GRES Acadêmicos do Salgueiro
| Acadêmicos do Salgueiro | |
|---|---|
![]() Acadêmicos do Salgueiro |
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| Fundação | 5 de março de 1953 (58 anos) |
| Escola-madrinha | Mangueira |
| Cores | Vermelho e Branco |
| Símbolo | Instrumentos de percussão |
| Bairro | Andaraí |
| Presidente | Regina Celi |
| Carnavalesco | Renato Lage e Márcia Lage |
| Intérprete oficial | Quinho Leonardo Bessa Serginho do Porto |
| Diretor de carnaval | Dudu Azevedo |
| Diretor de harmonia | Comissão de Harmonia[1] |
| Diretor de bateria | Mestre Marcão |
| Rainha da bateria | Viviane Araújo |
| Mestre-sala e porta-bandeira | Sidcley e Gleice Simpatia |
| Coreógrafo | Hélio Benjani |
| Desfile de 2013 | |
| Site | www.salgueiro.com.br |
Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro é uma escola de samba, das mais populares do Rio de Janeiro, atualmente está sediada na Rua Silva Teles, no bairro do Andaraí.[2]. Anteriormente era sediada na Rua dos Junquilhos, no bairro da Tijuca.
Foi campeã do Grupo Especial do Carnaval em 1960, 1963, 1965, 1969, 1971, 1974, 1975, 1993 e 2009.
Índice |
[editar] História
Foi fundado em 5 de março de 1953 a partir da união de duas escolas de samba do Morro do Salgueiro: Azul e Branco e Depois eu Digo. A Unidos do Salgueiro, terceira escola existente naquela localidade e que tinha como representante maior o sambista Joaquim Calça Larga, não concordou com a fusão e, por esse motivo, ficou de fora. Mais tarde, desapareceu. Em seu primeiro desfile, com o enredo "Romaria à Bahia" em 1954, a Acadêmicos do Salgueiro surpreendeu o público e alcançou a terceira colocação, à frente da Portela.
O primeiro presidente do Salgueiro foi Paulino de Oliveira e nos anos que se seguiram, a escola ousou ao tratar de enredos que colocassem os negros em destaque, e não como figurantes. É exemplo marcante desse novo estilo, Navio Negreiro (1957). Mas foi em 1958, sob a presidência de Nélson Andrade, que a agremiação adotou o lema que traz até hoje: nem melhor, nem pior, apenas uma escola diferente. Foi Nélson Andrade o responsável pela ida do carnavalesco Fernando Pamplona para o Salgueiro, em 1960, dando início a uma grande mudança no visual da escola. Pamplona criou uma equipe formada por ele, o casal Dirceu e Marie Lousie Nery, Arlindo Rodrigues e Nilton Sá, revolucionou a estética dos desfiles das escolas de samba.Essa tendência foi reforçada com a chegada de Fernando Pamplona e, posteriormente, de Arlindo Rodrigues, que resgataram personagens negros que enriqueceram a história do Brasil, embora fossem pouco retratados nos livros escolares, como Zumbi dos Palmares (Quilombo dos Palmares - 1960), Xica da Silva (Xica da Silva - 1963) e Chico Rei (Chico Rei - 1964).
Na década de 1970, a escola consagra o jovem artista plástico Joãosinho Trinta, que foi aluno de Pamplona, nos memoráveis desfiles de 1971 Festa para um Rei Negro (samba composto por Zuzuca, tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual obtém seu 5º título) e o bicampeonato em 74/75 com Rei de França na Ilha da assombração (samba composto em 1974 por Zé Di e Malandro tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta que lhe rendeu seu 6º título do carnaval carioca) e As minas do rei Salomão (samba composto em 1975 por Nininha Rossi, Dauro Ribeiro, Zé Pinto e Mário Pedra e tendo como carnavalesco Joãosinho Trinta com o qual conquistou seu 7º título).
Nos anos 1980 a escola amarga uma série de insucessos, disputas internas causaram afastamento de salgueirenses históricos e vê a ascensão de escolas como: Beija-Flor , Imperatriz e Mocidade Independente, cujos desfiles eram confeccionados por ex carnavalescos do Salgueiro, como Joãosinho Trinta, Arlindo Rodrigues e Rosa Magalhães.
