Alpiarça
| Município | |
| Brasão | Bandeira |
Casa dos Patudos |
|
| Gentílico | Alpiarcense |
| Área | 94,44 km² |
| População | 7 702 hab. (2011) |
| Densidade populacional | 81,55 hab./km² |
| N.º de freguesias | 1 |
| Presidente da Câmara Municipal |
Não disponível |
| Fundação do município | 2 de Abril de 1914 |
| Região (NUTS II) | Alentejo |
| Sub-região (NUTS III) | Lezíria do Tejo |
| Distrito | Santarém |
| Província|Antiga província | Ribatejo |
| Região Autónoma | {{{região_autónoma}}} |
| Ilha | {{{ilha}}} |
| Antigo Distrito | {{{antigo_distrito}}} |
| Orago | Santo Eustáquio |
| Feriado municipal | 2 de Abril |
| Código postal | 2090 Alpiarça |
| Endereço dos Paços do Concelho |
Rua José Relvas, 374 2090-106 Alpiarça |
| Sítio oficial | CM Alpiarça |
| Endereço de correio electrónico |
cm.alpiarca@mail. telepac.pt |
| Municípios de Portugal |
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| Freguesia | |
| Brasão | Bandeira |
| Fundação da freguesia | Não disponível |
| Endereço da Junta de freguesia |
Rua Maria Luísa Falcão, n.º 30 – 2090 Alpiarça |
| Sítio oficial | JF Alpiarça |
| Endereço de correio electrónico |
geral@jf-alpiarca.pt |
| Freguesias de Portugal |
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Alpiarça é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém; desde 2002 que está integrada na região estatística (NUTS II) do Alentejo e na sub-região estatística (NUTS III) da Lezíria do Tejo; continua, no entanto, a fazer parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, que manteve a designação da antiga NUTS II com o mesmo nome. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo, mas constante nos discursos de auto e hetero-identificação.
É sede de um pequeno município com 94,44 km² de área e 7 702 habitantes (2011), o que corresponde a uma densidade demográfica de 85,0 h/km². O município é limitado a nordeste e leste pelo município da Chamusca, a sueste e sudoeste por Almeirim e a noroeste por Santarém.
Alpiarça é um dos cinco municípios de Portugal que possuem apenas uma freguesia, a qual corresponde à totalidade do território do concelho.
Até 1836, fez parte do concelho de Santarém, tendo então sido integrada no município de Almeirim. Em 17 de Fevereiro de 1906, foi elevada à condição de vila, tendo-se tornado sede de concelho autónoma, composta por uma única freguesia, em 2 de Abril de 1914, pela lei n.º 129. Entre 1919 e 1926, no entanto, o concelho chegou a integrar a vizinha freguesia do Vale de Cavalos, actualmente na Chamusca.
| População do concelho de Alpiarça (1920 – 2011) | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1920 | 1930 | 1960 | 1981 | 1991 | 2001 | 2004 | 2011 |
| 8591 | 7550 | 7856 | 8120 | 7711 | 8024 | 8198 | 7702 |
Índice |
[editar] Geminação
[editar] Património
- Casa - Museu dos Patudos, também denominada Casa de José Relvas
- Estações arqueológicas da Quinta dos Patudos ou Tanchoal dos Patudos
- Estação arqueológica do Cabeço da Bruxa, Quinta da Gouxa
[editar] Arqueologia
A situação geográfica de Alpiarça, situada na margem esquerda do Tejo, favoreceu a ocupação humana desde o Paleolítico Inferior até à época Romana.
Na zona do Vale do Forno foram encontrados depósitos e indústrias líticas datáveis do Paleolítico Inferior. Esta zona, já conhecida desde os anos 40, apenas nos anos 80 foi verdadeiramente explorada através dos trabalhos arqueológicos feitos na Zona de Milharós, onde foram encontrados depósitos e industrias líticas datáveis do Paleolítico inferior. Foram também descobertos vestígios de flora que possivelmente serão anteriores à Glaciação de Wurm. Além do Vale do Forno há também a destacar as estações arqueológicas do Barreiro do Tojal, Vale da Caqueira, Quinta do Outeiro, Vale da Atela, Barreira da Gouxa e Vale dos Extremos.
O povoado do Alto do Castelo, localizado entre as necrópoles do Tanchoal e do Meijão, é conhecido, desde o inicio do século XIX, por Mendes Corrêa, e na década de 80 foi estudada pelo Instituto Arqueológico Alemão. A sua cronologia é anterior à época romana, tendo sido ocupado durante a Idade do Bronze Final ou a Idade do Ferro. Foi também ocupado pelos romanos, uma vez que se encontraram materiais desse período, como moedas e fragmentos de cerâmica. O Cabeço da Bruxinha foi ocupado provavelmente na Idade do Bronze Final ou Idade do Ferro, e posteriormente pelos romanos. Aí foram encontrados materiais de cerâmica e cerâmica de construção. O Cabeço da Bruxa localiza-se na Quinta da Gouxa a cerca de 600 metros a oeste da Estrada Nacional 118 de Alpiarça a Almeirim. Esta estação arqueológica é conhecida desde a década de 30, tendo sido alvo de escavações arqueológicas feitas em 1979 também pelo Instituto Arqueológico Alemão. Os materiais aí encontrados têm várias cronologias, datando da Pré-História, Idade do Bronze, Época Romana e outras. A Quinta da Gouxa é uma estação arqueológica ocupada desde a Pré-História até à época Romana.
Segundo alguns autores, em Alpiarça passava uma das vias romanas em direcção a Mérida, como provam os vários marcos miliários encontrados dedicados ao imperador romano Trajano.[1]
[editar] Orgãos Autarquicos
- Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça - Mário Santiago
- Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça - Mário Pereira
- Presidente da Assembleia de Freguesia de Alpiarça - Jorge Atela
- Presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça - Joana Serrano
Referências
- ↑ Câmara Municipal de Alpiarça. www.cm-alpiarca.pt. Página visitada em 2009-06-13.