Rock Hudson

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Rock Hudson
Rock Hudson no filme Assim Caminha a Humanidade, 1956
Nome completo Roy Harold Scherer Jr.
Outros nomes Roy Harold Fitzgerald
Roc Hudson
Nascimento 17 de novembro de 1925
Winnetka, Estados Unidos
Nacionalidade Estados Unidos norte-americano
Morte 2 de outubro de 1985 (59 anos)
Beverly Hills, Califórnia
Estados Unidos
Ocupação Ator
Cônjuge Phyllis Gates (1955 - 1958)
Atividade 1948 - 1985
Prêmios Globo de Ouro
Melhor Ator em Filme Dramático'

Melhor Ator em Filme Dramático' Melhor Ator em Filme Dramático' Melhor Ator em Filme Dramático'

IMDb: (inglês) (português)

Rock Hudson, nascido Roy Harold Scherer Jr. (Winnetka, 17 de Novembro de 1925Beverly Hills, 2 de outubro de 1985),[1] foi um ator norte-americano. Apesar de ter sido amplamente conhecido como um galã nos anos 1950 e 1960, muitas vezes estrelando comédias românticas ao lado de Doris Day, Hudson também é reconhecido por papéis dramáticos em filmes como Assim Caminha a Humanidade e Sublime Obsessão. Nos últimos anos, ele encontrou o sucesso na televisão, estrelando a popular série de mistério Os Detetives e a novela Dynasty.

Hudson foi votado Estrela do Ano, Galã Favorito, e títulos semelhantes por inúmeras revistas de cinema. O ator de 1.96 m. de altura foi uma das estrelas de cinema mais populares e mais conhecidas do seu tempo. Ele completou cerca de 70 filmes e estrelou em várias produções para a televisão durante uma carreira que durou mais de quatro décadas. Hudson faleceu em 1985, tornando-se a primeira grande celebridade a morrer de uma doença relacionada à AIDS.[2]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Hudson nasceu em Winnetka, Illinois, filho único da telefonista Katherine Wood (de descendência inglesa e irlandesa) e do mecânico de automóveis Roy Harold Scherer, Sr. (de descendência alemã e suíça), que abandonou a família no auge da Grande Depressão. Sua mãe se casou novamente e seu padrasto, Wallace "Wally" Fitzgerald, o adotou e mudou seu sobrenome para Fitzgerald. Os anos de Hudson na escola New Trier High School não foram notáveis, embora ele cantasse no coro da escola e fosse lembrado como um garoto tímido que entregava jornais, fazia tarefas, e que trabalhou como caddie de golfe.

Depois de terminar o colegial, ele serviu nas Filipinas como mecânico de aviões para a Marinha dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial.[3] Em 1946, Hudson se mudou para Los Angeles para tentar a carreira de ator e se candidatou no programa de dramaturgia da Universidade do Sul da Califórnia, mas foi rejeitado devido a notas baixas. Ele trabalhou como motorista de caminhão por algum tempo, ansiando por ser ator mas sem sucesso em entrar na indústria cinematográfica. Depois de mandar ao caçador de talentos Henry Willson uma foto sua de 1947, Willson assumiu Hudson como cliente e mudou seu nome para Rock Hudson, apesar de Hudson mais tarde ter admitido que odiava o nome.[3]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Hudson fez sua estréia com um pequeno papel no filme de 1948 da Warner Bros Sangue, Suor e Lágrimas, e foram necessários 38 takes para ele desempenhar corretamente a sua única fala no filme.[4] Hudson foi então treinado em atuação, canto, dança, esgrima, e montagem a cavalo na Universal International, e ele começou a ser destaque em revistas de cinema onde foi promovido (possivelmente devido à sua boa aparência).[3]

Em 1953, ele apareceu em um comercial dos cigarros Camel o qual o mostrava no set do filme Seminole.[5]

Hudson, fotografado com Elizabeth Taylor em Assim Caminha a Humanidade (1956), filme que levou à sua primeira indicação ao Oscar

O sucesso e o reconhecimento vieram em 1954 com Sublime Obsessão, em que Hudson aparecia como um "bad boy" que se redime.[3] O filme recebeu críticas positivas, com a revista Modern Screen Magazine citando Hudson como o ator mais popular do ano. Sua popularidade aumentou com o filme de George Stevens, Assim Caminha a Humanidade (1956). Hudson e seu colega de filme James Dean foram ambos indicados ao Oscar na categoria de Melhor Ator. Na década de 1950, Hudson fez nove filmes com o aclamado diretor e figura paterna Douglas Sirk, com o favorito de Sirk sendo Almas Maculadas (1958).

