História da Terra

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A História da Terra são os registros do nosso planeta desde 4,57 bilhões de anos atrás até os dias de hoje.[1] De acordo com as teorias geralmente aceitas, a Terra teria tido o início da sua formação há aproximadamente 4,6 bilhões de anos através de várias nuvens de gás e poeira (disco protoplanetário) em rotação, que deu origem ao nosso Sistema Solar. A vida começou na terra há pouco mais de 3,6 bilhões de anos,[2] no período Arqueano, pois se são encontrados vestígios de vida nesse período, sua formação deve ser, necessariamente, anterior.

No começo, tudo no planeta Terra era uma rocha derretida, que depois de algum tempo, virou pedra e formou a superfície terrestre. Naquela época havia muitas erupções vulcânicas, e por essa razão, a atmosfera da terra é composta de vários gases, principalmente o oxigênio, hidrogênio e carbono. Houve um grande período de chuvas, que durou milhões de anos, e as partes de terra que ficaram, emergiram formando os continentes.

As primeiras formas de vida do planeta foram os Procariontes, formas de vida unicelulares que continham DNA, uma das moléculas fundamentais da vida. Depois dos Procariontes, vieram os Eucariontes que já eram mais complexos, continham um núcleo celular e algumas organelas. Tempos depois, surgiram os vermes achatados e criaturas invertebradas mais complexas, como os Trilobitas. De pequenos seres chamados conodontes, surgiram os peixes, que se tornaram no Devoniano os donos dos mares, e que por alguma razão desconhecida, talvez em busca de alimentos ou para fugir de predadores, começaram a sair para a terra firme, e deram origem aos anfíbios que podiam andar na terra, mas necessitavam viver em pântanos pois não sobreviviam muito tempo fora da água. Os anfíbios evoluíram aos répteis, que viviam sem dependência da água e dos répteis evoluíram os sinapsídeos, ancestrais dos mamíferos, que permaneceram escondidos durante o longo reinado dos dinossauros até se tornarem os donos do mundo.

Origem[editar | editar código-fonte]

Formação do Sistema Solar

A Terra começou quando o Sistema Solar estava a tomar forma, provavelmente dentro de uma nuvem grande de gás e poeira em torno do Sol. A abundância relativa de uns elementos mais pesados no sistema solar sugere que estes gases e poeira eram derivados de uma supernova. Alguns elementos mais pesados são gerados dentro das estrelas pela fusão nuclear do hidrogênio, que são de outra maneira incomuns. Nós podemos ver processos similares ocorrer hoje em nebulosas, como a nebulosa M16.

O sol formou-se dentro de uma nuvem de gás e poeira, e começou a se submeter à fusão nuclear e a emitir luz e calor. As partículas que orbitavam o sol começaram a se unir em corpos maiores, conhecidos como planetésimos, que continuaram a agregar-se em planetas maiores, o material "restante" deu forma a asteroides e cometas, como o asteroide Ida.

Como as colisões entre planetésimos grandes liberam muito calor, a terra e outros planetas seriam derretidos no começo de sua história. A solidificação do material derretido aconteceu enquanto a terra esfriou. Os meteoritos mais velhos e as rochas lunares têm, aproximadamente, 4,5 bilhões de anos, mas a rocha mais velha da terra conhecida atualmente tem 3,8 bilhões de anos.[3] Por algum tempo durante os primeiros 800 milhões de anos de sua história, a superfície da Terra mudou do líquido ao sólido. Uma vez que a rocha dura formou-se na Terra sua historia geológica começou. Isto aconteceu provavelmente antes de 3,8 bilhões de anos, mas a evidência disso não esta disponível. A erosão e o tectonismo destruíram provavelmente toda a rocha mais antiga que 3,8 bilhões de anos. O começo do registro de rocha que existe atualmente na Terra é do Arqueano.

Origem da Lua[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Big splash
Formação da Lua

A origem da Lua é incerta, mas as similaridades no teor dos elementos encontrados tanto na Lua quanto na Terra indicam que ambos os corpos podem ter tido uma origem comum. Nesse aspecto, alguns astrônomos e geólogos alegam que a Lua teria se desprendido de uma massa incandescente de rocha liquefeita primordial, recém-formada, através da força centrífuga.

Outra hipótese, atualmente a mais aceita, é a de que um planeta desaparecido e denominado Theia, aproximadamente do tamanho de Marte, ainda no princípio da formação da Terra, teria se chocado com nosso planeta. Tamanha colisão teria desintegrado totalmente o planeta Theia e forçado a expulsão de pedaços de rocha líquida. Esses pequenos corpos foram condensados em um mesmo corpo, o qual teria sido aprisionado pelo campo gravitacional da Terra. Esta teoria recebeu o nome de Big Splash.

Há ainda um grupo de teóricos que acreditam que, seja qual for a forma como surgiram, haveria dois satélites naturais orbitando a Terra: o maior seria a Lua, e o menor teria voltado a se chocar com a Terra, formando as massas continentais.

Origem da Vida[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Origem da vida
representação artística do RNA

As primeiras formas de vida nasceram nas águas quentes e serenas do mar, ao abrigo dos raios ultravioletas do Sol. Eram pequenas esferas protegidas por uma membrana, em condições de se dividirem. Com o passar do tempo, essas primitivas "máquinas" vivas se uniram a corpúsculos prontos para a fotossíntese, para a respiração e para a reprodução.Tornaram-se assim verdadeiras células. Até, aproximadamente, um bilhão de anos, os habitantes da Terra eram seres microscópicos (semelhantes aos organismos unicelulares de hoje) que viviam isolados ou agregados em grandes colônias. A vida provavelmente esteve presente por todo o período Arqueano, mas deve ter sido limitada a simples organismos unicelulares não nucleados, chamados procariontes, pois não há fósseis de eucariotos tão antigos.

Fósseis de tapetes de cianobactérias (estromatólitos) são encontrados por todo o Arqueano, tornando-se especialmente comum mais tarde no éon, enquanto uns poucos fósseis prováveis de bactérias são conhecidos de certos depósitos de chert. Em adição ao domínio Bactéria, microfósseis de extremófilos do domínio Arquea também têm sido identificados. Não se conhecem fósseis de eucariontes, apesar de que eles podem ter evoluído durante o Arqueano e simplesmente não ter deixado quaisquer fósseis.

Éons[editar | editar código-fonte]

Hadeano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Hadeano
formação do Sistema Solar

O Hadeano um éon da geologia verdadeira do planeta Terra. Essa rocha é tão antiga em relação aos meteoritos. Durante o Hadeano, o sistema solar estava tomando forma, provavelmente dentro de várias nuvens grandes de gás e poeira em torno do sol. A abundância relativa de alguns elementos mais pesados no sistema solar sugere que estes gás e poeira eram derivados de uma supernova.

Alguns elementos mais pesados são gerados dentro das estrelas pela fusão nuclear do hidrogênio, que são de outra maneira incomuns. Nós podemos ver processos similares ocorrer hoje em nebulosas, como a nebulosa Messier Object 16.

O sol formou-se dentro de uma nuvem de gás e a poeira, e começou a se submeter à fusão nuclear e a emitir luz e calor.

