Miss Brasil

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Miss Brasil
Logo-miss-brasil-2013.png
Fundação 1954
Tipo Concurso de Beleza
Sede São Paulo, Brasil
Sítio oficial Miss Brasil Oficial

Miss Brasil é um concurso de beleza feminino realizado anualmente no Brasil que visa eleger, entre as representantes de cada unidade federativa do país, uma representante nacional da beleza da mulher brasileira. A vencedora de cada edição representa o país no Miss Universo. O concurso existe desde 1954, quando a baiana Martha Rocha tornou-se a primeira Miss Brasil. Atualmente, o concurso é de propriedade da Enter Entertainment Experience, empresa do Grupo Bandeirantes de Comunicação, sediada na cidade de São Paulo. Após a aquisição dos direitos pelo grupo, o concurso também passou a ser conhecido como Miss Brasil Universo. A atual Miss Brasil é a cearense Melissa Gurgel.

História[editar | editar código-fonte]

Desde o ano de 1900, eleições de uma "Miss Brasil" existiam no país de maneira não-consecutiva. Violeta (Bebê) Lima Castro é considerada a primeira de todas, eleita neste ano, apesar de existirem registros históricos que afirmam, inclusive, que uma francesa naturalizada brasileira tenha sido a primeira miss, ainda nos tempos do Império, em 1865. Em concursos sem continuidade anual, outras jovens também foram agraciadas com o título na primeira metade do século XX, como a santista Zezé Leone, em 1922 - que teve busto esculpido em praça pública, virou nome de música, de receita culinária e de locomotiva da Estrada de Ferro Central do Brasil e é, por várias fontes, considerada a primeira delas eleita em concurso organizado; [1] a carioca Olga Bergamini de Sá, em 1929; a gaúcha Yolanda Pereira, em 1930; as cariocas Ieda Telles de Menezes, em 1932, Vânia Pinto (a primeira modelo profissional brasileira), em 1939, e a goiana Jussara Marques, em 1949. [2] Costumeiramente, eram moças escolhidas entre a sociedade brasileira tradicional da época.

O concurso oficial, como existe hoje, começou a ser realizado regularmente em 1954, na boate do Palácio Quitandinha, então um hotel-cassino em Petrópolis, Rio de Janeiro. A partir daí, anualmente, com a interrupção de apenas um ano, as eleitas tiveram a tarefa de representar o Brasil com beleza e elegância no concurso Miss Universo, criado nos Estados Unidos dois anos antes. [3] Os maiôs Catalina, fabricados na mesma Petrópolis por uma malharia local sob licença da Catalina Swimwear - fundadora e patrocinadora do Miss Universo e do Miss EUA desde sua criação - hoje empresa do grupo norte-americano In Mocean Group (IMG), desde aquela data passou a patrocinar os concursos, fornecendo os maiôs para as misses, criando uma imagem intimamente ligada ao evento. Foi a Catalina, que então realizava um concurso de beleza de maiô na praia de Long Beach, na Califórnia, a empresa criadora do Miss USA e do concurso internacional, depois que a vencedora do já existente Miss América, recusou-se a usar, por questões morais, o seu maiô, na edição de 1950.

Anos Dourados[editar | editar código-fonte]

Ieda Maria Vargas, a primeira Miss Brasil eleita Miss Universo, em 1963.
Foto cortesia: G. Ganeroni
© 1995-2009 Pageant News Bureau, Inc.

Em 1955, com a entrada dos Diários Associados na promoção e transmissão do evento, o Miss Brasil passou a ter ampla cobertura da imprensa e se tornou o segundo evento mais popular no país, atrás apenas da Copa do Mundo. Com o passar dos anos, passou a ser considerado o mais bem organizado concurso nacional de beleza do mundo pela Miss Universe Inc. [4] As transmissões televisivas, encabeçadas pela Rede Tupi, passaram a ter grande audiência depois que sua sede foi transferida de Petrópolis para a então capital federal em 1958.

