Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde setembro de 2012).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde dezembro de 2010)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Ambox grammar.svg
Esta página ou secção precisa de correção ortográfico-gramatical.
Pode conter incorreções textuais, podendo ainda necessitar de melhoria em termos de vocabulário ou coesão, para atingir um nível de qualidade superior conforme o livro de estilo da Wikipédia. Se tem conhecimentos linguísticos, sinta-se à vontade para ajudar.
Aéroport Paris-Charles de Gaulle
Charlesdegaulleairportaerial.jpg
IATA: CDG - ICAO: LFPG
Tipo Civil
Administração Aéroports de Paris
Serve Paris, França
Localização Não disponível
Inauguração 1974


Altitude 119 m (390 ft)
Movimento em 2011 61 milhões de passageiros
2 096 000 t de carga
Capacidade anual Não disponível
Website oficial www.aeroportsdeparis.fr Página oficial
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
08L/26R 4 215 m (13 829 ft) Asfalto
08R/26L 2 700 m (8 858 ft) Concreto
09L/27R 2 700 m (8 858 ft) Asfalto
09R/27L 4 200 m (13 780 ft) Asfalto

O Aeroporto de Paris - Charles de Gaulle, (IATA: CDG; ICAO: LFPG; em francês: Aéroport Paris-Charles de Gaulle), também conhecido como Aeroporto Roissy, está localizado a 23 km a nordeste de Paris e é um centro de aviação mundial. Anteriormente chamado de Aéroport de Roissy, foi rebatizado a 8 de março de 1974 com o atual nome de Aéroport Paris-Charles de Gaulle, em homenagem a Charles de Gaulle (1890-1970), general francês fundador da Quinta República Francesa. O aeroporto serve como um ponto de referência tanto para a Air France como para a Delta Air Lines. O seu funcionamento é assegurado pelos Aéroports de Paris.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O aeroporto é situado no departamento de Val-d´Oise, com os municípios Roissy-en-France e Épiais-lès-Louvres), no departamento Seine-Saint-Denis com o município Tremblay-en-France e os departamento Seine-et-Marne com os municípios Mauregard, Le Mesnil-Amelot e Mitry-Mory. Ocupa uma área de 3200 hectares. Esse é um aeroporto de futura expansão de oportunidades através da grande área de terreno adquirida durante a sua construção, embora seu impacto ambiental, nas imediações de uma zona de densa população poderia, de facto, ter um prazo de limite de desenvolvimento.

O tráfego de passageiros foi assim dividido, em 2007, de acordo com os terminais:

  • CDG 1: 9,5 milhões de passageiros;
  • CDG 2: 44,8 milhões de passageiros;
  • CDG 3: 5,6 milhões de passageiros (anteriormente referidos como T0 e T9)

Quase um terço dos passageiros foram de conexões de voos. A plataforma original foi concebida essencialmente para servir à área de Paris, onde os projetos e a construção dos terminais são dedicados às conexões. Em 2007, 552 721 movimentos de aeronaves cada 2,1 % e 59 922 177 passageiros cada 5,4 %. O aeroporto fica em sexto lugar no ranking mundial. O tráfego de passageiros locais, em todos os aeroportos de Paris (incluindo Orly), em 2003, atingiu 56 % na Air France, 2,8 % em Corsairfly, 2,7 % na easyJet, 2,3 % em British Airways, 2,1 % em Alitalia, 1,9 % na Iberia, 1,7% em Lufthansa.

O projeto e a história[editar | editar código-fonte]

O planejamento e construção do que era então conhecido como Aéroport de Paris Nord (Aeroporto do Norte de Paris) começou em 1966. Observando o rápido crescimento do transporte aéreo de passageiros, o governo comprometeu-se, desde 1962, a identificar terrenos, grandes o suficiente, fora da cidade, para poder acomodar um novo aeroporto nacional. O anúncio foi feito Aeroporto de Paris-Orly e do Aeroporto de Le Bourget, que foram estabelecidos no período da Primeira Guerra Mundial. As perspectivas para o tráfego nesse momento são de uma duplicação do volume a cada cinco anos, ou seja, doze milhões de passageiros entre 1975-1980.

Um decreto de 16 de junho de 1964 decidiu criar o aeroporto Paris Nord sobre uma grande superfície agrícola na região, a 23 quilómetros a nordeste de Paris. Essa área oferecia muitas vantagens: a previsão de eliminação de uma fazenda de tamanho reduzido permite aumentar a extensão quando a saturação fosse atingida. Um quinto da pista foi incorporado no esquema de Paris-CDG no final dos anos 1960. De 10 julho a 10 de agosto do mesmo ano realizou-se um inquérito público. Esse inquérito da comissão emitiu parecer favorável em 30 de outubro. O aeroporto ocupará área de 2915 ha.

O município de Roissy-en-France e outras cidades diretamente envolvidos tentam em vão lutar contra a criação deste aeroporto, que faz, já no início, uma série de danos com a chegada de equipamentos, causando danos significativos nas ruas da cidade de Roissy-en-France, devido aos caminhões,a formação de lamaçais, canos destruídos, entre outros. Os agricultores protestaram contra a construção do aeroporto, mas rapidamente aprenderam que a construção do aeroporto era inevitável e negociaram o melhor possível para conseguir compensações financeiras para comprar terras agrícolas em outros locais.

