GRES Acadêmicos de Santa Cruz

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Santa Cruz
Bandeira GRES Acadêmicos de Santa Cruz.jpg
Santa Cruz
Fundação 18 de fevereiro de 1959 (54 anos)
Escola-madrinha Unidos de Bangu
Cores Verde e branco
Símbolo Coroa
Bairro Santa Cruz
Presidente Moysés Antônio Coutinho Filho (Zezo)1
Carnavalesco 1
Sylvio Cunha
Intérprete oficial Paulinho Mocidade1
Diretor de carnaval Vladimir Peixoto [CCL]
Lúcio Costa [CCL]
[CCL]
Diretor de harmonia Carlson Renato1
Diretor de bateria Rafael Queiroz1
Rainha da bateria Jaqueline Maia1
Princesa da bateria Larissa Nicolau1
Mestre-sala e porta-bandeira Eduardo Belo e Thaisa Barros1
Coreógrafo Carlos Muvuca1
Desfile de 2013
Enredo O dragão do mar e a lenda do Ceará
Horário 8 de fevereiro
Entre 22:30 e 22:50
Site academicosdesantacruz.com

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos de Santa Cruz é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro com sede no bairro de Santa Cruz, zona oeste.2 Dentre as escolas de samba do carnaval carioca que já desfilaram na Marquês de Sapucaí, é a que se situa mais distante do sambódromo, localizada na Rua do Império em Santa Cruz. Atualmente é filiada a LIERJ, entidade que fundou juntamente com outras seis escolas em 2008, e participa da Série A.

Desde a sua estreia no carnaval carioca sempre foi tida como a escola de samba representante da zona rural do Rio, fato este que, por vezes implicava em preconceito por parte da mídia e de sambistas de outras escolas. Já no seu quarto ano de desfiles no Rio de Janeiro figurava entre as grandes do carnaval carioca. Fato este que se repetiria por mais oito vezes. A Acadêmicos de Santa Cruz porém, nunca permaneceu neste grupo.

A Santa Cruz sempre esteve atrelada as manifestações culturais do seu bairro e ligada aos projetos sociais. Estes já beneficiaram crianças e jovens, adultos e idosos ao longo dos anos. Acordos com a iniciativa privada, principalmente empresários e comerciantes locais sempre foram fundamentais para a realização dos seus desfiles e a manutenção destes projetos.3

Índice

História [editar]

Foi de um bloco de sujo, o Vai Quem Quer, nos anos 1950, que começou a desenhar-se a futura escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz, cujas reuniões iniciais aconteciam no pontilhão da Rua do Império, esquina com a Rua Campeiro-Mór.4

A escola surgiu de uma dissidência de um grupo de foliões que desfilavam no bloco carnavalesco Garotos do Itá e, mais tarde, em 18 de fevereiro de 1959, fundava-se a nova escola que, nos anos de 1967 e 1968, começou a aglutinar sambistas de outras escolas de samba de Santa Cruz, como, Unidos da Jaqueira, Independentes do Morro do Chá, Garotos do Itá e Unidos do Caxias.4

O GRES Acadêmicos de Santa Cruz foi fundado por José Ramos Cordeiro (Zé Taqueiro), Altamiro de Oliveira, Guilherme José de Andrade, Luiz dos Santos Oliveira (Hominho), Benedito Antônio do Nascimento (Coragem), Hélio de Carvalho (Petico), Ubirajara das Neves (Bira), Áureo Cordeiro Ramos (Mestre Áureo), José Vieira Félix (Dindica), Otacílio de Souza, Manoel José de Santana (Biéca), Otávio Dantas (Tavinho) e Luiz Cordeiro Ramos.4

Tem as cores verde e branco. Teve como símbolo inicial a figura de um boi como referência ao matadouro que durante anos funcionou no bairro, um capelo fazia referência aos acadêmicos que fundaram a escola, juntamente a um pandeiro e um surdo como marcos da relação com o carnaval. Mais tarde o símbolo da escola foi substituído pela figura de uma coroa, sendo que em alguns anos a escola teve na bandeira uma estrela.5

Carnavais [editar]

Anos 60 [editar]