Na década de 1960, o Brasil conquistou suas duas únicas vitórias tanto no Miss Universo (Ieda Maria Vargas, 1963 e Martha Vasconcellos, 1968) como no Miss Beleza Internacional (Maria da Glória Carvalho, 1968) [5] - concurso para o qual ia a terceira colocada no Miss Brasil. Nesse período, o país chegou às semifinais e finais de ambos os concursos por várias vezes. Em 1971, a segunda colocada daquela edição, Lúcia Petterle, Miss Guanabara, foi eleita Miss Mundo [6] - na época, a segunda colocada no Miss Brasil disputava o Miss Mundo.

Até 1981, o Brasil era a maior potência da América Latina no concurso Miss Universo, com suas duas coroas. Porém, a vitória da candidata venezuelana no mesmo ano e o quarto lugar da brasileira, que era uma das grandes favoritas daquela edição, iniciou um período de queda de desempenho brasileiro no certame e a Venezuela se tornou a maior vencedora da América Latina de todos os tempos. Ainda hoje, os resultados alcançados pelas misses brasileiras em sua época dourada fazem com que o país se mantenha em quarto lugar entre as grandes potências, nos mais importantes concursos do mundo. [7]

Brasília[editar | editar código-fonte]

Com a queda constante de público no Maracanãzinho, o local dos desfiles no Rio de Janeiro, os organizadores decidiram transferi-lo, em 1973, para Brasília. A transferência ocorreu por uma razão estratégica: era na capital federal que se concentrava mais da metade das conexões de vôos procedentes de todas as regiões do país (na época, cada estado poderia indicar sua candidata). Ela tinha, além de razões logísticas (a sede dos Diários Associados foi transferida para a cidade), uma razão política extra: a proximidade com o poder facilitaria as recepções de presidentes da República às candidatas. No entanto, nem todos os ocupantes - caso de Ernesto Geisel - eram simpáticos às misses. Segundo trechos do Diário de Heitor Ferreira, o diário particular do secretário pessoal do então presidente, Geisel "se recusou a receber as candidatas a Miss Brasil 1974" no Palácio da Alvorada. [8]

Decadência[editar | editar código-fonte]

Sem contar a antipatia do poder público, o concurso também enfrentava sucessivos problemas de perda de público, tanto no ginásio como nos lares com TV, desde o início de sua realização em Brasília. Esse problema se agravou em 1976, quando a marca multinacional de cosméticos Helena Rubinstein retirou seu patrocínio ao Miss Brasil. Em 1977, a Rede Tupi transmitiria o Miss Brasil ao vivo pela última vez. No entanto, a emissora continuaria a emprestar seu apoio até a sua falência, em 1980, quando sua situação financeira estava gravíssima e os índices de audiência traçavam. A concordata dos Associados, provocada pelo fechamento de sete das nove emissoras da Tupi, obrigou o grupo, nos primeiros dias de 1981, a transferir as franquias do Miss Brasil e do Miss Universo para o SBT, que já transmitia o concurso internacional através da então TVS e das afiliadas da então TV Record em São Paulo, São José do Rio Preto e Franca, que eram de propriedade de Silvio Santos.

Mudança de Emissora[editar | editar código-fonte]

Com a falência do sistema da Rede Tupi em julho de 1980, a responsabilidade pela promoção do Miss Brasil foi transferida para Silvio Santos, o dono do SBT, uma das redes nacionais de TV criadas a partir da partilha determinada pelo Ministério das Comunicações. Nesse período, Marlene Brito, funcionária da rede extinta aproveitada pelo Grupo Silvio Santos, foi incumbida pela direção da nova emissora de coordenar as atividades relacionadas ao concurso. Com isso, Silvio Santos seria o apresentador fixo do concurso por nove anos. Na "era SBT", o Brasil obteve resultados pouco significativos no Miss Universo (uma finalista e três semifinalistas, além das premiações especiais de traje típico concedidas em 1981, 1987 e 1989). Com sucessivas quedas drásticas de audiência, o SBT abriu mão do Miss Brasil e do Miss Universo em 1990, e isso foi crucial para a não participação do Brasil no Miss Universo 1990.