Após o clamado filme de Richard Brooks Valor (1957) veio a tocante performance no fracasso de bilheteria de Charles Vidor A Farewell to Arms (1957). Para fazer A Farewell to Arms, Hudson teve que recusar o papel que acabou sendo de Marlon Brando em Sayonara, o papel que seria de William Holden em A Ponte do Rio Kwai, e o papel que foi de Charlton Heston em Ben-Hur.[6] A Farewell to Arms recebeu críticas negativas , falhou nas bilheterias e se tornou a última produção de David O. Selznick.[7]

Hudson e Julie Andrews em Minha Adorável Espiã, uma das muitas comédias românticas que ele filmou nos anos 1960s

Hudson embarcou na da década de 1960 em uma onda de comédias românticas. Ele interpretou personagens humorísticos em Confidências à Meia-Noite, a primeira de três atuações lucrativas co-estreladas ​​com Doris Day. Este foi seguido por Volta meu amor, Quando Setembro Vier, Não Me Mandem Flores, Man's Favorite Sport?, Labirinto de Paixões, e Amor à Italiana. Junto com Cary Grant, Hudson foi considerado um dos astros mais bem vestidos de Hollywood, e recebeu Top 10 Stars of the Year, um recorde, oito vezes de 1957-1964. Ele trabalhou fora de sua gênero usual no thriller de ficção científica O Segundo Rosto (1966). O filme fracassou, mas posteriormente ganhou status de cult e a performance de Hudson é frequentemente mencionada como uma de suas melhores.[8] Ele também tentou a sorte no gênero ação com Tobruk (1967) e o thriller de espionagem Estação Polar Zebra (1968 ), um papel pelo qual ele lutou ativamente e que permaneceu como seu favorito. Ele também se envolveu em westerns com Jamais Foram Vencidos (1969).

A popularidade de Hudson nas telonas diminuiu após a década de 1960. Durante os anos 1970 e 1980, ele estrelou em uma série de filmes para TV e séries. Sua série de televisão de maior sucesso foi Os Detetives ao lado de Susan Saint James, a qual foi ao ar de 1971-1977. Hudson fez o papel do comissário de polícia Stewart "Mac" McMillan, com Saint James como sua esposa Sally, e sua química na tela ajudou a tornar o programa um sucesso. Hudson se arriscou e surpreendeu a muitos, fazendo uma incursão bem sucedida no teatro no final de sua carreira, sendo a mais aclamada de suas atuações I Do! I Do! de 1974.

Hudson no papel principal de Embrião (1976), um clássico do horror/ficção cientifica

No início dos anos 1980, após anos de consumo excessivo de álcool e tabagismo, Hudson começou a ter problemas de saúde que resultaram em um ataque cardíaco em novembro de 1981. Uma emergencial quíntupla cirurgia de ponte de safena deixaram de molho Hudson e seu novo programa de TV Operação Devlin por um ano, e o programa foi cancelado em dezembro de 1982 logo após ter ido ao ar pela primeira vez. Hudson se recuperou da cirurgia cardíaca, mas continuou a fumar. Ele, no entanto, continuou a trabalhar fazendo participações em vários filmes de TV. Ele estava com problemas de saúde durante as filmagens do drama de ação O Embaixador, em Israel, durante os meses de inverno naquele país, de 1983 a 1984. dizia-se que ele não se dava bem com sua co-estrela Robert Mitchum, pois Mitchum tinha um sério problema com a bebida e muitas vezes entrava em conflito fora das câmeras com Hudson e outros membros do elenco e da equipe de produção.[9] Durante 1984, enquanto filmava o drama de TV The Vegas Strip Wars, a saúde de Hudson piorou e surgiram rumores de que ele sofria de câncer de fígado (entre outras doenças), por causa de seu rosto e porte cada vez mais magros.

De dezembro de 1984 a abril de 1985, Hudson interpretou um papel recorrente no horário nobre na novela da ABC Dynasty, como Daniel Reece, o par romântico de Krystle Carrington (interpretada por Linda Evans) e pai biológico do personagem Sammy Jo Carrington (Heather Locklear). Enquanto há muito se sabia que ele tinha dificuldade em memorizar falas, o que resultou no uso de cartões com as falas escritas, foi a própria fala de Hudson que visivelmente começou a deteriorar-se em Dynasty. Ele foi originalmente escalado para aparecer na quinta temporada da série; no entanto, devido à progressiva debilitação de sua saúde, seu personagem foi abruptamente retirado do programa e morto fora da tela.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Enquanto a carreira de Hudson estava se desenvolvendo, ele e seu agente Henry Willson mantiveram sua vida pessoal fora das manchetes. Em 1955, a revista Confidential ameaçou publicar uma matéria sobre a vida homossexual secreta de Hudson. Willson parou a divulgação fornecendo informações sobre dois de seus outros clientes.[10] De acordo com alguns colegas, a homossexualidade de Hudson era bem conhecida em Hollywood ao longo de sua carreira,[11] e as ex co-estrelas Elizabeth Taylor e Susan Saint James afirmaram que elas sabiam de sua atividade homossexual, assim como Carol Burnett.