Afilhada da Unidos de Bangu e madrinha da Unidos do Uraiti, a Acadêmicos de Santa Cruz desfilou em 1960, 1961 e 1962 na própria localidade de Santa Cruz, zona oeste da cidade do Rio Janeiro. Ainda em 1962, filiou-se à Confederação da Escolas de Samba e desfilou pela primeira vez no centro da cidade no dia 2 de dezembro, por ocasião do 1° Congresso do Samba. Em 1963, disputou o carnaval na Praça Onze (Grupo de Acesso B) e foi campeã. Em 1965, a Acadêmicos de Santa Cruz foi campeã do Grupo de Acesso A, por ocasião do carnaval do IV Centenário e já estava entre as grandes escolas do carnaval carioca no ano seguinte.5

Anos 70 [editar]

A década de 1970 foi marcada por homenagens a grandes músicos da cultura brasileira como a cantora Dalva de Oliveira em 1974, o poeta Catulo da Paixão Cearense em 1977 e o compositor Carlos Gomes em 1978.5 Viveu períodos instáveis oscilando entre o segundo e terceiro grupo, com momentos de auge e também de grandes dificuldades. A agremiação conquistou um campeonato pelo grupo 3 em 1973. Na década de oitenta a escola de samba atingiria a maturidade necessária para sempre se mostrar na disputa por uma das vagas do grupo principal das escolas de samba.5

Anos 80 [editar]

A quadra da escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz começou a ser construída na década de 80.6

Em 1984, o ano de estreia do Sambódromo do Rio de Janeiro, a escola chegou em segundo lugar no Grupo de Acesso A com o enredo afro "Acima da coroa de um rei, só deus". Este resultado garantiu sua presença no supercampeonato, disputado no sábado seguinte ao carnaval. Porém neste desfile, que reunia as seis primeiras colocadas do grupo Especial mais a campeã e a vice do grupo de Acesso A, a Santa Cruz chegou apenas em oitavo lugar. O enredo abordava os santos e divindades das religiões africanas.5

O desfile de 1985, foi marcado por um grande atraso causado por um acidente na concentração, envolvendo um dos principais carros da escola e uma grande alegoria da Beija-Flor.5 Seu desfile, orçado em 800 milhões de cruzeiros, cifra alcançada graças ao patrocínio do champanha Moët et Chandon e do Grupo Monteiro Aranha contou com a presença de muitos colunáveis, inclusive Martha Rocha, que desfilou entre os 2500 componentes. A escola se apresentou com duas alas de baianas e levou para a Sapucaí sob o comando de Mestre Áureo uma das melhores bateria. Aroldo Melodia era o intérprete do samba.5

Em 1986, a Santa Cruz fez um tributo aos estados brasileiros com o enredo E você o que é que dá? do carnavalesco José Lima Galvão, explorando suas riquezas, folclore, costumes, misticismo… mostrando a contribuição de cada estado para a grandeza do Brasil. Os anos seguintes foram marcados pelo bom humor e a crítica marcante do carnavalesco Luiz Fernando Reis com o enredo "Quem espera só se cansa" e o enredo "Como se bebe nesta terra…!"; este último enfocando as bebidas no Brasil.5

"Stanislaw, Uma História Sem Final", do experiente carnavalesco José Félix, foi o enredo que a escola da zona oeste escolheu para disputar o título do segundo grupo, uma homenagem ao jornalista e escritor Sérgio Porto. Com um desfile tecnicamente perfeito a escola conquistou o título e o acesso ao Grupo Especial no ano seguinte.5

Anos 90 [editar]

Em 1990 a escola teve seu samba-enredo de maior repercussão: "Os Heróis da Resistência". Em grande parte devido ao intérprete Carlinhos de Pilares. Mais tarde o samba foi gravado na voz de Emílio Santiago.5 Com um desfile grandioso em homenagem aos criadores do jornal O Pasquim, importante na luta contra a ditadura militar, os Acadêmicos de Santa Cruz não conseguiram se manter no Grupo Especial. O desfile contou com a presença de Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz.5 No ano de 1991, a escola era favorita mas desfilou às escuras, por conta de um blecaute na Marquês de Sapucaí, onde se apresentava com o enredo "O Boca do Inferno", sobre o poeta baiano Gregório de Mattos e Guerra. O blecaute durou noventa minutos. A escola não foi julgada.5 Posteriormente ganhou na Justiça o direito de desfilar entre as grandes no carnaval de 1992.5

