GRES Império Serrano
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Nota: Para outros significados, veja GRES Império Serrano (desambiguação).
| Império Serrano | |
|---|---|
Império Serrano |
|
| Fundação | 23 de março de 1947 (64 anos) |
| Escola-madrinha | Império da Tijuca |
| Cores | Verde e branco |
| Símbolo | Coroa[1] |
| Bairro | Madureira |
| Presidente | Mestre Átila |
| Presidente de honra | Sebastião de Oliveira (Molequinho) |
| Carnavalesco | Mauro Quintaes |
| Intérprete oficial | Tiãozinho Cruz Freddy Vianna |
| Diretor de carnaval | Comissão de Carnaval [2] |
| Diretor de harmonia | Marcão |
| Diretor de bateria | Mestre Gilmar |
| Rainha da bateria | Flávia Piana[3] |
| Mestre-sala e porta-bandeira | Alex Marcelino e Raphaela Caboclo |
| Coreógrafo | Carlinhos de Jesus |
| Desfile de 2012 | |
| Enredo | Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba |
| Site | www.imperioserrano.com |
Grêmio Recreativo Escola de Samba Império Serrano é uma das mais tradicionais escolas de samba da cidade do Rio de Janeiro, que foi campeã do Grupo Especial por nove vezes.
Um dos principais orgulhos de seus integrantes é a gestão democrática e aberta da escola, implantada desde a sua fundação. Sua história se confunde com a própria história da Serrinha, embora sua sede fique na Avenida Ministro Edgar Romero, ao lado da Estação Mercadão de Madureira, mas no mesmo bairro, Madureira.
Nasce a 23 de março de 1947 a partir de uma dissidência da antiga escola de samba Prazer da Serrinha. Sua Ala de Compositores é uma das mais respeitadas, tendo em sua história nomes como Silas de Oliveira, Mano Décio, Aniceto do Império, Molequinho, Dona Yvone Lara (primeira mulher a fazer parte de uma ala de compositores de escola de samba), Beto sem Braço, Aluísio Machado, Arlindo Cruz, só para citar alguns dentre tantos.
Sua história é coroada por belíssimos sambas, verdadeiros clássicos do samba enredo como Aquarela Brasileira (1964) e (2004), Exaltação a Tiradentes (1949), Os Cinco Bailes da História do Rio (1965), Heróis da Liberdade (1969), Bumbum paticumbum Prugurundum (1982), entre outros.
Índice |
[editar] História
Em 1946, Mano Décio da Viola e Silas de Oliveira, então integrantes da Prazer da Serrinha, haviam composto o samba Conferência de São Francisco para o carnaval, mas no momento de desfile, o presidente da escola, Alfredo Costa, resolveu que a escola desfilaria com outro samba. A confusão gerou problemas de harmonia, o que levou a Prazer da Serrinha a terminar em 11º lugar. Descontentes, Mano Décio da Viola, Silas de Oliveira, Sebastião de Oliveira (Molequinho), entre outros, em reunião na casa de Dona Eulália do Nascimento, decidiram fundar uma nova agremiação, a qual deram o nome de Império Serrano, uma homenagem ao Império da Tijuca, sua escola madrinha. [4]
Seu primeiro presidente foi João Gradim, que era irmão de Molequinho e Dona Eulália, e genro do dirigente de carnaval Mano Elói.[4] Em seu primeiro desfile, a escola sagrou-se campeã, no ano de 1948 [5] [6], ano em que ainda não havia a divisão do Carnaval entre grupo principal e divisões inferiores. Começava a surgir, no entanto, a disputa política entre as entidades representativas UGES e FBES, sendo o Império filiado a esta última. Apenas as escolas filiadas a FBES teriam recebido verbas públicas, uma retaliação do poder municipal a proximidade entre a UGES (depois UGESB) e o PCB.