Logo após o incidente com a Confidencial, Hudson se casou com a secretária de Willson Phyllis Gates. Gates mais tarde escreveu que ela namorou Hudson por vários meses, viveu com ele por dois meses antes de sua proposta de casamento surpresa, e casou-se com Hudson por amor e não (como mais tarde foi relatado) para evitar uma exposição da orientação sexual de Hudson.[12] A cobertura da imprensa do casamento citou Hudson como tendo dito: "Quando faço uma lista das minhas bênçãos, o meu casamento está no topo da lista."[nota 1] Gates pediu o divórcio depois de três anos em abril de 1958, citando crueldade mental. Hudson não contestou o divórcio, e Gates recebeu pensão de US$250 semanais, durante 10 anos.[13] Após sua morte por câncer de pulmão em janeiro de 2006, alguns informantes teriam afirmado que ela era, na verdade, lésbica e que se casou com Hudson pelo seu dinheiro, sabendo desde o início de seu relacionamento que ele era gay.[14] Ela nunca se casou novamente.[15]

De acordo com a biografia de 1986 Rock Hudson: História de Sua Vida[nota 2] de Hudson e Sara Davidson, Hudson era muito amigo do romancista norte-americano Armistead Maupin, e seus amantes incluíam Jack Coates (nascido em 1944); Tom Clark (1933-1995), que mais tarde também publicou um livro de memórias sobre Hudson, Rock Hudson: Amigo Meu,[nota 3] e Marc Christian, que mais tarde ganhou uma ação contra o espólio Hudson. Uma lenda urbana diz que Hudson "casou" com Jim Nabors no início dos anos 1970. Não apenas o casamento entre pessoas do mesmo sexo não era reconhecido sob as leis de nenhum dos estados dos E.U.A. na época, como também, ao menos publicamente, ambos Hudson e Nabors (os quais eram homossexuais enrustidos) não foram nada mais do que amigos. De acordo com Hudson, a lenda originou-se com um grupo de "homossexuais de meia-idade que vivem em Huntington Beach" que, como piada, enviou convites para sua confraternização anual. Um ano, o grupo convidou seus membros para testemunhar "o casamento de Rock Hudson e Jim Nabors ", em que Hudson adotaria o sobrenome do personagem mais famoso de Nabors, Gomer Pyle, tornando-se Rock Pyle.[nota 4] A "piada", evidentemente, já havia chego na mídia no início dos anos 1970. Na edição de outubro de 1972 da revista MAD (edição nº 154), um artigo intitulado Quando Assistir Televisão, Pode Ter Certeza Que Você Vai Ver..., a colunista de fofoca 'Rona Boring'[nota 5] afirma: "E não há um grão de verdade no rumor vicioso de que o astro de cinema e TV Rock Heman e o cantor Jim Nelly se casaram secretamente! Rock e Jim são apenas bons amigos! Repito, eles não são casados​​! Eles nem sequer vão namorar firme!"[nota 6] Aqueles que não conseguiram entender a piada espalharam o boato. Como resultado, Hudson e Nabors nunca mais se falaram novamente. Três anos depois, Nabors começaria um relacionamento de longo prazo (que até 2013 permaneceria secreto) com Stan Cadwallader, o homem com quem ele acabaria se casando uma vez que o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado.[16]

Doença e morte[editar | editar código-fonte]

Hudson (à esquerda) com o presidente Ronald Reagan e a primeira-dama Nancy Reagan em um jantar de Estado da Casa Branca, maio de 1984

Desconhecido do público, Hudson tinha sido diagnosticado com HIV em 5 de junho de 1984. Durante a maior parte de 1984 e 1985, Hudson manteve sua doença em segredo, continuando a trabalhar e ao mesmo tempo viajar para a França e outros países em busca de uma cura, ou pelo menos um tratamento para retardar o avanço da doença. Em 16 de julho de 1985, Hudson se juntou à sua velha amiga Doris Day para uma conferência de imprensa para anunciar o lançamento de seu novo programa na TV a cabo Doris Day's Best Friends, no qual Hudson foi filmado visitando o rancho de Day em Carmel, Califórnia poucos dias antes. Sua aparência esquelética e padrão de fala quase incoerente foram tão chocantes que o encontro foi transmitido repetidamente nos noticiários nacionais naquela noite e por vários dias seguintes. Os meios de comunicação especularam sobre a saúde de Hudson.[17] Depois que Hudson teve um colapso no Hotel Ritz em Paris, em 21 de julho, seu agente, Dale Olson, divulgou um comunicado afirmando que Hudson tinha um câncer de fígado inoperável. Olson negou relatos de que Hudson tinha AIDS e disse apenas que ele estava passando por testes para "tudo" no Hospital Americano de Paris.[18]

Em 25 de julho de 1985, a agente de Hudson confirmou que Hudson de fato tinha AIDS e havia sido diagnosticados há mais de um ano atrás.[19] Em outro comunicado à imprensa, um mês depois, Hudson especulou que pudesse ter contraído o HIV através de transfusão de sangue de um doador infectado durante as várias transfusões de sangue que ele recebeu durante sua operação de ponte de safena em novembro de 1981. Ele voou de volta para Los Angeles em 30 de julho. Hudson estava tão fraco que foi removido de maca do Air France Boeing 747 que tinha fretado e no qual ele e seus médicos assistentes eram os únicos passageiros.[20] Ele foi levado de helicóptero para o Centro Médico Ronald Reagan,[21] onde ficou quase um mês passando por mais tratamentos.[22] Ele foi liberado do hospital no final de agosto de 1985 e voltou para sua casa, "O Castelo",[nota 7] em Beverly Hills.