Em paralelo, uma grande polêmica se desenvolve no recém criado departamento de Val-d'Oise,no período antes e depois da construção do aeroporto, o primeiro foi a quantidade de desapropriações realizadas, o outro respondeu ao progresso econômico da região. Durante três anos de 1969 a 1972,existiu um boato de que o projeto estava cheio de erros e teria que ser expandido. A situação levou o governo a desenvolver três áreas de planejamento urbano no recém criado departamento :

A - (cinco e dez mil habitantes) proibida qualquer construção B - (sessenta mil habitantes) a construção de edifícios utilitários C - (Cento e oitenta mil habitantes) áreas urbanas limitadas ao máximo

Mas, mesmo assim, a contestação cresce nacionalmente, a imprensa se divide em dois lados «pró» e «anti», muitas vezes relacionada a filiação partidária. A maior crítica sobre o Estado francês é a falta de transparência e total falta de informação. Assim, no início dos anos 1970 a administração impôs limitações arquitetônicas impostas em nome da preservação do local e assim comprou o terreno do aeroporto. Em seguida, foi desmentido que a construção iria durar mais de 10 anos . O novo aeroporto é finalmente inaugurado em 1974, após dez anos de trabalho.

A 8 de março de 1974, o aeroporto, renomeado Aeroporto Internacional Charles de Gaulle, entrou em serviço.

O terminal 1 foi construído no estilo avant-garde de arquitetura, um grande edifício circular de dez andares rodeado por sete outros satélites, cada um com quatro portas. O principal arquiteto foi Paul Andreu, que também desenhou as extensões nas décadas seguintes

Os terrenos em que se encontra o aeroporto são propícios a coelhos e lebres, que podem ser vistos pelos passageiros dos aviões a determinadas horas do dia. O aeroporto organiza periodicamente caças e capturas de forma a manter a população a níveis controláveis. (HISTOIRE, [1997]).

Identidade corporativa[editar | editar código-fonte]

O tipo de letra "Frutiger" foi imposto sobre as indicações para o aeroporto em 1975. Inicialmente chamada Roissy, foi reconhecida pelo seu projetista Adrian Frutiger. Até 2005, cada anúncio público no terminal era precedido por um selo distintivo apelidado "Roissy indicatif", composta por Bernard Parmegiani, em 1971. Esse selo sonoro pode ser ouvido numa cena do filme "Frantic", de Roman Polanski. Ele foi substituído por outro conhecido como "código ADP, a fim de adicionar um toque de magia ao aeroporto."

Em 26 de Agosto de 1988, Mehran Karimi Nasseri encontrou-se detido no aeroporto Charles de Gaulle como imigrante em situação ilegal; ele afirmou que era um refugiado, mas que tinham roubado os seus documentos. Após anos de questões burocráticas, concluiu-se que Nasseri tinha entrado legalmente no aeroporto e não poderia ser expulso de suas paredes, mas, uma vez que ele não tinha documentos, não havia país para deportá-lo, deixando-o no limbo residencial. Nasseri continuou a viver dentro dos limites do aeroporto até 2006, embora as autoridades francesas tenham decidido que ele poderia sair se assim o desejasse. (Mikkelson, [1995]). Esse fato foi a inspiração para o filme O Terminal (2004). Em julho de 2006, ele foi hospitalizado e depois de tomar cuidado pela caridade, não retornou para o aeroporto.

Por que Roissy?[editar | editar código-fonte]

Um folheto sobre o aeroporto de Paris, de março de 1964, intitulado «L'aéroport de Paris va entreprendre la construction d'un nouvel aéroport Paris-Nord» dá a seguinte explicação: durante o estudo preliminar que começou em 1957, um inventário das plataformas prestou-se a construir um novo aeroporto, desenvolvido exclusivamente tendo em conta as condições de tipografia e habitação. Para ajudar a travar a tendência ao crescimento da área de Paris em direção a oeste, seria preferível optar pela localização no Norte de Paris, a fim de preservar as vantagens do ponto de vista das vias terrestres e assim fazer uma cobertura equilibrada da área de Paris por dois aeroportos situados simetricamente (um a norte e outro a sul). O local proposto para a construção está situado a 23 km do centro de Paris em linha reta. Consiste num platô povoado, inteiramente destinado à agricultura, à implantação dum aeroporto que abrange 3000 hectares, que só é possível através da destruição dos edifícios de uma só quinta, no que respeita às zonas associadas ao aeroporto, nas quais a construção vai ser regulamentada, onde terá superfície de 8000 hectares.

Os trabalhos[editar | editar código-fonte]

Os primeiros trabalhos tiveram início em Abril de 1965. As revistas do aeroporto de Paris, Aéroport Magazine, Entre Voisins e Propos publicaram numerosos artigos. As magníficas reportagens fotográficas de J.J. Moreau ilustrativas. Eles descrevem a evolução de estradas, trilhas, edifícios, nomeadamente a torre de controlo, o terminal nº1 e dos seus satélites. Num género completamente diferente, Auguste Pombo na sua última crónica sobre a aldeia de Roissy-en-France, em Julho de 1969, numa narrativa cheia de tristeza e amargura. Aqui estão alguns excertos: "A présent c’est la métamorphose, le grand chambardement, la mutilation totale. Hérissée de grues géantes, d’échafaudages, de construction nouvelles, de monstrueux engins la sillonnent, éventrent la terre jusqu’à ses entrailles, la fouillent, la véhiculent comme si soudain, elle était devenue un déchet sans valeur … Jamais plus là, nous ne reverrons les beaux attelages de percherons, ou ces grands bœufs débonnaires, tracer le sillon, ni onduler les épis de blé dorés, l’aigrette des avoines, ni fleurir les luzernes ou sarrasins…"

Os terminais[editar | editar código-fonte]

O aeroporto internacional Charles de Gaulle tem três terminais:

  • O Terminal 1 é o mais antigo;
  • O Terminal 2 foi construído para a Air France, mas agora hospeda outras companhias aéreas;
  • O Terminal 3 hospeda charters e as companhias de baixo custo.

