GRES Acadêmicos de Santa Cruz
| Santa Cruz | |
|---|---|
Santa Cruz |
|
| Fundação | 18 de fevereiro de 1959 (54 anos) |
| Escola-madrinha | Unidos de Bangu |
| Cores | Verde e branco |
| Símbolo | Coroa |
| Bairro | Santa Cruz |
| Presidente | Moysés Antônio Coutinho Filho (Zezo)1 |
| Carnavalesco | 1 Sylvio Cunha |
| Intérprete oficial | Paulinho Mocidade1 |
| Diretor de carnaval | Vladimir Peixoto [CCL] Lúcio Costa [CCL] [CCL] |
| Diretor de harmonia | Carlson Renato1 |
| Diretor de bateria | Rafael Queiroz1 |
| Rainha da bateria | Jaqueline Maia1 |
| Princesa da bateria | Larissa Nicolau1 |
| Mestre-sala e porta-bandeira | Eduardo Belo e Thaisa Barros1 |
| Coreógrafo | Carlos Muvuca1 |
| Desfile de 2013 | |
| Enredo | O dragão do mar e a lenda do Ceará |
| Horário | 8 de fevereiro Entre 22:30 e 22:50 |
| Site | academicosdesantacruz.com |
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos de Santa Cruz é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro com sede no bairro de Santa Cruz, zona oeste.2 Dentre as escolas de samba do carnaval carioca que já desfilaram na Marquês de Sapucaí, é a que se situa mais distante do sambódromo, localizada na Rua do Império em Santa Cruz. Atualmente é filiada a LIERJ, entidade que fundou juntamente com outras seis escolas em 2008, e participa da Série A.
Desde a sua estreia no carnaval carioca sempre foi tida como a escola de samba representante da zona rural do Rio, fato este que, por vezes implicava em preconceito por parte da mídia e de sambistas de outras escolas. Já no seu quarto ano de desfiles no Rio de Janeiro figurava entre as grandes do carnaval carioca. Fato este que se repetiria por mais oito vezes. A Acadêmicos de Santa Cruz porém, nunca permaneceu neste grupo.
A Santa Cruz sempre esteve atrelada as manifestações culturais do seu bairro e ligada aos projetos sociais. Estes já beneficiaram crianças e jovens, adultos e idosos ao longo dos anos. Acordos com a iniciativa privada, principalmente empresários e comerciantes locais sempre foram fundamentais para a realização dos seus desfiles e a manutenção destes projetos.3
Índice |
História [editar]
Foi de um bloco de sujo, o Vai Quem Quer, nos anos 1950, que começou a desenhar-se a futura escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz, cujas reuniões iniciais aconteciam no pontilhão da Rua do Império, esquina com a Rua Campeiro-Mór.4
A escola surgiu de uma dissidência de um grupo de foliões que desfilavam no bloco carnavalesco Garotos do Itá e, mais tarde, em 18 de fevereiro de 1959, fundava-se a nova escola que, nos anos de 1967 e 1968, começou a aglutinar sambistas de outras escolas de samba de Santa Cruz, como, Unidos da Jaqueira, Independentes do Morro do Chá, Garotos do Itá e Unidos do Caxias.4
O GRES Acadêmicos de Santa Cruz foi fundado por José Ramos Cordeiro (Zé Taqueiro), Altamiro de Oliveira, Guilherme José de Andrade, Luiz dos Santos Oliveira (Hominho), Benedito Antônio do Nascimento (Coragem), Hélio de Carvalho (Petico), Ubirajara das Neves (Bira), Áureo Cordeiro Ramos (Mestre Áureo), José Vieira Félix (Dindica), Otacílio de Souza, Manoel José de Santana (Biéca), Otávio Dantas (Tavinho) e Luiz Cordeiro Ramos.4
Tem as cores verde e branco. Teve como símbolo inicial a figura de um boi como referência ao matadouro que durante anos funcionou no bairro, um capelo fazia referência aos acadêmicos que fundaram a escola, juntamente a um pandeiro e um surdo como marcos da relação com o carnaval. Mais tarde o símbolo da escola foi substituído pela figura de uma coroa, sendo que em alguns anos a escola teve na bandeira uma estrela.5
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Anos 60 [editar]