Em 2 de outubro de 1985, Hudson morreu durante o sono devido a complicações relacionadas à AIDS em sua casa em Beverly Hills.[23] Hudson havia solicitado que nenhum funeral fosse realizado. Seu corpo foi cremado horas após sua morte.[24] A revelação da condição soropositiva de Hudson provocou uma generalizada discussão pública sobre sua homossexualidade. Na sua edição de 15 agosto de 1985, a revista People publicou uma história que debatia sua doença no contexto de sua sexualidade. O artigo altamente benevolente continha comentários de famosos colegas do show business como Angie Dickinson, Robert Stack, e Mamie Van Doren, que alegaram que sabiam sobre a homossexualidade de Hudson e expressaram seu apoio a ele.[11] Naquela época, a People tinham uma circulação de mais de 2,8 milhões de cópias,[25] e, como resultado desta e de outras histórias, teorias sobre a homossexualidade de Hudson tornaram-se totalmente público.

A revelação de Hudson teve um impacto imediato sobre a visibilidade da AIDS, e sobre o financiamento da pesquisa médica relacionada com a doença. Entre os ativistas que buscavam desestigmatizar a AIDS e suas vítimas, a revelação de sua própria infecção com a doença de Hudson foi visto como um evento que poderia transformar a percepção do público sobre a AIDS. Logo após o comunidade à imprensa no qual Hudson revelou sua infecção, William M. Hoffman, autor de As Is, uma peça sobre a Aids, que apareceu na Broadway em 1985, declarou: "Se Rock Hudson pode ter, pessoas boas podem ter. É só uma doença, não uma aflição moral."[11] Ao mesmo tempo , Joan Rivers, foi citado como tendo dito: "Dois anos atrás, quando organizei um evento beneficente para a AIDS, não consegui com que nem uma grande estrela sequer comparecesse. ... A confirmação de Rock é uma maneira horrível de trazer a AIDS à atenção do público americano, mas ao fazê-lo, Rock, em sua vida, ajudou milhões no processo. O que Rock fez requer verdadeira coragem."[11] Morgan Fairchild disse que "a morte de Rock Hudson deu à AIDS um rosto."[26] Em um telegrama que Hudson enviou a um evento beneficente de combate à AIDS de Hollywood, Commitment to Life, o qual ocorreu em setembro 1985, e ao qual não compareceu em pessoa por estar muito doente, Hudson disse: "Eu não estou feliz que estou doente. Eu não estou feliz que tenho AIDS. Mas se isso está ajudando outros, eu posso, pelo menos, saber que meu próprio infortúnio teve algum valor positivo."[3]

Pouco depois de sua morte, a revista People relatou: "Desde que Hudson fez o anúncio, mais de US$18 milhões em contribuições privadas (mais que o dobro do valor arrecadado em 1984) foi levantado para apoiar pesquisas sobre a AIDS e para cuidar de vítimas da AIDS (5.523 relatados só em 1985). Poucos dias depois de que Hudson morreu, o Congresso destinou 221 milhões de dólares para desenvolver uma cura para a AIDS."[27] Os organizadores do evento beneficente de Hollywood contra à AIDS, Commitment to Life, relatou que após o anúncio de Hudson que ele sofria com a doença, foi necessário mover o evento para um local maior para acomodar o número de participantes que havia se tornado bem maior.[28]

No entanto, a revelação de Hudson não dissipou imediatamente o estigma da AIDS. Embora o então presidente Ronald Reagan e sua esposa Nancy fossem amigos de Hudson, Reagan, que era visto por alguns como indiferente à doença e seus portadores, não fez nenhuma declaração pública sobre a condição de Hudson.[29] Ao mesmo tempo, em particular, Reagan ligou para Hudson, em seu quarto de hospital em Paris, onde ele estava sendo tratado em julho de 1985, e Nancy Reagan telefonou para o presidente francês François Mitterrand para garantir que Hudson iria receber o melhor cuidado possível.[11] A primeira menção pública de Reagan sobre a doença veio em resposta a perguntas numa conferência de imprensa em 15 Setembro de 1985, quase dois meses depois do anúncio de Hudson. Nessas observações, Reagan chamou a pesquisa médica sobre a AIDS de "prioridade principal." Porém, quando perguntado, "Se você tivesse filhos mais novos, você os mandaria para uma escola com uma criança que tivesse AIDS?", Reagan respondeu equivocadamente: "Feliz que não tenho que encarar esse problema hoje .... Eu posso entender ambos os lados da história."[29] Vários dias depois, Reagan enviou um telegrama ao evento beneficente contra à AIDS Commitment to Life, no qual ele reiterou sua posição de que seu governo faria do combate à propagação da AIDS uma prioridade.[28] No entanto, Reagan não abordou publicamente a AIDS por mais dois longos anos.[30]

