Demografia da Suécia

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Etnias: Além dos suecos, os finlandeses são a maior das minorias da Suécia, principalmente próximo à fronteira com a Finlândia. Outra importante minoria são os lapões, também chamados sami.

Língua: O sueco é desde julho de 2009 a língua oficial da Suécia, sendo falado pela maioria da população. As línguas sami, finlandesa, iídiche, romani e meänkieli são oficiais em algumas regiões.

A emigração no século XIX a Suécia chegou a ter uma taxa de crescimento populacional de 1,2% ao ano, que lhe permitiu dobrar de população em 60 anos. Este fenômeno ocorreu antes da Revolução Industrial, e teve como conseqüência a pauperização da população rural, forçando muitos suecos a emigrar, principalmente para os Estados Unidos. Hoje, com o país bastante industrializado, a taxa de crescimento anual da população é de 1.2‰ ou 0,1% ao ano, e dá-se um fenômeno inverso, ou seja, há recebimento de imigrantes.

Imigração

Imigrantes na Suécia
Origem Nascidos no estrangeiro
residentes no país
(2004)
Finlândia 186.600
Sérvia e Montenegro 74.600
Iraque 70.000
Bósnia e Herzegovina 54.500
Irã 54.000
Noruega 45.000
Polônia 43.500
Dinamarca 41.700
Alemanha 40.800
Turquia 35.000
Chile 27.700
Líbano 21.100
Reino Unido 16.800
Tailândia 16.300
Síria 16.200
Estados Unidos 15.300
Somália 15.300
Hungria 13.700
Índia 12.900
Romênia 12.500
Vietname 12.000
República Popular da China 11.900
Etiópia 11.200
Grécia 10.800
Resto da Escandinávia 277.100
Europa Ocidental 106.400
Europa Oriental 326.100
Ex-URSS 37.800
Oriente Médio 223.700
Resto da Ásia 91.700
África sub-saariana 51.000
América do Norte 26.500
América do Sul 55.500
Oceania 3,500
Total de nascidos no estrangeiro 1.199.300
Dados de Dezembro de 2004

Em 2004 13,3% da população da Suécia tinha nascido no estrangeiro, um número bastante elevado. A sociedade sueca não teve tempo, ao contrário dos países que tradicionalmente recebem imigrantes, tais como os Estados Unidos e a Austrália, de adaptar suas leis e cultura para esta nova situação.

A imigração cresceu de modo marcante com a Segunda Guerra Mundial. Na época, 70 mil crianças foram evacuadas da Finlândia para a Suécia, fugindo do conflito. Deste total, 15 mil permaneceram no país.

Até 1973 a entrada de imigrantes como força de trabalho predominou, tendo seu ápice no final da década de 1960. O maior grupo de imigrantes era o dos vizinhos finlandeses, seguido de pessoas oriundas da antiga Iugoslávia.

A Suécia, por sua política acolhedora de estrangeiros, teve um aumento na imigração de refugiados e perseguidos políticos de países como o Irã, Vietnã, Chile (durante a ditadura de Augusto Pinochet), Hungria, e também de palestinos e curdos.

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