Afilhada da Unidos de Bangu e madrinha da Unidos do Uraiti, a Acadêmicos de Santa Cruz desfilou em 1960, 1961 e 1962 na própria localidade de Santa Cruz, zona oeste da cidade do Rio Janeiro. Ainda em 1962, filiou-se à Confederação da Escolas de Samba e desfilou pela primeira vez no centro da cidade no dia 2 de dezembro, por ocasião do 1° Congresso do Samba. Em 1963, disputou o carnaval na Praça Onze (Grupo de Acesso B) e foi campeã. Em 1965, a Acadêmicos de Santa Cruz foi campeã do Grupo de Acesso A, por ocasião do carnaval do IV Centenário e já estava entre as grandes escolas do carnaval carioca no ano seguinte.5
Anos 70 [editar]
A década de 1970 foi marcada por homenagens a grandes músicos da cultura brasileira como a cantora Dalva de Oliveira em 1974, o poeta Catulo da Paixão Cearense em 1977 e o compositor Carlos Gomes em 1978.5 Viveu períodos instáveis oscilando entre o segundo e terceiro grupo, com momentos de auge e também de grandes dificuldades. A agremiação conquistou um campeonato pelo grupo 3 em 1973. Na década de oitenta a escola de samba atingiria a maturidade necessária para sempre se mostrar na disputa por uma das vagas do grupo principal das escolas de samba.5
Anos 80 [editar]
Em 1984, o ano de estreia do Sambódromo do Rio de Janeiro, a escola chegou em segundo lugar no Grupo de Acesso A com o enredo afro "Acima da coroa de um rei, só deus". Este resultado garantiu sua presença no supercampeonato, disputado no sábado seguinte ao carnaval. Porém neste desfile, que reunia as seis primeiras colocadas do grupo Especial mais a campeã e a vice do grupo de Acesso A, a Santa Cruz chegou apenas em oitavo lugar. O enredo abordava os santos e divindades das religiões africanas.5
O desfile de 1985, foi marcado por um grande atraso causado por um acidente na concentração, envolvendo um dos principais carros da escola e uma grande alegoria da Beija-Flor.5 Seu desfile, orçado em 800 milhões de cruzeiros, cifra alcançada graças ao patrocínio do champanha Moët et Chandon e do Grupo Monteiro Aranha contou com a presença de muitos colunáveis, inclusive Martha Rocha, que desfilou entre os 2500 componentes. A escola se apresentou com duas alas de baianas e levou para a Sapucaí sob o comando de Mestre Áureo uma das melhores bateria. Aroldo Melodia era o intérprete do samba.5
Em 1986, a Santa Cruz fez um tributo aos estados brasileiros com o enredo E você o que é que dá? do carnavalesco José Lima Galvão, explorando suas riquezas, folclore, costumes, misticismo… mostrando a contribuição de cada estado para a grandeza do Brasil. Os anos seguintes foram marcados pelo bom humor e a crítica marcante do carnavalesco Luiz Fernando Reis com o enredo "Quem espera só se cansa" e o enredo "Como se bebe nesta terra…!"; este último enfocando as bebidas no Brasil.5
"Stanislaw, Uma História Sem Final", do experiente carnavalesco José Félix, foi o enredo que a escola da zona oeste escolheu para disputar o título do segundo grupo, uma homenagem ao jornalista e escritor Sérgio Porto. Com um desfile tecnicamente perfeito a escola conquistou o título e o acesso ao Grupo Especial no ano seguinte.5
Anos 90 [editar]
Em 1990 a escola teve seu samba-enredo de maior repercussão: "Os Heróis da Resistência". Em grande parte devido ao intérprete Carlinhos de Pilares. Mais tarde o samba foi gravado na voz de Emílio Santiago.5 Com um desfile grandioso em homenagem aos criadores do jornal O Pasquim, importante na luta contra a ditadura militar, os Acadêmicos de Santa Cruz não conseguiram se manter no Grupo Especial. O desfile contou com a presença de Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz.5 No ano de 1991, a escola era favorita mas desfilou às escuras, por conta de um blecaute na Marquês de Sapucaí, onde se apresentava com o enredo "O Boca do Inferno", sobre o poeta baiano Gregório de Mattos e Guerra. O blecaute durou noventa minutos. A escola não foi julgada.5 Posteriormente ganhou na Justiça o direito de desfilar entre as grandes no carnaval de 1992.5
