tivesse tudo pronto."[12] Em uma entrevista de 2004, o vocalista Brian Johnson disse que Angus havia composto riffs mais pesados que em Stiff Upper Lip, bem como que Johnson escreveria as letras das músicas pela primeira vez desde o álbum de 1988 Blow Up Your Video,[18] mas todas as faixas de Black Ice foram creditadas aos Youngs.[1] Em Janeiro de 2006, Malcolm revelou em uma entrevista que a banda estava trabalhando em um novo álbum.[14]
Apesar do produtor Robert John “Mutt” Lange ter expressado interesse em voltar a trabalhar com o AC/DC, um conflito de agendas impediu-o.[19] Quando os Young ligaram para o presidente da Columbia Records, Steve Barnett, e anunciar que fariam um novo álbum, Barnett recomendou o produtor Brendan O'Brien.[15] Angus declarou que a banda considerou O’Brien desde os anos 90 porque “parecia-nos um profissional competentíssimo” e adicionou de que sua contratação foi relacionado à banda querer um produtor com quem ainda tivesse trabalhado.[19]
Em 3 de Março de 2008, as gravações começaram no The Warehouse Studio em Vancouver, British Columbia - o mesmo estúdio onde foi produzido Stiff Upper Lip -[20] e duraram oito semanas.[21] O engenheiro Mike Fraser, responsável pela mixagem de todos os álbuns do AC/DC desde The Razors Edge, disse que as gravações foram em grupos de três canções para "manter as coisas interessantes" e evitar que as sessões ficassem longas demais. Segundo Fraser, a banda não ensaiou as músicas antes de entrar no estúdio.[20] Tirando "algumas mudanças na composição, melhorar um pouquinho os refrões" durante as gravações, as composições estavam praticamente completas.[22] Ainda assim, os irmãos Young tinham novas ideias durante a produção, incluindo a canção "Anything Goes", escrita praticamente no fim das gravações.[23] As canções foram em sua maior parte gravadas ao vivo no estúdio, com os instrumentos e vocais de apoio na sala de gravação e os vocais na sala de controle e uma cabine de isolamento. As performances foram gravadas analogicamente, já que Fraser considera que fita magnética possui “o som do rock & roll”, e depois digitalizadas para mixagem e overdubs. Fraser tentou não alterar as gravações originais – "Usei o Pro-Tools puramente como gravador de fita” – sem efeitos no baixo e guitarra rítmica, delay e reverberação esparsos nos vocais e outros instrumentos, e overdubs apenas na guitarra base e vocais.[20]
A banda tinha pensado no título "Runaway Train" - Malcolm chegou a escolher uma foto de um desastre de trem para a capa, mas desistiu quando soube que a banda Mr. Big já havia usado no disco Lean into It -[24] mas Angus declarou que desistiram porque este nome já havia sido usado em composições de Elton John, Eric Clapton, e Tom Petty, entre outros, "e queríamos algo único, inédito, diferente". Então Angus sugeriu Black Ice, vindo da música homônima que surgiu enquanto o guitarrista dirigia para casa na Escócia e ouviu no rádio um aviso de gelo negro na estrada.[19]
[editar] Composição
"A música do AC/DC que eu mais me lembro é a de Highway to Hell e Back in Black, que vejo como canções pop feitas de uma maneira feroz. Angus e Malcolm estavam compondo canções com muitos ‘ganchos’ e meu único trabalho era fazer um disco que fizesse as pessoas dizerem ‘Senti falta do AC/DC, e estou feliz que eles voltaram.’"