No ano de 1992, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em inédita decisão obrigou a Liesa a deixar que a Acadêmicos de Santa Cruz abrisse o desfile do Grupo Especial. Porém a decisão veio semanas antes do carnaval. O enredo "De quatro em quatro, eu chego lá", dos carnavalescos Albeci Pereira e Ney Ayan, morto em 1991, tentou mostrar a mística do algarismo 4 e sua relação com o homem desde a pré-história. O despreparo da escola para desfilar no grupo de elite era evidente. Com um desfile marcado por atrasos, correria e quebras de carros o rebaixamento era dado como certo na quarta-feira de cinzas.5

Em 1993 a Acadêmicos de Santa Cruz conseguiu desenvolver uma mensagem política com propriedade. Financiada pelo Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) e do fundo de pensão da estatal, o Petros, a escola conseguiu defender o monopólio estatal do petróleo com um bom samba. A escola, entretanto, não apresentou o carro abre-alas, fazendo com que o início de seu desfile não causasse tanto impacto. Entre os destaques, o ex-deputado Euzébio Rocha, autor do projeto que instituiu o monopólio da Petrobras em 1953, e Jair Amorim, um dos membros mais antigos do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e um dos líderes da campanha "O petróleo é nosso".5

No ano seguinte, o enredo abordava as grandes rotas comerciais pelos cinco cantos do mundo. Os comércios da Pérsia, China e Índia foram retratados em carros alegóricos. Para o carnaval de 1995, a Santa Cruz desenvolveu um enredo afro, "Deuses e costumes nas terras de Santa Cruz" que enfocava a música, a dança, a culinária e religiões da cultura africana. O samba foi puxado pela cantora Leci Brandão. No carnaval de 1996, com notas máximas em todos os quesitos a Santa Cruz levou o título do grupo de acesso A. O enredo "Ribalta, sonho, luz e ilusão" agradou os jurados, e enfim veio a vitória. Assim, a escola teve mais uma tentativa de permanecer na elite do carnaval em 1997.5

Com "Não Se Vive Sem Bandeira", do carnavalesco Albeci Pereira, a Santa Cruz iniciou a segunda noite de desfiles disposta a se safar das quatro últimas posições que determinavam o rebaixamento. O desfile ficou marcado pela nudez das musas da vinheta de carnaval da Rede Manchete. A sumária fantasia das três madrinhas da bateria, Kelly Cristina, Juli Alves e Marcela Milk teve de ser encoberta por três camisetas da escola, que foram amarradas na cintura das moças, então, liberadas para desfilar.7

No ano seguinte, a escola sofreu duas grandes perdas: o assassinato a tiros do presidente Nicolau Darze e do diretor de carnaval Roberto Costa na porta do barracão da escola em Santo Cristo.8 O desfile, aguardado com polêmica, se revelou uma bela homenagem ao cantor e compositor do rock nacional Cazuza.5

Os desfiles de 1999 e 2000 foram sem brilho. A escola não obteve a pontuação necessária ao acesso à elite do carnaval carioca. Em 1999, o enredo homenageava o empresário e comunicador Abraham Medina que criou na televisão brasileira o programa Noite de gala - e que fez da rede de eletrodomésticos Rei da Voz um verdadeiro império. Apesar do bom samba, plasticamente a escola desfilou pobre e pouco criativa para contar o enredo. Já no carnaval do ano 2000, a Santa Cruz exaltou a reciclagem do lixo. As fantasias leves facilitavam a evolução do componente. Na apuração, notas baixas nos quesitos enredo e alegorias garantiram apenas a sexta colocação.5

Anos 2000 [editar]

Passarela do Samba, Rio de Janeiro, Brasil: panorama a partir do Setor 9, durante desfile do Acadêmicos de Santa Cruz em 2006.

