Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque

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Joaquim Augusto
Mouzinho de Albuquerque
Mouzinho de Albuquerque em 1901
Nascimento 11 de Novembro de 1855
Batalha, Portugal
Morte 8 de Janeiro de 1902 (46 anos)
Lisboa, Portugal
Nacionalidade Português
Parentesco Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque (avô)
Cônjuge Maria José Mascarenhas de Mendonça Gaivão
Ocupação Militar, governador colonial
Cargo Governador Interino das Índias Portuguesas (1889)
Governador de Moçambique (1896-1897)
Escola/tradição Escola Politécnica
Colégio Militar
Escola do Exército
Universidade de Coimbra
Serviço militar
Patente Tenente-Coronel
Gravura da captura de Ngungunhane.
Fotografia de Mouzinho de Albuquerque em 1897.
Fachada da casa de Mouzinho de Albuquerque em Lisboa.
Estátua equestre em Maputo.
Nota de vinte escudos.

Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque GOTEMOVMComAGCIC (Batalha, 12 de Novembro de 1855 - Lisboa, 8 de Janeiro de 1902) foi um oficial de cavalaria português que ganhou grande fama em Portugal por ter protagonizado a captura do imperador nguni Gungunhana em Chaimite (1895) e pela condução da subsequente campanha de pacificação, isto é de subjugação das populações locais à administração colonial portuguesa, no território que viria a constituir o actual Moçambique, e entre outras coisas uma das mais brilhantes figuras militares portuguesas, herói de Chaimite e de Gaza, durante as gloriosas campanhas de África (1894-1895), e um dos mais notáveis administradores coloniais.

Biografia[editar | editar código-fonte]

A espectacularidade da captura de Gungunhana e a campanha de imprensa que se gerou aquando de sua chegada a Lisboa e subsequente exílio para os Açores, fizeram de Mouzinho de Albuquerque, malgrado alguma contestação ao seu comportamento ético em Moçambique, uma figura muito respeitada na sociedade portuguesa dos finais do século XIX e inícios do século XX. Era então visto pelos africanistas como esperança e símbolo máximo da reacção portuguesa à ameaça que o expansionismo das grandes potências europeias da altura constituía para os interesses lusos em África.

Foi governador do distrito de Gaza e governador-geral de Moçambique, cargo que resignou em 1898, data em que voltou a Portugal. Foi nomeado responsável pela educação do príncipe real D. Luís Filipe de Bragança. Suicidou-se em 1902, embora algumas fontes atribuam a morte a homicídio.

Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, nasceu a 12 de Novembro de 1855 na Quinta da Várzea, concelho da Batalha, Leiria, filho de José Diogo Mascarenhas Mouzinho de Albuquerque e de sua mulher Maria Emília Pereira da Silva e Bourbon, descendentes de uma família da nobreza local. Era neto de Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque, pelo lado paterno, e de Joaquim Augusto Pereira da Silva da Fonseca, da Casa de Alcobaça, pelo lado materno.

Destinado a seguir a carreira militar, depois de estudos preparatórios, Mouzinho de Albuquerque assentou praça como voluntário no Regimento de Cavalaria n.º 4, frequentando na Escola Politécnica os cursos preparatórios para ingresso na Escola do Exército. Seguidamente ingressou no Colégio Militar da Luz, terminando o curso na Escola do Exército em 1878, sendo promovido a alferes.

No ano seguinte matriculou-se nas Faculdades de Matemática e Filosofia da Universidade de Coimbra, tendo aí casado na freguesia da Sé Nova a 9 de Março de 1879 com sua prima-irmã, Maria José Mascarenhas de Mendonça Gaivão (Lagoa, Estômbar, 23 de Julho de 1857 - Lisboa, 2 de Setembro de 1950), filha do dr. João José Antunes Mascarenhas Gaivão e de sua mulher e prima Maria Luísa Joana Mouzinho de Albuquerque, de quem não teve descendência.[1] Em 1882, Mouzinho de Albuquerque adoeceu, facto que o impediu de frequentar o 4.º ano da Universidade e o obrigou a regressar a Lisboa, onde permaneceu dois anos em inactividade. No ano de 1884 foi promovido a tenente e nomeado regente de estudos no Colégio Militar.

Dois anos depois, partiu para a Índia, ocupando um lugar na fiscalização do Caminho-de-Ferro de Mormugão, em Mormugão, e, em 1888, foi nomeado secretário-geral do governo do Estado da Índia. Em 1890, foi promovido a capitão e nomeado governador do distrito de Lourenço Marques, cargo que ocupou até 1892, altura em que regressou a Lisboa.

O ano de 1894 marca o regresso de Mouzinho de Albuquerque às colónias, desta vez comandando um esquadrão de Lanceiros que se iriam juntar às forças de expedição militar que tinha por objectivo dominar as rebeliões indígenas no sul de Moçambique.