No ano de 1992, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em inédita decisão obrigou a Liesa a deixar que a Acadêmicos de Santa Cruz abrisse o desfile do Grupo Especial. Porém a decisão veio semanas antes do carnaval. O enredo "De quatro em quatro, eu chego lá", dos carnavalescos Albeci Pereira e Ney Ayan, morto em 1991, tentou mostrar a mística do algarismo 4 e sua relação com o homem desde a pré-história. O despreparo da escola para desfilar no grupo de elite era evidente. Com um desfile marcado por atrasos, correria e quebras de carros o rebaixamento era dado como certo na quarta-feira de cinzas.5
Em 1993 a Acadêmicos de Santa Cruz conseguiu desenvolver uma mensagem política com propriedade. Financiada pelo Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) e do fundo de pensão da estatal, o Petros, a escola conseguiu defender o monopólio estatal do petróleo com um bom samba. A escola, entretanto, não apresentou o carro abre-alas, fazendo com que o início de seu desfile não causasse tanto impacto. Entre os destaques, o ex-deputado Euzébio Rocha, autor do projeto que instituiu o monopólio da Petrobras em 1953, e Jair Amorim, um dos membros mais antigos do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e um dos líderes da campanha "O petróleo é nosso".5
No ano seguinte, o enredo abordava as grandes rotas comerciais pelos cinco cantos do mundo. Os comércios da Pérsia, China e Índia foram retratados em carros alegóricos. Para o carnaval de 1995, a Santa Cruz desenvolveu um enredo afro, "Deuses e costumes nas terras de Santa Cruz" que enfocava a música, a dança, a culinária e religiões da cultura africana. O samba foi puxado pela cantora Leci Brandão. No carnaval de 1996, com notas máximas em todos os quesitos a Santa Cruz levou o título do grupo de acesso A. O enredo "Ribalta, sonho, luz e ilusão" agradou os jurados, e enfim veio a vitória. Assim, a escola teve mais uma tentativa de permanecer na elite do carnaval em 1997.5
Com "Não Se Vive Sem Bandeira", do carnavalesco Albeci Pereira, a Santa Cruz iniciou a segunda noite de desfiles disposta a se safar das quatro últimas posições que determinavam o rebaixamento. O desfile ficou marcado pela nudez das musas da vinheta de carnaval da Rede Manchete. A sumária fantasia das três madrinhas da bateria, Kelly Cristina, Juli Alves e Marcela Milk teve de ser encoberta por três camisetas da escola, que foram amarradas na cintura das moças, então, liberadas para desfilar.7
No ano seguinte, a escola sofreu duas grandes perdas: o assassinato a tiros do presidente Nicolau Darze e do diretor de carnaval Roberto Costa na porta do barracão da escola em Santo Cristo.8 O desfile, aguardado com polêmica, se revelou uma bela homenagem ao cantor e compositor do rock nacional Cazuza.5
Os desfiles de 1999 e 2000 foram sem brilho. A escola não obteve a pontuação necessária ao acesso à elite do carnaval carioca. Em 1999, o enredo homenageava o empresário e comunicador Abraham Medina que criou na televisão brasileira o programa Noite de gala - e que fez da rede de eletrodomésticos Rei da Voz um verdadeiro império. Apesar do bom samba, plasticamente a escola desfilou pobre e pouco criativa para contar o enredo. Já no carnaval do ano 2000, a Santa Cruz exaltou a reciclagem do lixo. As fantasias leves facilitavam a evolução do componente. Na apuração, notas baixas nos quesitos enredo e alegorias garantiram apenas a sexta colocação.5
Anos 2000 [editar]
A redenção veio em 2001, com o desfile em homenagem ao ator, compositor e escritor Mário Lago, que fora proibido pelos médicos de desfilar.9 Destaque para as alas que representavam máquinas de escrever, tesouras (a censura), o Bola Preta e a televisão. Por pouco a escola não conseguiu o acesso ao Grupo Especial. Em 2002, finalmente a escola conseguiu o sonhado retorno ao grupo principal das escolas de samba. Foi a campeã do grupo A com um enredo sobre a história e origem do papel, superando escolas tradicionais como Vila Isabel, Estácio e União da Ilha.10
