Monte Esquilino

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes (desde março de 2014). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

O monte Esquilino é uma das sete colinas de Roma. Compõe-se, na realidade, de três outros montes: o Opio no setor meridional, o Fagutal no setor ocidental, confinante com o Vélia, e Císpio na parte setentrional, onde está atualmente a Basílica de Santa Maria Maior.

A origem do nome Esquilino ainda é fonte de grandes debates. Uma perspectiva expõe que a colina deverá o seu nome à abundância de carvalhos (exculi) que outrora havia nesta zona. Outra perspectiva relata que, durante a infância de Roma, o Capitólio, o Palatino e os arredores da parte Norte do Célio seriam a parte mais populosa da cidade, cujos habitantes seriam considerados inquilinos (inquilini), como vindos de fora; aqueles que habitavam a periferia - montes Aureliano, Opio, Cispio, Fagutal - eram considerados esquilinos (exquilini), suburbanos.

Erguendo-se acima do vale onde seria construído o Coliseu, o Esquilino foi um distrito residencial peculiar. Na inflexão mais a Sul, o Opio, Nero confiscou a propriedade para construir a sua extravagante Casa Dourada e, mais tarde, Trajano aí construiu o seu complexo termal, cujas ruínas (de ambos) ainda subsistem. No local foram encontradas uma variedade de esculturas no estilo Vênus, dentre as quais destaca-se a Vênus de Esquilino.

Em 1781 aqui foi descoberta a estátua de mármore de um lançador de disco — o, assim conhecido, Discóbolo, de Míron.

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre monte Esquilino