Pai Nosso

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A Oração do Senhor, também conhecida como o Pai Nosso, é talvez a oração mais conhecida do cristianismo. Duas versões dela ocorrem no Novo Testamento, uma no Evangelho de Mateus (Mateus 6.9-13) como parte do discurso sobre a ostentação, uma secção do sermão do monte; e a outra no Evangelho de Lucas (Lucas 11.2-4).

O contexto da oração em Mateus é uma parte de um discurso, sobre um povo sofrido que ora grandiosamente, simplesmente com a finalidade de ser visto orando; Mateus descreve Jesus ensinando as pessoas à orar "após a fórmula" dessa oração. Tendo em conta a estrutura da oração, fluxo de sujeito e ênfases, uma interpretação da Oração do Senhor é como uma orientação sobre como orar em vez de aprender algo ou repetir por hábito. Há outras interpretações sugestivas que a oração foi concebida como uma oração específica à ser usada. O Novo Testamento relata Jesus e seus discípulos orando em várias ocasiões; mas nunca os descreve usando essa oração, é incerto o quão importante ela foi originalmente vista e tida.

No dia da Páscoa foi estimado que dois bilhões de cristãos católicos, anglicanos, protestantes e ortodoxos leram, recitaram ou cantaram a oração em milhares de línguas.[1] Embora muitas diferenças teológicas e vários modos e maneiras de adoração dividam cristãos, de acordo com o professor Clayton Schmit do Seminário Fuller "há um senso de solidariedade em saber que os cristãos ao redor do globo estão orando juntos..., e estas palavras sempre nos unirão."[1]

Índice

[editar] O Pai Nosso na Igreja Primitiva

Representação paleocristã de Cristo como o Bom Pastor nas catacumbas de São Calisto, Roma.

Deve-se observar que Jesus viveu no contexto da espiritualidade judaica, que nos evangelhos se cita frequentemente os textos sagrados do judaísmo e que Jesus, como judeu, estava sob a Torá. Seguramente orou as Dezoito Bençãos, o Shema, o Avinu Malkenu (Pai nosso, Rei nosso), os Salmos o Tehilim (louvores em português), entre outras muitas orações que existiam dentro do corpo religioso judaico.

Pode-se assegurar que se o judaísmo introduziu uma grande novidade no contexto religioso de sua época, o cristianismo trouxe ao mundo de seu tempo uma nova visão da Divindade. Para o cristianismo existia uma deidade, a dos judeus. Só havia um Deus verdadeiro, mas não para um só povo. O Senhor passou de ser um Deus local do povo judeu para ser um Deus universal. O Deus dos cristãos se mostrava a todos os homens que quiseram segui-lo sem distinção de sua origem. Segundo o cristianismo, O Senhor queria um novo povo ao que qualquer homem de boa vontade podia pertencer e esse novo povo era a Igreja. Essa é a razão pela qual diferentes denominações cristãs nomeiam a si mesmas como o Novo Israel.

No principio os primeiros cristãos se consideravam parte do povo judeus, oravam nas sinagogas e respeitavam toda a Torá. No primeiro Concílio de Jerusalém, narrado no capítulo 15 do livro de Atos dos Apóstolos, se diz que os gentios que abraçavam a Cristo não estavam obrigados a cumprir a Torá dada ao povo de Israel. Por exemplo os cristãos de origem gentílica não estam obrigados a circuncidar e guardar o Shabat. A partir deste momento o cristianismo começou a separar-se gradualmente do judaísmo.

O Pai nosso foi fundamental neste ponto. Ao separar-se do judaísmo, o cristianismo teve que ir adquirindo uma identidade própria e a principal separação da espiritualidade judaica era a oração. O cristianismo teria que buscar sua própria oração, para não ser considerado uma seita do judaísmo. O Pai nosso passaria a ser a principal separação que diferenciaria o povo «novo» do «velho» neste ponto da história. A diferença não estava muito clara, entre os judeus e os primeiros seguidores do cristianismo.

Os primeiros cristãos tinham um grande respeito pela Oração dominical. A Oração dominical não se ensinava a qualquer um. Sua recitação constituía um privilégio que só se outorgava aos que já haviam recebido o batismo. Era a última coisa que se ensinava aos catecúmenos e só na véspera de seu batismo. Era a maior e mais apreciada jóia da fé.