Após problemas jurídicos gerados por acusações de manipulação de resultados por parte da Unidos de Vila Isabel, a escola confirmou presença no Grupo Especial em 2003. A Vila Isabel alegou na Justiça que uma das notas que recebera de uma jurada do desfile tinha sido trocada. Uma liminar favorável à azul-e-branco fez com que ela fosse aclamada campeã do Grupo de Acesso. O suposto erro deu o título de campeã à escola Acadêmicos de Santa Cruz, com um décimo de vantagem sobre a Vila Isabel, segunda colocada.11 Teve a difícil missão de abrir a noite de desfiles no domingo e tentar se manter entre as grandes do grupo especial. Desfilou com pouco dinheiro, mas mesmo assim, segundo a crítica, fez um ótimo desfile contando a história do teatro pelo mundo com o enredo "Do Universo teatral à Ribalta do Carnaval". Na quarta-feira de cinzas a escola foi rebaixada com apenas uma nota dez dos jurados.12
De volta ao Grupo de Acesso, a escola ficou com o vice-campeonato em 2004, com um enredo sobre o bairro de Santa Cruz e toda sua importância histórica para o Brasil. Na concentração, minutos antes do desfile veio a falecer de infarto um dos diretores de bateria. A perda do título veio de um erro da comissão de frente.13 O intérprete Luizinho Andanças tem o seu talento notadamente reconhecido e é contratado pela Porto da Pedra após o carnaval.14 Em 2005 com alegorias grandes, embora sem criatividade, a Santa Cruz contou as conquistas e glórias da cidade do Rio de Janeiro. Com um desfile tecnicamente correto foi apontada entre as possíveis campeãs. No entanto, faltou samba e emoção. Rocinha, União da Ilha e São Clemente foram melhores e a Santa Cruz ficou com o quarto lugar. O samba foi resultado de uma junção entre duas obras empatadas na decisão. Mariah de Oliveira, sobrinha de Luma de Oliveira, desfilou como Princesa da Bateria.15
Em 2006, a Santa Cruz foi buscar seu enredo no exterior. O enredo sobre a França surgiu em retribuição ao evento cultural Ano do Brasil na França. O patrocínio veio de um grupo de empresários franceses que frequentaram a quadra em inúmeras ocasiões. A escola levou componentes para se apresentar durante o evento na França. A homenagem a França proporcionou um desfile bem tradicional para a Santa Cruz porém não passou todo o luxo e glamour que o enredo pedia. A escola terminou a apuração na sexta posição.5
A proposta para 2007 era de uma mudança de estilo. Desvencilhar-se dos enredos históricos que sempre foi a marca da escola. Para isso se deu a contratação de um dos integrantes da vitoriosa comissão de carnaval da Beija-Flor, Fran-Sérgio, para ajudar a compor o enredo sobre o "tempo", já visto algumas vezes na avenida. Também foi contratado uma "voz de peso" para o microfone da escola: David do Pandeiro.5
Para 2008 a Santa Cruz aceita a proposta da prefeitura de elaborar um enredo temático dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, embora já tivesse firmado acordo com a prefeitura de Itaguaí. O enredo, então, conseguiu unir a abertura dos portos, momento da chegada dos portugueses, com a cidade de Itaguaí, que abriga um dos maiores portos da América Latina: o porto de Itaguaí. O samba escolhido foi resultante de uma fusão entre duas parcerias.16
O ano de 2009, ano do jubileu de ouro da escola, foi marcado por perdas dentro da agremiação, como a da primeira dama e carnavalesca, dias depois do carnaval.4 O desfile do ano seguinte acabaria lhe prestando uma homenagem. A rainha de bateria Renata Santos, deixou a escola após o carnaval e se tornou rainha de bateria da Mangueira.17
Desfiles recentes [editar]
No carnaval de 2011, a Santa Cruz voltou no tempo para mostrar as transformações culturais, científicas e políticas dos anos 60, ficando com o 5º lugar.18 Para 2012, após nove anos com uma comissão de carnaval no comando da parte plástica do seu desfile, a Santa Cruz voltou a ter uma dupla de carnavalescos, com o enredo sobre o radialista Antônio Carlos.19
No carnaval de 2013, a Santa Cruz contou com Paulinho Mocidade como puxador de samba, e o retorno de Sylvio Cunha. falando sobre o estado do Ceará e suas lendas, ficando com o 10º lugar20 . após o carnaval desse ano, se terá uma eleição, onde pela primeira vez o presidente atual Zezo terá uma oposição.
