Fanerozoico

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Escala:
Milhões de anos

Na escala de tempo geológico, o Fanerozoico (grego transliterado: phaneros significa "visível" e zoikos, "vida") é o éon geológico que abrange os últimos 542 milhões de anos.[1] Tem início com o Cambriano na era Paleozoico com o surgimento de vários animais de concha e é o éon ao longo do qual a abundância de vida é maior.

A fronteira entre o Fanerozoico e o Proterozoico não está claramente definida. No século XIX ela coincidia com o aparecimento dos primeiros fósseis metazoários abundantes. Porém, foram identificadas várias centenas de taxa de metazoários do Proterozoico desde o início de estudos sistemáticos destes seres na década de 1950. A maioria dos geólogos e paleontólogos provavelmente consideraria que a fronteira Fanerozoico-Proterozoico ocorre no ponto clássico em que surgem as primeiras trilobites e Archaeocyatha; com a primeira aparição de complexas tocas de alimentação (Trichophycus pedum); ou com a primeira aparição de um grupo de pequenas e geralmente desarticuladas formas couraçadas designadas "pequena fauna conquífera". Estes três diferentes pontos de fronteira encontram-se separados entre si por alguns milhões de anos.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Divide-se nas eras (da mais antiga para a mais recente):

Principais acontecimentos[editar | editar código-fonte]

Aparecimento rápido de numerosos filos animais; a evolução destes filos para formas diversas; o aparecimento de plantas terrestres; desenvolvimento de plantas complexas; a evolução dos peixes; o aparecimento de animais terrestres; e o desenvolvimento das faunas modernas. Durante este período de tempo, os continentes derivaram, eventualmente colidindo para a forma Pangeia e dividindo-se em seguida nas massas continentais atuais.

A evolução da biodiversidade durante Fanerozoico mostra um crescimento contínuo - mas não monótono, desde aproximadamente zero até milhares de géneros.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  • Markov, Alexander V.; Korotayev, Andrey V. (2007). «Phanerozoic marine biodiversity follows a hyperbolic trend». Palaeoworld [S.l.: s.n.] 16 (4): 311–318. doi:10.1016/j.palwor.2007.01.002. 
  • Miller, K. G.; et al. (2005). «The Phanerozoic record of global sea-level change». Science [S.l.: s.n.] 310 (5752): 1293–1298. doi:10.1126/science.1116412. PMID 16311326. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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