Depois que Hudson revelou seu diagnóstico, surgiu uma controvérsia a respeito de sua participação em uma cena do drama de televisão Dynasty em que ele compartilhou um beijo com a atriz Linda Evans em um episódio. Ao filmar a cena, Hudson estava ciente de que tinha AIDS, mas não informou a ela. Alguns acharam que ele deveria ter revelado sua condição a ela previamente.[31] Na época, sabia-se que o vírus estava presente em pequenas quantidades na saliva e nas lágrimas, mas não tinha havido relatos de casos de transmissão por beijo.[32] No entanto, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças havia advertido contra a troca de saliva com membros de grupos percebidos como de alto risco para a AIDS.[27] De acordo com observações apresentadas em agosto de 1985 por Ed Asner, então presidente do Screen Actors Guild, a revelação de Hudson causou incipiente "pânico" dentro da indústria de cinema e televisão. Asner disse que estava ciente de scripts que estavam sendo reescrito para eliminar cenas de beijo.[33] Mais tarde, no mesmo ano, o Guild emitiu regras que exigiam que os atores fossem notificados previamente de qualquer cena de beijo com " boca aberta", e que garantiam que eles poderiam recusar-se a participar de tais cenas sem penalidade.[34] A própria Linda Evans parece não ter ficado braba com Hudson, e pediu para apresentar o segmento do evento beneficente Commitment to Life de 1985 que era dedicado a Hudson.[28]

Legado[editar | editar código-fonte]

Por sua contribuição à indústria cinematográfica, Hudson tem uma estrela na Hollywood Walk of Fame localizada em Hollywood Blvd 6116.[35] Depois de sua morte, Elizabeth Taylor, sua co-estrela no filme Assim Caminha a Humanidade, comprou uma placa de bronze para Hudson no West Hollywood Memorial Walk.[36] Em 2002, uma Golden Palm Star no Palm Springs Walk of Stars foi dedicada a ele. [37]

Processo[editar | editar código-fonte]

Após a morte de Hudson, Marc Christian, ex-amante de Hudson, entrou com um processo contra seu patrimônio em razão da "imposição intencional de sofrimento emocional".[38] Christian afirmou que Hudson continuou a ter relações sexuais com ele até fevereiro de 1985, mais de oito meses depois de Hudson saber que tinha HIV. Embora ele tenha obtido repetidamente resultado negativo para HIV, Christian afirmou que sofreu de "estresse emocional grave" depois de saber através de um noticiário que Hudson tinha morrido de AIDS. Christian também processou o secretário pessoal de Hudson, Mark Miller, em US$10 milhões porque Miller teria mentido para ele sobre a doença de Hudson. Em 1989, um júri concedeu a Christian 21,75 milhões de dólares em danos, mais tarde reduzidos a US$5,5 milhões. Christian morreu de "problemas pulmonares" causados ​​por anos de tabagismo pesado em junho de 2009.[39]

No livro Rock Hudson, Amigo Meu do seu agente Tom Clark, Clark disse que ia ao túmulo acreditando que Hudson adquiriu HIV por transfusões de sangue durante sua emergencial quíntupla cirurgia de ponte de safena em 1981. O livro de Clark caracterizou Christian como "um criminoso, um ladrão, uma pessoa impura, um chantagista, um psicótico, um extorsionário, um falsificador, um perjuro, um mentiroso, um prostituto, um incendiário e um invasor." Christian então processou Clark. Christian estava vivendo na casa de hóspedes depois que Clark, que tinha saído em 1983, voltou para a casa de Hudson em 1985, para cuidar dele, a pedido do assistente de Mark Miller.[40] Em 2010, Robert Parque Mills, o advogado que representava o patrimônio de Hudson contra Christian no tribunal, lançou um livro intitulado Between Rock and a Hard Place: In Defense of Rock Hudson. No livro, Mills discute detalhes do julgamento e também questiona as alegações de Christian contra Hudson.[41]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Filmes[editar | editar código-fonte]