Terminal 1[editar | editar código-fonte]

Vista aérea do Terminal 1

O primeiro terminal, projetado por Paul Andreu, foi construído como uma espécie de polvo. É constituído por um núcleo circular em torno das quais se encontram os satélites que estão dispostos a acolher aviões.

Os passageiros entram no edifício de carro por rampas que dão acesso aos vários pisos. O principal edifício tem seis andares. As boutiques, lojas e restaurantes estão localizados no segundo andar chamados de "Boutiques et services", as partidas(check-in e bagagens) estão no piso superior (terceiro piso) excepto para algumas companhias aéreas (Aer Lingus e Vueling, cujo registo é feito no segundo piso). As chegadas (recuperação de bagagem, as formalidades aduaneiras de importação) efectuam-se no quinto andar. O nível intermédio, ou seja, o quarto andar é dedicado às formalidades aduaneiras de exportação e permite o acesso ao "satélite" que são os terminais de embarque, propriamente dito. O primeiro andar (o menor), é principalmente composto de lojas. Finalmente, no sexto andar e seguintes são parques de estacionamento (sete, oito e nono andar) ou pisos reservados para os governos e as companhias aéreas.

A transição entre o terceiro, quarto e quinto andar é feito através de tapetes rolantes dispostos no centro do edifício. Estes tapetes passam acima de um pátio e portanto não é coberto. Cada tapete rolante é coberto por um tubo transparente para o isolamento entre o interior e o exterior do edifício. Estas esteiras têm sido usadas em filmes, como no Le Dernier Gang, do diretor Ariel Zeitoun.

O quarto andar dá acesso a sete satélites. O oitavo lugar (em comparação com o polvo) é tomada por um carro de rampas. Estes satélites são acessíveis através de um longo túnel, no final do qual há dez portões (via satélite). Cada um desses túneis é um tentáculo do polvo. Eles são longos e rodeados por um tubo concreto. O cinturão é composto de duas pistas num vale. Esta cavidade pode ser feita através do túnel sob o avental, e deixa espaço para os aviões ao redor do satélite.

O desenho original do edifício não permite uma grande área de trânsito. Não há uma grande sala no interior do edifício, ao contrário de outros modelos de aeroportos mais convencionais, tornando as suas operações mais complicadas quando há voos. A viagem a pé dos passageiros também é importante para o aumento do dispositivo ou a sua descida e, em seguida, recuperar a bagagem. Acrescentando que muitos visitantes têm sido confundidos e decepcionados porque não podiam ver os aviões. O trabalho está em curso para alcançar cerca de 12 milhões de passageiros por ano.

Terminal 2[editar | editar código-fonte]

Também projectado por Paul Andreu, o segundo terminal foi inaugurado em 1982 (salas 2A e 2B) e adoptaram a filosofia de modular os terminais. A construção da sala 2D (1989), 2C (1993) e da primeira península 2F (1999) que acompanha o desenvolvimento da sua principal operadora: Air France.

O terminal 2E, com um design ousado, espaços abertos e amplos era a mais nova aquisição do CDG. Em 23 de Maio de 2004, pouco tempo após a sua inauguração, uma porção do tecto do terminal 2E desabou, logo no início do dia, perto da porta E50, matando quatro pessoas. Dois dos mortos eram chineses que viajavam, e outro dois mortos foi relatado ser de nacionalidade checa. Outras três pessoas ficaram feridas. O terminal 2E tinha sido inaugurado em 2003, após alguns atrasos na construção e foi desenhado por Paul Andreu. Os inquéritos administrativos e judiciais começaram. Andreu também desenhou o Terminal 3 no Aeroporto Internacional de Dubai, que desabou enquanto estava em construção a 28 de Setembro de 2004.

Após este acidente, a Aéroports de Paris (ADP) havia planeado oferecer ao público uma maior facilidade em 2005 sendo o novo terminal uma maior atracção para os investidores. O parcial colapso e o fecho indefinido do terminal pouco antes do início do verão afectou seriamente o plano de negócios do aeroporto.

Em fevereiro de 2005, os resultados do inquérito administrativo foram publicados. Os especialistas salientaram que não houve nenhuma falha, mas sim um número de causas para o colapso, num projeto que tinha pouca margem de segurança. No inquérito concluiu-se que o betão do tecto não era suficientemente resistente e que tinha sido perfurado por pilares metálicos, e algumas aberturas enfraqueceram a estrutura. Fontes próximas à investigação também revelaram que toda a cadeia de edifícios tinham sido trabalhados ao máximo limite, de modo a reduzir os custos. Paul Andreu denunciou as sociedades de constriução por não terem preparado correctamente o betão armado. (Ministère, [2005]).