O jejum de títulos é quebrado em 1993 com o surpreendente Peguei um Ita no Norte, de Mário Borriello, Demá Chagas, Arizão, Celso Trindade, Bala, Guaracy e Quinho e com o carnavalesco Mário Borriello, esse desfile foi responsável por um dos momentos mais inesquecíveis do carnaval carioca e por um dos melhores samba-enredo que a Sapucaí ouviu.
Nos últimos anos seu carnaval foi feito pelo carnavalesco Renato Lage que foi discípulo de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Com a morte dos patronos Maninho e Miro Garcia, a vermelho-e-branca precisou mais do que nunca se unir para apresentar um grande desfile com o enredo Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga. O desafio foi vencido. O excelente desenvolvimento do enredo de Renato Lage e Márcia Lavia contava a história e a importância do fogo para a humanidade. A plástica do tema iluminou os carnavalescos a criarem um belíssimo trabalho de cores quentes e formas originais inspirados no elemento. O Salgueiro desfilou com uma garra que há muito tempo não se via. Exceto por problemas em duas alegorias, que tiveram dificuldade de passar pelas árvores não podadas da Presidente Vargas, a escola foi extrema em sua excelência e incendiou a avenida, credenciando-se ao título. Porém, na abertura dos envelopes, apenas a 5ª colocação foi reservada à escola.
Golpe maior a escola sofreria no ano seguinte, quando levou para a avenida o enredo Microcosmos, o que os olhos não veem, o coração sente, criado por Renato Lage e Márcia Lávia. Já contando com a estrutura do barracão na Cidade do Samba, a escola sentiu o peso de abrir o desfile do Grupo Especial, com um público ainda frio e pouco receptivo. O resultado final foi a 11ª colocação, a pior da história do Salgueiro.
Para se reerguer, em 2007 o Salgueiro foi em busca de suas raízes para encontrar, na África Oriental, a história das Candaces, rainhas negras que governaram o Império Meroe, sete séculos antes de Cristo. Tudo pareceu perfeito para mais uma vitória - ou pelo menos o vice-campeonato. A escola fez um desfile brilhante e saiu aclamada pelo público e pela imprensa como postulante ao título. Uma boa colocação parecia certa para a escola (e para o público em geral). Essa expectativa durou apenas até a leitura das primeiras notas, na quarta-feira de cinzas. Inexplicavelmente os jurados deram notas baixas à escola. Afastada da luta pelo campeonato, o Salgueiro terminou a apuração em 7º lugar. Em 2008, falando sobre a cidade do Rio de Janeiro, o Salgueiro conquista o vice-campeonato.
Após o vice-campeonato, o Salgueiro realizou eleições para a escolha da diretoria executiva, responsável pelo comando da escola no triênio 2008/2010. A vencedora foi a candidata da situação, Regina Celi Fernandes Duran, segunda mulher na história a presidir a escola.
Para 2009, a escola escolheu o enredo Tambor, de Renato Lage. O samba enredo vencedor foi composto por Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite.[3] Graças a a esse enredo, o Salgueiro ganhou o campeonato[4] deste ano, com um ponto de diferença da vice Beija-Flor e quebrando um jejum que durava 16 anos.
Para o carnaval de 2010, o Salgueiro desenvolveu com o carnavalesco Renato Lage, o enredo "Histórias sem fim" contado a história do livro, que vem da Antiguidade até os tempos modernos. no entanto terminou a apuração na 5º colocação.
Em 2011, o Salgueiro contou a história do cinema no Rio de Janeiro . O enredo foi desenvolvido por Renato Lage e com a volta de sua mulher, Márcia Lage. Além disso a direção resolveu fazer igual a escola-madrinha, com 3 intérpretes: com efetivação de Leonardo Bessa e Serginho do Porto, que antes eram apoio do carro de som, ao lado de Quinho. Ronaldinho que estava na escola a 10 anos, foi substituido[5] por Sidcley, ex-mestre sala da Grande Rio. Maz fez um de seus piores desfiles, com problemas na entrada de três grandes carros, congestionamentos de alegorias na dispersão, comprementendo sua evolução e, principalmente, gerando uma punição de 1 ponto pelo estouro do tempo máximo em 10 minutos. Mesmo assim, a escola terminou na 5ª colocação, voltando para o desfile das campeãs.