A presença de Irênio Delgado, considerado pela Portela e Mangueira como simpatizante do Império Serrano, aprofundou a cisão, levando a organização de mais de um concurso nos três anos seguintes, um por cada entidade representativa (UGESB, FBES e a efêmera UCES, que só durou um ano). No concurso da FBES, o Império Serrano venceu nos três anos, obtendo o tetra-campeonato consecutivo.
Com a reunificação do carnaval em 1952 a partir da criação da AESCRJ, não houve julgamento dos desfiles do grupo principal daquele ano, o que fez com que apenas em seu sexto carnaval a escola da Serrinha não conquistasse o título, sendo vice-campeã em 1953 e 1954. Venceu novamente em 1955 e 1956, posicionando-se a partir de então como uma das forças mais tradicionais do Carnaval carioca de então, ao lado de Portela, Mangueira e Salgueiro.
Em 1975 a escola escolheu como enredo "Zaquia Jorge, Vedete do Subúrbio, Estrela de Madureira", sendo a disputa interna vencida pelo compositor Avarese. No entanto, o samba que ficou em segundo lugar, composto por Acyr Pimentel e Cardoso, acabou sendo gravado por Roberto Ribeiro sob o título "Estrela de Madureira", e se tornou um clássico do samba, e também uma espécie de hino da escola, tornando-se muito mais famoso que o samba vencedor daquele ano.Em 1978 a escola da Serrinha sofreria ainda seu primeiro rebaixamento.
No ano de 1981, é lançado o livro "Serra, Serrinha, Serrano: o Império do Samba", de Raquel Valença e Suetônio Valença, até hoje considerado uma referência sobre a história da escola.Nesse mesmo ano a escola ficou em último lugar.
Em 1982, a cantora Clara Nunes gravou o Serrinha (samba em homenagem à escola), escrito por Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro.
Também na década de 1980, a escola teve grandes momentos com enredos criados por Fernando Pamplona, desenvolvidos por outros carnavalescos, como Mãe Baiana Mãe (1983), Foi malandro é (1984), Eu Quero (1986), Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica (1987) e Para com isso, dá cá o meu (1988). Destaque para Bumbum Praticumbum Prugurundum, de 1982, quando as carnavalescas Rosa magalhães e e Lícia Lacerda deram ao Império Serrano seu último título da primeira divisão, após um jejum de dez anos.
Na década de 1990, a escola enfrentou sérios problemas de política interna que redundaram em três rebaixamentos (1991, 1997, 1999).
O Império voltou à elite do carnaval em 2001, mas ainda permaneceu lutando com dificuldade para permanecer no Grupo Especial. Nesse ano, trouxe um samba de Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena e Elmo Caetano, que foi considerado pela crítica como o mais bonito do ano, e que contava a história da Resistência, como era chamado o Sindicato dos Estivadores do Rio de Janeiro, ao qual vários dos primeiros integrantes da escola foram ligados. Porém um defeito no principal carro alegórico, formado por um contêiner que se abriria durante o desfile, inviabilizou a surpresa que a escola havia preparado, o que certamente deve ter lhe tirado pontos preciosos.
Em 2004, o Império reeditou "Aquarela Brasileira", considerado um dos sambas-enredo mais bonitos da história, e mesmo com problemas financeiros e disputas internas, levantou o público no Sambódromo, mas acabando longe do título na classificação final. Em 2007, a escola caiu novamente para o grupo de acesso A, sagrando-se a campeã deste grupo em 2008 com o enredo Taí, eu fiz tudo para você gostar de mim. A escola regressará ao Grupo especial.
Para o carnaval de 2009, após o retorno ao Grupo especial e a reeleição de Humberto Soares Carneiro para a presidência da escola,[7] Márcia Lage estreou carreira-solo como carnavalesca. Após anos trabalhando junto a seu esposo Renato Lage, ela reeditou o enredo de 1976, Lenda das sereias rainha do mar, com o título alterado para Lendas das sereias, mistérios do mar, samba este que também já fora reeditado pela Inocentes de Belford Roxo em 2006. A escola também trouxe de volta o intérprete Nêgo. Apesar do investimento, o Império terminou na 12ª colocação, voltando para o Grupo de Acesso.
