Mogi Mirim

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Disambig grey.svg Nota: Para outros significados de Mogi, veja Mogi.
Município de Mogi Mirim
"Mogi"
Igreja Matriz São José

Igreja Matriz São José
Bandeira de Mogi Mirim
Brasão de Mogi Mirim
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 22 de outubro
Fundação 22 de outubro de 1769 (248 anos)
Gentílico mogimiriano
Lema Nata sum e paulistarum robore
"Nasci da bravura dos paulistas"[1]
Prefeito(a) Carlos Nelson Bueno (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Mogi Mirim
Localização de Mogi Mirim em São Paulo
Mogi Mirim está localizado em: Brasil
Mogi Mirim
Localização de Mogi Mirim no Brasil
22° 25' 55" S 46° 57' 28" O22° 25' 55" S 46° 57' 28" O
Unidade federativa São Paulo
Região
intermediária

Campinas IBGE/2017 [2]

Região
imediata

Mogi Guaçu IBGE/2017

Municípios limítrofes Mogi Guaçu, Itapira, Santo Antônio de Posse, Artur Nogueira, Holambra, Engenheiro Coelho e Conchal
Distância até a capital 155 km
Características geográficas
Área 499 km² [3]
Distritos Martim Francisco
População 92 365 hab. Estimativa IBGE/2017[4]
Densidade 185,1 hab./km²
Altitude 640 m
Clima tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,784 elevado PNUD/2010
PIB R$ 2 732 950 mil IBGE/2010[5]
PIB per capita R$ 31 688 58 IBGE/2010[5]

Mogi Mirim[nota 1] é um município da região leste de São Paulo, no Brasil.[9]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Mogi Mirim" se originou do tupi antigo moî'ymirim, que significa "pequeno rio das cobras" (moîa, mboîa, "cobra" + 'y, "rio" + mirim, "pequeno"),[10] referindo-se ao Rio Mojimirim. Nos termos da nova reforma ortográfica, a grafia correta do município seria Mojimirim, pois prescreve-se o uso da letra J para palavras de origem tupi-guarani. Ao longo dos anos, a grafia M'Boijy foi alterada para Boigy, depois para Mogy, Mogi e finalmente para Moji.[11]

Ademais, deve-se escrever junto porque, embora a sílaba "ji" seja tônica, não é acentuada graficamente. E somente quando acentuadas graficamente é que devem receber a hifenização. Exemplo: Ceará-mirim. Caso não seja acentuada graficamente (ainda que a sílaba seja tônica), não se deve colocar o hífen. Exemplos: Mojimirim, Mojiguaçu.[12] Nas formações por sufixação, apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elementos: amoré-guaçu, anajá-mirim, andá-açu etc.

Contudo, mesmo que em desacordo com as normas ortográficas vigentes no país desde 1943 e desde o Acordo Ortográfico de 1990[13], ocorreu o advento da lei municipal nº 4.974/10, e o Poder Legislativo municipal mudou a grafia oficial para "Mogi Mirim".[6]

História[editar | editar código-fonte]

O povoado da região, que era habitada por índios caiapós, iniciou-se por volta de 1720, com a passagem de bandeirantes paulistas que se dirigiam ao estado de Goiás em busca de ouro. O arraial de Mojimirim já possuía bom número de habitantes em 29 de julho de 1747, quando começaram a ser cavados os alicerces da primitiva igreja Matriz de São José. A freguesia foi criada em 1751, desmembrada da freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campo, atual Mogi Guaçu. A elevação da freguesia de São José de Mogi Mirim a vila se deu em 22 de outubro de 1769, após cisão do município de Jundiaí. A vila de São José de Mogi Mirim passou a abranger um enorme território, com limites no rio Atibaia e no rio Grande, este na divisa entre São Paulo e Minas Gerais. Com o passar do tempo, foram se formando arraiais e povoados como Franca, Casa Branca, Rio Claro, Mogi Guaçu, Itapira, São João da Boa Vista, Serra Negra, Pinhal e inúmeros outros.

Pela lei número dezessete, de 3 de abril de 1849, o presidente da província de São Paulo, padre Vicente Pires da Mota, elevou a vila de Mogi Mirim à categoria de cidade. Por lei provincial de 17 de julho de 1852, Mogi Mirim passou a ser sede de comarca.

Em 1886, os fazendeiros de Mogi Mirim começaram a angariar o trabalho de imigrantes estrangeiros, principalmente italianos, espanhóis e, posteriormente, sírio-libaneses e japoneses), que tiveram importante participação nas plantações de café e de algodão e nas ferrovias da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.

