Judeia

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Montanhas do sul da Judeia, vistas da cidade de Arad.

Judeia (do hebraico יהודה "louvor", Yəhuda ; em hebreu tiberiano Yəhûḏāh), em árabe: يهودية, Yahudia, em grego: Ἰουδαία, Ioudaía; em latim: Iudaea) é o nome da parte montanhosa do sul da Palestina, entre a margem oeste do mar Morto e o mar Mediterrâneo. Estende-se, ao norte, até as colinas de Golan e, ao sul, até a Faixa de Gaza, correspondendo aproximadamente à parte sul da Cisjordânia.[1] [2]

Atualmente, os termos Judeia e Samaria são usados pelo governo israelense para designar a Cisjordânia, excluindo Jerusalém Oriental.[3] . A Organização das Nações Unidas utilizou-os em 1948 para se referir à parte sul da atual Cisjordânia.[4]

História[editar | editar código-fonte]

No terceiro milénio anterior à Era Comum começaram a surgir as primeiras cidades, certamente em contacto com as grandes civilizações que se desenvolveram nos vales do Nilo e a Mesopotâmia. Quando os hebreus chegaram à Palestina, a região encontrava-se já ocupada pelos filisteus. O povo hebreu, semita, que se refugiara no Egipto, teve que partir por volta de 1550 a.C., quando os seus protectores foram expulsos do território egípcio. De início, fixaram-se nas regiões localizadas a oeste do mar Morto, mas pouco a pouco ocuparam as margens do Mediterrâneo e as terras do norte da Palestina.

No século XII a.C., os chamados povos do mar, entre eles os filisteus, ocuparam as planícies litorâneas. As constantes lutas entre os dois povos terminaram com a vitória dos hebreus.

No século X a.C., a Palestina aproveitou o enfraquecimento dos grandes impérios vizinhos para expandir o seu território. O país, que alcançou o seu apogeu ao longo dos reinados de David e Salomão, foi mais tarde dividido em dois reinos: Israel, ao norte, e Judá, ao sul. Israel foi transformado em tributário da Assíria. Logo após subir ao trono, em 721 a.C., Sargão II conquistou o país e deportou a maior parte de seus habitantes. No sul, o reino de Judá conservou sua precária independência até 587 a.C., quando Nabucodonosor o arrasou e deportou sua população para a Babilónia. Em 539 a.C., quando o imperador persa Ciro, o Grande apoderou-se da Babilônia, muitos hebreus puderam regressar à Palestina. Depois da conquista do Império Aquemênida pelo macedônio Alexandre o Grande, a Palestina ficou submetida à influência helenística.

Patriarca:Abraão

Mapa do sul do Levante, c. 830 a.C.

Soberanos[editar | editar código-fonte]

Governadores romanos[editar | editar código-fonte]

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Reis asmoneus[editar | editar código-fonte]

Reis Herodianos[editar | editar código-fonte]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Referências

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