As partículas que orbitavam o sol começaram a se unir em corpos maiores, conhecidos como planetésimos, que continuaram a agregar-se em planetas maiores, o material "restante" de derretidos no começo de sua história. A solidificação do material derretido aconteceu enquanto a terra esfriou. Os meteoritos mais velhos e as rochas lunares têm aproximadamente 4500 milhões de anos, mas a rocha mais velha da terra conhecida atualmente tem 3800 milhões de anos.

Por algum tempo durante os primeiros 800 milhões de anos de sua história, a superfície da Terra mudou do líquido ao sólido. Uma vez que a rocha dura formou-se na Terra sua história geológica começou. Isto aconteceu provavelmente antes de 3800 milhões de anos, mas a evidência disso não esta disponível. A erosão e o tectonismo destruíram provavelmente toda a rocha mais antiga que 3800 milhões de anos. O começo do registro de rocha que existe atualmente na Terra é do Arqueano.

Arqueano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Arqueano

Se você pudesse viajar no tempo para visitar a Terra durante o arqueano, você provavelmente não a reconheceria.

A atmosfera era muito diferente daquela que nós respiramos hoje, ela era composta de metano, amônia, e de outros gases que seriam tóxicos à maioria da vida em nosso planeta hoje. Também nessa era, a crosta da terra esfriou e as rochas e placas continentais começaram a se formar.

Durante o arqueano foi que a vida apareceu primeiramente no mundo. Nossos fósseis mais antigos datam de aproximadamente 3500 milhões de anos e são constituídos de microfósseis e bactérias, porém novos estudos sugerem que bactérias termófilas e hiper termófilas capazes de sobreviver a temperaturas de 50, 80 ou de até 110 graus Celsius possam ter surgido a aproximadamente 3900 milhões de anos. De fato, toda a vida por mais de mil milhões de anos era microscópica. Estromatólitos são colônias que foram encontradas como fósseis na África do Sul e na Austrália ocidental.

Os estromatólitos foram abundantes em todo Arqueano. Não são comuns hoje.

Coacervados e caldos nutritivos: Moléculas orgânicas que formavam os caldos ao se agruparem formaram os coacervados e deles os seres vivos.

Atmosfera de gás carbônico: Atmosfera na qual se desenvolveram os primeiros seres vivos até os primeiros procariontes.

Origem da vida[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Origem da vida

As primeiras formas de vida se constituíram em águas quentes e serenas, no mar, ao abrigo dos radiação ultravioleta do Sol. Eram pequenas esferas protegidas por uma membrana, em condições de se partilharem. Com o passar do tempo, essas primitivas "máquinas" vivas se uniram a corpúsculos prontos para a fotossíntese, para a respiração e para a reprodução.. Tornaram-se assim verdadeiras células. Até aproximadamente há 1000 milhões de anos, os habitantes da Terra eram seres microscópicos (semelhantes aos organismos unicelulares de hoje) que viviam isolados ou agregados em grandes colônias.

Este artigo tem como foco o estudo científico da origem da vida. Os aspectos filosóficos e religiosos são tratados em pagina própria dedicada à Cosmogonia. A evolução histórica (ou pré-científica) do tema, anterior à refutação experimental da geração espontânea é tratada na página dedicada à abiogênese.

Os estudos científicos da origem da vida, ocasionalmente também denominados evolução química, constituem um ramo pluridisciplinar da ciência, que envolve, além da Química e da Biologia, conhecimentos de Física, Astronomia e Geologia. Seu objeto de interesse são os processos que teriam permitido aos elementos químicos que compõem os organismos atingirem o grau de organização estrutural e funcional que caracteriza a matéria viva. O fato de que estes processos requerem condições determinadas, que só podem ocorrer em locais específicos do universo, conecta o estudo da origem da vida à Astrobiologia.

Os modelos propostos para a origem da vida são tentativas de recriar a história desta evolução e é importante destacar que não existe, na maioria das etapas deste processo, nenhum consenso entre os cientistas. É uma situação inteiramente distinta da evolução biológica onde o modelo evolucionista darwiniano encontra-se bem estabelecido há mais de um século. Para melhor situar o problema é indispensável em primeiro lugar examinar os níveis de organização inerentes à matéria viva e então discutir como os modelos propostos para a origem da vida (ou biopoese) tentam resolvê-los.

Proterozoico[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Proterozoico e Fauna do Proterozoico

É o período da história da Terra que começou há 2500 milhões e terminou há 544 milhões de anos. Muitos dos eventos da história da Terra e da vida ocorreram durante o Proterozoico, os continentes se estabilizaram, os primeiros fosseis abundantes de organismos unicelulares surgiam nesta época. No Proterozoico médio veio a primeira evidência de oxigênio na atmosfera.

Primeira Poluição Global[editar | editar código-fonte]

A primeira "crise de poluição" ocorreu na terra há aproximadamente 2200 milhões de anos.

Em diversas partes do mundo há evidências da presença de óxidos de ferro em paleossolos (solos primitivos), onde ocorrem "camadas vermelhas" que contêm óxidos de ferro, apontando um aumento razoavelmente rápido nos níveis do oxigênio. O oxigênio no Arqueano era menos de 1% dos níveis atuais, mas há aproximadamente 1800 milhões de anos, níveis de oxigênio eram maiores que 10% dos níveis atuais segundo levantamento (Holland, 1994) pode parecer estranho chamar isto de "uma crise de poluição", mas o oxigênio é um destruidor poderoso de compostos orgânicos, pois muitas bactérias são destruídas por ele. Os organismos tiveram que desenvolver métodos bioquímicos para reter o oxigênio, um destes métodos foi a respiração aeróbica.

Localidades de sedimentos proterozoicos no mundo[editar | editar código-fonte]

  • Formação amarga das molas - Os mais velhos fósseis de eucariontes vêm desta formação da Austrália central.
  • Montes de Ediacara - os fosseis de animais mais antigos foram descobertos nesta localidade australiana em 1946
  • Terra Nova - fosseis misteriosos da costa de Terra Nova.
  • Escala de Nopah - a rocha sedimentar a mais antiga da região sul da Califórnia com 1,5 biliões de anos com alguns depósitos mais recentes ricos em estromatolitos.
  • Mar branco - situado na costa do norte da Rússia, este foi um local de pesquisa da fauna vendiana.

Eventos geológicos[editar | editar código-fonte]

Glaciações e estruturas formadas por estromatólitos[editar | editar código-fonte]

O oxigênio surge a partir dos seres fotossintetizantes e logo substitui o gás carbônico na atmosfera e a partir daí surgem os eucariontes e seres superiores multicelulares as bactérias que não se adaptaram ao novo ambiente foram extintas por isso no Proterozoico é observado a primeira grande extinção O gás carbônico da atmosfera ao qual se desenvolveu os primeiros seres vivos até os primeiros procariontes foi a atmosfera principal até há 2000 milhões de anos.

Seres que viveram nesse período[editar | editar código-fonte]

Estromatólitos Tipos de estromatólitos: LLH = estromatólitos estratiformes, característicos de ambientes de menor energia.

LLH-SH = intermediário entre LLH e SH SH = estromatólito de forma colunar, característicos de zonas agitadas.

SS = estromatólito oncólito típicos de zonas collenia

As bactérias cianofíceas que formam estruturas biossedimentares existem até hoje e são seres autotróficos e tem sua primeira aparição a mais ou menos 3500 milhões de anos. As espécies de algas cianofíceas atuais também são muito semelhantes às do Proterozoico.

