Monte Esquilino

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O monte Esquilino é uma das sete colinas de Roma. Compõe-se, na realidade, de três outros montes: o Opio no setor meridional, o Fagutal no setor ocidental, confinante com o Vélia, e Cispio na parte setentrional, onde está atualmente a Basílica de Santa Maria Maior.

A origem do nome Esquilino ainda é fonte de grandes debates. Uma perspectiva expõe que a colina deverá o seu nome à abundância de carvalhos (exculi) que outrora havia nesta zona. Outra perspectiva relata que, durante a infância de Roma, o Capitólio, o Palatino e os arredores da parte Norte do Célio seriam a parte mais populosa da cidade, cujos habitantes seriam considerados inquilini, como vindos de fora; aqueles que habitavam a periferia - montes Aureliano, Opio, Cispio, Fagutal - eram considerados exquilini, suburbanos.

Erguendo-se acima do vale onde seria construído o Coliseu, o Esquilino foi um distrito residencial peculiar. Na inflexão mais a Sul, o Opio, Nero confiscou a propriedade para construir a sua extravagante Domus Aurea e, mais tarde, Trajano aí construiu o seu complexo termal, cujas ruínas (de ambos) ainda subsistem. No local foram encontradas uma variedade de esculturas no estilo Vênus, dentre as quais destaca-se a Vênus de Esquilino.

Em 1781 aqui foi descoberta a estátua de mármore de um lançador de disco — o, assim conhecido, Discobolus, de Míron.

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