Ano Título Título em português Papel Co-estrelas Diretor Produtora Notas
1948 Fighter Squadron br: Sangue, Suor e Lágrimas
Segundo tenente Edmond O'Brien, Robert Stack e John Rodney Raoul Walsh Warner Bros. Não creditado
1949 Undertow br: Sangue Acusador
Detetive Scott Brady, Peggy Dow e Bruce Bennett William Castle Universal Studios Creditado como Roc Hudson
1950 One Way Street br: Nem o Céu Perdoa
Morotista de caminhão James Mason, Märta Torén e Dan Duryea Hugo Fregonese Universal Studios Não creditado
I Was a Shoplifter br: Larápios
Detetive de loja Mona Freeman, Scott Brady, Charles Drake, Andrea King e Tony Curtis Charles Lamont Universal Studios
Peggy br: Peggy
Johnny "Scat" Mitchell Charles Coburn, Diana Lynn, Barbara Lawrence, Charles Drake e Charlotte Greenwood Frederick de Cordova Universal Studios
Winchester '73 br: Winchester '73
Young Bull James Stewart, Shelley Winters e Stephen McNally Anthony Mann Universal Pictures
The Desert Hawk br: O Gavião do Deserto
Capitão Ras Yvonne De Carlo, Richard Greene e Jackie Gleason Frederick De Cordova Universal International
Shakedown br: Extorsão
Ted Howard Duff, Brian Donlevy, Peggy Dow, Lawrence Tierney, Bruce Bennett e Anne Vernon Joe Pevney Universal International
1951 Tomahawk br: Coração Selvagem
Burt Hanna Van Heflin e Yvonne De Carlo George Sherman Universal International
Air Cadet br: Escola de Bravos
Aluno Stephen McNally, Gail Russell e Richard Long Joseph Pevney Universal International
The Fat Man br: Crime no Circo
Roy Clark J. Scott Smart e Julie London William Castle Universal International
Bright Victory br: Só Resta a Esperança
Dudek Arthur Kennedy e Peggy Dow Mark Robson Universal International
Iron Man br: O Demolidor
Tommy "Speed" O'Keefe (Kosco) Jeff Chandler, Evelyn Keyes e Stephen McNally Joseph Pevney Universal International
1952 Bend of the River br: E o Sangue Semeou a Terra
Trey Wilson James Stewart, Arthur Kennedy e Julie Adams Anthony Mann Universal Studios
Here Come the Nelsons br: A Família do Barulho
Charles E. "Charlie" Jones Ozzie Nelson, Harriet Nelson, David Nelson e Ricky Nelson Frederick de Cordova Universal Studios
Scarlet Angel br: Anjo Escarlate
Capitão Frank Truscott (Panama) Yvonne De Carlo e Richard Denning Sidney Salkow Universal Studios
Has Anybody Seen My Gal? br: Sinfonia Prateada
Dan Stebbins Piper Laurie, Charles Coburn, Gigi Perreau, Lynn Bari e William Reynolds Douglas Sirk Universal Studios
Horizons West br: Império do Pavor
Neil Hammond Robert Ryan e Julie Adams Budd Boetticher Universal Studios
1953 The Lawless Breed br: Bando de Renegados
John Wesley Hardin Julia Adams, Mary Castle, John McIntire e Hugh O'Brian Raoul Walsh Universal Pictures
Seminole br: Seminole
Lance Caldwell Barbara Hale, Anthony Quinn, Richard Carlson e Hugh O'Brian Budd Boetticher Universal Pictures
Sea Devils br: Gigantes em Fúria
Gigantes em Fúria Yvonne De Carlo, Anthony Quinn, Richard Carlson e Hugh O'Brian Budd Boetticher Universal Pictures
The Golden Blade br: A Espada de Damasco
Harun Piper Laurie, Gene Evans, Kathleen Hughes e George Macready Nathan Juran Universal Pictures
Gun Fury br: Irmãos Inimigos
Ben Warren Donna Reed Raoul Walsh Universal Pictures
Back to God's Country br: Choque de Paixões
Peter Keith Marcia Henderson, Steve Cochran, Hugh O'Brian e Chubby Johnson Joseph Pevney Universal Pictures
Beneath the 12-Mile Reef br: Rochedos da Morte
Narrador Robert Wagner e Terry Moore Robert D. Webb 20th Century Fox Não creditado
1954 Taza, Son of Cochise br: Herança Sagrada
Taza Barbara Rush, Gregg Palmer, Bart Roberts, Joe Sawyer, Morris Ankrum e Ian MacDonald Douglas Sirk Universal Pictures
Magnificent Obsession br: Sublime Obsessão
Bob Merrick Jane Wyman e Barbara Rush Douglas Sirk Universal Studios
Bengal Brigade br: Rifles Para Bengala
Capt. Jeffrey Claybourne Arlene Dahl, Ursula Thiess, Torin Thatcher, Arnold Moss e Daniel O'Herlihy Laslo Benedek Universal Studios
1955 Captain Lightfoot br: Sangue Rebelde
Michael Martin Barbara Rush e Jeff Morrow Douglas Sirk Universal Pictures
One Desire br: Seu Único Desejo
Clint Saunders Anne Baxter e Julie Adams Jerry Hopper Universal Pictures
All That Heaven Allows br: Tudo o Que o Céu Permite
Ron Kirby Jane Wyman, Agnes Moorehead, Conrad Nagel e Virginia Grey Douglas Sirk Universal Pictures
1956 Never Say Goodbye br: Nunca Deixei de Te Amar
Dr. Michael Parker Cornell Borchers, George Sanders, Ray Collins, David Janssen e Shelley Fabares Jerry Hopper Universal Pictures
Giant br: Assim Caminha a Humanidade
Jordan "Bick" Benedict, Jr. Elizabeth Taylor, James Dean e Carroll Baker George Stevens Warner Bros. Indicado - Oscar de melhor ator
Written on the Wind br: Palavras ao Vento
Mitch Wayne Lauren Bacall, Robert Stack e Dorothy Malone Douglas Sirk Universal Pictures
1955 Captain Lightfoot br: Sangue Rebelde
Michael Martin Barbara Rush e Jeff Morrow Douglas Sirk Universal Pictures
One Desire br: Seu Único Desejo
Clint Saunders Anne Baxter e Julie Adams Jerry Hopper Universal Pictures