Os antigos cristãos das Igrejas da África tomaram sua profissão de fé (quid credendum) desta oração. Uma profissão de fé é uma declaração de suas crenças, um exemplo disto é a oração do Credo o símbolo niceno do catolicismo latino e oriental. Os que pretendiam obter o batismo deviam ter um profundo conhecimento da oração (quid orandum). Os catecúmenos deviam de seguir detalhadamente a explicação do credo e posteriormente deviam recitá-lo publicamente de memória. A transição entre estes passos era o Pai nosso. A profissão de fé no cristianismo é uma parte fundamental, pois mediante ela se declaram quais são suas crenças fundamentais e básicas. O fim que as igrejas primitivas da África tomaram como base para sua profissão de fé, demostra que desde o princípio do cristianismo estas palavras de Jesus foram consideradas as mais santas palavras.

Na igreja primitiva a oração do Pai nosso estava reservada para o momento mais alto da celebração que posteriormente o catolicismo chamaria missa. Haviam de preceder fórmulas que se assemelhavam seu respeito. Estas fórmulas tem sido herdadas por igrejas em suas liturgias atuais: na liturgia da igreja oriental se diz como introdução: «Tu és digno, ó Senhor, concede-nos que alegremente e sem temor, nos atrevamos a te invocar, Deus celestial, como um Pai, e que digamos: Pai nosso...». Na primitiva liturgia romana o sacerdote precedia a oração com a frase: «nos atrevemos a dizer», reconhecendo a enorme audácia que há em repetir palavras consideradas tão santas pelo cristianismo.

[editar] Análise

A Oração do Senhor em grego.

Será usada a tradução da Bíblia de Jerusalém (BJ) (veja acima)

[editar] "Pai nosso, que estáis no céu"

Junto as duas primeiras palavras—Pai nosso—são um título usado em outro lugar no Novo Testamento, bem como na literatura judaica. Refere-se a Deus Pai. Isso também implica na proximidade entre a natureza pessoal da relação entre Deus Pai e essa oração, como um pai e uma criança, como ensinado por Jesus em cada um dos seus quatro evangelhos. Não trinitarianos podem tomar essa linha referente ao posicionamento de Deus como pai de toda a humanidade, incluindo Jesus a quem é normalmente posicionado como o filho.

[editar] "santificado seja o Vosso Nome"

Tendo iniciado, a oração começa da mesma maneira como o Kadish, santificando o nome de Deus, e seguindo expressa a vontade de que a vontade de Deus e o Reino aconteçam. No judaísmo o nome de Deus é de importância extrema, e honrar o nome é central à piedade. Os nomes não são vistos simplesmente como rótulos, mas como reflexões verdadeiras da natureza e identidade do qual eles se referem. Assim, a oração que santifica-se o nome de Deus era tida como equivalente a santificar o próprio Deus. "Santificado seja" está na voz passiva por isso não indica quem é que está santificando. Uma interpretação é que há uma chamada a todos os crentes para honrar o nome de Deus. Quem ver a oração primariamente como escatológica concebe a oração ser uma expressão de desejo pelo fim dos tempos, quando o nome de Deus, na visão destes relata a oração, será universalmente honrado.

[editar] "venha a nós o Vosso Reino"

O pedido para que o Reino de Deus venha é geralmente interpretado como uma referência à crença, comum na época, que a figura do Messias traria o Reino de Deus. Tradicionalmente, a vinda do Reino de Deus é visto como um dom divino recebido na oração, e não uma conquista humana. Esta ideia é muitas vezes contestada por grupos que acreditam que o Reino virá pelas mãos dos fiéis que trabalharam por um mundo melhor. Acredita-se por estes indivíduos que a ordem de Jesus para alimentar o faminto e vestir os necessitados é o Reino referido por Ele.[2]

[editar] "seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu."

A oração seguinte, com uma expressão de esperança que seja feita a vontade de Deus. Alguns vêem a expressão da esperança como um anexo, declarando um pedido para que a terra esteja sob comando divino diretamente e manifestadamente. Outros veem isso como um convite às pessoas para se submeter a Deus e a seus ensinamentos. Nos Evangelhos, estes pedidos têm o esclarecimento acrescentado na terra, como no céu, uma frase ambígua em grego que pode ser uma símile (i.e fazer a terra parecida com o céu) , ou um paralelismo (i.e tanto no céu quanto na terra), contudo a símile seja uma significativa interpretação mais comum.