Com Black Ice, Brendan O'Brien tentou recapturar o som roqueiro dos primeiros trabalhos do grupo em álbuns como Highway to Hell e Dirty Deeds Done Dirt Cheap. Ele considerou os dois discos anteriores, Ballbreaker e Stiff Upper Lip, como mais orientados para o blues.[25] O'Brien encorajou a banda a empatizar o "lado melódico e de ‘ganchos’" das composições, algo que Angus elogiou por se considerar alguém que "nunca foi muito bom com harmonias".[26] Mike Fraser declarou que a banda visava "algo em torno da época do The Razors Edge, material um pouco mais animado."[21] O'Brien fez sugestões sobre a performance da banda, fazendo Angus tocar slide guitar em "Stormy May Day",[26] e pedindo a Johnson para trocar os gritos por algum "soul crooning", como ele era cantor de soul e tinha o que precisava. Johnson se preocupou se o resto da banda pensaria que isso não encaixava com seu estilo pesado de rock and roll, mas o grupo foi bem receptivo.[13] O estilo exigente de canto fez com que Johnson só gravasse vocais uma hora por dia.[17] A parte rítmica continuou a estrutura básica do AC/DC, com Cliff Williams tocando linhas de baixo baseadas em colcheias,[7] e a bateria de Phil Rudd em um constante compasso 4/4 baseado em caixa, bumbo e chimbau. Ambos expressaram contentamento em seus papeis na banda; Rudd declarou que "Não estou reprimindo habilidades. Muitos bateristas tem medo de tentar o que faço", e Williams admitiu que ele toca "basicamente a mesma coisa em toda música, a maior parte do tempo", mas acrescentou que “na música do AC/DC, a canção é mais importante que a parte de cada indivíduo nela".[27]
Angus disse que durante a composição com Malcolm tentaram trocar ideias para que todas as faixas "trabalhassem juntas" para formar um album completo.[29] Com 15 canções que somam 55 minutos,[7] Black Ice é o mais longo dos álbuns do AC/DC.[30] Malcolm declarou que "cerca de 60 ou 70 ideias de canções" foram desenvolvidas,[21] mas Angus constou que a maioria foi descartada por não ser "representativa de como nós somos".[31] A maioria das faixas trata sobre o próprio rock and roll – Angus disse que "Certas canções simplesmente ganham vida quando você acrescenta essa frase".[23] Outros temas ainda serviram de inspiração. "Money Made" critica como, segundo Angus, nos EUA "tudo é sobre dinheiro hoje em dia".[23] "War Machine" foi baseada em um documentário sobre Aníbal, que levou à conclusão que os exércitos não mudaram desde a Roma Antiga.[32][33] "Wheels" conta sobre a paixão de Johnson por veículos de corrida.[32] O cantor descreveu o album como "o melhor que já fizemos", sentindo que apesar de Back in Black ser ótimo para seu tempo, Black Ice expunha a "versatilidade" do grupo.[13] e Angus também afirmou que admirava a diversidade do álbum, que é "suficientemente variado para agradar pessoas em diferentes estados de espírito".[19]
[editar] Lançamento e promoção
Em 15 de Agosto de 2008, a revista Rolling Stone anunciou que o novo album do AC/DC se chamaria Black Ice e teria 15 faixas.[34] No mesmo dia, a banda filmou em Londres o videoclipe para o primeiro single, "Rock 'n' Roll Train".[35] Três dias depois, Columbia Records anunciou o lançamento de Black Ice para 20 de Outubro nos EUA, disponabilizando as pré-vendas.[36][37] "Rock 'n' Roll Train" foi lançado em 28 de Agosto,[35] e "Big Jack" e "Anything Goes" seguiram como singles em alguns mercados.[38] A faixa "Spoilin' For a Fight" foi usada pela World Wrestling Entertainment como tema em seu evento 2008 Survivor Series,[39] e "War Machine" foi mais tarde incluída na trilha sonora de Iron Man 2.[40]