Ferrovia[editar | editar código-fonte]

História da linha[editar | editar código-fonte]

Foto do álbum da Companhia Mogiana.

Uma grande parte da história de Mogi Mirim está em sua ferrovia, que teve sua inauguração (ainda sem trilhos) na data de 27 de agosto de 1875, por Dom Pedro II e que foi terminada em 1886, na altura da estação de Entroncamento. Desde então, foram feitas várias reformas, tornando o leito da linha atual muito diferente do original em praticamente toda a sua extensão. Suas modificações mais significativas foram feitas nos anos de 1926, 1929, 1951, 1969, 1964, 1972, 1973 e 1979, sendo que colocaram-se novas versões nos trechos reformados. A partir de 1971, a linha integrou-se à Ferrovia Paulista SA – FEPASA. Atualmente, a ferrovia existente no município está sob concessão da Rede Ferroviária Federal.

Estação[editar | editar código-fonte]

Estação de Mogi Mirim, lado da plataforma, anos 1910.

Inaugurada em 1875, a estação de Mogi Mirim foi uma das primeiras da extinta Companhia Mogiana de Estradas de Ferro. Fica próxima à área central da cidade e foi desativada em 1979, quando as companhias paulistas já haviam sido reunidas na Fepasa. A desativação se deu em consequência da remoção das linhas férreas do centro da cidade para ponto localizado na zona leste, no contexto da redefinição do trecho de Guedes a Mato Seco. Dessa estação, saía o ramal de Itapira, que chegava até Santa Rita do Sapucaí. Há, fora da cidade, uma estação "nova", aos padrões da Fepasa, construída na variante.

A antiga estação foi incorporada ao patrimônio da prefeitura na ocasião da construção do trecho inicial da avenida Adib Chaib. Foi reformada e modernizada em 2007, sendo, atualmente, sede de alguns órgãos públicos municipais.

A estação já serviu como terminal de ônibus urbanos, como sede da guarda Municipal e como sede do departamento de educação, entre outras finalidades. Em agosto de 2006, iniciou-se a restauração da antiga estação, para transformá-la em uma unidade de educação, obedecendo ao projeto do arquiteto Eduardo Lima, que alterou algumas características originais da estação ferroviária. As obras exigiram investimentos municipais de 843 000 reais, inclusos os custos de equipamentos e mobiliário.[carece de fontes?] Atualmente, fica ao lado do espaço Cidadão.

Administração[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

Setor industrial[editar | editar código-fonte]

Mogi Mirim possui dois distritos industriais:

  • José Marangoni, localizado à margem da rodovia SP-147, em local antigamente conhecido como Parque da Empresa.
  • Luiz Torrani, localizado às margens da rodovia SP-340.

O setor é diversificado, com indústrias de vários ramos:

  • Metalurgia e autopeças: Lindsay, Fundição Regali Brasil, Eaton, Sabó, Tenneco, Metal 2, Allevard Molas, Forusi Metais Sanitários, Cortag, DAB Automotiva, Enaplic, Layr Fornos, Baumer.
  • Elétrica: Balestro, Marangoni, Super Watts.
  • Alimentos e bebidas: Mars, AmBev.
  • Calçados: Alpargatas.
  • Papeleiro: Sulamericana.

Setor agrícola[editar | editar código-fonte]

O setor agrícola também é importante, em razão de grandes plantações de mandioca e de laranja.[carece de fontes?]

Setor de serviços[editar | editar código-fonte]

O setor de serviços conta com sedes de empresas tais como:

O setor comercial é bem estruturado, possuindo em seu comércio grandes redes de lojas e bancos

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Índices[editar | editar código-fonte]

Mortalidade infantil até um ano (por mil nascidos vivos em 2009): 6,7

IDH-M 2000=0,825

IDH-M Renda=0,781

IDH-M Longevidade=0,794

IDH-M Educação=0,710

  • A Estação de Tratamento de Esgoto de Mogi Mirim: 75% de esgoto tratado no município e 90% de esgoto tratado na área urbana, e é de responsabilidade do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE).

