3D&T

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3D&T
Autor Marcelo Cassaro, Marlon Teske "Armageddon", Gustavo Brauner
Ilustrador Marcelo Cassaro, Érica Awano, Eduardo Francisco
Editora(s) Editora Trama/Talismã, Editora JBC (4D&T), Jambô Editora (3D&T Alpha)
Idiomas português brasileiro
Lançamento 1995 (D&T)
1996 (AD&T)
1998 (3D&T)
2000 (Manual 3D&T)
2001 (Defensores de Tóquio - O Jogo de RPG, Manual 3D&T R.A., 3D&T Fastplay)
2003 (Manual 3D&T R.A.T., 3D&T Fastplay PDF)
2006 (4D&T)
2008 (3D&T Alpha)
2011 (3D&T Alpha Revisado)
Gênero humor, super-herói, genérico
Sistema próprio
Licença Open Game License (4D&T), licença aberta (3D&T Alpha)
Faixa etária Inadequado para menores de 14 anos i DEJUS (Brasil) (Manual 3D&T)[1]
Inadequado para menores de 12 anos i DEJUS (Brasil) (3D&T Alpha)[2]
Website Pagina Oficial

3D&T, anteriormente conhecido como "Defensores de Tóquio", é um sistema simples de RPG que satiriza os animes, mangás, jogos de luta e séries japonesas (Tokusatsu) indicado para jogadores iniciantes[3] . Foi criado por Marcelo Cassaro, antigo editor executivo da revista Dragão Brasil, com o objetivo de apresentar o RPG para iniciantes ou para pessoas que não têm como gastar muito.

Nele, o jogador tem um número de pontos (determinado pelo Mestre) e com eles define as características de seu personagem, além de comprar vantagens e pericias. A facilidade para criação de personagem e o preço acessível fez desse um jogo popular no Brasil. Muitos começaram a jogar RPG com o 3D&T, que depois de um tempo ganhou um cenário oficial chamado Tormenta que é baseado em vários cenários de RPGs de fantasia medieval. O Manual Defensores de Tóquio Terceira Edição Turbinado Ampliado e Revisado veio simplificar ainda mais o jogo, mudando as regras de combate e o sistema de magias.

Em 2000, a editora Trama também chegou a lançar uma revista em quadrinhos em formatinho chamada "Defensores de Tóquio", a revista era composta por histórias no estilo mangá[4] .

História[editar | editar código-fonte]

Seu criador, Marcelo Cassaro, foi roteirista das revista O Pequeno Ninja (onde estreou o personagem Capitão Ninja)[5] e Heróis da TV da Editora Abril, onde foram publicadas histórias de Jaspion, Cybercop, Kamen Rider entre outros[6] [7] , na revista Os Trapalhões, experimentou o conceito de Aventura Solo na paródia "Didiana Jones,[8] [9] [10] posteriormente, roteirizou os quadrinhos de Street Fighter pela Editora Escala[11] , também editou as revistas Progames e Gamers na mesma editora (onde utilizou novamente o Capitão Ninja, em paródias aos personagens de jogo de luta), [12] nas páginas da Gamers, chegou a escrever matérias sobre RPG e apresentou um projeto de revista a editora, com a recusa, se mudou para Trama, criada por Ruy Pereira,[13] um ex-sócio da Escala.[14]

D&T[editar | editar código-fonte]

Considerando as "influências orientais" do autor, o sistema foi criado para jogar em cenários inspirados em produções japonesas (animes, Video games e tokusatsus), recebendo o nome apropriado de Defensores de Tóquio, abreviadamente D&T (uma alusão a D&D, sigla de Dungeons & Dragons).

Inicialmente Defensores de Tóquio seria um suplemento para Toon, um sistema de RPG satírico baseado em desenhos animados americanos (Pica-Pau, Tom & Jerry, Looney Tunes, etc) publicado em 1984 pela Steve Jackson Games. No Brasil o jogo Toon foi publicado em 1996 pela Devir Livraria com título o "Toon - O RPG no Mundo dos Desenhos Animados", como o projeto não vingou, Cassaro resolveu criar um sistema próprio sem qualquer relação com as regras de Toon[15] .

Assim, Defensores de Tóquio surge em outubro de 1995[16] pela Editora Trama (editora que publicava a revista Dragão Brasil), sendo publicado como o primeiro número da revista Dragão Brasil Especial, com apenas 30 páginas. Apenas 4 meses depois, em janeiro de 1996, o D&T já havia vendido mais de 10.000[17] exemplares!

