Basílica de Santa Sabina

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Santa Sabina, Exterior
Interior da igreja de Santa Sabina.

A igreja de Santa Sabina é o centro da ordem Dominicana e está localizada em Roma.

A igreja está construída, segundo a lenda, sobre a casa de uma rica dama romana, Sabina, que se tornou santa da Igreja Católica. Outros afirmam que seu nome se deve a que os restos da santa ali estavam. Santa Sabina teria sido decapitada no reinado do imperador Adriano, recebendo a palma do martírio. Sabe-se que a construção da igreja foi encomendada por um sacerdote da Ilíria chamado Petrus, pois seu nome consta de uma inscrição. Gastou nela sua fortuna durante o pontificado do Papa Celestino I (422-432), logo depois da invasão dos Godos.

A basílica original tinha nave e duas laterais. No pontificado do Papa Eugénio II (824-827) o interior recebeu revestimento de mármore, dos quais subsistem apenas fragmentos. São particularmente excelentes as antigas colunas coríntias e o friso de opus sectile com incrustações de pórfiro e de serpentina acima das arcadas da nave central.

Em 1219, o Papa Honório III (1216-1227) cedeu a igreja à Ordem dos Dominicanos, que fez construir os claustros. Depois do Concílio de Trento, 20 das 26 janelas foram emparedadas por se pensar que deixavam entrar luz, distraindo a mente da meditação. Outras alterações foram feitas em 1587 por Domenico Fontana, arquiteto do Papa Sisto V (pontificado de 1585 a 1590. Hoje, porém, a basílica mostra sua condição original graças ao programa de restauração executado no século XX. É das mais bem conservadas basílicas primitivas da cidade de Roma.

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