Eucariontes são seres unicelulares com carioteca que evoluíram a partir dos procariontes esse grupo abrange animais, vegetais, fungos e protistas, este fóssil abaixo é considerado um dos fósseis mais antigos de protozoários.

Carófitas As carófitas vegetais primitivos começaram a evoluir no final do Proterozoico com várias espécies, este esquema mostra a evolução das carófitas. filo cnidária animais formados por 2 camadas celulares; sistema digestivo incompleto e possui sistema nervoso formando uma rede difusa no corpo, apareceram no Vendiano (Proterozoico superior).

Seres unicelulares e microbiotas[editar | editar código-fonte]

Formas de vida dominante em todo o Proterozoico e que apenas deixaram marcas de sua existência no sedimento.

A reprodução sexuada foi uma novidade que surgiu nessa época quando o oxigênio passou a ser vital a esse tipo de seres vivos e logo se sobressaíram em relação aos outros tipos de seres de reprodução assexuada.

Bactérias procariontes que se desenvolveram não tiveram que se adaptar ao oxigênio e tornam-se comuns nesse período

Foi no Período do Proterozoico, também conhecido como ediacariano que surgiram seres multicelulares de configuração simples como algas, esponjas, cnidários.

Quando Charles Darwin escreveu a origem da espécie a maioria dos paleontólogos acreditava que os fósseis animais mais antigos eram os trilobites e os braquiópodes do período cambriano. Muitos paleontólogos acreditavam que formas de vida mais simples deveriam ter existido antes desta, mas que não havia nenhum registro fóssil. Darwin já dizia que deveriam existir fósseis mais antigos, mas que na época não poderiam ser encontrados, contudo expressou a esperança que tais fósseis seriam encontrados algum dia.

Desde o tempo de Darwin até hoje, a historia fóssil da vida na terra foi datada de até 3500 milhões de anos. A maioria destes fósseis são bactérias e algas microscópicas. Entretanto, em um período de tempo que agora é conhecido como Vendiano, ou Ediacarano, que ocorreu entre 650 a 540 milhões de anos, existiram os fósseis macroscópicos mais antigos. Possuíam corpos macios podendo ser encontrados em alguns locais do mundo, confirmando as expectativas de Darwin.

O Vendiano, chamado às vezes de Ediacarano, faz parte do Proterozoico superior. O Vendiano não tem nenhuma subdivisão formal nem limite superior distinto. Isto se dá em parte devido ao fato que somente recentemente foi um assunto do interesse dos paleontólogos.

Muitos paleontólogos tinham pouca esperança que os fósseis seriam encontrados em uma rocha assim antiga como o Vendiano. Sabe-se que as rochas mais antigas estiveram mais sujeitas as transformações geológicas, por isso, fósseis dessas épocas são raros.

Hoje, porém muitos fósseis foram descobertos em alguns locais do mundo, um destes lugares é Ediacara na Austrália, de onde deriva o nome Ediacariano.

A era Paleozoica[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Paleozoico

Na escala de tempo geológico, o Paleozoico é a era do éon Fanerozoico que está compreendida entre 542 milhões e 251 milhões de anos atrás, aproximadamente. A era Paleozoica sucede a era Neoproterozoica do éon Proterozoico e precede a era Mesozoica de seu éon. Divide-se nos períodos Cambriano, Ordoviciano, Siluriano, Devoniano, Carbonífero e Permiano, do mais antigo para o mais recente.

O Paleozoico corresponde praticamente a metade do Fanerozoico, com aproximadamente 300 milhões de anos. Durante esta era havia seis massas continentais principais, que conheceram montanhas enormes ao longo de suas margens, e incursões e recuos dos mares rasos através de seus interiores, como mares continentais.rochas paleozoicas são economicamente importantes. Por exemplo, rochas calcárias para finalidades industriais de construção civil, assim como os depósitos de carvão, que foram formadas durante o paleozoico.

O Paleozoico é conhecido por dois dos eventos mais importantes na história da vida animal. Em seu começo houve uma grande diversificação evolutiva dos animais, a explosão cambriana, em que quase todos os filos animais atuais e vários outros extintos apareceram dentro dos primeiros milhões dos anos. Já no extremo oposto do Paleozoico ocorreu a extinção maciça, a maior da história da vida na Terra, que extinguiu aproximadamente 90% de todas as espécies animais marinhas. As causas de ambos estes eventos ainda não são bem conhecidas.

Cambriano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cambriano

O Cambriano marca um ponto importante na historia da vida na Terra, é o período de tempo em que a maioria dos grupos principais de animais apareceram no registro do fóssil. Este evento é chamado às vezes de "a explosão cambriana", por causa do tempo relativamente curto sobre em que esta diversidade de espécies aparece. Hoje sabe-se que os fósseis mais antigos são do Cendiano.

Muito pode acontecer em 40 milhões de anos, que é a duração aproximada do período cambriano. Os animais mostraram uma diversificação dramática durante este período da história da terra. Isto foi chamado "a explosão cambriana". O maior registro de grupos animais ocorreu durante os estágios Tomotiano e de Atdabaniano do cambriano superior, um período de tempo que pode ter sido tão curto quanto cinco milhões de anos! Os animais encontrados em todo o mundo são os anelídeos, artrópodes, braquiópodes, equinodermos, moluscos, onychophorídeos, esponjas, e priapulideos.

A idade de Tomotiana, começou aproximadamente 530 milhões de anos, é uma subdivisão do cambriano superior.

Nomeado por exposições da rocha na Sibéria, o Tomotiano viu a primeira radiação principal dos animais,incluindo a primeira aparência de um grande taxa de animais mineralizados tais como braquiópodes, trilobites, archaeocyatideos, equinodermos.

Os climas do mundo eram suaves; não havia nenhuma glaciação. A maior parte América do Norte se colocava nas latitudes tropicais e temperadas do sul, que suportaram o crescimento de recifes extensivos do archaeocyathideos de água-rasa no cambriano mais inferior.

Ordoviciano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Ordoviciano

No período Ordoviciano o norte dos trópicos era quase inteiramente oceano, e a maior parte terrestre do mundo foi confinada ao sul, o Gondwana. Durante todo o Ordoviciano, o Gondwana foi deslocado para o Polo Sul e muito dele ficou debaixo da água.

O Ordoviciano é o mais conhecido pela presença de seus invertebrados marinhos diversos, incluindo graptozoários, trilobites e braquiopodes. Uma comunidade marinha típica conviveu com estes animais, algas vermelhas e verdes, peixes primitivos, cefalópodes, corais, crinoides, e gastrópodes. Mas recentemente, houve a evidência de esporos trietes que são similares àqueles de plantas primitivas terrestres, sugerindo que as plantas invadiram a terra neste período.

O clima do ordoviciano era mais suave com temperaturas médias e a atmosfera muito húmida. Entretanto, quando o Gondwana se estabeleceu finalmente no Polo Sul as geleiras maciças tomaram forma. Isto causou provavelmente extinções maciças que caracterizam o fim do Ordoviciano, em que 60% de todos os gêneros e 25% dos invertebrados marinhos de todas as famílias foram extintos.