[editar] "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje"

Os pedidos mais pessoais semelhantes ao Kadish. O primeiro está relacionado ao pão "diário". Normalmente o significado da palavra traduzida como diário, (gr: ἐπιούσιος/trans: epiousios), é obscuro. A palavra é quase uma hapax legomena, ocorendo somente nas versões de Lucas e Mateus do Pai nosso. (Uma vez pensou-se equivocadamente ter encontrado a palavra em um livro de contabilidade do Egito.)[3]. Pão diário parece ser uma referência a passagem de onde Deus provia maná aos israelitas a cada dia, enquanto eles estavam no deserto como em (Êxodo|16:15–21). Já que eles não podiam manter qualquer maná durante a noite, tiveram que depender de Deus para fornecer um novo maná a cada manhã. Etimologicamente epiousios parece estar relacionado com as palavras gregas epi, significando sobre, acima, em, contra e ousia, que significa substância. É traduzida como supersubstantialem na Vulgata (Mateus 6:11) e, portanto, como supersubstancial na Douay-Rheims Bible (Mateus 6:11). Os primeiros escritores ligados a esta transubstanciação eucarística. Alguns estudiosos protestantes modernos tendem a rejeitar essa conexão na presunção de que a prática da Eucaristia e da doutrina da transubstanciação ambas desenvolvidas depois que Mateus foi escrito. Epiousios também pode ser entendida como a existência, ou seja, o pão que foi fundamental para a sobrevivência (como a Peshitta siríaca onde a linha é traduzida por "dar-nos o pão da que temos necessidade hoje."). Na época, pão era o alimento mais importante para a sobrevivência. No entanto, os estudiosos da linguística consideram essa prestação improvável, uma vez que violaria as regras padrão de formação de palavras. O grego koiné tinha vários termos mais comuns para a mesma idéia. Alguns interpretam epiousios no sentido de amanhã, como na redacção dada pelo evangelho dos nazarenos para a oração. [4] A tradução comum como "diário" está convenientemente localizada perto de significado para as duas outras possibilidades também. Aqueles cristãos que leem a Oração do Senhor como visão escatológica epiousios como referindo-se a Segunda Vinda - a leituraparaamanhã (epão) em um sentido metafórico. A maioria dos estudiosos discordam, sobretudo porque Jesus é retratado em Lucas e Mateus como cuidar de necessidades diárias de seus seguidores, especialmente nos milagres pão-relacionados que são narrados. [5][6]

[editar] Usado como uma ferramenta de comparação de línguas

Um mapa das línguas europeias (1741) teve o primeiro verso da oração do Senhor colocado em cada idioma.

Desde a publicação dos livros Mithridates,[7] traduções da oração tem sido frequentemente utilizadas para uma rápida comparação das línguas, principalmente porque a maioria dos filólogos antigos eram cristãos e, muitas vezes sacerdotes. Devido à atividade missionária, um dos primeiros textos a serem traduzidos entre muitas línguas tem sido, historicamente, a Bíblia, e assim, os estudiosos tiveram acesso ao texto o mais prontamente disponível em qualquer idioma específico seria provavelmente uma tradução parcial ou total de Bíblia. Por exemplo, o único texto existente em gótico, uma língua fundamental na história das línguas indo-européias, é o Codex Argenteus, a tradução bíblica incompleta de Wulfila.

Essa tradição tem sido recentemente contrariada tanto do ângulo da neutralidade religiosa e da praticidade: os formas utilizadas na Oração do Senhor (muitos comandos) não são muito representativos no discurso comum. Filólogos e entusiastas das línguas têm proposto outros textos, como o texto da Torre de Babel (também parte da Bíblia) ou a história de o Vento Norte e o Sol. Em ciências da linguagem soviética as obras completas de Lenin eram muitas vezes utilizadas para comparação, uma vez que foram traduzidas para mais línguas no século XX.

[editar] Versão latina

Pater noster.ogg
Pai Nosso (Oração do Senhor) lido em latim eclesiástico

A versão latina da oração tem importância cultural e histórica no Ocidente e principalmente na Igreja Católica. O texto usado na liturgia (Missa, Liturgia das Horas, etc.) diverge levemente do que foi usado na Vulgata e provavelmente é anterior a ela.

A doxologia associada a Oração do Senhor é encontrada em quatro manuscritos da Vetus Latina, apenas duas dão em sua integridade o texto. Outros manuscritos sobreviventes da Vetus Latina não tem a doxologia. A tradução da Vulgata também não a inclui, concordando assim com as edições do críticas do texto grego.

