C&A

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C&A S/A
C&A Modas Ltda
Cea.JPG
Filial da C&A no centro de Belo Horizonte.
Slogan C&A: Abuse do seu poder e Tá na vitrine, tá na C&A
Tipo Privada
Fundação 1841
Sede  Países Baixos
Fundador(es) Irmãos Clemens e August
Produtos Varejo, Textil
Website www.cea.com.br

C&A é uma cadeia internacional de lojas de vestuário. No Brasil, é a maior rede de lojas de departamento do país.[1][2][3] Foi fundada nos Países Baixos em 1841 pelos irmãos Clemens e August (daí C&A) como uma empresa têxtil.

Índice

[editar] História

Conta hoje com filiais na Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Croácia,Eslováquia, Eslovénia, Espanha, França, Hungria, Itália,Luxemburgo, México, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Roménia, Rússia, Suíça, China e Turquia.

A sua primeira loja foi inaugurada no ano de 1841[4] e se tornou uma das primeiras no mundo a oferecer roupas prontas aos consumidores. No Brasil, a C&A inaugurou sua primeira loja em São Paulo no ano de 1976.[5] Em junho de 2009, a rede encerrou sua atividade na Argentina, onde possuía 20 lojas, com 1100 funcionários.[6]

O nome C&A advem das letra iniciais de Clemens e August Brenninkmeijer. A C&A Brasil durante a última década se destacou com sua propaganda voltada para o mundo fashion. A transformação da comunicação foi necessária para posicionar a marca C&A com o mundo da moda.

As parcerias com grandes estilistas brasileiros (assinados para a C&A Collection) também fazem muito sucesso, como por exemplo, Reinaldo Lourenço, Isabela Capeto, Amir Slama, Alexandre Herchcovitch e Sergio K.

Filial no Park Shopping, em Brasília.

Em Portugal, a C&A possui exatamente 41 lojas, sendo que atualmente está presente praticamente em todo o território nacional incluído ilhas.

No Brasil, a rede possui aproximadamente 170 lojas. Em junho de 2009, a C&A vendeu as operações brasileiras de seu banco, o Banco Ibi, para o Bradesco, em transação estimada em R$ 1,4 bilhão. Porém, a parceria com o ibi continua.[6]

[editar] Condenação Judicial

Em maio de 2011, a rede foi condenada pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS) a pagar uma indenização de R$ 30 mil reais a uma ex-supervisora que foi filmada por uma câmera escondida dentro do banheiro feminino em uma das lojas em Porto Alegre.[7]

Segundo os altos do processo, as filmagens foram descobertas em 2003 e investigado Ministério Público do Trabalho do Estado do Rio Grande do Sul. Na época, a rede C&A chegou a recorrer da decisão, porém a sentença foi dada pela 1ª Turma do TRT-RS.[8]


Referências

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

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