Em 17 de Março de 2005, a ADP decidiu derrubar e reconstruir toda a parte do terminal 2E de cada secção que tinha sofrido o colapso com um custo de aproximadamente 100 milhões de euros. A reconstrução vai substituir o estilo de terminal de tubos por um estilo mais inovador utilizando uma estrutura de aço e vidro. Durante a reconstrução, dois acessos temporários de partida foram construídos nas proximidades do terminal que asseguraram a capacidade do terminal 2E antes do colapso. O terminal reabriu completamente a 30 de Março de 2008.

O Terminal 2 é actualmente composto por 6 módulos (A, C, E dispostos a sul e B,D e F dispostos a norte, separadas por uma estrada e estacionamento) e um satélite de embarque (Alfa), ligado ao terminal por uma ponte. Entre os terminais C e D, por um lado e E e F para o outro, existe a Gare Aéroport Charles-de-Gaulle 2 TGV.

O Aeroporto de Paris Charles de Gaulle também construiu um Sistema automático de tratamento de bagagens (TBE). A primeira fase de implementação do sistema de triagem TBE incorporou totalmente automatizada a triagem de bagagens a 100 %, entrando em serviço em Setembro de 2007. Ela permite a correlação de todas as bagagens nos terminais 2E e 2F. Será ampliada, num futuro próximo, sob o terminal S3, disse "La Galerie Parisienne".

Terminal 2-S4[editar | editar código-fonte]

Um outro satélite S4 está igualmente previsto no mesmo sentido que S3, com a excepção que ele pode acolher sete Airbus A380, localizado entre o satélite S3 e o terminal 2G. O satélite S4 deverá ter uma capacidade de 7,2 milhões de passageiros. Aéroports de Paris prevê a colocação em 2012. Além disso, o CDGVAL faz a conexão entre o Terminal 1 e o Terminal 2, através do estacionamento PX, PR e Roissypôle, em serviço a partir de 4 de abril de 2007. Com o Terminal 2G, os satélites S3 e S4, a reconstrução do Terminal 2E, a recuperação do Terminal 1, o actual trabalho sobre os terminais 2A e 2B, o TBE, CDGVAL, o Aeroporto de Paris Charles-de-Gaulle terá uma capacidade de mais de 80 milhões de passageiros por ano.

Terminal 3[editar | editar código-fonte]

Anteriormente conhecido como T0 (zero), o nome do terceiro terminal não está "muito comercial" sendo alterado para T9 (porque era novo). Finalmente, por questões de lógica, foi renomeado por Terminal 3. Construído como uma espécie de hangar, ele está destinado a receber os voos de baixo custo. Ele é constituído por um grande hangar em chapa perfurada com salas de embarque. Pode-se chegar a este terminal de saída do RER «Charles de Gaulle 1» directamente a pé em três minutos, através de uma passagem prevista para esse efeito. O hangar de onde chegam passageiros é chamado de Roissypôle. Ele constitui a principal plataforma de transportes em comum, que entram ou saem de Roissy.

Voos para o Brasil[editar | editar código-fonte]

A companhia aérea brasileira TAM Linhas Aéreas e a francesa Air France operam voos diários e diretos para duas cidades no Brasil. Um dos voos é para o aeroporto de Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, e outro voo parte com destino ao aeroporto Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Tom Jobim/Galeão. Os voos são operados por modernos Airbus A330, Boeing 747 e 777.

Outras zonas no aeroporto[editar | editar código-fonte]

Zona de Helicópteros

O aeroporto de Paris-CDG tem uma área para helicópteros perto do Terminal 3.

Zona empresarial

Na proximidade da zona de manutenção do aeroporto, que está situada a norte da plataforma, existe uma área para voos privados e negócios de turismo. Na maioria das vezes os aparelhos utilizados são os jactos, os aparelhos de turismo.

Z.A.P.I. 3 (Zona de espera para pessoas em instância)

Localizado ao longo da fronteira, a ZAPI[1] está à espera de um espaço que foi construído a fim de "manter" pessoas cujo acesso ao território francês foi recusado e os requerentes de asilo que aguardam tratamento dos seus pedido para entrar no território de asilo. Apenas duas organizações, a Cruz Vermelha e Anafé[2] forem autorizadas a entrar. A primeira oferece para manter uma assistência humanitária, segundo um assistente [[Justiça|jurídico. Esta última, assim como muitas organizações de direitos humanos têm repetidamente denunciado violações da lei, incluindo leis sobre o asilo e os Direitos Humanos, que tiveram lugar nesta área e na sala de terminais em que estas pessoas são "mantidas".

Em casos de grandes multidões de pessoas a quem as autoridades queriam colocar na exploração áreas, especialmente porque durante a chegada de um grande número de candidatos ao asilo chechenas e somalienses em 2008, um ZAPI 4, foi inaugurado num dos terminais. O Juiz de Liberdade e de posse do Tribunal de Grande Instância de Bobigny, que controla o funcionamento da sala de espera, tinha procedido à libertação de um grande número de pessoas devido às condições lamentáveis em que estas foram mantidas.

Importância mundial[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Charles de Gaulle é um hub para as companhias aéreas Air France, FedEx, Airlinair, Europe Airpost, CityJet, Brit Air e outras empresas.