Nas liturgias do rito latino, a doxologia nunca está ligada a Oração do Senhor. Ela só foi usada na liturgia do rito romano, está na missa como revisada após o Concílio do Vaticano II. Ela não está localizada imediatamente após a Oração do Senhor, mas sim após a oração sacerdotal, Libera nos, quaesumus..., elaborada na petição final, Libera nos a malo (Livra-nos do mal).

[editar] Pai Nosso na Igreja Católica

Schola Gregoriana-Pater Noster.ogg
Cântico gregoriano;– Pai Nosso.

Segundo a doutrina católica, Jesus ensinou o Pai Nosso[8] aos seus discípulos, que estavam ansiosos em saber como rezar bem, no famoso Sermão da Montanha. O Pai-Nosso é uma "oração cristã insubstituível", "a «síntese de todo o Evangelho» (Tertuliano) e «a oração perfeitíssima» (São Tomás de Aquino)". "A tradição litúrgica da Igreja usou sempre o texto de São Mateus (6, 9-13)":[9]

Pai Nosso que estais no Céu,
santificado seja o vosso Nome,
venha a nós o vosso Reino,
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do Mal.
Amém.

Há nos dias atuais uma versão da oração rezada incorretamente em português, onde os "Ceus" estão no singular e na omissão do pronome oblíquo átono da 1ª pessoa do plural "nos".

Para a Igreja Católica, o Pai-Nosso é também "a oração da Igreja por excelência [...] visto que as suas sete petições, fundadas no mistério da salvação já realizada, [...] serão plenamente atendidas na vinda do Senhor. O Pai Nosso é também parte integrante da Liturgia das Horas".[10] Estas "sete petições a Deus Pai" são divididas em duas partes:[11]

  • "as primeiras três, mais teologais, aproximam-nos d’Ele, para a sua glória: pois é próprio do amor pensar antes de mais n’Aquele que amamos. Elas sugerem o que em especial devemos pedir-Lhe: a santificação do seu Nome, a vinda do seu Reino, a realização da sua Vontade".[11]
  • "as últimas quatro apresentam ao Pai de misericórdia as nossas misérias e as nossas expectativas. Pedimos que nos alimente, nos perdoe, nos defenda nas tentações e nos livre do Maligno".[11]

Para além destas petições, o Pai-Nosso também revela à humanidade a sua relação especial e filial com Deus Pai. A partir de então, "podemos invocar a Deus como «Pai» [...] porque Ele nos foi revelado por seu Filho feito homem e porque o seu Espírito no-Lo faz conhecer. [...] Ao rezar a oração do Senhor estamos conscientes" e absolutamente confiantes de sermos filhos de Deus[12] e de sermos "amados e atendidos" por Deus Pai.[13] "Sempre que rezamos ao Pai, adoramo-Lo e glorificamo-Lo com o Filho e o Espírito", porque estas três Pessoas divinas formam a Santíssima Trindade.[14]

Nesta oração considerada pelos católicos como única e profunda em significado, os fiéis invocam também Deus como "«Pai Nosso» [...] porque a Igreja de Cristo é a comunhão duma multidão de irmãos que têm «um só coração, uma só alma» (Act 4,32)" e um só Deus.[14] Jesus, nesta oração, afirma que Deus está nos céus porque Ele, o infinitamente santo, não está apenas num lugar físico próprio, mas sim "no coração dos justos", daqueles que fazem a Sua vontade. Esta afirmação também faz lembrar aos crentes que "o céu, ou a Casa do Pai, constitui a verdadeira pátria para a qual tendemos na esperança, enquanto estamos ainda na terra. Nós vivemos já nela «escondidos com Cristo em Deus» (Col 3, 3)".[15]