Enredos e colocações [editar]
No quadro abaixo o desempenho da Acadêmicos de Santa Cruz desde o seu primeiro desfile até os dias atuais.
| Acadêmicos de Santa Cruz | ||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Colocação21 | Grupo | Enredo22 | Carnavalesco23 | ||||||||||
| 1960 | Vice-campeã | Santa Cruz | Nero, O Imperador | Abílio Correia de Souza | ||||||||||
| 1961 | Campeã | Santa Cruz | Grandes Vultos | Abílio Correia de Souza | ||||||||||
| 1962 | Campeã | Santa Cruz | O Baile da Família Imperial | Abílio Correia de Souza | ||||||||||
| 1963 | Campeã | 3 (terceira divisão) |
Rio de Outras Eras | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1964 | 5ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Costumes e tradições da Bahia | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1965 | Campeã | 2 (segunda divisão) |
Rio, Quatro Séculos de Glórias | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1966 | 9ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Epopéia de uma raça | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1967 | 5ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Núpcias Imperiais | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1968 | 5ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Moedas e Medalhas do Brasil | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1969 | Campeã | 2 (segunda divisão) |
O Rio dos Vice-Reis | Wilson Paixão | ||||||||||
| 1970 | 10ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Bravura, Amor e Beleza da Mulher Brasileira nota 1 | Joceil Vargas | ||||||||||
| 1971 | 9ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Três Fases da Poesia | Wilson Paixão | ||||||||||
| 1972 | 12ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Brasil Folclóriconota 2 | Wilson Paixão | ||||||||||
| 1973 | Campeã | 3 (terceira divisão) |
O Rio de todos os tempos | Wilson Paixão | ||||||||||
| 1974 | 8ºlugar | 2 (segunda divisão) |
O Rouxinol da Canção Brasileiranota 3 | Wilson Paixão | ||||||||||
| 1975 | 9ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Bahia de São Salvador, Tenda dos Milagresnota 4 | Charrão | ||||||||||
| 1976 | 17ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Brasília, Sonho Imperial, Realidade Nacionalnota 5 | Wilson Paixão | ||||||||||
| 1977 | 4ºlugar | 3 (terceira divisão) |
Luar do Sertão | Aganipe Guimarães | ||||||||||
| 1978 | 16ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Carlos Gomes, O Mestre da Musicologia Nacionalnota 6 | Aganipe Guimarães | ||||||||||
| 1979 | 8ºlugar | 2A (terceira divisão) |
Afro-Brasileiro e seu Mundo Maravilhoso | José Lima Galvão | ||||||||||
| 1980 | Campeã | 2A (terceira divisão) |
Um Domingo na Quinta da Boa Vista | José Lima Galvão | ||||||||||
| 1981 | 6ºlugar | 1B (segunda divisão) |
Amazonas, Verde que te quero Verde | José Lima Galvão | ||||||||||
| 1982 | 3ºlugar | 1B (segunda divisão) |
Braguinha, Carnaval de Sonhonota 7 | José Lima Galvão e Lucas Pinto | ||||||||||
| 1983 | 3º lugar | 1B (segunda divisão) |
Uma Andorinha só não faz Verãonota 8 | Lucas Pinto | ||||||||||
| 1984 | Vice-campeã | 1B (segunda divisão) |
Acima da Coroa de um Rei, Só um Deusnota 9 | José Lima Galvão | ||||||||||
| 1985 | 14°lugar | 1A (primeira divisão) |
Ibrahim, De Leve Eu Chego Lánota 10 | José Lima Galvão e Viriato Ferreira | ||||||||||
| 1986 | 8°lugar | 2 (segunda divisão) |
E você, o que é que dá?nota 11 | Gil Ricon | ||||||||||
| 1987 | 4ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Quem Espera Só se Cansanota 12 | Luiz Fernando Reis | ||||||||||