[editar] Presidentes
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Ver página anexa: Lista de presidentes do GRES Acadêmicos do Salgueiro
Dentre os grandes presidentes do Salgueiro, podemos destacar dois. O primeiro foi o bicheiro Miro Garcia, que transformou a escola. Miro foi presidente do Salgueiro entre 1988 a 1993. e ainda fez seu sucessor, Waldemir Paes Garcia (Maninho). anos depois os dois foram presidente de honra e patrono. O segundo é Osmar Valença, que dirigiu a escola de 1978 a 1981.
[editar] Nomes históricos
[editar] Os Artistas da Academia
- Anescarzinho
- Argemiro Calça Larga
- Arlindo Rodrigues
- Djalma Sabiá
- Fernando Pamplona
- Flavio Tavares
- Geraldo Babão
- Haroldo Costa
- Joãosinho Trinta
- Laíla
- Luiz Fernando Reis
- Mário Borriello
- Mauro Quintaes
- Quinho
- Renato Lage
- Rico Medeiros
- Roberto Szaniecki
- Rosa Magalhães
- Zuzuca
[editar] Os Acadêmicos do Salgueiro
- Almir Guineto
- Claudia Jimenez
- Edmundo
- Eri Johnson
- Galvão Bueno
- Jorge Ben Jor
- Paulo Vilhena
- Romário
- Sabrina Sato
- Viviane Araújo
- Vanderlei Luxemburgo
[editar] Rainhas de bateria
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| Acadêmicos do Salgueiro | ||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Colocação | Grupo | Enredo | Carnavalesco | ||||||||||||||||||||
| 1954 | 3°lugar | 1 | Romaria à Bahia [nota 1][2] | Hildebrando de Moura | ||||||||||||||||||||
| 1955 | 4°lugar | 1 | Epopéia do samba [nota 2][2] | Hildebrando de Moura | ||||||||||||||||||||
| 1956 | 4°lugar | 1 | Brasil, fontes das artes | Hildebrando de Moura | ||||||||||||||||||||
| 1957 | 4°lugar | 1 | Navio negreiro [nota 3][2] | Hildebrando de Moura | ||||||||||||||||||||
| 1958 | 4°lugar | 1 | Um século e meio de progresso a serviço do Brasil [nota 4][2] | Hildebrando de Moura | ||||||||||||||||||||
| 1959 | Vice-Campeã | 1 | Viagem pitoresca através do Brasil - Debret [nota 5][2] | Marie Louise e Dirceu Néri | ||||||||||||||||||||
| 1960 | Campeã | 1 | Quilombo dos Palmares [nota 6][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1961 | Vice-Campeã | 1 | Vida e obra de Aleijadinho [nota 7][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1962 | 3°lugar | 1 | O Descobrimento do Brasil [nota 8][2] | Arlindo Rodrigues | ||||||||||||||||||||
| 1963 | Campeã | 1 | Xica da Silva [nota 9][2] | Arlindo Rodrigues | ||||||||||||||||||||
| 1964 | Vice-Campeã | 1 | Chico-Rei [nota 10][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1965 | Campeã | 1 | História do carnaval carioca - Eneida [nota 11][2] | Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues |
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| 1966 | 5°lugar | 1 | Os amores célebres do Brasil [nota 12][2] | Clóvis Bornay | ||||||||||||||||||||
| 1967 | 3°lugar | 1 | História da liberdade no Brasil [nota 13][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1968 | 3°lugar | 1 | Dona Beja, a feiticeira de Araxá [nota 14][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1969 | Campeã | 1 | Bahia de todos os deuses [nota 15][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1970 | Vice-Campeã | 1 | Praça XI carioca da gema [nota 16][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1971 | Campeã | 1 | Festa para um rei negro [nota 17][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1972 | 5°lugar | 1 | Nossa madrinha, Mangueira querida [nota 18] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1973 | 3°lugar | 1 | Eneida, amor e fantasia [nota 19][2] | Maria Augusta e Joãosinho Trinta | ||||||||||||||||||||