Para o tráfego aéreo, o Aeroporto Paris-Charles de Gaulle é no primeiro lugar na Europa com 541 566 movimentos, para Aeroporto de Frankfurt com 489 406 e Aeroporto de Londres Heathrow com 477 029 e para o ranking o setimo maior do mundo.[3] Em volume de carga, ele situa-se no segundo lugar na Europa (2 090 000 toneladas de mercadorias) atrás do Aeroporto de Frankfurt (2 215 000), Aeroporto de Londres Heathrow (1 569 000) e o Aeroporto de Amsterdão Schiphol (1 550 000). O Aeroporto Paris-Charles de Gaulle é também o segundo maior aeroporto da Europa e o setimo do mundo, pelo número de passageiros, 61,0 milhões de passageiros em 2011, atrás Heathrow (68,1 milhões) e à frente de Rhein-Main (56,4 milhões).[3] O aeroporto gera 10 % da riqueza criada em Île-de-France e garante a utilização 85 000 empregados em 700 empresas para mais de 200 ocupações em 11 grandes áreas de actividade.

Números[editar | editar código-fonte]

2006

Em número de passageiros, o aeroporto é o segundo maior da Europa com 59 922 177 passageiros, logo em seguida o aeroporto de Heathrow em Londres (68 068 554 passageiros) e depois o Aeroporto de Frankfurt (54 161 856 passageiros); em sexto lugar no ranking mundial. Em números de passageiros internacionais ele situa-se em segundo lugar tanto no ranking europeu como no mundial (54 904 358 passageiros) e logo em seguida Heathrow (61 458 541 passageiros).

2007

O aeroporto de Paris-CDG ocupa o segundo lugar na Europa, em 2007, para o número de passageiros: 59 922 177 passageiros ou 5,4% em comparação com 2006. O aeroporto Paris-CDG no top da Europa tem um número de movimentos de aeronaves: 552 721 ou 2,1% superior a 2006.

O centro económico estabelecido pelo aeroporto[editar | editar código-fonte]

O aeroporto é um importante centro de emprego na Île-de-France, desde 80000 salários identificados em 2005/2006, o que representa uma duplicação em quase dez anos. Estatísticamente, um milhão de passageiros iria criar 1500 postos de trabalho, por cada cento e cinquenta, mais que em 2000.

Os funcionários são domiciliados: -em Seine-Saint-Denis por 15 200 dentro dos outros; -no Val-d'Oise por 12 000 dentro dos outros; -em Seine-et-Marne por 12 000 dentro dos outros; -em Paris por 8000 deles; -em Val-de-Marne por 4 800 dentro dos outros; -Nos Hauts-de-Seine por 4 000 dentro de todos; -em l'Essonne por 1 600 dentro de todos; -Fora da Île-de-France para 19 600 deles (Oise na grande maioria, devido à presença de cidades como Senlis e Chantilly, a uma distância de 20 km do aeroporto).

75% dos empregados têm horários deslocados, a inadequação dos transportes em comum tanto em relação à origem geográfica dos trabalhadores e dos seus horários atípicos fez com que 90% deles utilizassem viatura própria para chegarem ao aeroporto Roissy. Para além do problema ambiental que representa, esta situação torna o difícil acesso aos empregos aeroportuários daqueles que não têm uma solução individual de deslocamento: os jovens, as casualidades.

Além dos transportes colectivos tradicionais, tais como o RER ou linhas de autocarros e carros que dão acesso à zona do aeroporto, que existem desde há uma dezena de anos, um sistema de transportes a pedido, Allobus, operado pelos Courriers da Île-de-France, ligado a quatro linhas conectado para o desenvolvimento económico para Tremblay-en-France, Sarcelles, Villiers-le-Bel e Goussainville. Esta rede, que funciona 24 horas sobre 24 horas, com 4500 utilizadores regulares e assegura 445000 viagens por ano.

Apesar do défice deste serviço, que atinge 1,7 milhões de euros, o Stif e as comunidades decidiram duplicar a ajuda para manter o serviço. O operador decidiu também contribuir para o cuidado do défice.

Além disso, 20000 a 30000 pessoas trabalham na Île-de-France em empresas cuja actividade está directamente ligada ao aeroporto. Estas empresas estão principalmente localizadas em Tremblay-en-France, Villepinte e Roissy-en-France.

Planos de expansão 2007-2012[editar | editar código-fonte]

Para além da reconstrução do terminal 2E, duas grandes extensões de terminais estão em curso a partir de 2008.

A realização do gigante satélite 3 (de 750 m) imediatamente a este dos terminais 2E e 2F fornece mais vias para uma maior capacidade de linhas aéreas para grandes aeronaves, tais como o airbus A380. O check-in e a bagagem de mão são fornecidos na infra-estrutura existente nos terminais 2E e 2F. O chek-in e a bagagem são tratados e providenciados pela infra-estrutura nos terminais 2E e 2F. O satélite 3, o qual a construção pode ser vista pelos passageiros que chegam nos terminais 2E e 2F, foi inaugurado em parte a 27 de Junho de 2007, e completamente operacional em Setembro de 2007. O satélite 4 é semelhante em tamanho e está prevista a sua abertura para 2012 para fornecer uma capacidade adicional, uma vez mais contando com um novo modelo, check-in e bagagem de mão 100% automatizados na infra-estrutura 2E e 2F. Esta facilidade, construída em colaboração com a Air France-KLM, é tão grande (é o segundo maior terminal da companhia área na europa, depois de Madrid Barajas T4 e em terceiro lugar BA T5 Heathrow, em Londres) que precisava de abrir por fases a fim de estar complatamente operacional até ao final do verão de 2007. A alta tecnologia, futurista, do edifício de aço e vidro proporciona alívio para milhões de passageiros que não têm de suportar mais os fastidiosos e demorados passeios de autocarro para embarcar e desembarcar dos voos. O novo terminal S3 também significa transferências mais rápidas conectando aos voos e menos malas perdidas. (Schine, [2009?]).

