Manso de Paiva

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book-4.svg
Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde dezembro de 2009). Por favor, insira mais referências no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Manso de Paiva
Nome Francisco Manso de Paiva Coimbra
Nacionalidade(s) Brasil brasileiro
Crime(s) Assassinato do senador Pinheiro Machado

Francisco Manso de Paiva Coimbra foi um criminoso brasileiro autor da morte do senador Pinheiro Machado com uma punhalada nas costas, no saguão do Hotel dos Estrangeiros, um hotel de luxo no Rio de Janeiro, em 8 de setembro de 1915.

Galdino Siqueira foi o Promotor Público do caso.[1]presidiu o Juri o Juiz Manuel da Costa Ribeiro, que também presidiu o Juri que julgou Dilermando de Assis, que matou Euclides da Cunha e o Juri que julgou Gilberto Amado pela morte do jornalista Aníbal Teófilo. Costa Ribeiro foi Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal posteriormente.

José Gomes Pinheiro Machado era uma figura importante e poderosa na política da época e sua morte era pregada por diversos adversários. No entanto, Manso alegou e as investigações conduzidas com pouco interesse pelo chefe de Polícia da época, Aurelino Leal, fizeram crer que ele agiu por iniciativa própria. O punhal usado no assassinato de Pinheiro Machado pertence ao acervo do Museu da República (Palácio do Catete) no Rio de Janeiro.

Prenome[editar | editar código-fonte]

O segundo prenome do assassino de Pinheiro Machado (Francisco Manço de Paiva Coimbra) é com cedilha, conforme sua própria assinatura. Ao longo do tempo, variações equivocadas têm sido apresentadas, não só como Manso ("não sou cavalo para ser manso", dizia Manço), mas também como Mâncio e Mânsio.

Francisco Manço de Paiva Coimbra era natural do município de Cacimbinhas - hoje município de Pinheiro Machado -, distante 354 km de Porto Alegre-RS. Era filho do português Francisco de Paiva Coimbra e da brasileira Maria de Jesus Coimbra.[2]

Referências

  1. PAIXÃO, Daniel Pugliese da, Cem anos do Código que nunca existiu: os passos e traços de Galdino Siqueira, apresentação de Bolívar Iglesias, 1ª ed., Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2014.
  2. "A Guerra de Cacimbinhas" / Luiz Antônio Nikão Duarte. Porto Alegre. 2015. Editora: com EFEITO D812g Duarte, Luiz Antônio Nikão. CDU 94(816.5 PINHEIRO MACHADO).


Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.