Morangos Silvestres

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Morangos Silvestres
Smultronstället
Morangos Silvestres (PT/BR)
Ingmar Bergman e Gunnar Sjöberg durante as filmagens de Smultronstället.
 Suécia
1957 •  p&b •  91 min 
Direção Ingmar Bergman
Produção Allan Ekelund
Roteiro Ingmar Bergman
Elenco Victor Sjöström
Bibi Andersson
Ingrid Thulin
Música Erik Nordgren
Direção de arte Karl-Arne Bergman
Direção de fotografia Gunnar Fischer
Edição Oscar Rosander
Idioma sueco
Página no IMDb (em inglês)

Morangos Silvestres (título original em sueco: Smultronstället) é um premiado filme sueco de 1957, do gênero drama, escrito e dirigido por Ingmar Bergman. O título original, em sueco, refere-se ao lugar (stället) onde se encontram morangos silvestres (smultron).

O elenco inclui os actores regulares nos trabalhos de Bergman, Bibi Andersson, Ingrid Thulin e Gunnar Björnstrand. Max von Sydow também aparece em um pequeno papel. Bergman escreveu todo o roteiro no hospital.

Em 2004, foi considerado pelo New York Times como um dos 1000 melhores filmes produzidos.[1]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O professor de medicina Isak Borg dirige com sua nora Marianne de Estocolmo a Lund para receber o grau honorário da Universidade de Lund por seus 50 anos de carreira. No caminho, relembra os principais momentos de sua vida, temendo a morte que se aproxima. Conhece diversas pessoas na estrada, desde Sara e os seus companheiros de viagem , Viktor e Anders, os quais se dirigem para Itália, assim como um casal que faz lembrar Isak a sua própria vida e casamento, com cujo carro quase têm um acidente.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ingmar Bergman e Victor Sjöström nos estúdios em Solna, durante as filmagens de Morangos silvestres, em 1957.

Prêmios e reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

Festival Internacional de Berlim (1958)

BAFTA (1959)

  • Indicado na categoria de Melhor Filme.
  • Indicado na categoria de Melhor Ator (estrangeiro) (Victor Sjöström).

Globo de Ouro (1960)

  • Venceu na categoria de Melhor Filme (estrangeiro).

Oscar (1960)

Na lista de melhores filmes que o Vaticano fez em 1995, no centésimo aniversário do cinema, esse filme está na categoria Arte[2]. Ele é recomendado como um brilhante trabalho sobre a jornada interior de um homem, partindo de pungentes remorso e ansiedade até uma leve sensação, de paz e reconciliação, refletida na feliz juventude que teve.

Referências

  1. «The Best 1,000 Movies Ever Made» (em inglês). The New York Times. Consultado em 11 de setembro de 2009 
  2. Film and Broadcasting. «Vatican Best Films List (no Internet Archive)» 🔗 (em inglês). Consultado em 9 de janeiro de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]