All That Heaven Allows br: Tudo o Que o Céu Permite
Ron Kirby Jane Wyman, Agnes Moorehead, Conrad Nagel e Virginia Grey Douglas Sirk Universal Pictures
1957 Battle Hymn br: Hino de uma Consciência
Cel. Dean Hess Martha Hyer, Dan Duryea, Don DeFore, Anna Kashfi, Jock Mahoney e Carl Benton Reid Douglas Sirk Universal Pictures
Something of Value br: Sangue Sobre a Terra
Peter Dana Wynter, Sidney Poitier, Wendy Hiller, Juano Hernandez, William Marshall e Carroll Baker Richard Brooks MGM
The Tarnished Angels br: Almas Maculadas
Burke Devlin Robert Stack, Dorothy Malone, Jack Carson, Robert Middleton e Robert J. Wilke Douglas Sirk Universal Pictures
A Farewell to Arms br: Adeus às Armas
Ten. Frederick Henry Jennifer Jones e Vittorio De Sica Charles Vidor 20th Century Fox
1958 Twilight for the Gods br: Turbilhão de Paixões
Capitão David Bell Cyd Charisse, Arthur Kennedy, Leif Erickson, Charles McGraw, Ernest Truex, Richard Haydn, Judith Evelyn e Wallace Ford Joseph Pevney Universal Pictures
1959 This Earth Is Mine br: O Vale das Paixões
John Rambeau Jean Simmons, Dorothy McGuire, Claude Rains, Kent Smith e Ken Scott Henry King Universal Pictures
Pillow Talk br: Confidências à Meia-Noite
Brad Allen Doris Day, Tony Randall, Thelma Ritter, Nick Adams, Marcel Dalio e Julia Meade Michael Gordon Universal Pictures
1961 The Last Sunset br: O Último Por-do-Sol
Dana Stribling Kirk Douglas, Dorothy Malone, Joseph Cotten, Carol Lynley e Neville Brand Robert Aldrich Universal Pictures
Come September br: Quando Setembro Vier
Robert L. Talbot Gina Lollobrigida, Sandra Dee, Bobby Darin e Walter Slezak Robert Mulligan Universal Pictures
Lover Come Back br: Volta, Meu Amor
Jerry Webster Doris Day, Tony Randall, Edie Adams, [[[Jack Oakie]] e Jack Kruschen Delbert Mann Universal Pictures
1962 The Spiral Road br: Labirinto de Paixões
Dr. Anton Drager Burl Ives, Gena Rowlands e Geoffrey Keen Robert Mulligan Universal Studios
1963 Marilyn br: Marilyn
Narrador Marilyn Monroe Harold Medford 20th Century Fox Documentário
A Gathering of Eagles br: Águias em Alerta
Cel. Jim Caldwell Rod Taylor, Mary Peach, Barry Sullivan, Henry Silva, Robert Lansing, Kevin McCarthy, Richard Anderson, Leora Dana e Leif Erickson Delbert Mann Universal Pictures
1964 Man's Favorite Sport? br: O Esporte Favorito do Homem
Roger Willoughby Paula Prentiss, Maria Perschy e Charlene Holt Howard Hawks Universal Pictures
Send Me No Flowers br: Não Me Mandem Flores
George Doris Day, Tony Randall, Hal March, Paul Lynde, Edward Andrews, Patricia Barry e Clint Walker, Leora Dana e Leif Erickson Norman Jewison Universal Pictures
1965 Strange Bedfellows br: Amor à Italiana
Carter Harrison Gina Lollobrigida, Gig Young, Edward Judd, Arthur Haynes e Terry-Thomas Howard Hawks Universal Pictures
A Very Special Favor br: Um Favor Muito Especial
Paul Chadwick Leslie Caron, Charles Boyer, Walter Slezak, Dick Shawn, Larry Storch e Nita Talbot Michael Gordon Universal Pictures
Blindfold br: De Olhos Vendados
Dr. Bartholomew Snow Claudia Cardinale, Jack Warden, Guy Stockwell e Brad Dexter Philip Dunne Universal Pictures
1966 Seconds br: O Segundo Rosto
Antiochus "Tony" Wilson Salome Jens e Will Geer John Frankenheimer Paramount Pictures
1967 Tobruk br: Tobruk
Maj. Donald Craig George Peppard, Guy Stockwell e Nigel Green Arthur Hiller Universal Pictures
1968 A Fine Pair br: A Gatinha Que Eu Quero
Cap. Mike Harmon Claudia Cardinale Francesco Maselli National General Pictures
Ice Station Zebra br: Estação Polar Zebra
Com. James Ferraday Ernest Borgnine, Patrick McGoohan, Jim Brown, Tony Bill e Lloyd Nolan John Sturges Metro-Goldwyn-Mayer
1969 The Undefeated br: Jamais Foram Vencidos
Cel. James Langdon John Wayne, Tony Aguilar, Roman Gabriel, Marian McCargo, Lee Meriwether, Merlin Olsen, Melissa Newman, Bruce Cabot e Ben Johnson Andrew V. McLaglen e John Wayne (não creditado) 20th Century Fox
1970 Darling Lili br: Minha Adorável Espiã
Major William Larrabee Julie Andrews e Jeremy Kemp Blake Edwards Paramount Pictures
Hornets’ Nest br: Ninho de Vespas
Turner Sylva Koscina e Sergio Fantoni Phil Karlson United Artists
1971 Pretty Maids All in a Row br: Garotas Lindas aos Montes
Michael "Tiger" McDrew Angie Dickinson, Telly Savalas, Roddy McDowall e Keenan Wynn Roger Vadim Metro-Goldwyn-Mayer
1973 Showdown br: Inimigos à Força
Chuck Jarvis Dean Martin e Susan Clark George Seaton Universal Pictures
1976 Embryo br: Embrião
Dr. Paul Holliston Diane Ladd, Roddy McDowall e Barbara Carrera Ralph Nelson Cine Artists Pictures
1978 Avalanche br: Avalanche
David Shelby Mia Farrow, Robert Forster, Jeanette Nolan e Rick Moses Corey Allen New World Pictures
1980 The Mirror Crack'd br: A Maldição do Espelho
Jason Rudd Angela Lansbury, Geraldine Chaplin, Tony Curtis, Edward Fox, Kim Novak e Elizabeth Taylor Guy Hamilton Columbia Pictures
1984 The Ambassador br: O Embaixador
Frank Stevenson Robert Mitchum, Ellen Burstyn, Fabio Testi e Donald Pleasence J. Lee Thompson Cannon Group