Em 2010, trouxe a carnavalesca Rosa Magalhães e apresentou um enredo sobre o personagem João do Rio, onde obteve um 6º lugar. Após o carnaval, seu presidente Humberto Soares Carneiro renunciou, forçando uma nova eleição, para um mandato tampão, que ocorreu em julho de 2010, e terminou com um empate entre os candidatos Vera Lúcia Correa Souza e Helton Dias, ambos com 204 votos. A primeira, por ser integrante da agremiação a mais tempo, foi eleita a presidente.[8] que no primeiro carnaval, trouxe como carnavalesco (Alexandre Colla), interpretes (Carlinhos da Paz e Vítor Ciunha). além de Vânia Love como rainha de bateria, apresentou um enredo sobre o poetinha Vinícius de Moraes. no entanto apresentou um desfile pífio das suas tradições, mas terminou na 7º colocação.
Em maio de 2011 houve eleição novamente, na qual se sagrou-se presidente, o ex-diretor de bateria da escola (Mestre Átila) que venceu por dois votos a ex-presidente Vera Lúcia. Além disso, antes do pleito já contratou Mauro Quintaes para ser o carnavalesco [9] e Carlinhos de Jesus como coreografo da comissão de frente, além de Rixxah, como intérprete, mas por decisão da escola, foi dispensado, com a justificativa de que não se encaixava no perfil da escola[10]. sendo substituído porTiãozinho Cruz, onde seria apoio e Foi elevado ao posto de intérprete oficial da escola de Madureira. tendo ao seu lado, Freddy Vianna cantor conhecido no Carnaval Paulista, por defender por muitos anos, a Tucuruvi[11]. O enredo será sobre Dona Ivone Lara[9]
[editar] Bateria
Sua bateria é chamada de "A Sinfônica do Samba", e tem como característica principal o toque dos agogôs. Nos últimos anos, a escola mantem esse estilo, embora, as vezes modifica aosa poucos.
Foram mestres de bateria do Império:Mestre Fuleiro, Mestre Macarrão até 2002, quando foi assinado. Mestre Átila entre 2002 e 2009, que depois viria a ser presidente da escola e, desde 2010, Mestre Gilmar, aprendiz do anterior mestre de bateria.
[editar] Rainhas de bateria
Até 2000, o Império sempre buscava em sua comunidade, rainhas de bateria, com exceção de 1996. de 2002, a escola sempre apostou em nomes fora de sua comunidade, como: Fabiana Andrade, Quitéria Chagas e Vãnia Love, embora só Quitéria teve a cara da comunidade, mesmo não sendo de lá. atualmente, sua rainha de bateria e uma ex-miss, assim como Natália Guimarães, Grazi Massafera que já foram em outras escolas, e Flávia Piana (Miss Mato Grosso 2008).