O CD também teve uma versão deluxe com capa dura e um encarte de 30 páginas com ilustrações e fotos exclusivas, bem como letras das canções.[41] Uma edição limitada em uma caixa de metal com o CD, um livreto de 20 páginas, um DVD com o clipe de "Rock 'n' Roll Train" e um documentário making of de sua produção, uma bandeira do AC/DC, cinco adesivos e uma palheta Gibson foi lançado na Alemanha e no Reino Unido em Dezembro.[42][43] Black Ice teve também um LP duplo em discos de vinil de 180 gramas, com um encarte pesado com arte com logo em vermelho. O LP foi vendido no site official e lojas de discos independents nos EUA.[44] Um número desconhecido de cópias do vinil teve erros de prensagem, com o lado 1B tendo faixas do álbum do The Clash Live At Shea Stadium.[38] Black Ice não foi lançado digitalmente, pois a banda se recusa a lançar suas faixas separadas. Angus declarou que "Se estivéssemos no iTunes, sabemos que uma certa porcentagem de pessoas apenas baixariam duas ou três faixas do album – e não achamos que isso nos representa musicalmente."[45] O disco porém foi vazado online duas semanas antes do lançamento.[46] Rumores se espalharam que a Sony Music tentou conter o vazamento espalhando faixas falsas nos sites peer-to-peer.[47]
Na América do Norte, a banda fechou um contrato de exclusividade para as vendas de Black Ice' com o Walmart, mas algumas lojas independents conseguiram cópias por meio de importação.[48] Angus declarou que a cadeia de supermercados foi escolhida por ser a maior revendedora de música em formatos físicos dos EUA, o que foi considerado "a melhor alternativa ao iTunes".[29] O Walmart criou mais de 3000 "Rock Again AC/DC Stores" em seus mercados, com stands com álbuns, roupas, o DVD No Bull, o video game AC/DC Live: Rock Band, e produtos de patrocinadores.[49][50] Um dos vice-presidentes da Walmart, Gary Severson, disse que o AC/DC é um dos raros artistas cujos fãs leais permitem expor mais produtos junto com a música.[51] Em Outubro, MTV, Walmart e Columbia criaram "AC/DC Rock Band Stores" em cidades sem mercados Walmart: Los Angeles e a Times Square de Nova York. Caminhões "Black Ice" andaram pelas ruas após o lançamento do album, tocando faixas e fazendo paradas diárias para vender produtos.[52][53] A campanha de Black Ice premiou a agência publicitária Arnold Worldwide como Melhor Atividade Gerando Volume de Marca (Best Activity Generating Brand Volume) pela Marketing Agencies Association,[53] e Melhor Campanha de Varejo (Best Retail/Co-Marketing Campaign) pela revista Promo Magazine.[50]
O AC/DC começou a turnê mundial em promoção ao álbum em 28 de Outubro de 2008 em Wilkes-Barre, Pensilvânia,[54] sendo precedida por um ensaio dois dias antes na mesma cidade. A Black Ice World Tour durou 168 shows em 11 etapas,[55] incluindo um concerto em Lisboa no dia 3 de Junho de 2009,[56] e um em São Paulo em 27 de Novembro do mesmo ano,[57] e se encerrou em Bilbao, Espanha, no dia 28 de Junho de 2010.[55]
O palco foi desenhado por Mark Fisher, que também trabalhou na Stiff Upper Lip World Tour. Inspirado pelo título de trabalho Runaway Train e a faixa "Rock 'n' Roll Train", a peça central era uma locomotiva em tamanho real pesando 3500 kg.[58] Cinco canções de Black Ice foram tocadas ao longo da turnê, "Rock 'n' Roll Train", "Big Jack", "Black Ice", "War Machine", and "Anything Goes".[59] A Black Ice World Tour se tornou a mais lucrativa turnê do AC/DC, com um faturamento total de US$441.6 milhões, o terceiro maior da história (atrás da 360 Tour do U2, e A Bigger Bang Tour dos Rolling Stones).[60] Os três shows em Dezembro 2009 no Estádio Monumental de Núñez em Buenos Aires foram lançados no DVD Live at River Plate em 10 de Maio de 2011.[61] Um livro em edição limitada sobre a turnê, AC/DC Black Ice World Tour 2008–2010, por Matteo Abruzzo, foi publicado na Itália em 2010.[62][63]
[editar] Embalagem
A capa de Black Ice foi desenhada por Joshua Marc Levy, diretor de arte da Columbia e fã de longa data da banda, que se voluntariou entre "várias pessoas na Sony que também almejavam trabalhar nisso".[24] Quatro capas foram disponabilizadas, a regular tendo a logo em vermelho, a versão deluxe em azul, e duas variantes da regular em amarelo e branco.[64] Angus declarou que a decisão de várias capas não pretendia "passar aos fãs a mensagem de que eles precisam ter todas as versões do álbum", afirmando que a maioria dos fãs compraria apenas uma cópia, com a capa que preferisse - "Para mim, isso não é relevante. O que me importa é que os fãs gostem do que escutam. A música é a essência".[19]
