Andrés Sanchez

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Andrés Sanchez
Andrés Sánchez em 2011.
Nome completo Andrés Navarro Sanchez
Nascimento 24 de dezembro de 1963 (50 anos)
Limeira (SP)
Nacionalidade Brasil Espanha Hispano-brasileiro
Ocupação Empresário e Dirigente de Futebol.

Andrés Navarro Sanchez (Limeira, 24 de dezembro de 1963) é um empresário e ex-dirigente de futebol brasileiro. Foi presidente do Sport Club Corinthians Paulista de 2007 a 2011 e diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2011 a 2012. Sua vida profissional iniciou-se em 1976, aos doze anos de idade, trabalhando como feirante ao lado dos familiares, até os dezessete anos.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Nasceu em uma família imigrante espanhola em Limeira no interior de São Paulo[1] . Em 1982, iniciaram um novo negócio no ramo da indústria plástica, com mais de 40 distribuidores em todo o território nacional.

Em 2001 participou da fundação e posterior gestão, como secretário, do Instituto Sol, ONG que desenvolveu diversos projetos sociais, alguns deles em parceria com Cáritas, Pastoral da Criança e UNICEF, além de infinidade de projetos com entidades e associações locais. No mesmo ano foi nomeado conselheiro vitalício do Corinthians.

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Assumiu a presidência do Corinthians em 2007, pouco antes da maior tragédia esportiva do clube, o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. Desde então comandou uma grande e profunda reformulação da estrutura funcional do clube e do futebol, aliado com o Departamento de Marketing, comandado por Luis Paulo Rosenberg e com o Departamento Financeiro, comandado por Raul Corrêa da Silva, culminando com o retorno do Corinthians à elite do futebol brasileiro, ao conquistar o título da Série B em 2008, após contratar Mano Menezes para comandar a equipe, tendo o treinador gaúcho levado à equipe à Final da Copa do Brasil do mesmo ano, tendo sido derrotado na final contra o Sport Club do Recife.

Em dezembro de 2008 confirmou uma das maiores contratações da história do futebol brasileiro, ao anunciar que fechara contrato com Ronaldo Fenômeno para o ano de 2009, tendo sido peça fundamental nas conquistas do Campeonato Paulista (invicto) diante do Santos e da Copa do Brasil, contra o Internacional, garantindo a participação corintiana na edição 2010 da Taça Libertadores da América, no ano do centenário do clube.

Em janeiro de 2010, em mais uma tacada, contratou o lateral-esquerdo, pentacampeão mundial, Roberto Carlos.

Às vésperas do Centenário do Corinthians, anunciou a construção do Estádio do Corinthians, o grande sonho dos torcedores com capacidade de 48 mil pessoas. O estádio foi palco da abertura da Copa do Mundo 2014.

Andrés Sanchez se envolveu em polêmicas com o dirigente palmeirense Pescarmona por acusar seu time de ter "entregado" o jogo ao Fluminense para que o Corinthians não vencesse o campeonato. Em 2010 ainda, ao final do campeonato, no prêmio Craque do Brasileirão, Andrés Sánchez foi vaiado pela torcida tricolor,[2] após debochar dela no Rio de Janeiro logo depois de proferir o discurso sobre o centenário corintiano.

Deixou a presidência do Corinthians em dezembro de 2011 sem ter conseguido levar a equipe à conquista da Copa Libertadores da América, tida como "principal projeto" durante todo seu mandato. No entanto, conseguiu construir um moderno Centro de Treinamento no Parque Ecológico do Tietê, além de agilizar a construção do tão sonhado estádio em Itaquera, anunciado como sede da abertura da Copa de 2014.

Andrés tem uma rivalidade acirrada com o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, e foi um dos responsáveis pela deserção de vários clubes do Clube dos 13 que tentavam conseguir o maior valor já pago no futebol brasileiro pelos direitos de trasmissão. O C13 é dirigido por Fábio Koff e tinha como vice-presidente Juvenal Juvêncio, que ganharam a eleição contra chapa que apoiavam Andrés Sanches e Ricardo Teixeira que tinha como candidato Kléber Leite.

Foi chefe da delegação brasileira na Copa da África do Sul, e fez parte da comitiva liderada pelo presidente da CBF.

Em 28 de novembro 2012 Andrés deixou o cargo de diretor de seleções da CBF. [3] No mesmo ano publicou, em co-autoria com seu primo Tadeo Sánchez Oller seu livro autobiográfico “O mais louco do bando” pela editora G7 Books.

Foi eleito Deputado Federal pelo Estado de São Paulo nas eleições de 5 de outubro de 2014.[4]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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[1]