| 1974 | Campeã | 1 | O Rei da França na ilha da assombração [nota 20][2] | Joãosinho Trinta | ||||||||||||||||||||
| 1975 | Campeã | 1 | O segredo das minas do rei Salomão [nota 21][2] | Joãosinho Trinta | ||||||||||||||||||||
| 1976 | 5°lugar | 1 | Valongo [nota 22][2] | Edmundo Braga | ||||||||||||||||||||
| 1977 | 4°lugar | 1 | Do Cauim ao Efó, moça branca, branquinha [nota 23][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1978 | 6°lugar | 1 | Do Yorubá à luz, a aurora dos deuses [nota 24][2] | Fernando Pamplona | ||||||||||||||||||||
| 1979 | 6°lugar | 1A (primeira divisão) |
O Reino encantado da mãe natureza contra o rei do mal [nota 25][2] | Ivan Jorge | ||||||||||||||||||||
| 1980 | 3°lugar | 1A (primeira divisão) |
O bailar dos ventos, relampejou, mas não choveu [nota 26][2] | Ney Ayan e Jorge Nascimento | ||||||||||||||||||||
| 1981 | 5°lugar | 1A (primeira divisão) |
Rio de Janeiro [nota 27][2] | Geraldo Sobreira | ||||||||||||||||||||
| 1982 | 8°lugar | 1A (primeira divisão) |
No reino do faz de conta [nota 28][2] | José Félix | ||||||||||||||||||||
| 1983 | 8°lugar | 1A (primeira divisão) |
Traços e troças [nota 29][2] | Augusto Vannucci e Lan | ||||||||||||||||||||
| 1984 | 4ºlugar | 1A (primeira divisão) |
Skindô, Skindô [nota 30][2] | Arlindo Rodrigues | ||||||||||||||||||||
| 1985 | 6ºlugar | 1A (primeira divisão) |
Anos Trinta, Vento Sul - Vargas [nota 31][2] | Edmundo Braga e Paulino Espírito Santo | ||||||||||||||||||||
| 1986 | 6ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Tem que se Tirar da Cabeça Aquilo que Não se Tem no Bolso - Tributo a Fernando Pamplona [nota 32][2] | Ney Ayam, Mário Monteiro e Yarema Ostrower | ||||||||||||||||||||
| 1987 | 5ºlugar | 1 (primeira divisão) |
E por que não?[nota 33][2] | Renato Lage e Lílian Rabello | ||||||||||||||||||||
| 1988 | 4ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Em Busca do Ouro [nota 34][2] | Mário Monteiro e Chico Spinoza | ||||||||||||||||||||
| 1989 | 5ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Templo Negro em Tempo de Consciência Negra [nota 35][2] | Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares | ||||||||||||||||||||
| 1990 | 3ºlugar | Especial | Sou Amigo do Rei [nota 36][2] | Rosa Magalhães | ||||||||||||||||||||
| 1991 | Vice-Campeã | Especial | Me Masso se Não Passo pela Rua do Ouvidor [nota 37][2] | Rosa Magalhães | ||||||||||||||||||||
| 1992 | 4ºlugar | Especial | O Negro que Virou Ouro nas Terras do Salgueiro [nota 38][2] | Mário Borriello | ||||||||||||||||||||
| 1993 | Campeã | Especial | Peguei um Ita no Norte [nota 39][2] | Mário Borriello | ||||||||||||||||||||
| 1994 | Vice-Campeã | Especial | Rio de Lá para Cá [nota 40][2] | Roberto Szaniecki | ||||||||||||||||||||
| 1995 | 5ºlugar | Especial | O Caso do por Acaso [nota 41][2] | Roberto Szaniecki | ||||||||||||||||||||