Os limites do Ordoviciano são marcados pela ocorrência de graptozoários planctônicos. As rochas são geralmente os argilitos escuros, orgânico que carregam os restos dos graptólitos e podem ter sulfeto de ferro.

Continentes desérticos , rebaixados por epirogênese e invadidos por extensos mares rasos. Os graptozoários comuns nesse período são ótimos fósseis guias pois delimitam zonas bioestratigráficas Na vida animal ocorre a primeira experiência em gigantismo de artrópodes marinhos com dois metros aparecem como os lamelibrânquios. A evolução dos protocordados desenvolveram os primeiros peixes sem mandíbulas Na vida vegetal aparecem os primeiros sinais de plantas terrestres como plantas primitivas que dariam origem as plantas vasculares.

Siluriano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Siluriano

O Siluriano é o período que vai desde 440 até 410 milhões de anos atrás, onde ocorre o derretimento das calotas polares, contribuindo para um aumento nos níveis dos oceanos, com os respectivos aparecimentos dos recifes de corais e o aparecimento dos peixes com mandíbulas. E é nesse período que tem início a colonização do meio terrestre, onde artrópodes vão em busca de alimento abundante e abrigo na úmida vegetação rasteira, ocorre também o aparecimento de plantas vasculares. Tornando-se muito comum os peixes nos oceanos e artrópodes como insetos, aracnídeos, miriápodes, hexápodes e centípedes.

Devoniano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Devoniano
Peixe do período Devoniano

No período Devoniano as plantas apresentam uma evolução incrível, dando origem as primeiras plantas pequenas. Ocorre o desenvolvimento de esporos que deram origem às gametófitas e o processo de fertilização, possibilitando assim o surgimento de plantas com sementes e árvores, que possibilitam a formação de florestas. Surgem peixes encouraçados, os placodermos, os quais aterrorizam os oceanos até o surgimento dos tubarões os quais dominaram os oceanos e estão por ai até hoje, surgem também os primeiros peixes ósseos.

Ocorre um enorme desenvolvimento dos insetos que continuam a colonizar os ambientes terrestres, atingindo uma gama enorme de espécies e tamanhos nunca antes atingidos por criaturas terrestres.

Carbonífero[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Carbonífero
A paisagem da Terra no período carbonífero

Período carbonífero ocorreu aproximadamente entre 360 a 286 milhões de anos durante o Paleozoico.O Termo "carbonífero" vem da Inglaterra, em referência aos depósitos ricos de carvão que ocorrem lá. O "carbonífero" pode ser decomposto em Mississipiano (carbonífero inferior) e Pensilvaniano (carbonífero superior) nos Estados Unidos. Este sistema foi adotado para distinguir na maior parte como camadas de carvão que fazem parte do Pensilvaniano e a de rochas calcárias o Mississipiano.

O período carbonífero proporcionou condições ideais para a formação de carvão, eventos biológicos diversos, geológicos, e climáticos marcaram este período. Uma das inovações evolucionárias carboníferas foi o ovo amniótico, que permitiu a exploração do meio terrestre por determinados tetrápodes.O ovo amniótico permitiu que os antepassados dos pássaros, mamíferos e dos répteis reproduzissem em terra impedindo dessecação do embrião. Havia também uma tendência a temperaturas suaves durante o carbonífero, que evidenciou a diminuição nos licófitas e insetos grandes e um aumento do número de samambaias gigantes.

Geologicamente, houve uma colisão da Laurásia (Europa, Ásia e América do Norte) e a Gondwana (África, Austrália, Antártida e América do Sul) produziram os Apalaches, cadeia de montanhas da América do Norte e das montanhas hercinianas no Reino Unido. Uma colisão posterior da Sibéria e Europa criou os montes Urais.

Estratigrafia:

O período de Pensilvaniano é identificado pelas grandes jazidas de carvão que existem no mundo datadas desta época. Os fósseis de vida marinha caracterizam o período Mississipiano. Estes fósseis incluem corais solitários Syringopora, corais coloniais tubulares. Outros corais coloniais fósseis incluem Stelechophyllume Siphonodendron. Outros fósseis índice são os conodontes, eles são utilizados internacionalmente para datar rochas do Mississipiano.

Na vida animal a expansão dos labirintodontes, dos quais surgem os cotilossaurus. Surgem os primeiros animais voadores os insetos.

Na vida vegetal surgem enormes florestas de pteridófitas, plantas de esporos e tecidos vasculares. Surgimento das pteridospermas e destas as primeiras gimnospermas que possuíam sementes.

Permiano[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Permiano

O período permiano ocorreu entre 286 a 245 milhões de anos, foi o último período da era paleozoica. A separação entre o Paleozoico e o Mesozoico ocorreu no fim do permiano na grande extinção maciça a maior registrada na história da vida da Terra. A extinção afetou muitos grupos de organismos em ambientes variadas, mas afetou as comunidades marinhas com mais intensidade, causando a extinção da maioria dos invertebrados marinhos do paleozoico. Alguns grupos sobreviveram a extinção maciça permiana em números extremamente diminuídos, porem nunca mais alcançaram outra vez o domínio ecológico que tiveram. Na terra, uma extinção relativamente menor dos diapsídeos e dos sinapsídeos mudou a maneira de domínio das espécies, dando origem no triássico a idade dos dinossauros. As florestas gigantes de pteridofitas deram espaço as florestas de gimnospermas em definitivo. As coníferas modernas aparecem primeiro no registro fóssil do permiano.

A geografia global da época indica que o movimento das placas tectônicas tinha produzido o supercontinente conhecido como Pangeia (apenas a atual Ásia era separada ao norte naquele tempo, e o resto da terra emersa estava concentrado na Pangeia). A maior parte da superfície da terra foi ocupada por um único oceano conhecido como Panthalassa e um mar menor ao leste de Pangeia conhecido como Tethys.

Nos eventos geológicos enormes glaciações ao sul pois ainda estava próximo ao pólo no permiano inferior.

Na vida animal extinções em massa, fim dos trilobitas e de várias famílias paleozóicas, dos cotilossauros emergem os terapsídeos. Dos labirintodontes apareceram os ancestrais dos sapos e salamandras. Insetos colonizam os continentes com sucesso.

Na vida vegetal o surgimento provável das primeiras cicas.

Animação mostrando separação da Pangeia

Extinção Pérmica[editar | editar código-fonte]

A extinção do Permiano-Triássico ou extinção Permo-Triássica foi uma extinção em massa que ocorreu no final do Paleozoico há cerca de 251 milhões de anos. Foi o evento de extinção mais severo já ocorrido no planeta Terra, resultando na morte de aproximadamente 96% de todas as espécies marinhas e 70% das espécies vertebradas terrestres. A extinção provocou uma mudança drástica nas faunas marinha e marca a fronteira entre o Permiano e o Triássico.