AD&T[editar | editar código-fonte]

Uma segunda versão foi lançada e chamada de Advanced Defensores de Tóquio ou AD&T (outra alusão a Dungeons and Dragons, o sistema Advanced Dungeons and Dragons, o AD&D), sendo publicada na revista Dragão Brasil Especial #03 em junho de 1996[18] , com menos de 50 páginas. Não havia perícias, e o custo das características e vantagens era exatamente 10 vezes maior. Os personagens eram construídos com 150 pontos e as vantagens eram poucas e bem específicas ao universo anime e mangá. Faltava o elemento "genérico" das edições posteriores.

3D&T[editar | editar código-fonte]

Em 1998, surge a terceira edição[15] , apelidada de 3D&T (Defensores de Tóquio 3ª Edição), essa nova versão teve cenários licenciados de jogos de Video game: Street Fighter, Final Fight, Mortal Kombat, Darkstalkers e Megaman[19] , além de regras e adaptações na revista Dragão Brasil. Esta edição mudou o custo de todas as características e vantagens, e acrescentou pela primeira vez as perícias. As licenças de jogos da Capcom permitiu que a editora publicasse o jogo Street Fighter: The Storytelling Game da White Wolf, publicado com o nome de Street Fighter: O Jogo de RPG, a editora teve problemas com a Devir, que publicava os livros do Mundo das Trevas, que também usava o sistema Storyteller, no fim, os direitos foram pagos apenas a White Wolf.[20]

O Manual 3D&T de capa vermelha, foi lançado em Março de 2000 como brinde na compra da revista Dragão Brasil #60. A novidade é que o sistema deixou de ser exclusivo para produções japonesas e passou a ser genérico (tal como GURPS)[15] . Esse manual representou a consolidação das regras do sistema, antes esparsas nos fascículos de adaptação de cenários específicos e em artigos na Dragão Brasil. De acordo com o Cassaro, a transformação em um sistema genérico foi para evitar problemas com direitos autorais.[6]

Em Janeiro de 2001, foi publicado o livro "Defensores de Tóquio - O Jogo de RPG", livro que segue a premissa original do sistema em satirizar produções japonesas[15] [21] , mas agora atualizado com as regras da 3ª edição. No mesmo ano veio o "Manual 3D&T Revisado e Ampliado", também conhecido como Primeiro Manual Azul ou RA (Rev. e Ampl.). Também em 2001 foi lançado o primeiro 3D&T Fastplay, uma versão resumida do sistema, distribuída gratuitamente na internet no site oficial da revista Dragão Brasil[22] no formato html, e em vários sites de RPG no formato .doc. A Devir lança a terceira edição Dungeons and Dragons, que implementou no país a Open Game License (OGL), que permite que outras editoras usem um sistema inspirado em D&D, os chamados Sistema d20 e OGL sem infringir direitos autorais.[23] Em 2002, o Manual Fastplay foi dado como brinde na revista Dragão Brasil #79[24] [25] .

Em Fevereiro de 2003, o "Manual 3D&T Revisado, Ampliado e Turbinado", também conhecido como Segundo Manual Azul, Manual RAT (Rev., Ampl. e Turb.), ou apenas Manual Turbo. Após o lançamento do Manual Turbinado foi lançado um ebook no formato pdf do 3D&T Fastplay[24] e uma versão impressa[26] . Esse foi o segundo Fastplay. Em termos de regras, a edição Turbo acrescentou o sistema de Pontos de magia (PMs), novas vantagens e desvantagens e o sistema de Força de Ataque (FA) e de Defesa (FD). Nesse ano é lançado o Tormenta D20.[27]

Foram publicados suplementos para 3D&T baseados nas revistas em quadrinhos U.F.O. Team [25] [28] e Holy Avenger[29] (ambas criadas pelo próprio Marcelo Cassaro). Também foram lançados os livros A Libertação de Valkaria e Tormenta 3D&T[30] Em 2004, é lançado Ação!!!, um sistema OGL baseado em D20 Modern.[31]

Em 2005, Cassaro e os demais membros do Trio Tormenta, Rogério Saladino e JM Trevisan, sairam da Talismã (anteriormente conhecida como Trama) e passaram a trabalhar em duas editoras, a Manticora (que publicou um outro OGL de Cassaro, Primeira Aventura)[32] e a Mythos Editora. Na Manticora, lançaram a revista Dragon Slayer, diferente da Dragão Brasil, a revista era focada em Sistema d20 e OGL, criada em parceira com a equipe da D20 Saga (também publicada pela Manticora)[3] . Na Mythos Editora, o Trio publicou as revistas em quadrinhos: Holy Avenger Reloaded[33] , Dungeons Crawlers[34] e uma revista dedicada a 3D&T, a RPG Master.[35]

