Jacqueline Meirelles

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Jacqueline Meirelles
Nome completo Jacqueline Ribeiro Meireles
Nome artístico Jacqueline Meirelles
Data de nascimento 15 de abril de 1963 (51 anos)
Local de nascimento Cuiabá, Mato Grosso,  Brasil
Altura 175 m
Cor do cabelo Loira
Cor dos olhos Verdes
Agência L'Equipe - São Paulo

Jacqueline Ribeiro Meirelles (Cuiabá, MT, 15 de abril de 1963) é designer de bijuterias, empresária e filantropa. Foi a primeira representante do Distrito Federal a vencer o Miss Brasil, realizado em São Paulo no dia 4 de abril de 1987. Ela derrotou 26 candidatas, inclusive a dona da casa, a Miss São Paulo, Karin Villen Baum. No Miss Universo, realizado nesse ano em Singapura, não conseguiu classificação, mas ganhou o prêmio de melhor traje típico.

Infância e vida antes do concurso[editar | editar código-fonte]

Primeira filha de um advogado cearense e de uma empresária mineira, Jacqueline se mudou para a capital federal quando tinha sete meses de idade. Antes de ser eleita Miss Distrito Federal, em março de 1987, a futura Miss Brasil trabalhava numa agência bancária de Brasília como recepcionista e conciliava essa atividade com sua carreira de modelo e manequim, já em franca ascensão.

O caminho para o Miss Brasil[editar | editar código-fonte]

Em março de 1987, Jacqueline Meirelles derrotou outras 15 candidatas no concurso Miss Distrito Federal, realizado na boate Zoom, na capital federal. Com o título distrital, ela conquistou o direito de ir ao Miss Brasil 1987, marcado para o dia 4 de abril, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

Reinado[editar | editar código-fonte]

Após a sua coroação, Jacqueline foi convidada a integrar o primeiro elenco do humorístico A Praça é Nossa (que Carlos Alberto de Nóbrega criara após sua saída da Band, onde comandava a Praça Brasil nas noites de sexta-feira). Nessa mesma época a nova Miss Brasil se preparava para representar o país na 36ª edição do concurso de Miss Universo, realizada no dia 26 de maio na cidade-estado de Cingapura ao mesmo tempo que aparecia em programas da casa, como o de Hebe Camargo, uma das juradas do concurso que a elegera.

Na ocasião, Jacqueline Meirelles (que não se classificaria entre as 10 semifinalistas) foi apresentada na transmissão da rede americana CBS (mostrada no Brasil pelo SBT) como vencedora da prova de trajes típicos.

No feriado de 12 de outubro, a Miss Brasil 1987 participou ao lado de todo o elenco do SBT da Parada do Dia das Crianças, que Sílvio Santos promovia para celebrar a data, também destinada a celebrar Nossa Senhora de Aparecida, a Padroeira do país.

Em 9 de abril de 1988, Jacqueline se tornou a primeira Miss Brasil da "era Sílvio Santos" a abrir a transmissão do concurso que elegeria a sua sucessora, a catarinense Isabel Cristina Beduschi. Num cenário de fundo preto (nos mesmos moldes da transmissão do Miss Universo), a miss que encerrava seu reinado fazia a pré-apresentação do evento.

Carreira Artística[editar | editar código-fonte]

Com o título, Jacqueline se tornou uma das mulheres mais fotografadas da segunda metade da década de 80, atrás apenas de modelos iniciantes como a hoje atriz de novelas Ana Paula Arósio (à época, com apenas 13 anos). Fez campanhas publicitárias, apresentou programas de TV e foi jurada de programas como o Viva a Noite e o Cidade Contra Cidade, ambos apresentados por Augusto Liberato no SBT.

Na TV[editar | editar código-fonte]

Na televisão apresentou ao lado de Astrid Fontenelle um programa diário de variedades na extinta Rede Manchete, além de ter participado de programas do SBT, como A Praça é Nossa, apresentado a sessão Cinema em Casa e como jurada do Miss Brasil 1989.

Na TV Gazeta, participava do programa Mulheres e no SBT, do programa do Gugu Liberato fazendo merchandising, e no programa da Hebe Camargo, como entrevistada.

Em 1995, era apresentadora do programa Vivendo com Classe, no qual apresentava automóveis sofisticados e descrevia os modernos equipamentos que os equipavam.

Trabalhos como modelo[editar | editar código-fonte]

Começou como modelo profissional em São Paulo na extinta agência Jet Set e desde 91 é exclusiva da agência L'Equipe de São Paulo.

Jacqueline foi capa das revistas Nova, Cláudia, Minha, Mãe e Revista Playboy edição de outubro de 1988. Participou de campanhas publicitárias para o Bradesco, SunBlock, Banco Nacional, Ponto Frio, Itaú, IBM, Natura, Avon, Hotel Sofitel, Gelol, Brastemp, Shopping Jardim Sul, Banco do Brasil, Rexona, Palmolive, e outras.

Música[editar | editar código-fonte]

No final dos anos 80, Jacqueline integrou como backing vocal a banda Graffitte, que sucumbiu devido ao confisco do Plano Collor.

Misses de Brasília na história do Miss Brasil[editar | editar código-fonte]

Ver também: Miss Distrito Federal

Precedido por
Deise Nunes
Miss Brasil
1987
Sucedido por
Isabel Cristina Beduschi