Efeitos na biodiversidade[editar | editar código-fonte]

Os principais grupos extintos neste evento foram:

Outros grupos que sofreram redução de biodiversidade incluem:

Causas[editar | editar código-fonte]

Apesar do caráter drástico deste evento nas faunas marinhas, os grupos de animais e plantas de meio continental foram pouco ou nada afectados. Este facto sugere que a causa da extinção permo-triássica esteja relacionada com a evolução dos oceanos no final do Paleozoico. Através de dados geológicos interpretados à luz da teoria da tectônica de placas sabe-se que no Pérmico superior estava em curso a formação de um super-continente denominado Pangeia. A aglomeração de várias massas continentais na Pangeia causou uma diminuição significativa das linhas de costa e das áreas de ambientes marinhos pouco profundos, onde se encontram habitats muito ricos em termos de biodiversidade. Com o desaparecimento destes habitats, extinguiram-se muitas formas de vida marinha. Aliado a este efeito, há ainda evidências para uma regressão, ou diminuição do nível do mar, acentuada em todas margens da recém-formada Pangeia, o que contribuiu também para esta extinção.

A era Mesozoica e seus periodos[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Mesozoico

Na escala de tempo geológico, o Mesozoico é a era do éon Fanerozoico que está compreendida entre 251 milhões e 65 milhões e 500 mil anos atrás, aproximadamente. A era Mesozóica sucede a era Paleozóica e precede a era Cenozóica, ambas de seu éon. Divide-se nos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo, do mais antigo para o mais recente.

O nome Mesozoico é de origem grega e refere-se a 'meio animal' sendo também interpretado como "a idade medieval da vida". Esta era é especialmente conhecida pelo aparecimento, domínio e desaparecimento polémico dos dinossauros.

No início desta era, toda a superfície terrestre se concentrava num único continente chamado Pangeia. Porém com o tempo este super-continente começou a fragmentar-se em dois continentes: a Laurásia para o Hemisfério Norte e o Gondwana para o Sul.

Esta foi uma era onde dominaram répteis como os dinossauros, pterossauros e plesiossauros. Durante o Mesozoico estes animais conquistaram a Terra e desapareceram mais tarde de forma misteriosa, sendo a causa mais provável a colisão da terra com um asteroide, sendo estimada como a segunda maior extinção em massa da terra. (A maior já estudada foi no final do pérmico, estima-se que tenha extinto 90% de todas as espécies que viviam na Terra.)

Os primeiros mamíferos se desenvolveram, apesar de não serem maiores que ratos. As primeiras aves apareceram durante o Jurássico, e embora a sua descendência seja motivo de grande discussão entre os cientistas, grande parte aceita que tenham origem nos dinossauros. As primeiras flores (Angiospérmicas) apareceram durante o período Cretáceo.

Triássico[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Triássico

Após a maior extinção de animais e plantas que se conhece, surge o período Triássico. Foi no início desse período que o super continente de Pangeia existiu, dividiu mares e modificou o clima global transformando enormes áreas em desertos.

Os seres que sobreviveram a essa grande extinção, como por exemplo os dicinodontes e os glossopteris, deram origem a diversos seres que habitaram a Terra durante esse período e entre eles estavam um dos grupos de seres mais fantásticos que já habitaram esse planeta, os dinossauros. Ocorre também o aparecimento de pequenos animais que nesse período não serão de grande importância, mas os descendentes desses pequenos animais um dia chegariam à Lua, são os mamíferos. Surgem também árvores de grande porte como as coníferas. No começo, os dinossauros eram carnívoros pequenos, depois, por uma razão desconhecida, surgiram os herbívoros.

Jurássico[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Jurássico
Uma ilustração de um Braquiossauro

No período Jurássico tem início uma verdadeira corrida evolucionista, os Dinossauros se tornam a espécie dominante, os dinossauros carnívoros começam a ser cada vez mais terríveis, se tornando predadores vorazes que atacavam em grupos bem armados com garras e dentes, para se defender os herbívoros tiveram que se adaptar, alguns começaram a possuir armaduras poderosas outros se tornaram enormes, os maiores seres que já andaram pela Terra. Nos ares os pterossauros se tornam abundantes e começam a atingir tamanhos enormes e surgem as aves primitivas. Nos oceanos habitavam uma gama vasta de répteis marinhos, peixes como tubarões e invertebrados como ammonites e belemnites. Árvores como as coníferas se tornam as mais abundantes. Os saurópodes se instalaram com facilidade no Jurássico, também apareceram os crocodilos.

Cretáceo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cretáceo

No período 'Cretáceo os Dinossauros atingiram seu auge e conheceram seu fim, muitos tipos de dinossauros surgiram durante esse período, os mamíferos e as aves continuam evoluindo lentamente e surgem as plantas com flores, as quais passam a dominar desse período em diante. Os continentes começaram a se formar a caminho do que são hoje, produzindo isolamentos geográficos entre animais e plantas, o que se persistir por longos períodos, com foi o caso, geram espécies novas e a grande diversidade de espécies que possuímos hoje. No final do período Cretáceo ocorre uma enorme extinção em massa (o Evento K-T), que ficou famosa pois deu fim ao reinado dos Dinossauros e para suprir essa deficiência os mamíferos se diversificaram e alguns tornaram-se enormes, as aves também tiveram seu auge depois da queda dos Dinossauros.Foi nessa época que apareceram os mais colossais dinossauros de todos os tempos, como os tiranossauros, argentinossauros, tricerátopos, espinossauros, pteranodons, velociraptores, giganotossauros, entre outros. Surgiram animais bizarros, como os terizinossauros e paquicéfalossauros.

A extinção dos dinossauros[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Extinção dos dinossauros

Muitos supõem que há 65,5 milhões de anos houve uma extinção em massa de espécies animais e vegetais incluindo os dinossauros. Diversas teorias tentam explicar esse fato, mas a mais provável de todas é a de que um grande asteroide tenha caído na Terra e levantado poeira suficiente na atmosfera para impedir que a luz do Sol alcançasse a superfície. Como consequência disso, muitas espécies vegetais que necessitam fazer fotossíntese para viver teriam morrido e, por fim, os dinossauros vegetarianos. Sem os dinossauros vegetarianos para comer, todos os carnívoros também acabam morrendo, marcando assim o fim da era dos dinossauros.

Apesar disso, existem pelo menos mais dez teorias que tentam explicar o motivo do desaparecimento dos dinossauros.

A era Cenozoica[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cenozoico

Na escala de tempo geológico, o Cenozoico é a era do éon Fanerozoico que se inicia há cerca de 65 milhões e 500 mil anos atrás e se estende até o presente. A era Cenozoica sucede a era Mesozoica de seu éon. Divide-se nos períodos Paleogeno , Neogeno e Quaternário, do mais antigo para o mais recente.

Paleoceno[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Paleoceno

Durante o Paleoceno tem se início a dominação dos mamíferos, que com o desaparecimento dos dinossauros, tornam-se cada vez mais numerosos, com variedades enormes de tamanhos e espécies, porém nenhum teria atingido ainda tamanhos grandes. A vegetação e o clima tropical são predominantes e alguns mamíferos já se arriscam no meio aquático, enquanto as aves começam a atingir tamanhos enormes.

Eoceno[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Eoceno

O Eoceno tem início há aproximadamente 57 milhões de anos atrás e termina há aproximadamente 34 milhões de anos atrás. Os mamíferos começam a diversificar suas formas e tamanhos, dominando muitos ambientes, água, ar, locais frios e quentes, habitando quase todo o planeta, porém algumas espécies começam a se confrontar, principalmente com as Aves que nessa época já eram predadores formidáveis. Mas os mamíferos primitivos ainda dominam o ambiente e nas suas respectivas corridas evolucionárias dão origem aos ancestrais dos animais atuais.