Em 2006, Cassaro deixaria de dar suporte a 3D&T por questões autorais. Segundo ele, a Talismã vendia manuais do sistema sem pagar os direitos autorais aos autores envolvidos, com isso o Trio passou a se dedicar mais ao cenário Tormenta.[6]

4D&T[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2006 foi lançado o jogo 4D&T, a 4° Edição do jogo Defensores de Tóquio pela Editora JBC (editora nipo-brasileira de mangás)[36] , neste jogo se usa 4 dados de 6 lados. O livro foi publicado sob a Open Game License.[36] . Essa edição é em si uma alteração do Sistema d20, porém com dados de seis faces. Por isso ele recebe impropriamente o nome de Quarta Edição de D&T, na prática ele não é. Apesar da Dragon Slayer ter dado suporte ao jogo, ele não teve suplementos publicados, foi prometido um suplemento intitulado Manual da Magia,[37] porém, nunca chegou a ser publicado, o próprio Cassaro liberou o manual em formato .doc.

3D&T Alpha[editar | editar código-fonte]

Logo oficial da mais recente edição.

Em setembro de 2008, o 3D&T voltou a ser editado agora pela Jambô Editora[38] , o nome do novo Manual é 3D&T Alpha inspirado no jogo Street Fighter Alpha 3, o Manual foi lançado nos formatos impresso e pdf (que pode ser adquirido gratuitamente no site oficial da Jambô Editora)[39] .

O novo manual não apresenta tantas diferenças ao sistema antigo, tendo um formato de leitura diferencial da maioria dos livros (paginas "deitadas" ao invés da formato vertical habitual) e sofrendo mudanças em algumas áreas como o sistema de magia, agora mais simplificado e direto do que o antigo. O uso e conquista de itens e equipamentos também mudou, agora sendo baseado em PEs (Pontos de Experiência) que também podem ser usados para diversas outras coisas. Em suma, mudança na mecânica e custo de muitas das vantagens, novas vantagens únicas, novas escalas de poder e um sistema de magia totalmente reformulado.

Uma novidade em 3D&T Alpha é que o sistema passou a ter uma licença aberta:

Você é autorizado a usar as regras de 3D&T em seus próprios jogos, livros ou títulos, mas não os elementos do mundo de TORMENTA. Para estes, você precisa da autorização legal de seus autores.
 
Marcelo Cassaro, Manual 3D&T Alpha, pág.12..

Em 2010, foi lançado o Manual do Aventureiro Alpha (com os KITs atualizados e com novas regras), Em novembro do mesmo ano, a partir do número 31, a revista Dragon Slayer passa a trazer matérias sobre o novo cenário para 3D&T, Mega City[40] [41] , uma vez que a revista deixou de ser exclusivamente dedicada a D20 e OGL por conta do lançamento de D&D Quarta Edição pela Devir em 2009, que trouxe ao país a licença GSL (Game System License), que revogava a licença OGL[42] [43] .

Em Maio de 2011, a Jambô Editora publicou uma Edição Revisada do Manual 3D&T Alpha. Sendo lançado com nova capa, mas com mesmo número de páginas. A numeração das páginas também mudou, além disso as páginas são numeradas de forma simpática como 1d + número da página. Assim, a declaração de Licença Abera do autor, antes na página 12, agora está na pág. "1d+11". Além disso a Edição Revisada se limitou a corrigir a ortografia e erros menores em algumas poucas vantagens, perícias e magias. Poucas coisas foram realmente modificadas[44] [45] .

Em 2012, seriam publicados dois cenários oficiais para 3D&T Alpha: o esperado Mega City de Gustavo Brauner – e, pouco tempo depois, Brigada Ligeira Estelar de Alexandre Lancaster. Enquanto Mega City é um cenário amplo, reunindo temas diferentes como androides, sobrenatural, super-heróis e outros, Brigada Ligeira Estelar é dedicado especificamente aos gêneros space opera e mecha com influência swashbuckler. Em 2013, com o cancelamento da revista Dragon Slayer, o site da Jambô passou a trazer material dedicado ao sistema.[46]

Numeração das Edições[editar | editar código-fonte]

À primeira vista a numeração das edições do jogo parece confusa. Na prática, se considerarmos que uma edição de um jogo representa uma mudança nas regras, então o 3D&T Alpha corresponderia à 5ª Edição.