Anos 90[editar | editar código-fonte]

Com a retirada do SBT da promoção do Miss Brasil, Marlene Brito saiu da emissora e montou uma empresa apenas para a promoção de concursos de beleza. A nova empreitada, batizada de The Most of Brazilian Beauty, promoveu apenas os concursos de 1991 e 1992. Em 1993, por problemas de patrocínio, Marlene decidiu indicar a única miss estadual eleita para aquele ano, a Miss Rio Grande do Sul Leila Schuster para a vaga brasileira ao Miss Universo 1993. A coroação aconteceu num restaurante de São Paulo. Em 1994, uma associação de cronistas sociais indicou Paulo Max para gerenciar as franquias nacionais do Miss Universo e Miss Beleza Internacional. Após o falecimento de Max, em 1996, seus filhos, Paulo Max Filho e Ana Paula Sang, coordenaram o concurso entre 1997 e 1998.

No entanto, as diversas trocas de organizadores afetaram seriamente o desempenho brasileiro no Miss Universo, que chegou a figurar nas semifinais duas vezes (1993 e 1998). Em 1996, Anuska Prado, Miss Brasil Mundo daquele ano, classificou-se em terceiro lugar no Miss Mundo, quebrando um jejum de 13 anos de classificação do Brasil entre as 5 primeiras colocadas nos 2 concursos mais conhecidos internacionalmente (Miss Universo e Miss Mundo). Em contrapartida, algumas vencedoras do concurso nacional levaram outros títulos internacionais de menor expressão, como o Nuestra Belleza Internacional, voltado apenas para a América Latina.

Revitalização Midiática[editar | editar código-fonte]

Em 1999, a Gaeta Promoções e Eventos adquiriu a franquia do concurso, que voltou a ser transmitido pela televisão, inicialmente de forma regional, através da CNT Rio de Janeiro. Em 2002, foi transmitido pela recém-criada RedeTV!. No ano seguinte, em parceria com a Rede Bandeirantes, o concurso voltou a ser transmitido em rede nacional, juntamente com o Miss Universo. Nesse ano, o Brasil voltou a figurar entre as semifinalistas. Gislaine Ferreira, uma das favoritas em bolsas de apostas, ficou em 6° lugar e a emissora registrou boa audiência, chegando a ficar em 1° lugar em audiência televisiva segundo o Ibope. [9] Em 2006, Rafaela Zanella também foi semifinalista, desta vez ao figurar entre as 20 primeiras colocadas. O concurso voltou a provocar interesse nacional em 2007, quando a mineira Natália Guimarães conseguiu o melhor resultado do país em mais de três décadas, igualando o segundo lugar de Rejane Goulart em 1972. Desde então, a atenção da mídia para o concurso vem mostrando crescimento, mas nenhuma de suas primeiras sucessoras (Natália Anderle, Larissa Costa e Débora Lyra), conseguiu classificação para as semifinais das edições posteriores.

Os melhores resultados brasileiros em concursos internacionais após o fim do reinado de Natália não foram além de um segundo lugar no Miss Continente Americano, com Denise Ribeiro em 2009 [10] e uma classificação para as semifinais do Miss Internacional, com Rayanne Morais em 2009, [11] concursos de menor expressão e popularidade. Em 2011, com o concurso realizado no Brasil, o país voltou a ficar entre as cinco finalistas do Miss Universo, com o terceiro lugar de Priscila Machado. [12]

A Mudança de Coordenação[editar | editar código-fonte]

Após a realização do Miss Universo 2011 no Brasil, a Band, emissora detentora dos direitos do concurso na televisão aberta desde 2003, comprou os direitos de representação e coordenação do Miss Universo no país. [13] Desde 2012, a Enter Entertainment Experience, empresa de eventos do Grupo Bandeirantes, se tornou responsável pela direção do concurso nacional e pelos 27 concursos regionais e também pela seleção das candidatas, além de todos os assuntos relacionados aos concursos estaduais e ao Miss Brasil. Desde então, o concurso vem passando por modificações, entre elas o nome do concurso, que foi modificado de Miss Brasil Oficial para Miss Brasil Universo. Com maior apoio e suporte oferecido pela nova organização do concurso, as candidatas brasileiras têm conquistado resultados mais expressivos no Miss Universo, como em 2012, com a gaúcha Gabriela Markus, que conquistou o quinto lugar, e em 2013, com a mato-grossense Jakelyne Oliveira, que também conquistou um quinto lugar. [14]

O Regulamento[editar | editar código-fonte]

Para participar do concurso Miss Brasil, a candidata deve preencher os seguintes requisitos: [15]