Oligoceno[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Oligoceno

Durante o Oligoceno ocorre a predominância dos mamíferos, eles começam a ocupar o nicho ecológico deixado pelos dinossauros na grande extinção e se tornam enormes, nesta época aparecem os maiores mamíferos terrestres que se conhecem, os mamíferos primitivos começam a perder a competição para os ancestrais dos atuais animais, que começam a desenvolver-se com sucesso. O clima continua quente e úmido e começam a aparecer os campos e pradarias.

Mioceno[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Mioceno

O Mioceno foi um momento de clima mais favorável que o Oligoceno e o Plioceno por exemplo e é marcado pela expansão dos campos e cerrados que é correlacionada a um clima mais árido no interior dos continentes, a placa Africana - Arábica uniu-se a Ásia, fechando o mar que tinha separado previamente África e Ásia, e as faunas destes continentes se uniram gerando novas competições, extinções e espécies animais e vegetais modernas sendo que 75% das espécies da Ásia, África, Europa, América do Norte e Oceania sobreviveram algumas sofrendo poucas adaptações.

Evolução humana[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Evolução humana

A Evolução Humana é o processo de mudança e desenvolvimento, ou evolução, pelo qual os seres humanos emergiram como uma espécie distinta. É tema de um amplo questionamento científico que busca entender e descrever como a mudança e o desenvolvimento acontecem. O estudo da evolução humana engloba muitas áreas da ciência, como a Psicologia Evolucionista, a Biologia Evolutiva, a Genética e a Antropologia Física. O termo "humano", no contexto da evolução humana, refere-se ao gênero Homo. Mas, os estudos da evolução humana usualmente incluem outros hominídeos, como os australopithecus.

Plioceno[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Plioceno

Durante o Plioceno houve uma grande diversificação dos campos e savanas, que haviam se desenvolvido durante o Mioceno e espalharam-se por muitos continentes.

Ocorreram eras glaciais durante o Plioceno o que causou um esfriamento global após o aquecimento do Mioceno, o que pode ter contribuído à propagação enorme dos campos, cerrados e savanas durante esta época.

Ao mesmo tempo, a ponte de terra que uniu as Américas apareceu durante o Plioceno, permitindo migrações de plantas e de animais. Houve uma acumulação de gelo nos polos, que conduziriam à extinção de muitas espécies.

O clima muda de tropical para um clima mais frio no Plioceno porém cerca de 75% das espécies vegetais sobrevivem até a atualidade.

Pleistoceno[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Pleistoceno
Um mamute

O pleistoceno foi o período quaternário que ocorreu entre 1,8 milhão a 11.000 anos atrás. A biologia pleistocênica era moderna, pois muitos gêneros e espécies de coníferas pleistocênicas, musgos, plantas, flores, inseto]s, moluscos, pássaros, mamíferos e de outros seres vivos sobrevivem até hoje. Contudo o pleistoceno foi caracterizado também pela presença de mamíferos e de pássaros gigantes. Mamutes e seus primos os mastodontes, búfalos, tigres dente de sabre e muitos outros mamíferos grandes viveram no pleistoceno. No fim do pleistoceno, todas estas criaturas foram extintas.

Foi durante o pleistoceno que ocorreram os episódios mais recentes de glaciações, ou de idades de gelo. Muitas áreas de zonas temperadas do mundo foram alternadamente cobertas por geleiras durante períodos frios e descoberta durante os períodos interglaciais mais quentes em que as geleiras recuaram.

Isto causou as extinções no pleistoceno? Não parece provável; os mamíferos grandes do pleistoceno resistiram a diversas mudanças do clima.

O pleistoceno viu também a evolução e a expansão de nossa própria espécie Homo Sapiens, e no fim do pleistoceno os seres humanos tinham se espalhado por quase todo o mundo. De acordo com uma teoria controversa, proposta primeiramente nos anos 1960, caçadores humanos no fim do pleistoceno contribuíram à extinção de muitos dos mamíferos grandes pleistocenicos. É verdade que a extinção de animais grandes em continentes diferentes parece correlacionar com a chegada dos seres humanos, mas as perguntas permanecem a respeito dos caçadores humanos primitivos eles eram suficientemente numerosos e avançados tecnologicamente para extinguir uma espécie inteira.

Existe uma hipótese que alguma doença extinguiu estas espécies no fim do pleistoceno.

A questão permanece sem solução, talvez a causa real da extinção pleistocênica foi uma combinação destes fatores.

Muitos paleontólogos estudam fósseis do pleistoceno a fim de compreender o clima do passado. O pleistoceno não foi apenas uma época em que os climas e as temperaturas mudaram drasticamente, os fosseis pleistocênicos são muito abundantes, bem preservados e podem ser datados com muita precisão. Alguns fosseis; como diatomáceas, foraminíferos e polens, são muito abundantes e informativos sobre o paleoclima.

Hoje há um interesse sobre a mudança futura do clima (por exemplo; se vai acontecer um aquecimento global) e como nos afetará. Paleontólogos que trabalham com fosseis pleistocênicos estão fornecendo uma quantidade crescente de dados sobre o efeito da mudança do clima na biologia.

Nesse período ocorre Orogênese Cascadiana.

Na vida animal ocorre a decadência geral dos mamíferos, o homem esta na idade da pedra.

Na vida vegetal as árvores gigantes de clima temperado aparecem com as glaciações.

Holoceno[editar | editar código-fonte]

O holoceno é o nome dado aos últimos 11 mil anos da história da Terra. O holoceno começa no fim da última era glacial principal, ou idade do gelo. Desde então, houve pequenas mudanças do clima.

Com a exceção de alguns períodos em que ocorreram pequenas idades do gelo, o holoceno foi um período de temperaturas mornas para quentes.

Um outro nome dado ao holoceno que é usado às vezes é o Antropogeno ou "idade do homem".

O holoceno testemunhou toda a historia da humanidade e ascensão e queda de todas suas civilizações. A humanidade influenciou muito no meio ambiente holocênico de tal modo que nenhum ser vivo conseguiu fazer no mesmo espaço de tempo.

Os cientistas concordam que a atividade humana é responsável pelo aquecimento global, um aumento observado em temperaturas globais médias que ocorre atualmente. A destruição dos vários habitats, a poluição e outros fatores estão causando uma extinção maciça de muitas espécies de plantas e de animais, de acordo com algumas previsões 20% de todas as espécies de plantas e de animais na terra serão extintas dentro dos próximos 25 anos.

Contudo o holoceno viu também o desenvolvimento grande do conhecimento e da tecnologia humana, que podem ser usados para compreender as mudanças que nós vemos hoje. Paleontólogos são parte deste esforço para compreender a mudança global. Os fosseis fornecem dados sobre o clima e o meio ambiente passado e os paleontólogos estão contribuindo para nossa compreensão de como a mudança ambiental futura afetará a vida da terra.

A vida animal e a vida vegetal é a atual.

O fim[editar | editar código-fonte]

Não se sabe exatamente como a Terra terá seu fim, mas uma teoria muito provável é do Sol consumir todo o seu hidrogênio e expandir-se na forma de gigante vermelha. O processo de transformação do Sol em uma gigante vermelha será acompanhado de bastante perda de material solar, e estima-se que o vento solar causado por esta perda de material poderá arrancar a atmosfera terrestre, tornando a Terra em um deserto, uma rocha nua.

