Marcelo Aro

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Marcelo Aro
Deputado federal por Minas Gerais Minas Gerais
Período 1º de fevereiro de 2015
até atualidade
Dados pessoais
Nascimento 12 de junho de 1987 (30 anos)
Belo Horizonte, Minas Gerais
Partido PHS
Profissão Jornalista
linkWP:PPO#Brasil

Marcelo Guilherme de Aro Ferreira (Belo Horizonte, 12 de junho de 1987) é um jornalista[1] e político brasileiro filiado ao Partido Humanista da Solidariedade (PHS).[2] É deputado federal[2] e conselheiro do clube Atlético Mineiro.[3] É Diretor de Ética e Transparência da CBF[4]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Começou sua carreira política como vereador em Belo Horizonte, aos 24 anos, tornando-se o mais jovem vereador do mandato e o segundo mais jovem em toda a história da casa, eleito em 2012 com 9.412 votos. Durante seu mandato abriu mão da verba indenizatória da Câmara, levando a instituição a mais tarde abolir essa remuneração adicional aos vereadores, que passou a ser feita por processo licitatório. Foi também quem propôs à Câmara conceder o título honorário de cidadão belo-horizontino ao então Presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha, posteriormente cassado por quebra de decoro parlamentar.

Marcelo realizou 51 audiências públicas durante o mandato, tornando-se o deputado que mais utilizou esse instrumento de participação popular [5]

Elegeu-se deputado federal em 2014 com 87.113 votos, representando 0.86% do total de votos válidos.[6]

Em 17 de abril de 2016, Marcelo votou a favor do processo de impeachment contra Dilma Rousseff.[3]

No dia 12 de setembro de 2016, o deputado mineiro Marcelo Aro (PHS), não compareceu ao plenário da Câmara Federal para votar na sessão que decidiu pela cassação de Eduardo Cunha.[7]Cunha era acusado de mentir e faltar com o decoro parlamentar.

Em novembro de 2016, Marcelo Aro foi defensor das 10 Medidas contra a corrupção, propostas pelo Ministério Público Federal. Foi o único deputado federal mineiro que votou a favor do projeto original, votando contra os destaques apresentados pelos outros parlamentares como crime de responsabilidade a juízes e promotores.[8]

Como titular na Comissão de Constituição e Justiça votou contra a admissibilidade da denúncia do presidente Michel Temer, contrariando a orientação de seu partido.

Referências

  1. «Biografia». Câmara dos Deputados. Consultado em 24 de abril de 2016 
  2. a b «Marcelo Aro 3133». Eleições 2014. Consultado em 24 de abril de 2016 
  3. a b «MARCELO ARO». Atlas político. Consultado em 24 de abril de 2016 
  4. «Deputado Marcelo Aro é o novo diretor de ética e transparência da CBF». Futebol. 1 de maio de 2015 
  5. «Compromisso com a Saúde é alvo do candidato Marcelo Aro». O Tempo Contagem. 5 de setembro de 2014 
  6. «Marcelo Aro». Eleições 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2016 
  7. Alessandra Mello. «Nove deputados federais mineiros não votaram a favor da cassação de Cunha». Estado de Minas. Consultado em 2 de dezembro de 2016 
  8. «Pacote anticorrupção: veja voto de cada um sobre enriquecimento ilícito». Globo.com 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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