Paraty

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Município de Paraty
Vista de Paraty a partir do mar. Em destaque, a Igreja de Santa Rita de Cássia.

Vista de Paraty a partir do mar. Em destaque, a Igreja de Santa Rita de Cássia.
Bandeira de Paraty
Brasão de Paraty
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 28 de fevereiro
Fundação 28 de fevereiro de 1667 (352 anos)
Gentílico paratiense [1]
Padroeiro(a) Nossa Senhora dos Remédios
CEP 23970-000
Prefeito(a) Luciano de Oliveira Vidal (MDB)
(2019 – 2020)
Localização
Localização de Paraty
Localização de Paraty no Rio de Janeiro
Paraty está localizado em: Brasil
Paraty
Localização de Paraty no Brasil
23° 13' 21" S 44° 42' 50" O23° 13' 21" S 44° 42' 50" O
Unidade federativa Rio de Janeiro
Região intermediária

Rio de Janeiro IBGE/2017[2]

Região imediata

Angra dos Reis IBGE/2017[2]

Municípios limítrofes Angra dos Reis, Cunha (SP) e Ubatuba (SP)
Distância até a capital 258 km
Características geográficas
Área 928,467 km² [3]
População 50 374 hab. IBGE/2014[4]
Densidade 54,26 hab./km²
Altitude 5 m
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,693 (RJ: 62º; BR: 2105°) – médio PNUD/2010[5]
PIB R$ 447 788,746 mil Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008[6]
PIB per capita R$ 12 727,78 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008[6]

Paraty[7][8][9] é um município do estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Localizado no litoral sul do estado, dista 258 quilômetros da capital estadual, a cidade do Rio de Janeiro. Por estar localizada quase ao nível do mar, a cidade foi projetada levando em conta o fluxo das marés. Como resultado, muitas de suas ruas são periodicamente inundadas pela maré. Paraty já foi capital do Brasil em 1930.

Junto ao oceano, entre dois rios, Paraty está a uma altitude média de apenas cinco metros. Hoje, é o centro de um município com 930,7 quilômetros quadrados com uma população de 39 965 habitantes (densidade demográfica: 35,6 habitantes por quilômetro quadrado). Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística para 2014, possui 39 965 habitantes,[10] ocupando a 43ª posição entre os municípios do estado do Rio por população[11].

O seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é de 0,693, segundo dados de 2010 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (publicados em 2013[12]), o que é considerado como "mediano".

Em 5 de julho de 2019, a cidade colonial de Paraty e a Ilha Grande foram declaradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco, por sua mistura única de riquezas históricas e naturais. Trata-se do primeiro lugar misto (patrimônio cultural e natural) do Brasil.[13]

Topônimo[editar | editar código-fonte]

O tupinólogo Eduardo de Almeida Navarro aponta, para o topônimo "Paraty", a etimologia tupi antiga parati'y, com o significado de "rio dos paratis", pela junção de parati (parati) e 'y (rio). "Parati" é tanto uma espécie de peixe da família dos mugilídeos quanto uma variedade de mandioca.[14]

Em vez de Parati, a prefeitura municipal decidiu-se por usar a grafia Paraty, incorreta segundo a ortografia vigente. O gentílico, porém, escreve-se com "i": seus habitantes são denominados paratienses.[8][9]

História[editar | editar código-fonte]

Colonização indígena[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Povos indígenas do Brasil e Guaianás

Anteriormente ao Descobrimento do Brasil pelos europeus, a região da atual Paraty era habitada por indígenas guaianás. Por volta do ano 1000, estes foram expulsos para o interior do continente devido à chegada dos tupis, procedentes da Amazônia.[15]

Início do povoamento europeu[editar | editar código-fonte]

Rua de Paraty inundada pela maré alta. Ao fundo, a Igreja de Santa Rita de Cássia.