Atmosfera e fotossíntese primitiva[editar | editar código-fonte]

A utilização da energia do sol na atmosfera

Podemos compreender razoavelmente a história da atmosfera da Terra até há um bilhão de anos atrás. A atmosfera moderna é também chamada "terceira atmosfera", para distinguir a composição química atual das duas anteriores.

A primeira atmosfera, era principalmente hélio e hidrogênio. O calor provindo da crosta terrestre ainda em forma de plasma, e o sol a dissiparam.

Há aproximadamente 3,5 bilhões de anos atrás, a superfície do planeta tinha esfriado o suficiente para formar uma crosta endurecida, povoando-a com vulcões que liberaram vapor de água, dióxido de carbono e amoníaco. Desta forma, surgiu a "segunda atmosfera", que era formada principalmente de dióxido de carbono e vapor de água, amoníaco, metano e óxidos de enxofre. Nesta segunda atmosfera quase não havia oxigénio livre, era aproximadamente 100 vezes mais densa do que a atmosfera atual. Acredita-se que o efeito estufa, causado por altos níveis de dióxido de carbono, impediu a Terra de congelar.

Durante os bilhões de anos seguintes, devido ao resfriamento, o vapor de água condensou para precipitar chuva e formar oceanos, que começaram a dissolver o dióxido de carbono.

Seriam absorvidos 50% do dióxido de carbono nos oceanos.

Surgiram organismos Fotossíntese que evoluíram e começaram a converter dióxido de carbono em oxigênio.

Ao passar do tempo, o carbono em excesso foi fixado em combustíveis fósseis, rochas sedimentares (notavelmente pedra calcária), e conchas animais.

Estando o oxigénio livre na atmosfera reagindo com o amoníaco, foi liberado azoto. Simultaneamente, as bactérias também iniciaram a conversão do amoníaco em azoto.

Aumentando a população vegetal, os níveis de oxigénio cresceram significativamente (enquanto níveis de dióxido de carbono diminuíram).

No princípio o oxigénio combinou com vários elementos (como ferro), mas eventualmente acumulou na atmosfera resultando em extinções em massa e evolução.

Com o aparecimento de uma camada de ozônio (O3), a Ozonosfera, as formas de vida no planeta foram melhor protegidas da radiação ultravioleta.

Esta atmosfera de oxigênio-azoto é a terceira atmosfera. Esta última, tem uma estrutura complexa que age como reguladora da temperatura e humidade da superfície.

Teoria da endossimbiose[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Teoria da endossimbiose
Diagrama representando a teoria da endosimbiose

Tanto as mitocôndrias como os cloroplastos possuem DNA bastante diferente do que existe no núcleo celular e em quantidades semelhantes ao das bactérias;

As mitocôndrias utilizam um código genético diferente do da célula eucariótica hospedeira e semelhante ao das bactérias e Archaea; Ambos estes organelos se encontram rodeados por duas ou mais membranas e a mais interna tem diferenças na composição em relação às outras membranas da célula e semelhanças com a dos procariotas;

Ambos se formam por fissão binária, como é comum nas bactérias; em algumas algas, como a Euglena, os cloroplastos podem ser destruídos por certas substâncias químicas ou por ausência prolongada de luz, sem que isso afecte a célula (que se torna heterotrófica); além disso, quando isto acontece, a célula não tem capacidade para regenerar os seus cloroplastos;

Muito da estrutura e bioquímica dos cloroplastos, como por exemplo, a presença de tilacoides e tipos particulares de pigmentos, é muito semelhante aos das cianobactérias; análises filogenéticas de bactérias, cloroplastos e genomas eucarióticos também sugerem que os cloroplastos estão relacionados com as cianobactérias;

A sequência do DNA de algumas espécies sugere que o núcleo celular contém genes que aparentemente vieram do cloroplasto.

Tanto as mitocôndrias como os cloroplastos possuem genomas muito pequenos, em comparação com outros organismos, o que pode significar um aumento da dependência destes organelos depois da simbiose se tornar obrigatória, ou melhor, passar a ser um organismo novo.

Vários grupos de protistas possuem cloroplastos, embora os seus portadores serem, em geral, mais estreitamente aparentados com formas que não os possuem, o que sugere que, se os cloroplastos tiveram origem em células endosimbiontes, esse processo teve lugar múltiplas vezes, o que é muitas vezes chamado "endosimbiose secundária".

Organismo multicelular[editar | editar código-fonte]

Os animais encontrados em todo o mundo são os anelídeos, artrópodes, braquiópodes, equinodermos, moluscos, onychophorídeos, esponjas, priapulídeos.

A idade de Tomotiana, começou aproximadamente há 530 milhões de anos, sendo uma subdivisão do cambriano superior. Nomeado por exposições da rocha na Sibéria, o Tomotiano viu a primeira radiação principal dos animais, incluindo a primeira aparência de um grande taxa de animais mineralizados tais como braquiópodes, trilobites, archaeocyatideos e equinodermos.

Os climas do mundo eram suaves; não havia nenhuma glaciação. A maior parte de América do Norte se colocava nas latitudes tropicais e temperadas do sul, que suportaram o crescimento de arrecifes extensos dos archaeocyathideos de água-rasa no cambriano mais inferior.

Explosão Cambriana[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Explosão Cambriana

A explosão Cambriana foi o aparecimento relativamente rápido, em um período de vários milhões de anos, dos filos mais importantes cerca de 530 milhões de anos atrás, conforme encontrado no registro fóssil. Este surgimento foi acompanhado por uma grande diversificação de outros organismos, incluindo animais, fitoplâncton, e calcimicróbios.Formas de vida bizarras tomaram lugar nos oceanos, juntamente com trilobitas, crustáceos, moluscos, anelídeos, equinodermos, e outros filos animais existentes hoje em dia. Animais como os Hallucigenia (não se sabe a que filo pertencia), que possuíam sete pares de espinhos numa face e sete tentáculos terminando em vigorosas pinças na outra (não se sabe qual seria seu dorso ou seu ventre), com um prolongamento em forma de tubo ou cilindro em uma extremidade e um espessamento na outra (não se sabe qual seria sua parte anterior ou posterior); os Opabínia, com cinco olhos em sua cabeça e um órgão que dela se projetava, terminando numa extremidade bifurcada; o Anomalocaris, um predador de 60 centímetros de comprimento, semelhante a um artrópode; e o Pikaia, um verme possuidor de uma corda cartilaginosa ao redor de um nervo dorsal, provavelmente o primeiro cordado.

O único grupo de animais com um bom registo fóssil que só apareceu depois do Cambriano foi o filo Bryozoa, cujos exemplares mais antigos pertencem ao Ordoviciano Inferior. Os fósseis conhecidos por Biota Vendiana (ou "biota Ediacarana"), que incluem animais com espículas como as das esponjas e possivelmente tubos de vermes, apareceram no período que antecede o Cambriano, mas a localização destes fósseis nos filos actualmente conhecidos ainda está longe de estar esclarecida. O que não há dúvida é que o Cambriano foi uma época de extraordinária inovação e evolução, não só em termos do número de espécies, mas também no desenvolvimento de novos nichos e estratégias ecológicas, tais como a predação activa, a construção de abrigos subterrâneos complexos e a aparição ou diversificação das algas mineralizadas de vários tipos, como as algas coralinas e as dasicladáceas verdes.