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| Império Serrano | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Colocação | Grupo | Enredo | Carnavalesco | |||||
| 1948 | Campeã | único | Antônio Castro Alves | ||||||
| 1949 | Campeã | FBES | Exaltação à Tiradentes | ||||||
| 1950 | Campeã | FBES | Batalha Naval do Riachuelo | ||||||
| 1951 | Campeã | FBES | 61 Anos de República | ||||||
| 1952 | Não houve julgamento | 1 (primeira divisão) |
Homenagem à Medicina | ||||||
| 1953 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
O Último Baile da Côrte Imperial | ||||||
| 1954 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
O Guarani | ||||||
| 1955 | Campeã | 1 (primeira divisão) |
Exaltação à Duque de Caxias | ||||||
| 1956 | Campeã | 1 (primeira divisão) |
O Caçador de Esmeraldas | ||||||
| 1957 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
Exaltação à Dom João VI | ||||||
| 1958 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
Exaltação à Bárbara Heliodora | ||||||
| 1959 | 3ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Brasil Holandês | ||||||
| 1960 | Campeã | 1 (primeira divisão) |
Medalhas e Brasões | ||||||
| 1961 | 4ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Movimentos Revolucionários do Brasil | ||||||
| 1962 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
Rio dos Vice-Reis | ||||||
| 1963 | 3ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Rio Ontem e Hoje | ||||||
| 1964 | 4ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Aquarela Brasileira[nota 1] | ||||||
| 1965 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
Cinco Bailes da História do Rio | ||||||
| 1966 | 3ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Glória e Graça da Bahia | Comissão de Carnaval[12] | |||||
| 1967 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
São Paulo, Chapadão de Glórias | Comissão de Carnaval[13] | |||||
| 1968 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
Pernambuco, Leão do Norte | João Bittencourt Castelo Branco |
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| 1969 | 4ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Heróis da Liberdade | Acir Pimentel e Swayne Moreira | |||||
| 1970 | 8ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Arte em Tom Maior: Debret | Acir Pimentel e Swayne Moreira | |||||
| 1971 | 3°lugar | 1 (primeira divisão) |
Nordeste: Seu Povo, Seu Canto, Sua Glória | Fernando Pinto | |||||
| 1972 | Campeã | 1 (primeira divisão) |
Alô Alô, Taí, Carmem Miranda | Fernando Pinto | |||||
| 1973 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) |
Viagem Encantada Pindorama Adentro | Fernando Pinto | |||||
| 1974 | 3°lugar | 1 (primeira divisão) |
Dona Santa, Rainha do Maracatu | Fernando Pinto | |||||
| 1975 | 3ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Zaquia Jorge, Vedete do Subúrbio, Estrela de Madureira[1][nota 2] | Fernando Pinto | |||||
| 1976 | 7ºlugar | 1 (primeira divisão) |
A Lenda das Sereias, Rainhas do Mar | Fernando Pinto | |||||
| 1977 | 6ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Brasil, Berço dos Imigrantes | Moacyr Rodrigues e Lielzo de Azambuja | |||||
| 1978 | 7°lugar | 1 (primeira divisão) |
Oscarito, Carnaval e Samba - Uma Chanchada no Asfalto | Fernando Pinto | |||||
| 1979 | Vice-Campeã | 1-B (segunda divisão) |
Municipal Maravilhoso, 70 Anos de Glórias | Evandro de Castro Lima | |||||
| 1980 | 5ºlugar | 1-A (primeira divisão) |
Império das Ilusões - Atlântida, Eldorado, Sonho e Aventura | Comissão de Carnaval[14] | |||||
| 1981 | 10ºlugar | 1-A (primeira divisão) |
Na Terra do Pau-Brasil Nem Tudo Caminha Viu | Ricardo Aquino e Luís Fernandes | |||||
| 1982 | Campeã | 1-A (primeira divisão) |
Bumbum Praticumbum Prugurundum | Rosa Magalhães e e Lícia Lacerda | |||||
| 1983 | 3ºlugar | 1-A (primeira divisão) |
Mãe Baiana Mãe | Renato Lage | |||||
| 1984 | Vice-Campeã | 1-A (primeira divisão) |
Foi malandro é | Renato Lage | |||||