No século XVI, quando os primeiros europeus chegaram à região de Paraty, esta era habitada pela tribo tupi dos tamoios.[16] Nos primeiros anos do século XVI, os portugueses já conheciam a trilha aberta pelos Guaianás (Trilha dos Goianás) ligando as praias de Paraty ao vale do Paraíba, para lá da Serra do Mar. O primeiro registro escrito sobre a região da atual Paraty é o livro do mercenário alemão Hans Staden, "História verdadeira e descrição de um país de selvagens..." (Marburgo, 1557), que narra a estadia deste por quase um ano em aldeias Tupinambás nas regiões de Paraty e de Angra dos Reis.

Embora alguns autores pretendam que a fundação de Paraty remonte à primeira metade do século XVI, quando da passagem da expedição de Martim Afonso de Sousa, a primeira notícia que se tem do povoado é a da passagem da expedição de Martim Correia de Sá, em 1597. À época, a região encontrava-se compreendida na Capitania de São Vicente.

O núcleo de povoamento europeu iniciou-se no morro situado à margem do rio Perequê-Açu (depois Morro da Vila Velha, atual Morro do Forte). A primeira construção de que se tem notícia é a de uma capela, sob a invocação de São Roque, então padroeiro da povoação, na encosta do morro. O aldeamento dos Guaianás localizava-se à beira-mar. Em 1636, Maria Jácome de Melo fez a doação de uma sesmaria na área situada entre os rios Perequê-açu e Patitiba (atual rio Mateus Nunes) para a instalação do povoado que crescia, com as condições de que os indígenas locais não fossem molestados e de que fosse erigida uma nova capela, sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Essa sesmaria corresponde à região do atual Centro Histórico da cidade.

Emancipação política[editar | editar código-fonte]

A partir de 1664 várias comunidades se registraram entre os moradores, visando tornar a povoação independente da vizinha Angra dos Reis, o que veio a ocorrer em 1670, como fruto da revolta liderada por Domingos Gonçalves de Abreu, vindo o povoado a ser alçado à categoria de vila. Este ato de comunidade foi reconhecido por Afonso V de Portugal, que, por Carta Régia de 28 de fevereiro de 1677 ratificou o ato dando-lhe o nome de "Vila de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty".

O ciclo do ouro e a Estrada Real[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Ciclo do ouro e Estrada real
Rua de Paraty pavimentada com pedras irregulares.[17]
Paraty em 1950.
Em 1972.

Com a descoberta de ouro na região das Minas Gerais, a dinâmica de Paraty ganhou novo impulso. Em 1702, o governador da capitania do Rio de Janeiro determinou que as mercadorias somente poderiam ingressar na Colônia pela cidade do Rio de Janeiro e daí tomar o rumo de Paraty, de onde seguiriam para as Minas Gerais pela antiga trilha indígena, agora pavimentada com pedras irregulares, que passou a ser conhecida por Caminho do Ouro.

A proibição do transporte de ouro pela estrada de Paraty, a partir de 1710, fez os seus habitantes se rebelarem. A medida foi revogada, mas depois restabelecida. Este fato, mas principalmente a abertura do chamado Caminho Novo, ligando diretamente o Rio de Janeiro às Minas, tiveram como consequência a diminuição do movimento na vila.

A partir do século XVII registra-se o incremento no cultivo de cana-de-açúcar e a produção de aguardente. No século XVIII o número de engenhos ascendia a 250, registrando-se, em 1820, 150 destilarias em atividade. A produção era tão elevada que a expressão "Parati" passou a ser sinônimo de cachaça, produção artesanal que perdura até aos nossos dias.

O século XIX e o ciclo do café[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Conde de Parati

Para burlar a proibição ao tráfico de escravos decretada pelo regente Padre Diogo Antônio Feijó, o desembarque de africanos passa a ser feito em Paraty. As rotas, por onde antes circulava o ouro, passaram então a ser usadas para o tráfico e para o escoamento da produção cafeeira do vale do Paraíba, que então se iniciava.[18]

À época do Segundo Reinado, um Decreto-lei de 1844, do imperador Pedro II do Brasil, elevou a antiga vila a cidade. Com a chegada da ferrovia a Barra do Piraí (1864) a produção passou a ser escoada por ela, condenando Paraty a um longo período de decadência.[17]

O ciclo do turismo[editar | editar código-fonte]

A cidade e o seu patrimônio foram redescobertos em 1964, com a reabertura da estrada que a ligava ao estado de São Paulo - a Paraty-Cunha -, vindo a constituir-se em um polo de atração turística. Desse modo, em 1958, o conjunto histórico de Paraty foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.[19] O movimento turístico intensificou-se com a abertura da Rio-Santos (BR-101) em 1973.