A construção começou com um novo terminal, o terminal 2G, a este do local de construção de S3, em Setembro de 2006 com a primeira pedra do novo edifício em si estabelecidas, em Março de 2007. Este terminal estava em operação, pelo menos, em Março de 2009. Este é ligado ao terminal 2 do complexo por autocarros e eventualmente uma extensão do comboio CDGVAL de serviço. 2G é usado para passageiros que voam na área de Schengen (e, deste modo, não têm controlo de passaportes) e auxilia os voos regionais da Air France e o tráfego europeu e fornece aviões com pequena capacidade (até 150 passageiros), com um tempo de volta muito rápido, que é correntemente possível devido à permissão deles estacionarem perto do edifício do novo terminal e primeiro embarcarem passageiros por autocarro ou andando no chão. Esta ligação de autocarro é fora da zona de segurança e esta segurança é também necessária para transferir passageiros. Pelo menos 20 minutos devem ser concebidos quando se efectua a recolha de outro terminal para a área de partidas 2G.

A futura utilização do terminal 2 pela Air France contribui constantemente para o desenvolvimento e à abertura do complexo S3 e à nova secção 2G do Terminal 2. A 30 de Março de 2008, a reabertura do terminal 2E foi concluída, permitindo a máxima actividade de passageiros e a plena actividade dos serviços aeroportuários. A Air France começou a mudar o tráfego para utilizar a capacidade dos terminais 2C, 2D, 2E e 2F e eventualmente cessar as operações aos terminais 2A e 2B que continuarão a ser utilizados por outras transportadoras.

O terminal 3 não está realmente ligado e está afastado mais ou menos 5 minutos a pé da estação de eléctricos. Além disso, as informações na cabine direccionam as pessoas para o terminal 2 para certas companhias aéreas que são actualmente servidas pelo terminal 3. Para além disso, em cada um dos terminais, eles apenas mostram os voos nesse terminal.

Projectos[editar | editar código-fonte]

O projecto do centro comercial Aéroville

Em 2007, o projecto de construção de um grande centro comercial a sul do aeroporto na plataforma de carga área divide e provoca polémica entre os moradores e políticos locais. É chamado de "Aéroville", este centro comercial gigante de quase cinco hectares de superfície(49 986 m²)designado por arquitectura Christian de Portzamparc, espera-se estar pronto no fim de 2012. Com um custo estimado em 270 milhões de euros, ele acolhe uma grande área Auchan "novo conceito", das boutiques chiques em jogo, mas também fora do mercado de serviços como uma endereço de anten, uma creche, um ginásio e um parque de estacionamento com 4700 lugares de estacionamento.

Tudo será ocultado por um telhado "ondulante como um manto" segundo o arquitecto e rodeado por um jardim paisagístico e um corredor verde. De acordo com o seu criador, Unibail, é concebido para atrair turistas às boutiques de luxo e servir os empregados da plataforma, que sofrem de um défice comercial e serviços. No entanto, dada a saturação do acesso rodoviário ao aeroporto, o crescimento exponencial dos problemas de circulação são denunciados, e os pequenos comerciantes acreditam que o projecto "transformara os centros urbanos em guetos nas proximidades", o comércio local não poderia sobreviver a esta nova oferta, acrescenta-se que a sobre-representação nas grandes áreas, especialmente a norte de Seine-Saint-Denis (Parinor, Paris-Nord II a sul, centro comercial de Claye-Souilly a leste). Estes argumentos não foram aceites pela divisão comercial e urbano nacional. Isso permitiu que o projecto fosse autorizado em Julho de 2008, que se espera que venha a criar 2500 postos de trabalho e que melhor possa satisfazer as necessidades dos turistas e dos muitos empregados do centro de emprego Roissy-CDG.

O projecto de centro de congressos

Um projecto do centro de congressos, conhecido pelo nome « World Trade Center » está previsto ser na cidade de Roissy-en-France. O projecto que abrange 13 hectares, deve incluir 21 000 m² de edifícios para escritórios, 50 000 m² de salões de exposições e de showrooms no exterior e 14000 m² no interior, e três hoteis de quatro estrelas. O edifício permite a aplicação do projecto composto por 17% de espaços verdes com jardim e 2 650 lugares, que foi apresentado em Abril de 2008. A criação deste projecto deverá permitir a criação, de acordo com investidores, de 1370 empregos.

Impacto ambiental e social do aeroporto[editar | editar código-fonte]

O avião aproxima o gibão sobre o Hotel de Roissy-en-France.

A actividade do aeroporto, que traz consigo uma riqueza para a cidade e para a região em termos de vitalidade económica, empregos e receitas fiscais, também apresenta inconvenientes. Além da poluição sonora e do risco de acidente, a grande poluição atmosférica causada está cada vez mais posta em causa por associações de protecção dos residentes. Assim, segundo um estudo do jornal Airparif, o aeroporto polui bastante boulevard, uma das estradas mais populares de França.