Versão das Regras Livro Ano Comentários
1.0 D&T 1994 A primeiríssima edição.
2.0 AD&T 1996
3.0 3D&T (avulsos) 1998 Não havia manual, apenas as adaptações em revistas avulsas (Street Fighter, Final Fight, Mortal Kombat, Darkstalkers e Megaman). Esta edição mudou o custo de todas as características e vantagens, e acrescentou pela primeira vez as perícias.
3.0 3D&T Manual (Vermelho) 2000 Consolidou as regras do 3D&T num manual.
3.5 3D&T Manual Revisado e Ampliado (Azul) 2001 A diferença para o Vermelho é o acréscimo de vantagens.
4.0 3D&T Manual Revisado, Ampliado e Turbinado (Azul) 2003 A turbo acrescentou o sistema de Pontos de Magia (PMs), novas vantagens e desvantagens e o sistema de Força de Ataque (FA) e de Defesa (FD).
5.0 3D&T Alpha 2008 Mudança na mecânica e custo de muitas das vantagens, novas vantagens únicas, novas escalas de poder e um sistema de magia totalmente reformulado.
5.5 3D&T Alpha Revisado 2011 Mudanças pontuais em algumas poucas vantagens e magias.

Mas por quê manter o nome 3D&T? O próprio autor explica:

"Haveria um novo Manual 3D&T. Novo, mas ainda trazendo o número 3. [...] Qualquer fã sabe que eu procuro inspiração em Street Fighter para dar nomes ao livro básico. SF II foi o primeiro grande sucesso do game. SF III não agradou tanto (muita gente adora a jogabilidade, mas o elenco tinha o carisma de uma beterraba). Então veio SF Zero — ou Alpha. Uma volta às origens, mas com novos lutadores. [...] A primeira versão de 3D&T foi, justamente, uma adaptação oficial licenciada de Street Fighter Zero 3. [...] (Mais tarde o Trevisan me avisou que “alfa” é também um termo de informática para qualquer software ainda em estágio de testes. Como o jogo Pathfinder RPG, que nos Estados Unidos deve substituir Dungeons & Dragons 3a Edição, e por enquanto existe apenas em uma versão de testes gratuita.)"

Marcelo Cassaro, Manual 3D&T Alpha, págs. 6-7.

Em suma, o 3D&T Alpha, comparado ao Street Fighter - afinal 3D&T é um jogo que simula jogos de videogame japonês - é também uma volta às origens, além do fato de que a primeira adaptação de 3D&T foi de Street Fighter Zero! Ele não poderia ter bebido em outra fonte para dar nome à nova edição que, na verdade, seria a 5D&T.

Além disso, o autor já declarou gostar da "mística" do número 3 que permeia o universo (santíssima trindade, três estados da matéria etc)[25] . Na mesma oportunidade ele também reconheceu a força da marca 3D&T: esse nome pegou, mudar agora causaria muita confusão. Podemos esperar novas edições usando essa mesma marca.

Sistema 3D&T básico[editar | editar código-fonte]

O sistema inicial de Defensores de Tóquio utiliza-se apenas de D6 para a realização de todos os testes, tanto os de avaliação de dano quanto os de atributos. Basicamente num combate o atacante joga o dado e soma o resultado à determinadas características do personagem, alteradas pelas vantagens/desvantagens ofensivas. O defensor faz o mesmo, porém com suas características e vantagens defensivas. A diferença entre os resultados finais de atacante (força de ataque ou FA) e defensor (força de defesa ou FD) determina o dano infligido. Para testes de características, aqueles que determinam o grau de sucesso do personagem em determinadas ações, o jogador joga o dado e compara o resultado com o atributo em questão, que varia de acordo com a ação que está tentando realizar. Se o numero do dado for igual ou menor do que a característica envolvida, a ação é bem sucedida, caso contrário, a ação falha, não acontecendo ou sendo realizada de uma maneira não desejada.

