Manso de Paiva

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Francisco Manso de Paiva Coimbra foi um criminoso brasileiro autor da morte do senador Pinheiro Machado com uma punhalada nas costas, no saguão do Hotel dos Estrangeiros, um hotel de luxo no Rio de Janeiro, em 8 de setembro de 1915.

Galdino Siqueira foi o Promotor Público do caso.[1]

José Gomes Pinheiro Machado era uma figura importante e poderosa na política da época e sua morte era pregada por diversos adversários. No entanto, Manso alegou e as investigações conduzidas com pouco interesse pelo chefe de Polícia da época, Aurelino Leal, fizeram crer que ele agiu por iniciativa própria. O punhal usado no assassinato de Pinheiro Machado pertence ao acervo do Museu da República (Palácio do Catete) no Rio de Janeiro.

Prenome[editar | editar código-fonte]

O segundo prenome do assassino de Pinheiro Machado (Francisco Manço de Paiva Coimbra) é com cedilha, conforme sua própria assinatura. Ao longo do tempo, variações equivocadas têm sido apresentadas, não só como Manso ("não sou cavalo para ser manso", dizia Manço), mas também como Mâncio e Mânsio.

Francisco Manço Paiva Coimbra era natural do município de Cacimbinhas -- hoje município de Pinheiro Machado --, distante 354 km de Porto Alegre-RS. Era filho do português Francisco de Paiva Coimbra e da brasileira Maria de Jesus Coimbra.

Referência: Livro: [2]

Bayard Fonseca (bayard.guaiba@gmail.com ou bayyard@cpovo.net)

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Referências

  1. PAIXÃO, Daniel Pugliese da, Cem anos do Código que nunca existiu: os passos e traços de Galdino Siqueira, apresentação de Bolívar Iglesias, 1ª ed., Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2014.
  2. "A Guerra de Cacimbinhas" / Luiz Antônio Nikão Duarte. Porto Alegre. 2015. Editora: com EFEITO D812g Duarte, Luiz Antônio Nikão. CDU 94(816.5 PINHEIRO MACHADO).


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