Até as trajectórias das aeronaves voando generosamente a baixas altitudes(menos de 1000 metros), as densas zonas urbanas da Île-de-France, em particular do Val-d'Oise, povoada por várias centenas de milhares de pessoas, e numerosas cidades como Sarcelles ou especialmente Villiers-le-Bel, Gonesse e Goussainville são particularmente vulneráveis ao ruído. A aldeia(dita Vieux-Pays)de Goussainville situada a dois quilómetros do eixo de uma pista abandonada por seus habitantes de trinta anos, já não é a aparência de uma cidade fantasma aos domicílios fechados ou isolados.

Um programa de isolamento sonoro é oferecido pela Aéroports de Paris (ADP), tendo a suportar 80% a 100% dos custos honorários do som, de habitação em função do rendimento dos ocupantes e a zona de ruído em causa, o ruído em questão torna-se num desconforto; no entanto, esse programa requer várias etapas e, muitas vezes, um ano, dois ou mais para estar concluído. ADP difunde regularmente uma revista chamada por "Entre voisins" tentando estabelecer uma comunicação regular com os residentes locais e abriu uma casa de ambiente na plataforma, destinadas a informar as pessoas sobre o tráfego aéreo e da distribuição do ruído.

O plano de exposição ao ruído[editar | editar código-fonte]

O aeroporto é afectado por um plano de exposição ao ruído(PEB) em 1989 e concebido para evitar o aumento da população que ficaria sujeita ao ruído do aeroporto.

Ele foi revisto por um pedido a 3 de Abril de 2007, apesar da oposição da grande população, municípios e associações em causa, mas com um parecer favorável da Comissão de Inquérito.

As hipóteses do PEB são construídas ligadas a um aumento de tráfego atingindo até 680 000 movimentos por ano até 2025, mas um crescimento moderado de ruído, tendo em conta as melhorias técnicas dos motores aeronáuticos e de procedimentos de aproximação e aterragem.

Tendo em conta estes pressupostos e alterações regulamentares, o novo PEB abrange 127 municípios da Ilê-de-France, em vez de 55 no PEB em 1989(6 comunidades, abrangidas pelo projecto de 5ª pista(Norte-Sul), prevista em 1989, mas abandonada depois, são as mais afectadas pela PEB), e limita ou proíbe o desenvolvimento urbano, em 22 339 hectares em vez de 14 555 tal como se tinha acordado com o ILL 1989. Este, deve acrescentar 31313 hectares agora classificados na zona D, onde as novas construções são permitidas, mas estão sujeitas ao mesmo nível de reforço de isolamento sonoro. Globalmente, os autores do documento estimam que 172 320 pessoas vivem em áreas sujeitas à proibição ou limitação de oportunidades e limitações para construir.

Acesso[editar | editar código-fonte]

As maneiras de aceder ao aeroporto têm crescido desde a sua abertura, sendo realmente satisfatórias.

Transporte terrestre[editar | editar código-fonte]

RER

CDG está conectado à rede ferroviária suburbana RER, que prestam serviços centrais em Paris três a quatro vezes por hora.

O aeroporto CDG está ligado a Paris pela rota suburbana RER B. Normalmente existem dois tipos de serviços: 4tph de Saint-Rémy-lès-Chevreuse chamada em todas as estações de Cité Universitaire, em seguida Bourg-la-Reine, La Croix de Berny, Antony, Massy – Palaiseau e, em seguida, todas as estações de Saint-Rémy-lès-Chevreuse e 4tph de Massy – Palaiseau (sobre a linha Saint-Rémy'), primeira paragem Gare du Nord e depois todas as estações de Massy - Palaiseau. O meio mais rápido dos serviços leva cerca de 30 minutos para a Gare du Nord, a paragem dos serviços cerca de 35 minutos. Há duas estações RER B dentro do aeroporto:

  • uma, chamado Aéroport Charles de Gaulle 1, localizada dentro de Roissypôle (uma área com hotéis e escritórios de empresas) próxima ao terminal 3, e é maneira preferida de acesso aos terminais 1 e 3;
  • a outra, chamado Aéroport Charles de Gaulle 2 - TGV, está localizada ao lado da estação do TGV abaixo so terminal 2.

RER B tanto serve o aeroporto CDG bem como os subúrbios no norte de Paris. A linha, operada pela SNCF, sofre de lentidão e saturação. Por estas razões as autoridades fracesas começaram estes dois projectos: um, CDG Express (CDG, [2006]).(abertura entre 2012 e 2015), que irá ligar CDG a Paris Gare de l'Est, com comboios concebidos especificamente para os passageiros dos transportes aéreos; o outro, RER B Nord Plus, que vai modernizar e racionalizar as sucursais do norte da RER B.

TGV

O Terminal 2 inclui uma estação do TGV no LGV Interconnexion Est linha de alta velocidade. CNCF opera directamente com os serviços do TGV de importantes estações francesas para CDG, incluindo Angers, Avignon, Bordeaux, Dijon, Grenoble, Le Mans, Lille, Arras, Lyon, Marseilles, Montpellier, Nantes, Nîmes, Poitiers, Rennes, Strasbourg, Toulouse, Tours e Valence.