| 1985 | 7°lugar | 1-A (primeira divisão) |
Samba, suor e cerveja, o combustível da ilusão | Renato Lage e Lílian Rabelo | |||||
| 1986 | 3ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Eu quero | Renato Lage e Lílian Rabelo | |||||
| 1987 | 3ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Com a boca no mundo, quem não se comunica se trumbica | Ney Ayan | |||||
| 1988 | 7ºlugar | 1 (primeira divisão) |
Pára com isso, dá cá o meu | Ney Ayan | |||||
| 1989 | 10ºLugar | 1 (primeira divisão) |
Jorge Amado - Axé Brasil | Oswaldo Jardim | |||||
| 1990 | 11ºlugar | Especial | Histórias da nossa história - Uma lenda, um invasor, um bandeirante | Gil Ricon | |||||
| 1991 | 15ºlugar | Especial | É por aí que eu vou | Ney Ayan | |||||
| 1992 | 3ºlugar | Acesso | Fala Serrinha - a voz do samba sou eu mesmo sim senhor | Comissão de Carnaval[15] | |||||
| 1993 | Vice-Campeã | Acesso | Império Serrano, um ato de amor | Cid Camilo e Sanclair Boiron | |||||
| 1994 | 16º lugar | Especial | Uma festa brasileira | Cid Camilo e Sanclair Boiron | |||||
| 1995 | 15º lugar | Especial | O tempo não pára | Lílian Rabello | |||||
| 1996 | 6º lugar | Especial | E verás que um filho teu não foge à luta | Ernesto Nascimento e Actir Gonçalves | |||||
| 1997 | 15º lugar | Especial | O mundo dos sonhos de Beto Carrero | Jerônimo Guimarães | |||||
| 1998 | Campeã | Acesso | Sou ouro negro da Mãe África [nota 3] | João Luiz de Moura | |||||
| 1999 | 13°lugar | Especial | Uma Rua Chamada Brasil[nota 4] | Mário Borriello | |||||
| 2000 | Campeã | Acesso | Canhões de Guararapes[nota 5] | Sylvio Cunha | |||||
| 2001 | 11°lugar | Especial | O Rio corre pro mar[nota 6] | Comissão de Carnaval[16] | |||||
| 2002 | 9ºlugar | Especial | Aclamação e coroação do Imperador da Pedra do Reino - Ariano Suassuna[nota 7] | Ernesto Nascimento | |||||
| 2003 | 12ºlugar | Especial | E onde houver trevas... que se faça a luz![nota 8] | Ernesto Nascimento | |||||
| 2004 | 9ºlugar | Especial | Aquarela Brasileira[reedição1964 1][nota 9] | Ilvamar Magalhães | |||||
| 2005 | 12ºlugar | Especial | Um grito que ecoa no ar.Homem/Natureza - o equilibrio perfeito[nota 10] | Ilvamar Magalhães | |||||
| 2006 | 8°lugar | Especial | O Império do Divino[nota 11] | Paulo Menezes | |||||
| 2007 | 12ºlugar | Especial | Ser Diferente é Normal - O Império Serrano Faz a Diferença no Carnaval[nota 12] | Jack Vasconcelos | |||||
| 2008 | Campeã | Acesso (segunda divisão) |
Taí, eu fiz tudo para você gostar de mim [1][nota 13] | Márcia Lávia | |||||
| 2009 | 12ºlugar | Especial | Lendas das sereias, mistérios do mar[reedição1976 1] | Márcia Lávia | |||||
| 2010 | 6ºlugar | Acesso (segunda divisão) |
João das ruas do Rio [1][nota 14] | Rosa Magalhães | |||||
| 2011 | 6ºlugar | Acesso (segunda divisão) |
A Benção, Vinícius [1][nota 15] | Alexandre Colla | |||||
| 2012 | Acesso (segunda divisão) |
Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba | Mauro Quintaes | ||||||
[editar] Imperianos famosos
[editar] Grandes artistas da escola
[editar] Premiações
[editar] Títulos
[editar] Estandartes de Ouro
Total de 56 prêmios
- Escola: 1972, 1973, 1982 e 2004
- Samba-Enredo: 1982, 1983, 1986, 2001, 2004 e 2006
- Bateria: 1982, 1983, 1987, 1994, 1997, 2002, 2004, 2007 e 2009
- Mestre-Sala: 1975 e 1980
- Porta-Bandeira: 1987, 1996 e 1999
- Destaque Feminino:[17] 1972, 1974 e 1981
- Destaque Masculino:[17] 1981 e 1985
- Ala: 1980, 1984, 1990 e 2001
- Fantasias:[18] 1972 e 1973
- Personalidade Feminina:[19] 1980
- Personalidade Masculina:[19] 1977, 1982 e 1983
- Personalidade: 2001 e 2007
- Revelação: 1982, 1986, 1988 e 2009
- Passista Masculino: 1977
- Puxador: 2004 e 2006
- Comissão de Frente: 1994
- Ala de Baianas: 1987, 2004 e 2009
- Escola Acesso: 2008
- Samba-Enredo Acesso: 1992, 1993, 2000 e 2011
[editar] Bibliografia
- Serra, Serrinha, Serrano: o Império do Samba, Raquel Valença e Suetonio Valença, Rio de Janeiro, Editora José Olympio, 1981.