Depois de trabalhar em capas com o título de trabalho Runaway Train, Levy entrou de férias e foi viajou com o Pearl Jam em uma turnê norte-americana em 2008. Após um concerto em Washington D.C., Levy teve a ideia de fazer gráficos vetoriais "preto sobre preto", e rascunhou o que se tornaria a arte da versão amarela. A gravadora aprovou e requisitou a Levy duas versões similares, que viraram as capas vermelha e branca. Então durante as sessões de fotografia promocional, Levy produziu a arte da versão deluxe. As faixas do álbum não influenciaram o trabalho de Levy, já que o artista havia ouvido "talvez 5 músicas até o momento", mas ele achou curioso "como tudo que eu desenhei tem a ver com o som da faixa 'Black Ice' que eu nem tinha escutado ainda."[24][65]
Dando entrevista para um site de fãs, Levy comparou o design enigmático a ruas cobertas de gelo negro, que "não é óbvio para o motorista" e demora a ser entendido.[66] O artista disse que já que o disco tinha muitas semelhanças com Back in Black – "Black" no título, capas escuras e "um momento de ressurgimento" do AC/DC com "essências nas raízes da banda" – a capa era "como uma viagem no tempo, e por isso há tantos traços psicodélicos na capa".[24] Apesar de Levy ter achado uma coincidência a arte regular e deluxe se assemelhar a um trem,[65] depois o artista afirmou que tal design seria um trem "que viaja pelo mundo espalhando a máquina de rock".[66] O centro da versão regular, vermelha, tem um relógio atrás do raio da logo do AC/DC, representando uma "explosão temporal", com motivos tribais representando uma tribo especial, os fãs do AC/DC. Asas formam asas sobre o relógio representando “tempo eterno”. Angus aparece sobre o relógio "controlando o tempo" e nos lados emu ma camisa de força para "representar a insanidade do grupo e a força de seu som, a mistura de guitarras que faz você perder a cabeça".[66] Angus aparece em uma roda dentada em uma pose similar à da capa de Stiff Upper Lip por considerar uma imagem boa para a continuidade.[65] Para encaixar no título Black Ice, a imagem foi impressa com laquê e verniz para ganhar uma qualidade parecida com o gelo, e a logo do AC/DC foi recheada de fotos de cristais de gelo.[66] A fotografia promocional, inclusive do encarte, foi feita pelo fotógrafo musical Guido Karp (que viajou com o AC/DC durante a Stiff Upper Lip World Tour)[67] em Agosto de 2008 em Londres.[68]
[editar] Faixas
Todas as canções escritas e compostas por Angus e Malcolm Young.
- "Rock 'n' Roll Train" (4:21)
- "Skies on Fire" (3:34)
- "Big Jack" (3:57)
- "Anything Goes" (3:22)
- "War Machine" (3:09)
- "Smash 'n' Grab" (4:06)
- "Spoilin' for a Fight" (3:17)
- "Wheels" (3:28)
- "Decibel" (3:34)
- "Stormy May Day" (3:10)
- "She Likes Rock 'n' Roll" (3:53)
- "Money Made" (4:15)
- "Rock 'n' Roll Dream" (4:41)
- "Rocking All the Way" (3:22)
- "Black Ice" (3:25)
[editar] Créditos
- AC/DC
- Brian Johnson – vocais
- Angus Young – guitarra solo
- Malcolm Young – guitarra base, vocal de apoio
- Cliff Williams – baixo, vocal de apoio
- Phil Rudd – bateria, percussão
- Produção
- Brendan O'Brien – produção
- Mike Fraser – mixagem
- Eric Mosher – engenheiro assistente
- Billy Bowers – engenheiro adicional
- George Marino – mastering
- Richard Jones, Geoff Banks, Rick St. Pierre – técnicos de equipamento
- Guido Karp – fotografia
- Joshua Marc Levy – direção de arte, design, ilustrações (contém gráficos vetoriais da You Work For Them, LLC)
- Alvin Handwerker (Prager and Fenton LLP) – gerência
[editar] Desempenho nas paradas e certificações
[editar] Edições
| País | Data | Selo | Formato | Nº de Catálogo |
|---|---|---|---|---|
| Europa | 17 de Outubro de 2008[115] | Columbia | CD, LP Duplo | #88697392232 |
| Austrália | 18 de Outubro de 2008[44] | Sony Music | CD | #88697392382 |
| Reino Unido | 20 de Outubro de 2008[116][117] | Columbia | CD, LP Duplo | #88697392232 |
| 1 de Dezembro de 2008[43] | CD (edição limitada em caixa de metal) | #88697417452 | ||
| Estados Unidos | 20 de Outubro de 2008 | Columbia | CD | #88697338292 |
| Japão | 22 October 2008[118] | Sony Music | CD | SICP-2055 |
| Alemanha | 5 de Dezembro de 2008[119] | Columbia | CD (edição limitada em caixa de metal) | #886974174523 |
Notas e referências
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