  • Ser do sexo feminino;
  • Ser cidadã brasileira por um período de pelo menos 12 (doze) meses que antecedem a realização do concurso;
  • Residir no Brasil;
  • Ter no minimo 18 (dezoito) anos e no máximo 25 (vinte e cinco) anos até o dia 31 de dezembro correspondente ao ano do concurso;
  • Não ser emancipada;
  • Nunca ter sido casada, nem ter tido casamento anulado;
  • Nunca ter sido mãe, não estar grávida;
  • Nunca ter sido fotografada ou filmada totalmente despida, expondo os seios e partes íntimas;
  • Nunca ter sido fotografada ou filmada em cena de sexo explícito; e
  • Ter estatura minima de 168 (cento e sessenta e oito) centímetros.

O regulamento do concurso permite que candidatas representem estados nos quais não nasceram ou não residam. Para competir na disputa nacional, as candidatas precisam apenas ser naturalizadas brasileiras por um período de pelo menos 12 (doze) meses que antecedem a realização do concurso. Diversas misses já representaram estados em que não nasceram, como Márcia Gabrielle, carioca, eleita Miss Brasil por Mato Grosso em 1985; Gislaine Ferreira, mineira, eleita Miss Brasil por Tocantins em 2003; e Débora Lyra, capixaba, eleita Miss Brasil por Minas Gerais em 2010. O caso de maior repercussão por desobediência ao regulamento na história recente do concurso foi o da Miss Pernambuco 2008, Michelle Fernandes da Costa, que quase teve o título estadual cassado por posar para a Revista Playboy de março de 2009, ainda em função de sua participação no Big Brother Brasil 9.

Obrigatoriamente, a interessada em ser candidata a miss municipal ou estadual ao Miss Brasil deve ser cidadã brasileira plena. A vencedora só pode participar do Miss Universo do ano corrente, mas essa regra não impede que algumas misses tentem outros títulos internacionais após o fim de seus reinados. Adriana Alves de Oliveira, por exemplo, foi Miss Brasil Universo em 1981 e Miss Brasil Mundo 1984.

Estatura[editar | editar código-fonte]

Embora os critérios de estatura sejam mais complacentes nas etapas estaduais dos concursos, na final nacional do Miss Brasil Universo, Miss Brasil Mundo e Miss Brasil Globo tais exigências são mais rígidas, sendo a estatura mínima estimada em 1.68m.[16]

Etapas de Classificação[editar | editar código-fonte]

Até a semana do Miss Brasil, há uma série de procedimentos de seleção. O primeiro deles, consiste na seleção das candidatas municipais para os concursos estaduais, cujas datas ficam sob critério e responsabilidade exclusiva de seus franqueados e/ou diretores regionais ou estaduais. No entanto, em estados onde não há concurso, a escolha da representante se dá por meio de casting, feito pela direção local com modelos inscritas em anos anteriores.

Concursos Estaduais[editar | editar código-fonte]

Os concursos estaduais são considerados eventos de grande importância histórica para o processo de eleição da Miss Brasil. Dentre os que são costumeiramente transmitidos ao vivo para seus respectivos estados, estão Miss São Paulo, Miss Rio de Janeiro, Miss Minas Gerais, Miss Pará e o Miss Rio Grande do Sul. Outros concursos, como por exemplo o Miss Amazonas, Miss Rio Grande do Norte, Miss Paraíba, Miss Piauí, Miss Santa Catarina, Miss Bahia e Miss Pernambuco, são exibidos em VT após serem realizados.

Dia do Concurso[editar | editar código-fonte]

Um mês antes da final nacional, as candidatas começam a cumprir agendas de compromissos para a emissora produtora do evento, como gravação de vinhetas, perfis individuais e fotos de divulgação. Depois, as misses encerram a preparação em seus estados e buscam seus trajes típicos da noite do concurso. Na semana do Miss Brasil, as candidatas posam para as fotos oficiais e para os perfis de votação online, participam de ensaios, cumprem agenda de "city tour" na cidade-sede e, eventualmente, programação com autoridades. A Miss Universo reinante é, muitas vezes, a convidada de gala do evento e cumpre agenda paralela de atividades beneficentes determinadas por obrigações contratuais.