Na década de 1980, indígenas Guaranis embiás, procedentes do sul do país, instalaram-se no município, nas atuais aldeias de Araponga e Paratimirim.

Hoje, a cidade é o segundo polo turístico do estado do Rio de Janeiro e o 17º do país. O jornal The New York Times, destacou a cidade como destino cultural mais rico da Costa Verde.[20] Foi uma das poucas cidades que não são capital de estado a receber a tocha dos Jogos Pan-americanos de 2007 nos dias que antecederam os jogos.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Bairros[editar | editar código-fonte]

Vista geral da cidade.

Paraty possui cerca de cinquenta bairros e localidades. Os mais populosos são o Parque da Mangueira, com cerca de 7 000 moradores e Ilha das Cobras, que tem cerca de 2 000 habitantes. Os que concentram maior renda são os de Laranjeiras, Mambucaba e Centro Histórico.

Outros bairros importantes que estão próximos ao Centro são: Chácara, Chácara da Saudade, Bairro de Fátima, Patitiba, Parque de Mangueira, Ilha das Cobras, Parque Ipê, Portão de Ferro I, Portão de Ferro II, Portão de Ferro III, Vila Colonial, Parque Imperial, Caborê, Pontal, Jabaquara, Portal das Artes e Dom Pedro.

Alguns bairros que ficam distantes do Centro: Ponte Branca, Caboclo, Cabral, Portão Vermelho, Pantanal, Parque Verde, Condado, Penha, Corisco, Corisquinho, Coriscão, Patrimônio, Vila Oratório, Trindade, Quilombo Campinho da Independência, Córrego dos Micos, Pedras Azuis, Boa Vista, Várzea do Corumbê, Corumbê, Praia Grande, Barra Grande, Graúna, Colônia, Serraria, Taquari, Sertão do Taquari, São Gonçalo, Tarituba , São Roque e Rio Pequeno.

Governo e política[editar | editar código-fonte]

Sede da prefeitura de Paraty.
Rua de Paraty.

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

  • Portugal Ílhavo, em Portugal - Lei nº 254/2007 de 25 dezembro de 2007.
  • Brasil Cunha, no Brasil - Lei municipal nº 49 de 10 outubro de 2013.
  • Itália Capri, na Itália - Lei municipal nº 1805/2011 de 15 de maio de 2011.

Forças de segurança[editar | editar código-fonte]

O policiamento ostensivo da cidade está a cargo da 3ª Companhia do 33º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (33º BPM/3ª Cia), com sede no Centro do município. Ela é responsável pela guarda do fórum municipal. A ela, está subordinado o Destacamento de Policiamento Ostensivo no distrito de Patrimônio, próximo à divisa com o estado de São Paulo, na estrada de acesso à Vila de Trindade. Há, ainda, uma Unidade de Policiamento Ambiental da Polícia Militar, localizada em Paraty-Mirim, responsável pela repressão a crimes ambientais no município. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro mantém, no município, a 167ª Delegacia Policial (167ª DP), subordinada ao 5º Departamento de Polícia de Área (5º DPA), funcionando no Centro do município. A rodovia BR-101 possui um posto da Polícia Rodoviária Federal, a cerca de dois quilômetros da entrada da cidade, no sentido Santos, subordinado à Delegacia da PRF em Itaguaí.

As ações de salvamento e combate a incêndios e sinistros no município ficam por conta do 26º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (26º GBM), cujo quartel fica no bairro Centro, que possui, ainda, um destacamento no distrito de Mambucaba. A prefeitura possui uma equipe de defesa civil, para monitoramento e auxílio da população em caso de desastres naturais, e uma Guarda Municipal, responsável pela organização do trânsito.