A Explosão Cambriana desperta a curiosidade dos cientistas, que questionam como a vida teria, após milhões de anos de estabilidade e pouca diversidade, subitamente gerado organismos tão diversos em um espaço tão curto de tempo, e por que isto jamais voltou a ocorrer. Alguns argumentam que, após milhões de anos gerando oxigênio através da fotossíntese, as algas tenham permitido o surgimento de organismos aeróbicos complexos, que demandavam de mais oxigênio para suas atividades do que as medusas e esponjas. Outros sugerem que cargas excepcionais de radiação emitidas por fontes externas tenham provocado mutações genéticas em altos índices, ocasionando as mudanças morfológicas aleatórias observadas nos fósseis.

Colonização da superfície[editar | editar código-fonte]

Superfície de Marte

Embora os peixes já estivessem se diversificando bastante, com relação à flora, este período é marcado pelo surgimento das primeiras plantas terrestres.

Durante o Devoniano, ocorre a proliferação dos peixes, que dominam de vez os ambientes aquáticos, motivo pelo qual o Devoniano é conhecido como "a idade dos peixes"; surgem os primeiros tubarões e os placodermos assumem o topo a cadeia alimentar, porém se extinguem no final do período, além disso, é neste período que surgem os primeiros anfíbios. Os graptólitos graptoloides extinguem-se e os trilobites iniciam sua decadência. Neste período também surgem as primeira formas de amonites, que só serão extintos no final do período Cretáceo, junto com os dinossauros.

Com relação às plantas, é neste período que licopódios, samambaias e progimnospermas formamos primeiros bosques.

O carbonífero tem este nome pois foi neste período que a maioria das florestas que se transformaram no carvão mineral que temos hoje existiram. Nessas florestas ainda predominam licopódios e samambaias (embora com uma maior diversidade, merecendo destaque para as chamadas "samambaias com sementes", hoje extintas).

A formação da Pangeia[editar | editar código-fonte]

Relativamente à fauna, se destacam o maior desenvolvimento e diversificação dos répteis; que passam a dominar definitivamente o mundo, atingindo grandes porte (ex. Moschops) e o topo da cadeia alimentar (exemploː Dimetrodon); e a decadência dos artrópodes gigantes; que se extinguem neste período. No permiano, ainda não existiam lissanfíbios, mamíferos, tartarugas, lepidossauros, pterossauros e nem dinossauros, mas os ancestrais de todos estes grupos já existiam, prontos para evoluir e lhes dar origem durante o triássico. A fauna terrestre do período se destacam animais que não eram nem répteis nem mamíferos e pertenciam ao grupo dos synapsida. Nas águas doces havia anfíbios gigantes e no mar, tubarões primitivos, moluscos cefalópodes, braquiópodes, trilobitas (embora estes já estivessem se tornando mais raros) e artrópodes gigantescos conhecidos como eurypterida ou escorpiões do mar. As únicas criaturas voadoras do período eram parentes gigantes das libélulas.

A Pangeia se separa em Laurásia e Gonduana[editar | editar código-fonte]

Durante o Cretáceo, os dinossauros alcançam seu ápice (mais da metade das espécies conhecidas viveram neste período), mas ao fim do período acaba ocorrendo a extinção em massa desses grandes répteis e dos animais da Terra (cerca de 60% deles foi extinto).A teoria mais aceita é a de que a queda de um meteorito na Península de Iucatã, no México, levantou muita poeira e essa poeira cobriu a Terra evitando a passagem do Sol e causando um resfriamento da terra que levou à Era Glacial. Então os seres fotossintetizantes não puderam realizar a fotossíntese e acabaram morrendo.Com isso, houve uma quebra da cadeia alimentar e um desequilíbrio ecológico.

É no mesmo período que surgem os mamíferos placentários primitivos e as plantas com flores proliferam. Neste período, os continentes começaram a se formar a caminho do que são hoje. Após a queda dos dinossauros, houve a diversificação dos mamíferos (alguns tornaram-se enormes), e o auge das aves.

A primeira época do período foi a época em que a Terra se recuperou da catástrofe que extinguiu os dinossauros. Os pequenos mamíferos proliferaram e as aves assumiram o topo da cadeia alimentar. O clima ainda era bem quente, e o mundo de uma forma geral se assemelhava ao do final do Cretáceo.

No inicio da época, as aves ainda eram os predadores dominantes, porém com o tempo mamíferos carnívoros se desenvolveram e as substituíram. Também surgiram os primeiros grandes mamíferos. No início da época o clima tropical se espalhava até as regiões polares, porém, ao final dessa época o clima começa a se esfriar, a vegetação próxima aos pólos começa a se tronar semelhante as de tundra e taiga e tem inicio o processo de congelamento dos pólos. Estas alterações causam uma considerável extinção nos animais da época.

O clima começa a se tornar mais semelhante ao atual, embora ainda seja, em geral, um pouco mais quente. O domínio dos mamíferos se confirma, com exceção das regiões mais isoladas. A flora já se torna bem semelhante à atual.

Evolução humana[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: evolução humana

A Evolução Humana é o processo de mudança e desenvolvimento, ou evolução, pelo qual os seres humanos emergiram como uma espécie distinta. É tema de um amplo questionamento científico que busca entender e descrever como a mudança e o desenvolvimento acontecem. O estudo da evolução humana engloba muitas áreas da ciência, como a Psicologia Evolucionista, a Biologia Evolutiva, a Genética e a Antropologia Física. O termo "humano", no contexto da evolução humana, refere-se ao gênero Homo. Mas, os estudos da evolução humana usualmente incluem outros hominídeos, como os australopithecus.

Civilização[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História do mundo
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O Holoceno é o nome dado aos últimos 11 mil anos da história da Terra. O Holoceno começa no fim da última era glacial principal, ou idade do gelo. Desde então, houve pequenas mudanças do clima. Com a exceção de alguns períodos em que ocorreram pequenas idades do gelo, o Holoceno foi um período de temperaturas mornas para quentes. Um outro nome dado ao Holoceno que é usado às vezes é Antropogeno ou Idade do Homem.

O Holoceno testemunhou toda a história do Homo sapiens e ascensão e queda de todas suas civilizações. A humanidade influenciou muito no meio ambiente holocênico, como nenhum ser vivo conseguiu fazer no mesmo espaço de tempo. Os cientistas concordam que a atividade humana é responsável pelo aquecimento global, um aumento observado em temperaturas globais médias que ocorre atualmente. A destruição dos vários habitats, a poluição e outros fatores estão causando uma extinção maciça de muitas espécies de plantas e de animais. De acordo com algumas previsões, 20% de todas as espécies de plantas e de animais na terra serão extintas dentro dos próximos 25 anos. Contudo, o Holoceno viu também um grande desenvolvimento do conhecimento e da tecnologia humana, que podem ser usados para compreender as mudanças que nós vemos hoje. Paleontólogos são parte deste esforço para compreender a mudança global. Os fósseis fornecem dados sobre o clima e o meio ambiente passado e os paleontólogos estão contribuindo para nossa compreensão de como a mudança ambiental futura afetará a vida da terra, a vida animal e a vida vegetal atuais.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]