| 1988 | 5ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Como se Bebe nessa Terra...!nota 13 | Luiz Fernando Reis | ||||||||||
| 1989 | Campeã | 2 (segunda divisão) |
Stanislaw, uma História sem Finalnota 14 | José Felix | ||||||||||
| 1990 | 15ºlugar | Especial | Os Heróis da Resistêncianota 15 | José Félix | ||||||||||
| 1991 | 12º lugardesfile1992 1 | 1 (segunda divisão) |
O Boca do Infernonota 16 | José Félix | ||||||||||
| 1992 | 15ºlugar | Especial | De Quatro em Quatro Chego lánota 17 | Albeci Pereira e Ney Ayan | ||||||||||
| 1993 | 4ºlugar | 1 (segunda divisão) |
Quo Vadis? Meu Negro de Ouronota 18 | Lucas Pinto | ||||||||||
| 1994 | 7ºlugar | 1 (segunda divisão) |
Na Rota dos Mercadores | Albeci Pereira | ||||||||||
| 1995 | 5ºlugar | 1 (segunda divisão) |
Deuses e Costumes nas Terras de Santa Cruznota 19 | Albeci Pereira | ||||||||||
| 1996 | Campeã | Acesso A (segunda divisão) |
Ribalta, Luz, Sonho e Ilusãonota 20 | Albeci Pereira | ||||||||||
| 1997 | 14ºlugar | Especial | Não se Vive sem Bandeiranota 21 | Albeci Pereira | ||||||||||
| 1998 | 3ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
O Exagerado Cazuza, nas Terras de Santa Cruznota 22 | Fábio Ancillotti e Gebran Smera | ||||||||||
| 1999 | 4ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
Abraham Medina - Em Noite de Galanota 23 | Fábio Ancillotti e Lucas Pinto | ||||||||||
| 2000 | 6°lugar | Acesso A (segunda divisão) |
Brasil: Do Extrativismo à Reciclagem, 500 anos de Riquezasnota 24 | Fernando Alvarez | ||||||||||
| 2001 | 3ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
Mário Lago - Na Rolança do Tempo, uma Vida de Históriasnota 25 | Fernando Alvarez | ||||||||||
| 2002 | Campeã | Acesso A (segunda divisão) |
Papel - Das Origens à Folia - História, Arte e Magianota 26 | Fernando Alvarez | ||||||||||
| 2003 | 14ºlugar | Especial | Do Universo Teatral à Ribalta do Carnavalnota 27 | Comissão de Carnaval Cahê Rodrigues, Rosele Nicolau e Munir Nicolau |
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| 2004 | Vice-Campeã | Acesso A (segunda divisão) |
Nas Páginas do Brasil, Santa Cruz Escreveu Sua Histórianota 28 | Comissão de Carnaval Rosele Nicolau, Munir Nicolau e Alan Castilho |
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| 2005 | 4ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
Rio - Conquistas e Glórias de Uma Cidade de Históriasnota 29 | Comissão de Carnaval Rosele Nicolau, Munir Nicolau, André Marins e Jack Vasconcelos |
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| 2006 | 6°lugar | Acesso A (segunda divisão) |
Liberdade, Igualdade, Fraternidade - Um Sonho Chamado Françanota 30 | Comissão de Carnaval Rosele Nicolau, Munir Nicolau, André Marins e Fran-Sérgio |
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| 2007 | 3ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
O Tempo Que o Tempo Temnota 31 | Comissão de Carnaval Rosele Nicolau, Munir Nicolau e Fran-Sérgio |
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| 2008 | 3ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
Da Abertura dos Portos à Cidade do Porto, Itaguaí - Uma História Realnota 32 | Comissão de Carnaval Rosele Nicolau, Munir Nicolau Fran-Sérgio e Ricardo Dennis |
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| 2009 | 6ºlugar | Acesso (segunda divisão) |
SOS Planeta Terra - Santuário da vidanota 33 | Comissão de Carnaval Rosele Nicolau, Munir Nicolau Ricardo Dennis e André Marins |
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| 2010 | 4ºlugar | Acesso (segunda divisão) |