Economia[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Cais de Paraty

O longo processo de estagnação vivido por Paraty ao longo do século XX manteve, paradoxalmente, o casario colonial, conservado no conjunto conhecido como Centro Histórico, tornando a cidade um dos destinos turísticos mais procurados do país.

Pelas ruas de pedra irregular, circulam, a pé – a entrada de veículos é proibida na maior parte do Centro Histórico -, turistas do mundo inteiro, atraídos pela beleza da arquitetura típica do Brasil Colônia. As casas históricas foram requalificadas como pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e museus, em meio a apresentações de músicos populares e de estátuas vivas.

No entanto, Paraty é muito mais que apenas uma pequena cidade histórica. Costeada por montanhas cobertas do denso verde da mata atlântica, a cidade é rodeada de Parques e Reservas Ecológicas, fazendo da região uma das mais preservadas do Brasil. Há mais de 60 ilhas e 90 praias em Paraty, boa parte delas acessível somente de barco ou trilhas. As praias de Trindade são uma atração à parte: em fevereiro de 2009, o governo federal delimitou a Praia do Meio, em Trindade, como parte integrante do Parque Nacional da Serra da Bocaina.

Outro aspecto de relevo no setor é a prática de esportes de aventura. Nas trilhas de Paraty pode-se caminhar por dias a fio. O roteiro mais tradicional entre os amantes da caminhada é a Travessia da Juatinga, que costeia toda a Península da Juatinga, em trilhas de servidão que datam do tempo dos escravos e passam por diversas comunidades caiçaras, responsáveis pela hospedagem e alimentação dos turistas. Dentre outras modalidades pode-se praticar a canoagem oceânica, a vela, o surf e o mergulho autônomo. As águas calmas, cristalinas e sempre tépidas da Baía da Ilha Grande são ideais para essa prática, atraindo grande número de praticantes. Várias operadoras de mergulho oferecem seus serviços na cidade e nas marinas, atendendo não apenas às escolas de mergulho, mas também a turistas interessados em conhecer a Parati subaquática. A canoagem também é idealmente praticada nas águas calmas da baía, destacando os roteiros de mais de um dia que exploram a Baía da Cajaíba e o Saco do Mamanguá. Já o surfe é praticado na costa aberta ao mar, que se inicia na ponta da Juatinga e engloba as praias da Sumaca, Martin de Sá, Antigos, Sono e todas da Vila de Trindade. A rede hoteleira é formada de pequenas pousadas, muitas delas situadas no Centro Histórico.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Edifício Benedito Domingos Gama com a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito ao fundo.

Em 5 de julho de 2019, a cidade colonial de Paraty e a Ilha Grande foram declaradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco, por sua mistura única de riquezas históricas e naturais. Trata-se do primeiro lugar misto (patrimônio cultural e natural) do Brasil. A área reconhecida abrange 149 mil hectares e inclui o centro histórico de colônias de Paraty (fundada em 1667 e declarado patrimônio histórico no Brasil em 1958) e quatro reservas naturais ao redor, incluindo a Serra da Bocaina e a Ilha Grande, na região chamada de "Costa Verde". O governo brasileiro concentrou sua candidatura na coexistência de culturas locais, como indígenas, quilombolas (descendentes de negros escravizados) e comunidades costeiras de pescadores e artesãos. Além disso, segundo o Iphan, 85% da Mata Atlântica é preservada nessa área. A candidatura listou 36 espécies de plantas consideradas raras, sendo 29 endêmicas. Entre os tesouros históricos de Paraty, está um trecho da Estrada do Ouro, construída por escravos entre os séculos XVII e XIX, por onde transportavam os metais preciosos extraídos no interior de Minas Gerais até o porto de Paraty, destinados a Portugal. Antigas fazendas, fortificações, adegas de cachaça e sítios arqueológicos também fazem parte do circuito histórico.[13]

Eventos[editar | editar código-fonte]

FLIP de 2007.
IX Encontro de Ceramistas.

Realizada desde 2003, a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) conta com a presença de escritores nacionais e estrangeiros que participam de palestras e debates nos prédios históricos ou em tendas armadas nas ruas.