Referências[editar | editar código-fonte]

Notas
  1. Defensores de Tóquio Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação.
  2. Manual 3D&T Alpha. Site Oficial da Jambô Editora
  3. a b Raphael Di Cunto (30 de maio de 2005). Entrevista com a equipe da Dragon Slayer Sobrecarga.
  4. Dragão Brasil #66 (Outubro de 2000), Editora Trama
  5. As Aventuras do Capitão Ninja, Editora Escala, 1994
  6. a b c Entrevista com Marcelo Cassaro (em português) site Sobrecarga (12 de julho de 2006). Visitado em 30/11/2009.
  7. O Fantástico Jaspion (em português) site RedeRPG (18/03/2004). Visitado em 30/11/2009.
  8. Didi Volta para o Futuro #1 Universo HQ.
  9. Marcelo Cassaro. Dragão Brasil Especial #23, Editora Trama
  10. J. M. Trevisan (15/08/2013). Especial — Parabéns Tio Palada! Jambô Editora.
  11. Os Quadrinhos de Street Fighter. Revista Oficial Street Fighter. St, Editora Escala 1995
  12. Entrevista com Marcelo Cassaro. RedeRPG. 05/05/2003
  13. Hercílio de Lourenzi. comunicação - Ed. Escala Gráfica Oceano.
  14. Hercílio de Lourenzi. comunicação - Ed. Escala Gráfica Oceano.
  15. a b c d J.D Nunes (Novembro de 2000). "Defensores de Tóquio". Dragão Brasil #67. Editora Trama
  16. Conforme anunciado na página nº5 da Dragão Brasil #07 (publicada em outubro de 1995) e do editorial da Dragão Brasil Especial #07, que afirma que a publicação foi em 1995.
  17. Conforme Dragão Brasil #10, pág.5.
  18. Conforme anúncio que se lê na página nº5 da Dragão Brasil #15, publicada em junho de 1996.
  19. Títulos 3D&T site oficial da revista Dragão Brasil.
  20. Marcelo Cassaro (Março de 2008). Revista Dragon Slayer #19 - Street Fighter RPG, Editora Escala
  21. Talude (08/03/2004). Dragão Brasil nº103 - Tópico à tópico RedeRPG.
  22. 3D&T Fastplay site oficial da revista Dragão Brasil.
  23. Wagner Luiz Schmit (25/07/2008). RPG e Educação: alguns apontamentos teóricos Universidade Estadual de Londrina.
  24. a b Marcelo Cassaro (2003). 3D&T Fastplay, Editora Trama ISSN 1413-599XX
  25. a b c Marcelo Cassaro (22/04/2003). 3D&T Turbinado Rede RPG.
  26. Manual 3D&T Fastplay site oficial da revista Dragão Brasil.
  27. Richard Garrel (08/05/2003). Tormenta D20 RedeRPG.
  28. Talude (03/11/2003). Cassaro Anuncia Novos Títulos D20 Rede RPG.
  29. Talude (30/11/2004). Holy Avenger 3D&T Rede RPG.
  30. Bruno "BURP" Schlatter (23/07/2004). Tormenta 3D&T (resenha) Rede RPG.
  31. press release (17/01/2004). RPG: Ação!!! : Ação!!! RedeRPG.
  32. Cassaro tira mais dúvidas RedeRPG (20/03/2005).
  33. Marcelo Naranjo, sobre o Press Release (04/05/05). Mythos Editora lança Holy Avenger Reloaded. Universo HQ
  34. Sidney Gusman, sobre o press release (04/04/2003). Dungeon Crawlers, de Marcelo Cassaro, sairá pela Mythos. Universo HQ
  35. Talude (27/07/2005). RPGMaster #01 - Tópico a Tópico RedeRPG.
  36. a b Editora JBC lança o livro Defensores de Tóquio - Manual 4D&T site da revista Henshin (04/07/2006).
  37. Marcelo Cassaro (2006). "Magia Talentosa (e Defeituosa...)" Dragon Slayer (10). Editora Escala
  38. Gruingas (05/08/2008 00:10:00). O Retorno do 3D&T! RedeRPG.
  39. Marcelo Cassaro. A volta de 3D&T Jambô Editora.
  40. DragonSlayer nº 31 Jambô Editora.
  41. DragonSlayer nº 32. Jambô Editora
  42. Rede RPG faz concurso de aventuras de D&D Bigorna.net.
  43. (2009) "Notícias do Bardo - OGL, GSL, SRD... PQP!". Dragon Slayer (24). Editora Escala.
  44. Fabrícius Viana (29/08/2011). Resenha: Manual 3D&T Alpha Revisado Defensores de Tóquio. Visitado em 01/02/2012.
  45. Fernando Fiorin (29/01/2009). D&D 40 anos – Dungeons & Dragons 3ª Edição e o d20 System RedeRPG.
  46. Leonel Caldela (10/07/2013). A Busca pela DragonSlayer Perdida Jambô Editora.
Web

Ligações externas[editar | editar código-fonte]