A redenção veio em 2001, com o desfile em homenagem ao ator, compositor e escritor Mário Lago, que fora proibido pelos médicos de desfilar.9 Destaque para as alas que representavam máquinas de escrever, tesouras (a censura), o Bola Preta e a televisão. Por pouco a escola não conseguiu o acesso ao Grupo Especial. Em 2002, finalmente a escola conseguiu o sonhado retorno ao grupo principal das escolas de samba. Foi a campeã do grupo A com um enredo sobre a história e origem do papel, superando escolas tradicionais como Vila Isabel, Estácio e União da Ilha.10

Após problemas jurídicos gerados por acusações de manipulação de resultados por parte da Unidos de Vila Isabel, a escola confirmou presença no Grupo Especial em 2003. A Vila Isabel alegou na Justiça que uma das notas que recebera de uma jurada do desfile tinha sido trocada. Uma liminar favorável à azul-e-branco fez com que ela fosse aclamada campeã do Grupo de Acesso. O suposto erro deu o título de campeã à escola Acadêmicos de Santa Cruz, com um décimo de vantagem sobre a Vila Isabel, segunda colocada.11 Teve a difícil missão de abrir a noite de desfiles no domingo e tentar se manter entre as grandes do grupo especial. Desfilou com pouco dinheiro, mas mesmo assim, segundo a crítica, fez um ótimo desfile contando a história do teatro pelo mundo com o enredo "Do Universo teatral à Ribalta do Carnaval". Na quarta-feira de cinzas a escola foi rebaixada com apenas uma nota dez dos jurados.12

De volta ao Grupo de Acesso, a escola ficou com o vice-campeonato em 2004, com um enredo sobre o bairro de Santa Cruz e toda sua importância histórica para o Brasil. Na concentração, minutos antes do desfile veio a falecer de infarto um dos diretores de bateria. A perda do título veio de um erro da comissão de frente.13 O intérprete Luizinho Andanças tem o seu talento notadamente reconhecido e é contratado pela Porto da Pedra após o carnaval.14 Em 2005 com alegorias grandes, embora sem criatividade, a Santa Cruz contou as conquistas e glórias da cidade do Rio de Janeiro. Com um desfile tecnicamente correto foi apontada entre as possíveis campeãs. No entanto, faltou samba e emoção. Rocinha, União da Ilha e São Clemente foram melhores e a Santa Cruz ficou com o quarto lugar. O samba foi resultado de uma junção entre duas obras empatadas na decisão. Mariah de Oliveira, sobrinha de Luma de Oliveira, desfilou como Princesa da Bateria.15

SOS Planeta Terra - Santuário da Vida foi o enredo no carnaval do cinquentenário da escola em 2009.

Em 2006, a Santa Cruz foi buscar seu enredo no exterior. O enredo sobre a França surgiu em retribuição ao evento cultural Ano do Brasil na França. O patrocínio veio de um grupo de empresários franceses que frequentaram a quadra em inúmeras ocasiões. A escola levou componentes para se apresentar durante o evento na França. A homenagem a França proporcionou um desfile bem tradicional para a Santa Cruz porém não passou todo o luxo e glamour que o enredo pedia. A escola terminou a apuração na sexta posição.5

A proposta para 2007 era de uma mudança de estilo. Desvencilhar-se dos enredos históricos que sempre foi a marca da escola. Para isso se deu a contratação de um dos integrantes da vitoriosa comissão de carnaval da Beija-Flor, Fran-Sérgio, para ajudar a compor o enredo sobre o "tempo", já visto algumas vezes na avenida. Também foi contratado uma "voz de peso" para o microfone da escola: David do Pandeiro.5

Para 2008 a Santa Cruz aceita a proposta da prefeitura de elaborar um enredo temático dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, embora já tivesse firmado acordo com a prefeitura de Itaguaí. O enredo, então, conseguiu unir a abertura dos portos, momento da chegada dos portugueses, com a cidade de Itaguaí, que abriga um dos maiores portos da América Latina: o porto de Itaguaí. O samba escolhido foi resultante de uma fusão entre duas parcerias.16

Jaqueline Maia, entre o mestre-sala Eduardo Belo e a porta-bandeira Cínthia Ribeiro, é coroada rainha de bateria em 2009.