Nos Passos do Compassonota 34 | Comissão de Carnaval André Marins, Munir Nicolau Ricardo Dennis e Carlinhos Muvuca |
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| 2011 | 5ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
Paz e amor, o sonho não acabou... nota 35 | Comissão de Carnaval Orlando Jr, Munir Nicolau e Carlinhos Muvuca |
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| 2012 | 6ºlugar | Acesso A (segunda divisão) |
Nas ondas do rádio... “Acorda Brasil Para Escutar! O Show do Antônio Carlos Está No Ar".nota 36 | Lane Santana | ||||||||||
| 2013 | 10ºlugar | Série A (segunda divisão) |
O dragão do mar e a lenda do Ceará | Munir Nicolau e Sylvio Cunha | ||||||||||
| 2014 | Série A (segunda divisão) |
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- CCL ^ Comissão de Carnaval 1
Corte de bateria [editar]
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Premiações [editar]
Os campeonatos e principais premiações recebidas pelo trabalho dos segmentos da Santa Cruz.24
Campeonatos [editar]
- 1961 - Santa Cruz - "Vultos imortais"
- 1962 - Santa Cruz - "O baile da família imperial"
- 1963 - Grupo 3 - "Rio de outras eras"
- 1965 - Grupo 2 - "Rio, quatro séculos de glórias"
- 1969 - Grupo 2 - "O Rio dos vice-reis"
- 1973 - Grupo 3 - "Rio de todos os tempos"
- 1980 - Grupo 2A - "Um domingo na Quinta da Boa Vista"
- 1989 - Grupo 2 - "Stanislaw, uma história sem final"
- 1996 - Grupo de Acesso A - "Ribalta, luz, sonho e ilusão"
- 2002 - Grupo de Acesso A - "Papel - Das origens à folia, história, arte e magia"
Estandartes de Ouro [editar]
- Mestre-Sala - Alex (1990)
- Samba Enredo do Grupo 1 (1991)
- Samba Enredo do Grupo Acesso (1995)
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j Acadêmicos de Santa Cruz. Diretoria. Página visitada em 04/01/2011.
- ↑ TOP RIO participou do lançamento do “PROJETO SOCIAL CRESCER” do G.R.E.S. Acadêmicos de Santa Cruz. TOP RIO (18 de novembro de 2008).
- ↑ a b c d A fundação. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (18 de novembro de 2008).
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t Trajetória. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (18 de novembro de 2008).
- ↑ Acadêmicos de Santa Cruz. A quadra. Página visitada em 18/12/2011.
- ↑ Acadêmicos de Santa Cruz abre o segundo dia de desfile em clima morno na Marquês de Sapucaí. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (8 de fevereiro de 2008).
- ↑ Revolta marca enterro de presidente de escola de samba assassinado. FolhaUOL (8 de fevereiro de 1998).
- ↑ Reportagem. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (31 de outubro de 2010).
- ↑ Reportagem. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (15 de fevereiro de 2009).
- ↑ Unidos de Vila Isabel contesta resultado do grupo de acesso. Folha (15 de fevereiro de 2002).
- ↑ Apuração. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (15 de fevereiro de 2009).
- ↑ Apuração. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (15 de fevereiro de 2009).
- ↑ LUIZINHO ANDANÇAS. Sambario (31 de outubro de 2010).
- ↑ A sobrinha de Luma. IstoéGente (7 de fevereiro de 2005).
- ↑ Grupo A:Santa Cruz funde dois sambas. O Dia (29 de outubro de 2007).
- ↑ Renata Santos é coroada rainha da bateria da Mangueira. Galeria do Samba (27 de julho de 2009).
- ↑ Santa Cruz fica com o 5º lugar. Acadêmicos de Santa Cruz (9 de março de 2011).
- ↑ Simone Fernandes, para o Tudo de Samba (28 de julho de 2011). Radialista Antônio Carlos será enredo em 2012. Página visitada em 29 de julho de 2011.
- ↑ Santa Cruz fica com o 10º lugar. Acadêmicos de Santa Cruz (13 de fevcereiro de 2013).