Referências
- ↑ Carlos Pereira, Jener Tonasso, Eduardo Pinho e André Marins
- ↑ a b A nova dona da coroa imperiana
- ↑ Portal Academia do Samba. Dissidência do Prazer. Página visitada em 26/07/2010.
- ↑ Portal Academia do Samba. 1948. Página visitada em 26/07/2010.
- ↑ Setor 1
- ↑ Suzane Lima, para o SRZD Carnavalesco (25/07/2010). Vera Lúcia Correa Souza é a nova presidente do Império Serrano. Página visitada em 26/07/2010.
- ↑ a b Carnavalesco (19.05.2011). Mauro Quintaes dá dicas de como será o enredo sobre Dona Ivone Lara. Página visitada em 21.05.2011.
- ↑ Carnavalesco. Richahs não é mais intérprete oficial do Império Serrano. Página visitada em 15.06.2011.
- ↑ Carnavalesco. Intérprete Freddy Vianna acerta com o Império Serrano. Página visitada em 06/01/2012.
- ↑ Antônio Carbonelli, Paulo dos Santos Freitas e Armando Iglesias
- ↑ Antônio Carbonelli, Paulo dos Santos Freitas e Armando Iglesias
- ↑ Mauro de Almeida, Ubiratan de Assis, Evandro Antonio do Rosário e José Eugênio da Silva
- ↑ Paulo Resende, Wanderley Silva e Luiz Rangel
- ↑ Sylvio Cunha, Ernesto Nascimento e Actir Gonçalves
- ↑ a b Esta categoria foi extinta em 1986
- ↑ Esta categoria foi extinta em 1975
- ↑ a b Categoria substituída apenas por Personalidade a partir de 1988
[editar] Notas
- ↑ Reedição do carnaval de 1976.
- ↑ Reedição do carnaval de 1964.
Notas
- ↑ Silas de Oliveira
- ↑ Avarese.
- ↑ Gonzagão, Gonzaguinha, Otávio Samba, Deo, Alexandre, Paulinho Gafieira e Marcão da Serrinha.
- ↑ Arlindo Cruz, Carlos Sena, Maurição e Elmo Caetano.
- ↑ Paulinho Manahú, Marco Cabeça Branca e Zé Ferreira.
- ↑ Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena e Elmo Caetano.
- ↑ Aluísio Machado, Maurição, Carlos Sena, Elmo Caetano e Lula.
- ↑ Aluísio Machado, Arlindinho Cruz, Maurição, Carlos Sena, Elmo Caetano.
- ↑ Silas de Oliveira
- ↑ Compositor:Marcão, Marcelo Ramos e João Bosco
Intérprete:Nêgo - ↑ Compositor:Arlindo Cruz, Maurição, Carlos Sena, Aluísio Machado e Elmo Caetano
Intérprete:Nêgo - ↑ Compositor:Arlindo Cruz, Maurição, Aloísio Machado, Carlos Senna e João Bosco
Intérprete:Nêgo - ↑ Compositor:Marcão, Marcelo Ramos, Vando Diniz, Chupeta, Henrique Hoffmann, William Black, Nato e Zé Paulo
Intérprete:Gonzaguinha - ↑ CompositorMarcelo Ramos, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Willian Black e Popeye
Intérprete:Vozes Imperianas - ↑ CompositorAluisio Machado, Henrique Hoffmann, Paulinho Valença, Popeye, Victor Silva e Zé Paulo
Intérprete:Carlinhos da Paz e Vítor Cunha