O ano de 2009, ano do jubileu de ouro da escola, foi marcado por perdas dentro da agremiação, como a da primeira dama e carnavalesca, dias depois do carnaval.4 O desfile do ano seguinte acabaria lhe prestando uma homenagem. A rainha de bateria Renata Santos, deixou a escola após o carnaval e se tornou rainha de bateria da Mangueira.17

Desfiles recentes [editar]

No carnaval de 2011, a Santa Cruz voltou no tempo para mostrar as transformações culturais, científicas e políticas dos anos 60, ficando com o 5º lugar.18 Para 2012, após nove anos com uma comissão de carnaval no comando da parte plástica do seu desfile, a Santa Cruz voltou a ter uma dupla de carnavalescos, com o enredo sobre o radialista Antônio Carlos.19

No carnaval de 2013, a Santa Cruz contou com Paulinho Mocidade como puxador de samba, e o retorno de Sylvio Cunha. falando sobre o estado do Ceará e suas lendas, ficando com o 10º lugar20 . após o carnaval desse ano, se terá uma eleição, onde pela primeira vez o presidente atual Zezo terá uma oposição.

Enredos e colocações [editar]

No quadro abaixo o desempenho da Acadêmicos de Santa Cruz desde o seu primeiro desfile até os dias atuais.