Referências

  1. a b Kang, K. Connie. "Across the globe, Christians are united by Lord's Prayer." Los Angeles Times, in Houston Chronicle, p. A13, April 8, 2007
  2. "Assim como o nome de Deus é santo em si mesmo e ainda oramos para que Ele possa ser santo entre nós, então também o seu reino vem de si mesmo sem a nossa oração, nós ainda oramos e que Ele venha para nós, isto é, que possa existir entre nós e conosco, de modo que pode ser uma parte daqueles entre os quais seu nome é santificado e seu reino floresça" (Martinho Lutero, Catecismo Maior, Livro de Concórdia, p.446, Kolb/Wengert).
  3. Nijman, M.,Worp, K.A. ΕΠΙΟΥΣΙΟΣ in a Documentary Papyrus?, Novum Testamentum, Volume 41, Number 3 / July, 1999, pp. 231-234.
  4. In his Commentary on Matthew, Jerome, citing the Gospel of the Hebrews, but referring in fact to the similar Gospel of the Nazoraeans, writes that "in the so-called Gospel of the Hebrews for supersubstantial bread one finds MAHAR, which translates as of tomorrow. Therefore the meaning would be give us today our bread of tomorrow, i.e. our future bread". In the original Latin, "In Evangelio quod appellatur secundum Hebraeos, pro supersubstantiali pane, reperi MAHAR (מחר), quod dicitur crastinum; ut sit sensus: Panem nostrum crastinum, id est, futurum da nobis hodie."
  5. In A Rabbinic Commentary on the New Testament (1987), pp.119-121, ISBN 978-0-88125-089-3, Samuel Tobias Lachs points out that bread "sufficient for our tomorrow" (de maherenu) in Hebrew letters differs by only one letter from bread "sufficient for our needs" (de mahserenu) and is probably a transcription error caused by the loss of the single letter (sameq).
  6. O historiador Livio Catullo Stecchini especulou que epiousios pode ser entendido como um termo metrological, siginificando uma "medida plena" de grão, mas sua explanação pseudo-científica remains controversial. A History of Measures
  7. Dois exemplos são Mithridates de differentis linguis, Conrad Gessner, 1555, e Mitridates Allgemeine oder Sprachenkunde mit dem Vater Unser Sprachprobe als em bey nahe fünf Hundert Sprachen und Mundarten, Johann Christoph Adelung e Johann Vater Severin, 1806-1817, Berlim, Vossische Buchlandlung, 4 volumes. Edição fac-símile, Hildesheim-Nueva York, Georg Olms Verlag, 1970.
  8. Mateus 6:6-13
  9. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (CCIC), n. 578 e 579
  10. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 581
  11. a b c Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 587
  12. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 583
  13. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 582
  14. a b Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 584
  15. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, n. 586

[editar] Ver também

[editar] Livros

  • Albright, W.F. and C.S. Mann. "Matthew." The Anchor Bible Series. New York: Doubleday & Company, 1971.
  • Augsburger, Myron. Matthew. Waco, Texas: Word Books, 1982.
  • Barclay, William. The Gospel of Matthew: Volume 1 Chapters 1–10. Edinburgh: Saint Andrew Press, 1975.
  • Beare, Francis Wright. The Gospel According to Matthew. Oxford: B. Blackwell, 1981.
  • Clontz, T.E. and J., "The Comprehensive New Testament with complete textual variant mapping and references for the Dead Sea Scrolls, Philo, Josephus, Nag Hammadi Library, Pseudepigrapha, Apocrypha, Plato, Egyptian Book of the Dead, Talmud, Old Testament, Patristic Writings, Dhammapada, Tacitus, Epic of Gilgamesh", Cornerstone Publications, 2008, ISBN 978-0-9778737-1-5
  • Filson, Floyd V. A Commentary on the Gospel According to St. Matthew. London: A. & C. Black, 1960.
  • Fowler, Harold. The Gospel of Matthew: Volume One. Joplin: College Press, 1968
  • France, R.T. The Gospel According to Matthew: an Introduction and Commentary. Leicester: Inter-Varsity, 1985.
  • Hendriksen, William. The Gospel of Matthew. Edinburgh: Banner of Truth Trust, 1976
  • Hill, David. The Gospel of Matthew. Grand Rapids: Eerdmans, 1981
  • "Lilies in the Field." A Dictionary of Biblical Tradition in English Literature. David Lyle Jeffrey, general editor. Grand Rapids: W.B. Eerdmans, 1992.
  • Lewis, Jack P. The Gospel According to Matthew. Austin, Texas: R.B. Sweet, 1976..
  • Luz, Ulrich. Matthew 1–7: A Commentary. trans. Wilhlem C. Linss. Minneapolis: Augsburg Fortress, 1989.
  • Morris, Leon. The Gospel According to Matthew. Grand Rapids: W.B. Eerdmans, 1992.
  • Schweizer, Eduard. The Good News According to Matthew. Atlanta: John Knox Press, 1975
  • Underhill, Evelyn, Abba. A meditation on the Lord's Prayer (1940); reprint 2003.

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