| 1996 | 5ºlugar | Especial | Anarquistas Sim, Mas Nem Todos [nota 42][2] | Fábio Borges | ||||||||||||||||||||
| 1997 | 7ºlugar | Especial | De Poeta, Carnavalesco e Louco… Todo Mundo tem um Pouco [nota 43][2] | Mário Borriello | ||||||||||||||||||||
| 1998 | 7ºlugar | Especial | Parintins, A Ilha do boi-bumbá: Garantido X Caprichoso, Caprichoso X Garantido [nota 44][2] | Mário Borriello | ||||||||||||||||||||
| 1999 | 5ºlugar | Especial | Salgueiro é Sol e Sal nos Quatrocentos Anos de Natal [nota 45][2] | Mauro Quintaes | ||||||||||||||||||||
| 2000 | 6ºlugar | Especial | Sou Rei, Sou Salgueiro, meu Reinado é Brasileiro [nota 46][2] | Mauro Quintaes | ||||||||||||||||||||
| 2001 | 4ºlugar | Especial | Salgueiro no mar de Xarayés, é Pantanal, é Carnaval [nota 47][2] | Mauro Quintaes | ||||||||||||||||||||
| 2002 | 6ºlugar | Especial | Asas de um sonho, Viajando com o Salgueiro, O orgulho de ser brasileiro [nota 48][2] | Mauro Quintaes | ||||||||||||||||||||
| 2003 | 7ºlugar | Especial | Salgueiro, Minha Paixão, Minha Raiz - 50 Anos de Glórias [nota 49][2] | Renato Lage e Márcia Lávia | ||||||||||||||||||||
| 2004 | 6ºlugar | Especial | A Cana que aqui se planta, tudo dá… Até energia. Álcool – o combustível do futuro [nota 50][2] | Renato Lage e Márcia Lávia | ||||||||||||||||||||
| 2005 | 5ºlugar | Especial | Do fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga [nota 51][2] | Renato Lage e Márcia Lávia | ||||||||||||||||||||
| 2006 | 11ºlugar | Especial | Microcosmos: o que os olhos não vêem o coração sente [nota 52][2] | Renato Lage e Márcia Lávia | ||||||||||||||||||||
| 2007 | 7ºlugar | Especial | Candaces [nota 53][2] | Renato Lage e Márcia Lávia | ||||||||||||||||||||
| 2008 | Vice-Campeã | Especial | O Rio de Janeiro continua sendo… [nota 54][2] | Renato Lage e Márcia Lávia | ||||||||||||||||||||
| 2009 | Campeã | Especial | Tambor [nota 55][2] | Renato Lage | ||||||||||||||||||||
| 2010 | 5ºlugar | Especial | Histórias sem fim [nota 56][2] | Renato Lage | ||||||||||||||||||||
| 2011 | 5ºlugar | Especial | Salgueiro Apresenta:O Rio no Cinema! [nota 57] | Renato Lage e Márcia Lage | ||||||||||||||||||||
| 2012 | Vice-Campeã | Especial | Cordel Branco e Encarnado [nota 58] | Renato Lage e Márcia Lage | ||||||||||||||||||||
| 2013 | Especial | Renato Lage e Márcia Lage | ||||||||||||||||||||||
[editar] Premiações
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Ver página anexa: Lista de prêmios do Salgueiro
[editar] Ligações externas
Referências
- ↑ Jomar Casemiro (Jô), Siromar de Carvalho da Silva (Siro), Antonio Augusto do Nascimento Romero (Sivuca), Jorge Dias, André Luis Soares (Rambo) e Alda Anderson Alves.
- ↑ Sidney Rezende - Moisés Santiago é tri no Salgueiro (12/10/2008). Página visitada em 20/10/2010.
- ↑ Salgueiro Campeão. Página visitada em 20/10/2010.
- ↑ Ramiro Costa, para o SRZD (21/02/2010). Ronaldinho não é mais o mestre-sala do Salgueiro. Página visitada em 05/01/2011..
- ↑ Salgueiro. Página visitada em 20/10/2010 Academia do Samba - Salgueiro.
Composinterprete
- ↑ Abelardo Silva, Duduca e José Ernesto Aguiar.
- ↑ Bala, Duduca e José Ernesto Aguiar.
- ↑ Djalma Sabiá e Armando Régis.
- ↑ Djalma, Carivaldo da Mota e Graciano Campos.
- ↑ Djalma Sabiá e Duduca.