Acadêmicos de Santa Cruz
Ano Colocação21 Grupo Enredo22 Carnavalesco23
1960 Vice-campeã Santa Cruz Nero, O Imperador Abílio Correia de Souza
1961 Campeã Santa Cruz Grandes Vultos Abílio Correia de Souza
1962 Campeã Santa Cruz O Baile da Família Imperial Abílio Correia de Souza
1963 Campeã 3
(terceira divisão)
Rio de Outras Eras Joceil Vargas
1964 5ºlugar 2
(segunda divisão)
Costumes e tradições da Bahia Joceil Vargas
1965 Campeã 2
(segunda divisão)
Rio, Quatro Séculos de Glórias Joceil Vargas
1966 9ºlugar 1
(primeira divisão)
Epopéia de uma raça Joceil Vargas
1967 5ºlugar 2
(segunda divisão)
Núpcias Imperiais Joceil Vargas
1968 5ºlugar 2
(segunda divisão)
Moedas e Medalhas do Brasil Joceil Vargas
1969 Campeã 2
(segunda divisão)
O Rio dos Vice-Reis Wilson Paixão
1970 10ºlugar 1
(primeira divisão)
Bravura, Amor e Beleza da Mulher Brasileira nota 1 Joceil Vargas
1971 9ºlugar 2
(segunda divisão)
Três Fases da Poesia Wilson Paixão
1972 12ºlugar 2
(segunda divisão)
Brasil Folclóriconota 2 Wilson Paixão
1973 Campeã 3
(terceira divisão)
O Rio de todos os tempos Wilson Paixão
1974 8ºlugar 2
(segunda divisão)
O Rouxinol da Canção Brasileiranota 3 Wilson Paixão
1975 9ºlugar 2
(segunda divisão)
Bahia de São Salvador, Tenda dos Milagresnota 4 Charrão
1976 17ºlugar 2
(segunda divisão)
Brasília, Sonho Imperial, Realidade Nacionalnota 5 Wilson Paixão
1977 4ºlugar 3
(terceira divisão)
Luar do Sertão Aganipe Guimarães
1978 16ºlugar 2
(segunda divisão)
Carlos Gomes, O Mestre da Musicologia Nacionalnota 6 Aganipe Guimarães
1979 8ºlugar 2A
(terceira divisão)
Afro-Brasileiro e seu Mundo Maravilhoso José Lima Galvão
1980 Campeã 2A
(terceira divisão)
Um Domingo na Quinta da Boa Vista José Lima Galvão
1981 6ºlugar 1B
(segunda divisão)
Amazonas, Verde que te quero Verde José Lima Galvão
1982 3ºlugar 1B
(segunda divisão)
Braguinha, Carnaval de Sonhonota 7 José Lima Galvão e Lucas Pinto
1983 3º lugar 1B
(segunda divisão)
Uma Andorinha só não faz Verãonota 8 Lucas Pinto
1984 Vice-campeã 1B
(segunda divisão)
Acima da Coroa de um Rei, Só um Deusnota 9 José Lima Galvão
1985 14°lugar 1A
(primeira divisão)
Ibrahim, De Leve Eu Chego Lánota 10 José Lima Galvão e Viriato Ferreira
1986 8°lugar 2
(segunda divisão)
E você, o que é que dá?nota 11 Gil Ricon
1987 4ºlugar 2
(segunda divisão)
Quem Espera Só se Cansanota 12 Luiz Fernando Reis
1988 5ºlugar 2
(segunda divisão)
Como se Bebe nessa Terra...!nota 13 Luiz Fernando Reis
1989 Campeã 2
(segunda divisão)
Stanislaw, uma História sem Finalnota 14 José Felix
1990 15ºlugar Especial Os Heróis da Resistêncianota 15 José Félix
1991 12º lugardesfile1992 1 1
(segunda divisão)
O Boca do Infernonota 16 José Félix
1992 15ºlugar Especial De Quatro em Quatro Chego lánota 17 Albeci Pereira e Ney Ayan
1993 4ºlugar 1
(segunda divisão)
Quo Vadis? Meu Negro de Ouronota 18 Lucas Pinto
1994 7ºlugar 1
(segunda divisão)
Na Rota dos Mercadores Albeci Pereira
1995 5ºlugar 1
(segunda divisão)
Deuses e Costumes nas Terras de Santa Cruznota 19 Albeci Pereira
1996 Campeã Acesso A
(segunda divisão)
Ribalta, Luz, Sonho e Ilusãonota 20 Albeci Pereira
1997 14ºlugar Especial Não se Vive sem Bandeiranota 21 Albeci Pereira
1998 3ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
O Exagerado Cazuza, nas Terras de Santa Cruznota 22 Fábio Ancillotti e Gebran Smera
1999 4ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
Abraham Medina - Em Noite de Galanota 23 Fábio Ancillotti e Lucas Pinto
2000 6°lugar Acesso A
(segunda divisão)
Brasil: Do Extrativismo à Reciclagem, 500 anos de Riquezasnota 24 Fernando Alvarez
2001 3ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
Mário Lago - Na Rolança do Tempo, uma Vida de Históriasnota 25 Fernando Alvarez
2002 Campeã Acesso A
(segunda divisão)
Papel - Das Origens à Folia - História, Arte e Magianota 26 Fernando Alvarez
2003 14ºlugar Especial Do Universo Teatral à Ribalta do Carnavalnota 27 Comissão de Carnaval
Cahê Rodrigues, Rosele Nicolau e Munir Nicolau
2004 Vice-Campeã Acesso A
(segunda divisão)
Nas Páginas do Brasil, Santa Cruz Escreveu Sua Histórianota 28 Comissão de Carnaval
Rosele Nicolau, Munir Nicolau e Alan Castilho
2005 4ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
Rio - Conquistas e Glórias de Uma Cidade de Históriasnota 29 Comissão de Carnaval
Rosele Nicolau, Munir Nicolau, André Marins e Jack Vasconcelos
2006 6°lugar Acesso A
(segunda divisão)
Liberdade, Igualdade, Fraternidade - Um Sonho Chamado Françanota 30 Comissão de Carnaval
Rosele Nicolau, Munir Nicolau, André Marins e Fran-Sérgio
2007 3ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
O Tempo Que o Tempo Temnota 31 Comissão de Carnaval
Rosele Nicolau, Munir Nicolau e Fran-Sérgio
2008 3ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
Da Abertura dos Portos à Cidade do Porto, Itaguaí - Uma História Realnota 32 Comissão de Carnaval
Rosele Nicolau, Munir Nicolau
Fran-Sérgio e Ricardo Dennis
2009 6ºlugar Acesso
(segunda divisão)
SOS Planeta Terra - Santuário da vidanota 33 Comissão de Carnaval
Rosele Nicolau, Munir Nicolau
Ricardo Dennis e André Marins
2010 4ºlugar Acesso
(segunda divisão)
Nos Passos do Compassonota 34 Comissão de Carnaval
André Marins, Munir Nicolau
Ricardo Dennis e Carlinhos Muvuca
2011 5ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
Paz e amor, o sonho não acabou... nota 35 Comissão de Carnaval
Orlando Jr, Munir Nicolau e Carlinhos Muvuca
2012 6ºlugar Acesso A
(segunda divisão)
Nas ondas do rádio... “Acorda Brasil Para Escutar! O Show do Antônio Carlos Está No Ar".nota 36 Lane Santana
2013 10ºlugar Série A
(segunda divisão)
O dragão do mar e a lenda do Ceará Munir Nicolau e Sylvio Cunha
2014 Série A
(segunda divisão)