- ↑ A fundação (18 de novembro de 2008 publicado=GRES Acadêmicos de Santa Cruz).
- ↑ Compositores (18 de novembro de 2008 publicado=GRES Acadêmicos de Santa Cruz).
- ↑ Premiações. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (18 de novembro de 2008).
Notas
- ↑ Compositores:Rubens Fausto [Rubinho] e Paulo Fernandes Lima [Paulinho].
- ↑ Compositor:Waldir Cruz.
- ↑ Compositores:Luiz e Valdir Cruz.
- ↑ Compositor:Bené.
- ↑ Compositor:Bené.
- ↑ Compositor:Jotabê
- ↑ Compositores:Zé Carlão, Doda e Lavoura.
- ↑ Compositores:Enoque, Helson, Netinho e Alexandre.
- ↑ Compositores:Enoque, Netinho, Thiago e Henri.
- ↑ Compositores:Zé de Angola e Grajaú.
- ↑ Compositores:Aroldo Melodia, N’Angelo, Renato Nobre, Maya, Nilson, Colored e Brucutu.
- ↑ Compositores:Noé Angelo, Renato Nobre, Almir Antunes, Barbosinha.
- ↑ Compositores:Mocinho, Fuguete, Quinha e Zezé do Cavaco.
- ↑ Compositores:Nei, Daguinho, Edinho e Cuca.
- ↑ Compositores:Zé Carlos, Carlos Henri, Carlinhos de Pilares, Doda, Mocinho e Luís Sérgio.
- ↑ Compositores:Tião da Roça, Doda, Luiz Sérgio, Mocinho, Giovanni e Carlos Henry [Grupo Simpatia]
- ↑ Compositores:Ney, Brucutu, Jaime, Da Roça, Geovani e Luiz Carlos.
- ↑ Compositores:Doda, Zé Carlos, Carlos Henry, Luis Sérgio, Mocinho e Carlinho 18.
- ↑ Compositores:Agostinho e Hugo Reis
- ↑ Compositores:Hugo Reis
- ↑ Compositores:Carroça, Pepê e Carlinhos 18
- ↑ Compositores:José Luiz e Cláudio Carioca.
- ↑ Compositores:Pepê, Carroça, Marcelo Porquinho e Charuto.
- ↑ Compositores:Dito Foguete e Carlinhos Moleque.
- ↑ Compositores:Da Roça, Luiz Carlos Fininho, Henri, Ditão e Luizinho Andanças.
- ↑ Compositores:Doutor, Jorge Charuto, Eli Penteado, Fernando de Lima e Pepê.
- ↑ Compositores:Doutor, Eli Penteado, Jorge Charuto, Marquinho Bombeiro e Fernando de Lima.
- ↑ Compositores:Ditão, Marquinho Bombeiro, Doutor, Eli Penteado e Fernando de Lima.
- ↑ Compositores:Ditão, Marquinho Bombeiro, Doutor, Eli Penteado, Fernando de Lima, J. Charuto, M. Borboleta, Careca, Rafael e Valdir Paiva Interprete:Daniel Silva
- ↑ Compositores:Doutor, Marquinhos Bombeiro, Ditão, Eli Penteado e Fernando de Lima Interprete:Daniel Silva
- ↑ Compositores:Marcelo Borboleta, Charuto, Ditão, Valdir e Fernando de Lima Interprete:David do Pandeiro
- ↑ Compositores:Melo, Foca, Hipólito, Lelê, Márcio Bombeiro, Marcelo Borboleta, Charuto, Ditão, Valdir e Fernando de Lima Interprete:David do Pandeiro
- ↑ Compositores:Marcelo Borboleta, Charuto, Xerú, Bolão e Macumbinha Interprete:Celino Dias
- ↑ Compositores:Doutor, Ditão, Bolão, Macumbinha e Fernando de Lima. Interprete:Igor Vianna
- ↑ Jorge Charuto, Ditão, Felipe Antunes, Doutor e Fernando de Lima. Interprete:David do Pandeiro
- ↑ Charuto, Marcelo Borboleta, Ivan Ribeiro, Doutor e Fernando de Lima. Interprete:David do Pandeiro
- ↑ O desfile não teve validade oficial