Educação[editar | editar código-fonte]

  • Educação Básica:
    • Escola Técnica Pedro Ferreira Alves[15]
    • CEL - Centro de Estudo de Línguas (Escola Estadual Monsenhor Nora)
  • Educação Superior:
    • Fatec Mogi Mirim "Arthur de Azevedo"[16]
    • Faculdade Santa Lúcia (Associação Educacional e Assistencial Santa Lúcia)[17]

Saúde[editar | editar código-fonte]

  • Serviço de Reabilitação da Rede Lucy Montoro, gerido pelo Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês
  • Hospital 22 de Outubro
  • Hospital Santa Casa de Misericórdia de Mogi Mirim
  • CEM - Centro de Especialidades Médicas
  • SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - 192

Cultura[editar | editar código-fonte]

Há dois museus:

  • Museu Histórico e Pedagógico Doutor João Teodoro Xavier
  • Centro de Memória

Conta com dois centro culturais:

  • Centro Cultural Professor Lauro Monteiro de Carvalho e Silva
  • Casa da Cultura de Martim Francisco

Bibliotecas:

  • Biblioteca Pública Municipal Guilherme de Almeida
  • Biblioteca Pública de Mogi Mirim

Grupos de teatro atuantes:

  • Cia Imagem Pública
  • Vidraça Cia de Teatro
  • Cia Usina de Teatro
  • Cia de Teatro Vias de Ato

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Jornal[editar | editar código-fonte]

Possui quatro jornais:

Rede de televisão:

  • STV Mogi Mirim, antiga SecTV[22]

Emissoras de rádio:

  • Rádio Comunitária Visão FM 87,5[23]
  • Transamérica Hits FM 91,1[24]
  • Transamérica Hits AM 1110[24]
  • Transertaneja AM 610

Religião[editar | editar código-fonte]




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Religião em Mogi Mirim (2010)[9]

  Catolicismo (66.13%)
  Protestantismo (21.34%)
  Espiritismo (2.41%)
  Outras religiões / Sem religião (10.12%)

O Censo 2010 contabilizou 86.505 habitantes em Mogi Mirim, sendo que 57.203 declararam-se católicos, 18.464 protestantes e 2.086 espíritas. O restante da população pertence a outros credos religiosos, ou não tem nenhuma filiação.[9]

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

O município pertence à Diocese de Amparo[25], sendo que a igreja principal é a Matriz de São José[26]. O município possui atualmente 7 paróquias.[27] Pode-se encontrar a lista dessas paróquias aqui.

O padroeiro de Mogi Mirim é São José, cuja comemoração, no dia 19 de março, é feriado municipal.[28]

Igrejas protestantes[editar | editar código-fonte]

O município possui os mais diversos credos protestantes, pentecostais e neopentecostais como a Congregação Cristã no Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Apostólica Renascer em Cristo, Igreja Presbiteriana, Igreja Metodista, Igreja Batista, Assembleia de Deus, igrejas adventistas, Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja de Cristo Pentecostal no Brasil, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Mundial do Poder de Deus, e diversas outras denominações com grande crescimento nas últimas décadas.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Praça Matriz de São José.

Pontos de interesse turístico[editar | editar código-fonte]

  • Igreja Matriz São José
  • Praça Rui Barbosa
  • Jardim Velho
  • Estação Educação - antiga estação ferroviária (totalmente reformada)
  • Voçoroca (área de erosão)
  • Cachoeira de Cima (barragem)
  • Pedreira de Grava
  • Complexo do Lavapés
  • Zoológico Municipal de Mogi Mirim "Luiz Gonzaga Amoêdo Campos"[29]

Hospedagem[editar | editar código-fonte]

Possui 4 grandes hotéis:

  • Mogi Mirim Palace Hotel
  • Hotel Sol do Mogi
  • Hotel Portal Mogi Mirim
  • Bristol Zaniboni Hotel

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

  • Polo Gastronômico de Mogi Mirim - Possui uma variedade de bares e restaurantes

Lazer[editar | editar código-fonte]

Conta com quatro casas noturnas:

  • Fly Lounge Club - (GLS - todos os públicos)
  • Yab Club - (para todos os públicos)
  • Thunder Club - (para todos os públicos)
  • Espaço Friends - (LGBT)

Conta com quatro clubes de lazer:

  • Grêmio Mogimiriano
  • Clube Recreativo
  • Clube Mogiano
  • AABB - Associação Atlética Banco do Brasil

Esportes[editar | editar código-fonte]

Transporte[editar | editar código-fonte]

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

A cidade possui um aeroporto dotado das seguintes características:[nota 2]

  • Indicador de localidade (padrão ICAO): SDMJ
  • Localização geográfica:22° 24' 36" S 46° 54' 19" O
  • Classificação: aeródromo civil público.
  • Pistas: duas pistas de terra, cabeceiras 12 e 30, de 1500 metros de comprimento por 30 metros de largura.[nota 3]

Acessos rodoviários[editar | editar código-fonte]

Frota de Veículos
Ano Quantidade

2002 31 491
2005 35 569
2010 50 328
2014 64 480

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. O nome do município possui uma única grafia oficial, estabelecida pela lei municipal nº 4.974/10[6] e adotada ao longo de toda a redação da lei orgânica do mesmo município.[7] Os arts. 18 e 29 da Constituição Federal[8] brasileira reconhecem a autonomia dos municípios e lhes garantem o direito de promulgar suas leis, especialmente a lei orgânica.
  2. Procure SDMJ na Publicação Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER).[32] Esse aeródromo foi instalado após celebração de convênio entre a União e o município de Mogi Mirim.[33]
  3. Embora a faixa de terreno seja apenas uma, consideram-se duas pistas porque as aeronaves podem decolar ou a partir da cabeceira da pista 12 ou então a partir da cabeceira da pista 30.