Corte de bateria [editar]

Rainhas
1988 Diana Burle
1993-1994
1995-1997 Lorena Macedo
1998 Paula Burlamaqui
1999 Alessandra
2000-2009 Renata Santos
2010-atual Jaqueline Maia
Madrinhas
1989-1992 Vera Benévolo
Musas
1997 Marcela Milk, Juli Alves, Kelly Cristina

Premiações [editar]

Os campeonatos e principais premiações recebidas pelo trabalho dos segmentos da Santa Cruz.24

Campeonatos [editar]

  • 1961 - Santa Cruz - "Vultos imortais"
  • 1962 - Santa Cruz - "O baile da família imperial"
  • 1963 - Grupo 3 - "Rio de outras eras"
  • 1965 - Grupo 2 - "Rio, quatro séculos de glórias"
  • 1969 - Grupo 2 - "O Rio dos vice-reis"
  • 1973 - Grupo 3 - "Rio de todos os tempos"
  • 1980 - Grupo 2A - "Um domingo na Quinta da Boa Vista"
  • 1989 - Grupo 2 - "Stanislaw, uma história sem final"
  • 1996 - Grupo de Acesso A - "Ribalta, luz, sonho e ilusão"
  • 2002 - Grupo de Acesso A - "Papel - Das origens à folia, história, arte e magia"

Estandartes de Ouro [editar]

  • Mestre-Sala - Alex (1990)
  • Samba Enredo do Grupo 1 (1991)
  • Samba Enredo do Grupo Acesso (1995)

Referências

  1. a b c d e f g h i j Acadêmicos de Santa Cruz. Diretoria. Página visitada em 04/01/2011.
  2. Samba Rio Carnaval. Acadêmicos de Santa Cruz. Página visitada em 04/01/2011.
  3. TOP RIO participou do lançamento do “PROJETO SOCIAL CRESCER” do G.R.E.S. Acadêmicos de Santa Cruz. TOP RIO (18 de novembro de 2008).
  4. a b c d A fundação. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (18 de novembro de 2008).
  5. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t Trajetória. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (18 de novembro de 2008).
  6. Acadêmicos de Santa Cruz. A quadra. Página visitada em 18/12/2011.
  7. Acadêmicos de Santa Cruz abre o segundo dia de desfile em clima morno na Marquês de Sapucaí. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (8 de fevereiro de 2008).
  8. Revolta marca enterro de presidente de escola de samba assassinado. FolhaUOL (8 de fevereiro de 1998).
  9. Reportagem. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (31 de outubro de 2010).
  10. Reportagem. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (15 de fevereiro de 2009).
  11. Unidos de Vila Isabel contesta resultado do grupo de acesso. Folha (15 de fevereiro de 2002).
  12. Apuração. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (15 de fevereiro de 2009).
  13. Apuração. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (15 de fevereiro de 2009).
  14. LUIZINHO ANDANÇAS. Sambario (31 de outubro de 2010).
  15. A sobrinha de Luma. IstoéGente (7 de fevereiro de 2005).
  16. Grupo A:Santa Cruz funde dois sambas. O Dia (29 de outubro de 2007).
  17. Renata Santos é coroada rainha da bateria da Mangueira. Galeria do Samba (27 de julho de 2009).
  18. Santa Cruz fica com o 5º lugar. Acadêmicos de Santa Cruz (9 de março de 2011).
  19. Simone Fernandes, para o Tudo de Samba (28 de julho de 2011). Radialista Antônio Carlos será enredo em 2012. Página visitada em 29 de julho de 2011.
  20. Santa Cruz fica com o 10º lugar. Acadêmicos de Santa Cruz (13 de fevcereiro de 2013).
  21. A fundação (18 de novembro de 2008 publicado=GRES Acadêmicos de Santa Cruz).
  22. Compositores (18 de novembro de 2008 publicado=GRES Acadêmicos de Santa Cruz).
  23. Carnavalescos (18 de novembro de 2008 publicado=GRES Acadêmicos de Santa Cruz).
  24. Premiações. GRES Acadêmicos de Santa Cruz (18 de novembro de 2008).