- ↑ Noel Rosa de Oliveira e Anescar Rodrigues.
- ↑ Juca, Duduca e Bala.
- ↑ Geraldo Babão.
- ↑ Noel Rosa de Oliveira e Anescar Rodrigues.
- ↑ Geraldo Babão, Djalma Sabiá e Binha.
- ↑ Geraldo Babão e Valdelino Rosa.
- ↑ Bala, Zuzuca e Nilo.
- ↑ Aurinho da Ilha.
- ↑ Aurinho da Ilha.
- ↑ Bala e Manuel Rosa.
- ↑ Duduca e Romildo Souza Bastos.
- ↑ Zuzuca.
- ↑ Zuzuca.
- ↑ Zuzuca.
- ↑ Zé Di e Malandro.
- ↑ Zé Di e Malandro.
- ↑ Djalma Sabiá.
- ↑ Geraldo Babão, Renato de Verdade.
- ↑ Renato de Verdade.
- ↑ Bala, L. Marinheiro, Caíca.
- ↑ Zé di Zuzuca, Edinho, Haydée, Moacir Arantes, Pompeu.
- ↑ Buguinho, Henrique Rodrigues Filho, Mauro Torrão.
- ↑ Zedi, César Veneno.
- ↑ Celso Trindade e Bala.
- ↑ David Corrêa e J. Macêdo.
- ↑ Bala, Jorge Melodia e Jorge Moreira.
- ↑ Jorge Melodia, Paulo Emílio, Bicho de Pena e Marcelo Lessa.
- ↑ Didi, Bala e Cezar Veneno.
- ↑ Arizão, Alaor Macedo, Rolando Medeiros, Jorginho da Cadeira, Gilberto Tobias, Buguinho, Henrique do Salgueiro, Mauro Torrão e Rixxa.
- ↑ Alaor Macedo, Helinho do Salgueiro, Arizão, Demá Chagas e Rubinho do Afro.
- ↑ Alaor Macedo, Arizão, Demá Chagas, Pedrinho da Flor e Fernando Baster.
- ↑ Sereno, Luiz Fernando, Diogo.
- ↑ Bala, Efealves, Preto Velho, Sobral e Tiãozinho do Salgueiro.
- ↑ Demá Chagas, Arizão, Bala, Guaracy e Celso Trindade
Intérprete:Quinho - ↑ Celso Trindade, Demá Chagas, Bala, Arizão e Guaracys
Intérprete:Quinzinho - ↑ Márcio Paiva, Adalto Magalha e Eduardo Dias
Intérprete:Quinho - ↑ Márcio Paiva, Adalto Magalha e Eduardo Dias
Intérprete:Quinho - ↑ Márcio Paiva, Adalto Magalha, Eduardo Dias, Tico do Gato, Guaracy
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Paulo Onça
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Celso Trindade, Demá Chagas, Eduardo Dias e Líbero
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Fernando Baster, J.C. Couto, João da Valsa e Touro
Intérprete:Wander Pires - ↑ Compositor:Augusto, Zé Carlos do Saara e Rocco Filho
Intérprete:Nêgo - ↑ Compositor:Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Claudinho
Intérprete:Nêgo - ↑ Compositor:Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Claudinho
Intérprete:Quinho - ↑ Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20, Sidney Sã e Professor Newtão
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça, Luiz Antonio e Quinho
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça, Paulo Shell, Tiãozinho do Salgueiro, Abs, Leonel, Luizinho Professor e Quinho
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Dudu Botelho, Marcelo Motta, Zé Paulo e Luiz Pião
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Dudu Botelho, Marcelo Motta, Josemar Manfredini, João Conga e Luiz Pião
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Moisés Santiago, Paulo Shell, Leandro Costa e Tatiana Leite
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Josemar Manfredini, Brasil do Quintal, Jassa, Betinho do Ponto e Fernando Magaça
Intérprete:Quinho - ↑ Compositor:Dudu Botelho, Miudinho, Anderson Benson e Luiz Pião
Intérprete:Quinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa - ↑ Compositor: Marcelo Motta , Tico do gato , Ribeirinho , Domingos PS e Diego tavares
Intérprete:Quinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa