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel Notas
1971–1977 Os Detetives Comissário de Polícia Stewart "Mac" McMillan 40 episódios
1978 Wheels Adam Trenton Minissérie
1980 Superstunt II Filme para TV
1980 Crônicas Marcianas Cel. John Wilder Minissérie
1981 The Star Maker Danny Youngblood Filme para TV
1982 World War III Presidente Thomas McKenna Filme para TV
1982 The Devlin Connection Brian Devlin 13 episódios
1984 The Vegas Strip War Neil Chaine Filme para TV
1984–1985 Dinastia Daniel Reece 9 episódios; último papel


Participações na televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Título Papel Notas
1954–1955 The Colgate Comedy Hour Ele próprio 2 episódios
1955 I Love Lucy Ele próprio Episódio: "In Palm Springs"
1962 The Jack Benny Program Ele próprio Episódio: "Rock Hudson Show"
1968–1969 Rowan & Martin's Laugh-In Ele próprio 3 episódios
1970 The Jim Nabors Hour Ele próprio 1 episódio
1975–1977 The Carol Burnett Show Ele próprio 3 episódios
1980 The Beatrice Arthur Special Ele próprio

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Ano Premiação Categoria Trabalho
1956 Photoplay Awards Estrela Masculina Mais Popular Ele próprio
1957 Photoplay Awards Estrela Masculina Mais Popular Ele próprio
1958 Laurel Awards Estrela Masculina Favorita Ele próprio
1959 Bambi Awards Melhor Ator - Internacional O Vale das Paixões
Golden Globe Award Favorito de Filme no Mundo – Masculino Ele próprio
Laurel Awards Estrela Masculina Favorita Ele próprio
Photoplay Awards Estrela Masculina Mais Popular Ele próprio
1960 Bambi Awards Melhor Ator - Internacional Confidências à Meia-Noite
Golden Globe Award Favorito de Filme no Mundo – Masculino Ele próprio
Laurel Awards Estrela Masculina Favorita Ele próprio
1961 Bambi Awards Melhor Ator - Internacional Quando Setembro Vier
Golden Globe Award Favorito de Filme no Mundo – Masculino Ele próprio
1962 Bambi Awards Melhor Ator - Internacional Labirinto de Paixões
1963 Golden Globe Award Favorito de Filme no Mundo – Masculino Ele próprio
Laurel Awards Estrela Masculina Favorita Ele próprio
1964 Bambi Awards Melhor Ator - Internacional O Esporte Favorito do Homem
1967 Bambi Awards Melhor Ator - Internacional O Segundo Rosto
1977 TP de Oro Melhor Ator Estrangeiro (Mejor Actor Extranjero) Os Detetives

Notas

  1. No original: "When I count my blessings, my marriage tops the list."
  2. Título original: Rock Hudson: His Story
  3. Título original: Rock Hudson: Friend of Mine
  4. Em português: Pilha de rocha
  5. Em português: Rona Chata
  6. No original: "And there isn't a grain of truth to the vicious rumor that movie and TV star Rock Heman and singer Jim Nelly were secretly married! Rock and Jim are just good buddies! I repeat, they are not married! They are not even going steady!"
  7. No original: "The Casttle"

Referências

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  37. Palm Springs Walk of Stars: Listed By Date Dedicated (PDF) pp. 10. Página visitada em 10 de dezembro de 2013.
  38. Willard Manus (18 de dezembro de 2000). The Cleaning Man Airs Rock Hudson's Dirty Laundry in L.A.. playbill.com. Página visitada em 11 de dezembro de 2013.
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  40. Carol McGraw. (05 de abril de 1990). Rock Hudson Ex-Lover Files Libel Suit (em inglês). Los Angeles Times. Los Angeles: David Laventhol. Página visitada em 12 de dezembro de 2013.
  41. Robert Parker Mills. Between Rock and a Hard Place: In Defense of Rock Hudson: From the Ashes of Trial to the Light of Truth (em inglês). 1ª ed. Bloomington: AuthorHouse, 2010. 492 p. ISBN 978-1456700386

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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