Notas

  1. Compositores:Rubens Fausto [Rubinho] e Paulo Fernandes Lima [Paulinho].
  2. Compositor:Waldir Cruz.
  3. Compositores:Luiz e Valdir Cruz.
  4. Compositor:Bené.
  5. Compositor:Bené.
  6. Compositor:Jotabê
  7. Compositores:Zé Carlão, Doda e Lavoura.
  8. Compositores:Enoque, Helson, Netinho e Alexandre.
  9. Compositores:Enoque, Netinho, Thiago e Henri.
  10. Compositores:Zé de Angola e Grajaú.
  11. Compositores:Aroldo Melodia, N’Angelo, Renato Nobre, Maya, Nilson, Colored e Brucutu.
  12. Compositores:Noé Angelo, Renato Nobre, Almir Antunes, Barbosinha.
  13. Compositores:Mocinho, Fuguete, Quinha e Zezé do Cavaco.
  14. Compositores:Nei, Daguinho, Edinho e Cuca.
  15. Compositores:Zé Carlos, Carlos Henri, Carlinhos de Pilares, Doda, Mocinho e Luís Sérgio.
  16. Compositores:Tião da Roça, Doda, Luiz Sérgio, Mocinho, Giovanni e Carlos Henry [Grupo Simpatia]
  17. Compositores:Ney, Brucutu, Jaime, Da Roça, Geovani e Luiz Carlos.
  18. Compositores:Doda, Zé Carlos, Carlos Henry, Luis Sérgio, Mocinho e Carlinho 18.
  19. Compositores:Agostinho e Hugo Reis
  20. Compositores:Hugo Reis
  21. Compositores:Carroça, Pepê e Carlinhos 18
  22. Compositores:José Luiz e Cláudio Carioca.
  23. Compositores:Pepê, Carroça, Marcelo Porquinho e Charuto.
  24. Compositores:Dito Foguete e Carlinhos Moleque.
  25. Compositores:Da Roça, Luiz Carlos Fininho, Henri, Ditão e Luizinho Andanças.
  26. Compositores:Doutor, Jorge Charuto, Eli Penteado, Fernando de Lima e Pepê.
  27. Compositores:Doutor, Eli Penteado, Jorge Charuto, Marquinho Bombeiro e Fernando de Lima.
  28. Compositores:Ditão, Marquinho Bombeiro, Doutor, Eli Penteado e Fernando de Lima.
  29. Compositores:Ditão, Marquinho Bombeiro, Doutor, Eli Penteado, Fernando de Lima, J. Charuto, M. Borboleta, Careca, Rafael e Valdir Paiva Interprete:Daniel Silva
  30. Compositores:Doutor, Marquinhos Bombeiro, Ditão, Eli Penteado e Fernando de Lima Interprete:Daniel Silva
  31. Compositores:Marcelo Borboleta, Charuto, Ditão, Valdir e Fernando de Lima Interprete:David do Pandeiro
  32. Compositores:Melo, Foca, Hipólito, Lelê, Márcio Bombeiro, Marcelo Borboleta, Charuto, Ditão, Valdir e Fernando de Lima Interprete:David do Pandeiro
  33. Compositores:Marcelo Borboleta, Charuto, Xerú, Bolão e Macumbinha Interprete:Celino Dias
  34. Compositores:Doutor, Ditão, Bolão, Macumbinha e Fernando de Lima. Interprete:Igor Vianna
  35. Jorge Charuto, Ditão, Felipe Antunes, Doutor e Fernando de Lima. Interprete:David do Pandeiro
  36. Charuto, Marcelo Borboleta, Ivan Ribeiro, Doutor e Fernando de Lima. Interprete:David do Pandeiro
  1. O desfile não teve validade oficial