Ao contrário do Miss Universo, não acontece a competição das preliminares, sendo que a definição das semi-finalistas e finalistas do Miss Brasil acontece na noite final do concurso. A única competição prévia é a de melhor traje típico estadual. A vencedora, além das premiações da organização, cumpre uma agenda de mídia antes de retornar a seu estado e cumprir sua preparação para o Miss Universo, que é realizado, na maioria das edições, em um local diferente todos os anos.

Televisão[editar | editar código-fonte]

As primeiras transmissões televisivas do Miss Brasil em rede nacional ocorreram a partir de 1970, na Rede Tupi. Até então, o concurso era mostrado para outros estados em VT com dias de atraso em relação à exibição para o público da cidade-sede. O SBT assumiu a transmissão e promoção do evento de 1981 a 1989. Com a mudança de direção, os concursos de 1991, 1992, 1994 e 1995 não foram televisionados. Depois de alguns hiatos, a Rede Record exibiu um VT do evento em 1996. De 1997 a 2001, emissoras da Rede Manchete, Rede Record e CNT transmitiram as finais em nível regional. O concurso voltaria a ser televisionado nacionalmente em 2002, pela Rede TV!, e pela Rede Bandeirantes desde 2003.

Diretores de Transmissão[editar | editar código-fonte]

O mais conhecido diretor geral de televisão do concurso Miss Brasil é Homero Salles, que dirigiu de 1981 até 1987 pelo SBT. Com o retorno do concurso à mídia em 2003, outros nomes como Marlene Mattos e Rodrigo Carelli executaram essa tarefa na Rede Bandeirantes.

Apresentadores[editar | editar código-fonte]

Nomes consagrados já passaram pelo posto de apresentador do Miss Brasil, o mais notável deles é Silvio Santos, que apresentou o concurso de 1981 a 1989, exceto em 1988, quando teve problemas nas cordas vocais e foi substituído por Murilo Nery. Em 1990, o SBT desistiu de realizar o evento e o Brasil ficou de fora do Miss Universo. Em 2011 e 2012, o concurso nacional foi apresentado por Adriane Galisteu. [17] . Desde 2013, a apresentadora titular do concurso é a Miss Brasil 1999, Renata Fan que usualmente divide o posto com um apresentador do sexo masculino. [18]

Vencedoras[editar | editar código-fonte]

Para ver todas as vencedoras do Miss Brasil vá até Anexo:Lista de misses do Brasil

  • Abaixo estão apenas as dez últimas vencedoras do Miss Brasil:
Ano Vencedora Estado Local do Evento Ref
2005 Carina Bedüschi Santa Catarina Santa Catarina Copacabana Palace, Rio de Janeiro, RJ [19]
2006 Rafaela Zanella Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul Claro Hall, Rio de Janeiro, RJ [20]
2007 Natália Guimarães Minas Gerais Minas Gerais Espaço Vivo Rio, Rio de Janeiro, RJ [21]
2008 Natálya Anderle Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul Citbank Hall, São Paulo, SP [22]
2009 Larissa Costa Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte Memorial da América Latina, São Paulo, SP [23]
2010 Débora Lyra Minas Gerais Minas Gerais Memorial da América Latina, São Paulo, SP [24]
2011 Priscila Machado Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul HSBC Brasil, São Paulo, SP [25]
2012 Gabriela Markus Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza, CE [26]
2013 Jakelyne Oliveira Mato Grosso Mato Grosso Minascentro, Belo Horizonte, MG [27]
2014 Melissa Gurgel Ceará Ceará Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza, CE [28]
      Representantes que se classificaram no Miss Universo nos últimos anos.

