Gilberto Dimenstein

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Gilberto Dimenstein (São Paulo, 28 de agosto de 1956) é um jornalista brasileiro.

Biografia e carreira[editar | editar código-fonte]

Dimenstein é oriundo de uma tradicional família judaica de Marrocos que mudou-se para o Brasil e instalou-se na Vila Mariana, distrito de São Paulo.

Estudou no Colégio I. L. Peretz, em São Paulo. Formado na Faculdade Cásper Líbero, é colunista da Folha de S.Paulo e da rádio CBN. Já foi diretor da Folha de S. Paulo na sucursal de Brasília e correspondente internacional em Nova Iorque daquele periódico. Trabalhou também no Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Última Hora, revista Visão e Veja. Foi acadêmico visitante do programa de direitos humanos da Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

Por suas reportagens sobre temas sociais e suas experiências em projetos educacionais, Gilberto Dimenstein foi apontado pela revista Época em 2007 como umas das cem figuras mais influentes do país.

Ganhou o Prêmio Nacional de Direitos Humanos junto com D. Paulo de Evaristo Arns, o Prêmio Criança e Paz, do Unicef, Menção Honrosa do Prêmio Maria Moors Cabot, da Faculdade de Jornalismo de Columbia, em Nova York.[1] Também ganhou os prêmios Esso (categoria principal) e Prêmio Jabuti, em 1993, de melhor livro de não-ficção, com a obra "Cidadão de Papel". [1]

Foi um dos criadores da ANDI - Comunicação e Direitos, uma organização não-governamental que tem como objetivo utilizar a mídia em favor de ações sociais. Em 2009, um documento preparado na Escola de Administração de Harvard, apontou-o como um dos exemplos de inovação comunitária, por seu projeto de bairro-escola, desenvolvido inicialmente em São Paulo, através do Projeto Aprendiz. O projeto foi replicado através do mundo via Unicef e Unesco.

O senador Cristovam Buarque, que criou a Bolsa-escola quando era governador do Distrito Federal, revelou, em livro intitulado " A força de uma ideia", de Carlos Herique Araújo e Marcelo Aguiar, que Dimenstein é um dos inspiradores desse programa. O bolsa-escola, depois de ter sido implementado, em nível nacional, pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, foi a inspiração para o Bolsa-Família, implantado pelo governo do presidente Lula.

Trabalhou como MIT Media Lab, é o idealizador do site Catraca Livre, que agrupa as novidades culturais gratuitas da cidade de São Paulo, além de ações realizadas em outras capitais brasileiras.[2]

Em dezembro de 2013 Dimenstein anunciou, na própria coluna que escrevia para a Folha de S.Paulo, seu desligamento do jornal, do qual foi colunista por 28 anos.[3]

Livros publicados[editar | editar código-fonte]

Aventuras da Reportagem - 1990 em parceria com Ricardo Kotscho

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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