Foi aí que Mouzinho de Albuquerque se destacou nas campanhas de África, nomeadamente a que levaria à prisão do chefe vátua Gungunhana em 28 de Dezembro de 1895, em Chaimite. A 11 de Novembro de 1895, as tropas comandadas por António Enes, entre as quais se encontrava Mouzinho, tomaram e incendiaram Manjacaze, a residência principal de Gungunhana, levando à fuga deste.

António Enes, então comissário régio em Moçambique, pediu reforços ao Governo português, mas perante a indecisão deste, decidiu dar por terminada a sua missão e regressar a Portugal. Em consequência, a 10 de Dezembro de 1895, Mouzinho de Albuquerque foi nomeado governador militar do distrito de Gaza, prosseguindo com a campanha iniciada no ano anterior, entendendo que só através da prisão ou morte de Ngungunhane, então já alcunhado o Leão de Gaza, a soberania portuguesa sobre os territórios do Império de Gaza poderia ser conseguida.

Após uma temerária marcha de três dias em direcção a Chaimite, as tropas conduzidas por Mouzinho cercaram a povoação, prendendo o chefe vátua e grande parte da sua família, forçando-o a entregar mil libras em ouro, oito diamantes, armas e munições e todo o gado e marfim de que dispunha. Contudo, os relatórios dos outros militares que participaram na campanha, em particular de Soares de Andrea, indicam que Mouzinho sabia da decisão de Ngungunhane de não oferecer resistência, o que de facto se verificou.

No dia 6 de Janeiro do ano seguinte, Gungunhana e os restantes prisioneiros foram entregues, oficialmente, em Lourenço Marques, por Mouzinho de Albuquerque ao governador-geral da colónia, Conselheiro Joaquim da Graça Correia e Lança, para, dias mais tarde, serem enviados para Lisboa por ordem expressa de Jacinto Cândido da Silva, então Ministro da Marinha e Ultramar.

Depois daquele êxito militar, que granjeou numerosas manifestações de apoio em Portugal e ampla cobertura na imprensa internacional, Mouzinho de Albuquerque foi nomeado 77º governador-geral de Moçambique, a 13 de Março de 1896, tomando posse a 21 de Maio. A 27 de Novembro, do mesmo ano, foi nomeado Comissário Régio.

Depois de comandar, durante o ano de 1897, as operações de ocupação colonial de Moçambique, tendo participado nos combates de Naguema (3 de Março), Mocutumudo (6 de Março) e Macontene (21 de Julho), Mouzinho de Albuquerque partiu para Portugal, a 18 de Novembro, com o intuito de resolver, pessoalmente, com o governo de Lisboa questões relacionadas com a administração e o desenvolvimento económico da colónia de Moçambique, nomeadamente a concessão de um empréstimo que lhe permitisse proceder a algumas reformas.

Chegou a Portugal a 15 de Dezembro de 1897, tendo sido recebido de forma muito calorosa. Após algum tempo de repouso, viajou pela Europa (Grã-Bretanha e Irlanda, França e Alemanha), onde foi orador convidado em diversas sociedades de geografia, em palestras que receberam grande cobertura pela imprensa.

A 22 de Abril de 1898, regressou a Moçambique sem levar qualquer resultado prático da sua presença na Metrópole, mas em Julho do ano de 1898, Mouzinho de Albuquerque recebe, finalmente a notícia de que tinha sido concedido o tão esperado empréstimo. No entanto, no mesmo dia, foi informado de que tinha sido decidido, a 7 de Julho, o fim das suas funções como Comissário Régio, o que o levou a apresentar, de imediato, a sua demissão, aceite pelo Presidente do Conselho, José Luciano de Castro, a 19 de Julho.

Mouzinho de Albuquerque voltou, então, a Lisboa sem ter realizado aquilo a que se tinha proposto, apesar de ter conseguido implementar algumas obras de fomento, bem como um importante impulso às receitas públicas, em boa parte através da imposição de pesados tributos sobre os povos locais, o que seria fonte de grandes conflitos e numerosas revoltas nos anos imediatos.

Foi condecorado com os graus de Grande-Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, Comendador da Ordem Militar de Avis, Grã-Cruz da Ordem do Império Colonial (a título póstumo a 14 de Julho de 1932)[2] , Comendador da Ordem da Águia Vermelha da Prússia, Comendador da Ordem dos Santos Maurício e Lázaro de Itália, Comendador da Ordem de São Miguel e São Jorge, da Grã-Bretanha e Irlanda (com o inerente título de Sir, que não podia usar por ser estrangeiro), Comendador da Ordem de Leopoldo I da Bélgica e Comendador da Ordem de Carlos III de Espanha, Oficial da Ordem Nacional da Legião de Honra de França, etc, etc.