Galeria das Vencedoras[editar | editar código-fonte]

Conquistas por Estado[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vitórias
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 12 1956, 1963, 1972, 1986, 1993, 1999, 2001, 2004, 2006, 2008, 2011, 2012
Minas Gerais Minas Gerais 08 1961, 1971, 1978, 1983, 1995, 1997, 2007, 2010
São Paulo São Paulo 08 1967, 1973, 1974, 1976, 1977, 1984, 1991, 1994
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 08 1958, 1959, 1960, 1965, 1966, 1970, 1980, 1981
Santa Catarina Santa Catarina 05 1969, 1975, 1988, 2002, 2005
Ceará Ceará 03 1955, 1989, 2014
Mato Grosso Mato Grosso 03 1985, 2000, 2013
Paraná Paraná 03 1964, 1992, 1996
Bahia Bahia 03 1954, 1962, 1968
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 02 1979, 2009
Tocantins Tocantins 01 2003
Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul 01 1998
Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal 01 1987
Pará Pará 01 1982
Amazonas Amazonas 01 1957
  • Vale ressaltar que até 1974 os títulos obtidos pelo Rio de Janeiro pertenciam ao antigo Estado da Guanabara.

Conquistas por Regiões[editar | editar código-fonte]

Região Títulos Estados
Sudeste 24 Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro (8)
Sul 20 Rio Grande do Sul (12), Santa Catarina (5) e Paraná (3)
Nordeste 08 Bahia e Ceará (3) e Rio Grande do Norte (2)
Centro-Oeste 05 Mato Grosso (3) e Distrito Federal e Mato Grosso do Sul (1)
Norte 03 Amazonas, Pará e Tocantins (1)

Ranking[editar | editar código-fonte]

Abaixo encontra-se o ranking feito a partir das informações históricas das posições de cada estado em cada edição do concurso nacional.
A tabela já foi atualizada com a versão mais recente do concurso, a de 2014.

Rank Estado MB S T
01º. Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 12 5 8 5 3 16 49
02º. São Paulo São Paulo 8 12 3 3 7 21 54
03º. Rio de Janeiro Rio de Janeiro 8 7 10 8 3 26 62
04º. Minas Gerais Minas Gerais 8 6 8 2 7 17 48
05º. Santa Catarina Santa Catarina 5 2 1 4 1 25 38
06º. Ceará Ceará 3 2 1 3 1 12 22
07º. Bahia Bahia 3 3 4 4 19 33
08º. Mato Grosso Mato Grosso 3 2 1 4 1 13 24
06º. Paraná Paraná 3 3 5 1 3 22 37
10º. Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 2 2 1 2 2 9 18
11º. Amazonas Amazonas 1 3 2 14 20
12º. Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal 1 2 6 4 15 28
13º. Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul 1 1 1 2 9 14
14º. Pará Pará 1 3 2 14 20
15º. Tocantins Tocantins 1 1 3 5
16º. Pernambuco Pernambuco 5 2 4 3 11 25
17º. Goiás Goiás 3 2 3 17 25
18º. Acre Acre 1 1 1 3 6
19º. Rondônia Rondônia 1 1 4 6
20º. Roraima Roraima 1 1 2
21º. Espírito Santo (estado) Espírito Santo 1 1 14 16
22º. Sergipe Sergipe 1 5 6
23º. Maranhão Maranhão 1 3 4
24º. Paraíba Paraíba 1 3 7 11
25º. Amapá Amapá 5 5
26º. Alagoas Alagoas 4 4
27º. Piauí Piauí 3 3
      Os cinco melhores Estados em número de classificações.
      Os cinco piores Estados em número de classificações.

Observações[editar | editar código-fonte]

  • As posições adquiridas com o arquipélago de Fernando de Noronha, entram na contagem para Pernambuco.
  • As posições adquiridas com o antigo estado da Guanabara e do antigo Distrito Federal (1891-1960), entram na contagem para o Rio de Janeiro.
  • O título de Miss Sílvio Santos em 1981 entra na contagem pra São Paulo devido a candidata vir deste estado.
  • O título de 2002 não entra na contagem para o Rio Grande do Sul.
  • As duas classificações do Rio Grande do Sul (em 1991) entram no ranking para o estado.
  • Como não foi anunciado em 1991, as posições de Goiás e Rio de Janeiro entram como semifinalista.
  • Como não foi anunciado em 1992, as posições de Santa Catarina e São Paulo entram como semifinalista.
  • Como não foi anunciado em 2012, as posições do Distrito Federal e de São Paulo entram como semifinalista.
  • Como não foi anunciado em 2013, as posições do Paraná e de São Paulo entram como semifinalista.
  • Como não foi anunciado em 2014, as posições do Amapá e de Goiás entram como semifinalista.
  • Se o formato atual do Miss Brasil persistir em não revelar a 4ª e 5ª colocação em 2015, uma nova aba será criada.

