SCUT

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Troço na A23, uma autoestrada em regime de SCUT
Viaduto na A25, sobre o rio Côa, autoestrada em regime SCUT
Vista aérea da A24 perto de Castro Daire, autoestrada gerida por meio de regime SCUT
A28, antiga SCUT do Norte Litoral

Uma SCUT era uma autoestrada em regime de portagens virtuais, cujos custos eram suportados pelo Estado Português. A construção e manutenção era da responsabilidade de uma empresa concessionária. A sigla SCUT é uma abreviatura de "Sem Custo para os Utilizadores".

O conceito de SCUT foi introduzido em Portugal em 1997 no governo de António Guterres, pela mão do Ministro do Equipamento Social, João Cravinho,[carece de fontes?]. Esta é a versão que consta do Portal do Governo. No entanto, foi da responsabilidade do então Primeiro Ministro, Cavaco Silva, a conceção da primeira SCUT, hoje conhecida como A 23 - na inauguração declarou que a única diferença para uma autoestrada era a não existência de portagens. O conceito foi abolido em 2011, com as autoestradas A22, A23, A24 e A25 a serem as últimas a abandonar este sistema de pagamento.

Índice

[editar] Antigas SCUT

As autoestradas: A4 (Matosinhos - Águas Santas), A17, A28, A29, A41 e A42 deixaram o regime SCUT e passaram a ser pagas às 00h00 de 15 de Outubro de 2010, dando assim inicio ao plano do governo de eliminação das SCUT.

Às 00h00 de 8 de Dezembro de 2011, foi a vez das autoestradas A22, A23, A24 e A25 deixarem de ser SCUT, acabando assim com este conceito em Portugal Continental.

[editar] Financiamento

Na sua maioria, a construção, conservação e manutenção das estradas portuguesas é financiada com o dinheiro dos impostos dos contribuintes, havendo também comparticipação de fundos comunitários.

No caso das autoestradas, no modelo de portagem, para além de uma ajuda do Estado no custo da construção, é o utilizador da mesma que através do pagamento da portagem sustenta a construção, financiamento, manutenção e exploração da autoestrada.

No modelo SCUT, o Estado substitui-se ao utilizador no pagamento da portagem, utilizando para isso o dinheiro dos contribuintes. O Estado entrega a construção, financiamento, exploração e manutenção da autoestrada a um consórcio privado, pagando a este uma dada tarifa por cada veículo que circula nessa via.[1]

[editar] Localização das antigas SCUT

Dos 914 km de autoestradas em regime SCUT, cerca de 55% situavamm-se no interior, atravessando concelhos cujo nível de desenvolvimento não justificaria o seu pagamento pelos utilizadores; [carece de fontes?] contudo, este conceito foi abandonado em 2011.


[editar] Ligações externas


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