A cada ano, a FLIP é dedicada à memória de um grande escritor já morto. Em 2003, o homenageado foi Vinícius de Moraes; em 2004, Guimarães Rosa; em 2005, Clarice Lispector; em 2006, Jorge Amado; em 2007, Nelson Rodrigues; em 2008 Machado de Assis; em 2009 Manuel Bandeira; em 2010, Gilberto Freyre e, em 2014, Millôr Fernandes.

Vários outros eventos culturais também têm Paraty, como: Festival da Pinga; Festa do Divino Espírito Santo; Festa de Nossa Senhora dos Remédios; Festa de Santa Rita; Parati em Foco; Mostra Rio-São Paulo de Teatro de Rua; Festival de Música Sacra; Festa do Divino Espírito Santo (patrimônio cultural do Brasil); Festival da Cachaça; Encontro de Teatro de Rua; Carnaval; Festival Internacional de Fotografia; Encontro de Ceramistas; Festival Mimo de música; Bourbon Festival; Tollosa e Paraty Eco Festival.

Eventos religiosos[editar | editar código-fonte]

  • Semana Santa
  • Festa do Divino Espírito Santo
  • Festa de Santa Rita de Cássia
  • Corpus Christi
  • Festas em homenagem a São Pedro, Nossa Senhora dos Remédios, São Benedito e outros santos.

Patrimônio edificado[editar | editar código-fonte]

Pix.gif Paraty e Ilha Grande *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO

At Paraty 2019 19.jpg
Conjunto arquitetônico e paisagístico da cidade.
País  Brasil
Tipo Cultural e natural
Critérios v, x
Referência 1308
Região** Brasil
Histórico de inscrição
Inscrição 2019  (43ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.
** Região, segundo a classificação pela UNESCO.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. [[1]]
  2. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017 
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  4. «Estimativa populacional 2014 IBGE». Estimativa populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 29 de agosto de 2014 
  5. http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/paraty_rj
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  7. a b «Câmara Municipal de Paraty - RJ». www.paraty.rj.gov.br. Consultado em 17 de janeiro de 2016 
  8. a b «IBGE | Cidades | Rio de Janeiro | Paraty | Histórico». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 17 de janeiro de 2016 
  9. ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2014/estimativas_2014_TCU.pdf
  10. ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2014/estimativas_2014_TCU.pdf
  11. http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/paraty_rj
  12. a b UOL, ed. (5 de julho de 2019). «Paraty e Ilha Grande são declaradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco». Consultado em 12 de julho de 2019 
  13. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 591.
  14. BUENO, E. Brasilː uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 18,19.
  15. BUENO, E. Brasilː uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 18,19.
  16. a b Brasil Cidade. «História de Parati». Consultado em 24 de março de 2012. Arquivado do original em 26 de outubro de 2010 
  17. Eco Paraty. «400 anos de História!». Consultado em 24 de março de 2012 
  18. Paraty Turismo e Ecologia. «História, Paraty». Consultado em 24 de março de 2012 
  19. «Cidade histórica completa 345 anos hoje com festa». A Voz da Cidade. 28 de fevereiro de 2012. Consultado em 24 de março de 2012 
  20. http://www.paraty.tur.br/historia/osindios.php

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Tricentenário de Paraty: notícias históricas de J. S. A. Pizarro e Araújo. Rio de Janeiro: SPHAN, 1960.
  • Paraty (ed. comemorativa do tricentenário do Município). Rio de Janeiro: IBGE/CNE, 1977.
  • CAMARGO MAIA, Theresa Regina de; MAIA, Tom. Paraty. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1975.
  • CAMARGO MAIA, Theresa Regina de; MAIA, Tom. Paraty: Religião e Folclore. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
  • CAMARGO MAIA, Theresa Regina de; MAIA, Tom. Do Rio a Santos: Velho Litoral. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976.
  • GURGEL, Heitor; AMARAL, Edelweiss. Paraty: Caminho do Ouro. Rio de Janeiro: Livraria São José, 1973.
  • MELLO, Diuner José de. Paraty: Roteiro Histórico do Visitante. Ed. do autor, 1976.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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