Carreiras Pós-concurso[editar | editar código-fonte]

Televisão, Cinema e Teatro[editar | editar código-fonte]

Algumas participantes do Miss Brasil passaram a fazer carreira na televisão, no cinema ou teatro após seus reinados:

Misses em Reality-Shows[editar | editar código-fonte]

Misses Falecidas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Primeira Miss Brasil era de Santos Novo Milênio. Visitado em 30-04-2013.
  2. História do concurso Palmas Convention e Visitors Bureau. Visitado em 30-04-2013.
  3. History - Miss Universe Miss Universe.com. Visitado em 30-04-2013.
  4. Miss Universe 1966 - Margareta Arvidsson Global Beauties. Visitado em 30-04-2013.
  5. Miss Universe 1968 Pageantopolis. Visitado em 30-04-2013.
  6. 1971 - Lúcia Tavares Petterle - Guanabara Miss Brasil World. Visitado em 30-04-2013.
  7. The G2 Ranking Global Beauties. Visitado em 30-04-2013.
  8. A Ditadura Derrotada Google Livros. Visitado em 30-04-2013.
  9. Miss Brasil leva Band ao primeiro lugar no Ibope Folha Online. Visitado em 30-04-2013.
  10. Brasileira fica em segundo lugar no Miss Continente Americano 2009 UOL. Visitado em 30-04-2013.
  11. Miss International Beauty 2009 Pageantopolis. Visitado em 30-04-2013.
  12. Miss Universe 2011 Pageantopolis. Visitado em 30-04-2013.
  13. Band Minas lança concurso inédito de miss Patrocínio Hoje. Visitado em 20-01-2013.
  14. Brasileira comemora 5º lugar no Miss Universo! G1. Visitado em 30-04-2013.
  15. Regulamento do Miss Brasil etapa Mato Grosso do Sul de 2012 Arena Models. Visitado em 25-02-2013.
  16. Da redação (19/04/2009). Saiba como participar dos três principais concursos de Miss Brasil Globo.com. Visitado em 24/02/2014.
  17. Ícone de bom gosto e beleza, Adriane Galisteu apresenta o Miss Miss Brasil Sonho de Miss. Visitado em 01-05-2013.
  18. Sergio Marone irá apresentar o Miss Brasil Sonho de Miss. Visitado em 18-06-2014.
  19. Catarinense Carina Beduschi é eleita Miss Brasil 2005 UOL. Visitado em 30-04-2013.
  20. Gaúcha Rafaela Zanella é eleita Miss Brasil 2006 UOL. Visitado em 30-04-2013.
  21. Mineira Natália Guimarães é a nova Miss Brasil G1 - Portal da Globo. Visitado em 30-04-2013.
  22. Miss Brasil 2008 foi descoberta no Orkut G1 - Portal da Globo. Visitado em 30-04-2013.
  23. E o Miss Universo que aguarde: potiguar é eleita Miss Brasil 2009 UOL. Visitado em 30-04-2013.
  24. Débora Lyra é eleita Miss Brasil 2010 CARAS. Visitado em 30-04-2013.
  25. Priscila Machado, candidata do Rio Grande do Sul, vence o Miss Brasil 2011 Ego - Globo. Visitado em 30-04-2013.
  26. Gabriela Markus, do Rio Grande do Sul, é a nova Miss Brasil G1 - Portal da Globo. Visitado em 30-04-2013.
  27. Candidata de Mato Grosso é escolhida a Miss Brasil 2013 G1 - Portal da Globo. Visitado em 22-11-2013.
  28. Cearense Melissa Gurgel é eleita Miss Brasil 2014 G1 - Portal da Globo. Visitado em 28-09-2014.
  29. Natália Guimarães é repórter do 'Programa da Tarde' da TV Record MSN Pure People. Visitado em 30-04-2013.
  30. Jogo Aberto: Seis anos de risos e lágrimas UOL. Visitado em 30-04-2013.
  31. Jornalista da Globo está grávida de uma menina R7 - Tudo Miss e Tudo Mais. Visitado em 30-04-2013.
  32. O adeus a um ícone da beleza Diário Popular. Visitado em 28/12/2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]