Autocarro

Os autocarros Roissy, operados pela RATP partem dos terminais 1 e 2 e seguem sem paragem para Paris, por detrás do Palais Garnier. Existe uma estação de autocarros em Roissy, perto da estação da RER B. Os autocarros partem desta estação, incluindo as linhas RATP 350 e 351 com direcção a Paris e os autocarros que vão para o Parc Astérix.

Os parques de estacionamento

No ranking mundial, CDG é o terceiro mais alto dos aeroportos com maior número de lugares de estacionamento para aviões, com uma oferta de 235 lugares, atrás do Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago-KORD-(269 lugares de estacionamento) e do Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson, Atlanta-KATL-(241 lugares de estacionamento), todos nos Estados Unidos.

No ranking mundial, CDG está localizado no topo do ranking dos aeroportos com maior número de portas de embarque com uma oferta de 210 portas.

-Terminal 1:

P 1: Estacionamento coberto, em contacto com o terminal 1, 2693 lugares.

-Terminal 2:

P AB: Estacionamento coberto, em contacto com os terminais 2A e 2B, 3870 lugares. P CD: Estacionamento coberto, em contacto com os terminais 2C e 2D, 2452 lugares. P EF/TGV: Estacionamento coberto, em contacto com os terminais 2E e 2F, mas também à estação SNCF RER-TGV, 3235 lugares.

-Terminal 3:

P3 Sul: Estacionamento não coberto, em contacto com o terminal 3, 724 lugares.

-Os parques de estacionamento a preços reduzidos:

PR: Estacionamento não coberto, para o terminal 1, 1750 lugares. Acesso pelo CDGVAL, parar: parque PR. PX: Estacionamento não coberto, para o terminal 2 e 3, 1250 lugares. Acesso pelo CDGVAL, parar: parque PX.

As linhas de autocarro

Quatro linhas de autocarros de RATP servem o aeroporto: 349 a partir da estação do parque de exposições, 350 a partir da estação de Est, 351 a partir do lugar da Nação e Roissybus até Paris-Ópera.

O aeroporto Paris Charles de Gaulle também é servido pela rede CIF (Couriers da Ilê-de-France):

  • 20: Roissypole RER <> Mitry-Mory Zac la Villette
  • 32: Roissypole RER <> Goussainville Victor Basch
  • 39: Roissypole RER <> Parc des Expostions RER <> Vert-Galant RER
  • 43: Roissypole RER <> Sevran-Livry RER
  • 93: Roissypole RER <> Bobigny Pablo Picasso Métro- tramway
  • 349: Route de l'Arpenteur ADP <> Roissypole RER <> Parc des Expositions RER
  • 95-01: Roissypole RER <> Survilliers-Fosses RER
  • 95-02: Roissypole RER <> Garges-Sarcelles RER <> Montmorency Mairie
  • Goëlys 701: Roissypole RER <> Louvres RER
  • Goëlys 702: Roissypole RER <> Moussy Le Neuf 22 Arpents
  • T'bus: Roissypole RER <> Parc-des-Expositions RER <> Vert-Galant RER
  • R4: Roissypole RER <> Louvres RER
  • Ligne Parc Astérix (Navette Directe): Roissypole RER <> Parc Astérix.
  • Ligne La Mer De Sable (Navette Directe): Roissypole RER <> La Mer de Sable.

O aeroporto também é servido pelas linhas de autocarros da rede de autocarros Air France:

  • Linha nº2: Arco do Triunfo - Porte Maillot - Aeroporto Roissy-Charles-de-Gaulle
  • Linha nº3: Aeroporto Roissy-Charles-de-Gaulle - Orly Oeste - Orly Sul
  • Linha nº4: Estação de Paris Montparnasse - Gare de Lyon - Aeroporto Roissy-Charles-de-Gaulle

Existem também outras redes de autocarros:

- A rede TRA(Transportes rápidos de carro):

  • 607b: Roissypole RER <> La Courneuve teve lugar a partir de 8 Maio de 1945 - Metro-eléctrico
  • 617: Roissypole RER <> Villepinte RER <> Aulnay-Sous-Bois RER

- A rede Cariane:

  • L7: Roissypole RER <> Senlis Félix Louat
  • L10-11: Roissypole RER <> Compiègne

- A rede Cabaro:

  • CABARO 10: Roissypole RER <> Compiègne

- A rede RTA:

  • Ligne Soissons: Roissypole RER <> Soissons

-TVF:

  • 15: Roissypole RER <> Gare de Lagny - Thorigny SNCF
  • 20: Roissypole RER <> Gare de Meaux

-TransVO:

  • TransVO 22: Roissypole RER <> Villers le Bel

-VEA autocarro Disneyland:

  • Roissypole RER <> Disneyland Paris

-O Conselho Geral de Picardie(em associação com o CIF):

  • Picardie-Roissy: Roissypole RER <> Creil SNCF

-O Conselho Geral de Val-d'Oise:

  • 95.18: Roissypole RER <> Cergy-Pontoise Préfecture RER

-A rede Noctilien(SNCF):

  • N120: Roissypole RER <> Paris <> Corbeil-Essonnes RER
  • N121: Roissypole RER <> Paris <> La Verrière SNCF
  • N140: Roissypole RER <> Paris <> Paris Gare de Paris-Est

A estação rodoviária está localizada na estação de RER CDG1, chamado RER Roissypole.

Companhias aéreas e destinos[editar | editar código-fonte]

Esta informação encontra-se tabelada em [3]. (Aéroports, [2009?])

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]