Referências

  1. «Brasão de Mogi Mirim». Câmara Municipal de Mogi Mirim. Consultado em 15 de março de 2014. 
  2. «O recorte das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias de 2017» (PDF). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2017. p. 20–34. Consultado em 10 de agosto de 2017. 
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de agosto de 2017). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2017» (PDF). Consultado em 26 de fevereiro de 2018. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  6. a b Câmara Municipal de Mogi Mirim (11 de junho de 2010). «Lei municipal nº 4.974» (TIF). Dispõe sobre a oficialização da grafia do nome do município. Consultado em 15 de março de 2014. 
  7. Câmara Municipal de Mogi Mirim (12 de julho de 2010). «Lei orgânica de Mogi Mirim» (PDF). Consultado em 15 de março de 2014. 
  8. BRASIL (5 de outubro de 1988). «Constituição da República Federativa do Brasil de 1988». Casa Civil. Consultado em 9 de agosto de 2014. 
  9. a b c «Mogi Mirim - Panorama». IBGE. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  10. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 588.f
  11. Aurélio Buarque de Holanda (2009). Míni Aurélio. [S.l.]: Editora Positivo. 895 páginas 
  12. Texto oficial da Nova Reforma Ortográfica - Base XVI, parágrafo 3º)
  13. BRASIL (29 de setembro de 2008). «Decreto federal nº 6.583». Promulga o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. Presidência da República. Consultado em 10 de agosto de 2014. 
  14. Leandro Martins (27 de janeiro de 2012). «Itaú e Santander investirão em novos centros tecnológicos». Folha de S.Paulo. Consultado em 16 de março de 2014. 
  15. «Etec Pedro Ferreira Alves». Consultado em 16 de março de 2014. 
  16. «Fatec Mogi Mirim». Consultado em 16 de março de 2014. 
  17. «Faculdade Santa Lucia». Consultado em 16 de março de 2014. 
  18. «Jornal A Comarca». Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  19. «Jornal O Impacto». Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  20. «Jornal O Popular». Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  21. «Grande Jogada». Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  22. «Com sinal digital, STV oferece nova programação; canal pode ser sintonizado no 43.1». Jornal O Popular. 5 de fevereiro de 2018. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  23. «Visão FM». Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  24. a b «Transamérica Hits». Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  25. «FORANIA SÃO JOSÉ – MOGI MIRIM». Diocese de Amparo. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  26. «Paróquia de São José - Câmara Municipal de Mogi Mirim». Câmara Municipal de Mogi Mirim. Consultado em 19 de fevereiro de 2017. 
  27. «Diocese de Amparo - Paróquias». Diocese de Amparo. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  28. a b c «Feriados municipais - Mogi Mirim-SP com datas comemorativas e pontos facultativos». Feriados Municipais. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  29. «Zoológico Municipal de Mogi Mirim». Sociedade Paulista de Zoológicos (SPZOO). Consultado em 15 de março de 2014. 
  30. Marcelo Gomes (9 de março de 2018). «À beira da morte, os últimos suspiros do Mogi Mirim». ESPN. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  31. Luís Filipe Santos (25 de agosto de 2017). «Presidente do Mogi Mirim cogita vender estádio para saldar dívidas». Estadão. Consultado em 27 de agosto de 2018. 
  32. BRASIL. DECEA. «Publicação Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER)». AISWEB. Consultado em 15 de março de 2014. 
  33. BRASIL. Secretaria de Aviação Civil (13 de dezembro de 2012). «Convênio nº 42/2012» (PDF). Convênio de Delegação que entre si celebram a União, por intermédio da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, e o município de Mogi Mirim - SP para a exploração do aeródromo de Mogi Mirim (SDMJ), localizado naquele município. Consultado em 15 de março de 2014. 
  34. «Mogi Guaçu e Mogi Mirim, cidades-irmãs cortadas pelo rio que serpenteia». Governo do Estado de São Paulo. 17 de maio de 2013. Consultado em 27 de agosto de 2018. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]