Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves

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Jardim Botânico e Bosque Rodrigues Alves
Jardim Botânico e Bosque Rodrigues Alves
Localização Avenida Almirante Barroso, bairro do Marco, Belém, PA.
Tipo Público
Área 15 hectares
Inauguração 25 de Agosto de 1883
Administração Prefeitura de Belém
Nº de visitas anuais Todos os dias aberto para visitação.
Coordenadas -1.431067,-48.457958

O Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves ou Bosque Rodrigues Alves é uma área de preservação ambiental brasileira localizada no bairro Marco, Zona Leste de Belém. O espaço, inaugurado em 1883, abriga mais de 80 mil espécies de flora e fauna e recebe, em média, 20 mil visitantes por mês.[1]

Terminado durante o governo Antônio Lemos, tornou-se símbolo do embelezamento da capital da Borracha na época, conservando até hoje estruturas originais do período em que foi erguido, como obras como o monumento aos Intendentes Municipais, a estátua aos legendários guardiões da floresta Mapinguari e Curupira, o quiosque chinês, o chalé de ferro, a Gruta de Pedra-Sabão e o portão monumental da entrada principal.

Fauna e flora[editar | editar código-fonte]

Contém uma área de 150 mil metros quadrados, é uma área retangular que preserva parte da natureza originária daquela área antes da expansão de Belém na década de 1950, contendo por volta de 85 mil espécimes de animais e plantas, sendo que quase a totalidade é recoberta de área preservada, sendo o resto coberto por edificações históricas e vias de exploração.

A vegetação é curiosa e impressionante, por ser constituída da floresta original da época em que o bairro do Marco foi ocupado, uma área preservada desde o inicio do século XX, com plantas e arvores características da Amazônia.

No bosque predominam arvores como a maçaranduba, acariquara e acapu. Conta também com a carapanauba branca, o marupá, o cedro vermelho, além da famosa seringueira, que tanta riqueza trouxe à região em épocas passadas; da andiroba, usada na região para fins medicinais e da majestosa castanheira sapucaia uma das maiores árvores da floresta equatorial

Muitas pessoas deduzem que os espécimes foram plantados nesta área, o que não é verdade, elas só foram preservadas, já estavam ali quando foi finalizado o Bosque, servindo hoje para se se haver uma ideia de como era a floresta original na época em que o Jardim Botânico foi finalizado, já que o resto de mata daquela área não existe mais graças a urbanização; 90% da vegetação é original, ou melhor dizendo, já estavam ali antes da idealização do bosque, e 10 % compreende plantas exóticas plantadas posteriormente.

A fauna é exclusivamente constituída por animais originários da floresta amazônica, tendo animais em cativeiro, ou semi cativeiro, alguns poucos em liberdade, como as pacas; A fauna constitui vários mamíferos, anfíbios, repteis e insetos. Possui um viveiro de pássaros e abriga diversos animais em extinção (criando programas de preservação ambiental das espécies ameaçadas).

Podem-se observar, logo em primeira vista, araras, macacos-prego, tucanos, jandaias-verdadeiras, garças, periquitos-de-asa-branca, jabutis, jacarés, papagaios e ararajubas. E outras espécies em liberdade, como: cutias, macacos-de-cheiro e preguiças.

O bosque conta ainda com um aquário com várias espécies de peixes da Amazônia, como o bengalinha, o acará-bandeira, o rosaceus, a arraia-motoro, o corydoras, o acará-apaiari, o acará-disco, entre outros. Segundo vários estudos feitos por instituições que desejam desenvolver e expandir os conhecimentos sobre a fauna e a flora amazônica, o Bosque tem no total 5 mil árvores, dividas em 50 famílias botânicas, 200 em gênero e 300 em espécimes, além de haver um trabalho sobre o comportamento dos animais no ambiente que é quase um verdadeiro simulador da vida natural.

Referências

  1. Prefeitura Municipal de Belém: Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves festeja 128 anos belem.pa.gov.br. (2012). Página visitada em 20 de março de 2012.