Entre outros postos, foi nomeado, a 28 de Setembro de 1898, para o Conselho de S.M.F., ajudante de campo efectivo do rei D. Carlos I de Portugal, oficial-mor da Casa Real e aio do príncipe D. Luís Felipe de Bragança. A sua posição crítica face à política e aos políticos da sua época e os rumores sobre a seu comportamento desumano durante as campanhas em África, levaram a que fosse progressivamente ostracizado e envolvido num crescente clima de intriga.

Incapaz de, pela sua própria formação militar rígida e pelo feitio orgulhoso, de resistir ao clima de intriga acerca do seu comportamento em África e à decadência em que a monarquia agonizava, Mouzinho de Albuquerque preparou minuciosamente a sua morte, suicidando-se no interior de um coupé, na Estrada das Laranjeiras no dia 8 de Janeiro de 1902.

Desconhece-se onde foi sepultado.

Mouzinho, o Patrono da Cavalaria[editar | editar código-fonte]

A memória de Mouzinho de Albuquerque foi repristinada durante o Estado Novo, sendo apontado como o exemplo do herói da expansão colonial portuguesa e da heroicidade da missão civilizadora que se apontava como justificação para a dominação colonial. Essa heroicidade foi acentuada durante a Guerra Colonial pelo que, pelos seus valorosos feitos em África, o major de cavalaria Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque foi feito patrono da Arma de Cavalaria do Exército Português, sendo apontado como um exemplo para os militares que servem naquela Arma.

Numa tradição que ainda se mantém, sempre que uma força de cavalaria é destacada em missão no estrangeiro, em cerimónia solene é entregue ao comandante da força o Quadro Mouzinho. Sempre que não haja uma força de cavalaria destacada o Quadro Mouzinho regressa a casa-mãe da cavalaria, a Escola Prática de Cavalaria, local onde se encontram importantes peças do seu espólio. Um busto em cera, moldado da face do próprio Mouzinho aquando da sua morte, está no Museu do Regimento de Lanceiros n.º 2.

Citação[editar | editar código-fonte]

“Essas poucas páginas brilhantes e consoladoras que há na História do Portugal contemporâneo, escrevemo-las nós, os soldados, lá pelos sertões da África com as pontas das baionetas e das lanças a escorrer em sangue.”

Escritos[editar | editar código-fonte]

  • O Exercito nas Colonias Orientais, Minerva Commercial, 1893.
  • Relatório sobre a prisão do Gungunhana, Lourenço Marques, Typ. Nacional, 1896.
  • A prisão do Gungunhana, Lourenço Marques, Typ. Nacional de Sampaio e Carvalho, 1896.
  • Campanha contra o Maguiguana nos territórios de Gaza em 1897, 1897.
  • Providências... desde 1 de Dezembro de 1896 até 18 de Novembro de 1897, Lisboa, Imp. Nacional, 1898.
  • Moçambique 1896-1898, Lisboa, Ed. Manoel Gomes, 1899.
  • Entre mortos, carta inédita de Mouzinho de Albuquerque a sua Alteza o Príncipe Real D. Luis de Bragança , Lisboa, Tip. "A Editora", 1908.
  • Livro das campanhas, Lisboa, Div. de Publicações e Bibliotecas, 1935.
  • Mouzinho de Albuquerque : a renúncia do Comissário Régio, Lourenço Marques, Minerva Central, 1953.
  • Pensamento e acção de Mouzinho em Moçambique : antologia, Lisboa, Gráf. Boa Nova, 1956.

Condecorações e homenagens públicas[editar | editar código-fonte]

  • Espada de ouro e pedras preciosas oferecida por Comerciantes do Porto
  • Patrono da arma de Cavalaria[7]
  • Sala Mouzinho de Albuquerque no Museu Militar de Lisboa
  • Estátua equestre e duas placas de bronze do escultor Simões de Almeida, na antiga praça com o seu nome em Lourenço Marques, hoje Maputo, actualmente na Fortaleza de Maputo em Moçambique.
  • Busto de autoria de Fernando Belo na praça com o seu nome na Batalha
  • Representado na nota de vinte escudos (1940) de Portugal
  • Representado na colecção de selos da Colónia de Moçambique[8]
  • O seu nome foi ainda atribuído a várias praças e avenidas de cidades portuguesas.

No cinema[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Mouzinho d'Albuquerque : sua acção em Moçambique / Ayres d'Ornellas. Lisboa, A Liberal, 1902.
  • O heroe de Chaimite : Mouzinho de Albuquerque : narrativa historica e militar / Eduardo de Noronha. Porto, O Primeiro de Janeiro, 1906.
  • Mouzinho de Albuquerque : o militar, o colonial, o administrador : narrativa histórica e militar ilustrada / Eduardo de Noronha. Lisboa, Sá da Costa, 1934.
  • Mouzinho de Albuquerque : discurso proferido na Sociedade de Geografia de Lisboa / por João Pedro de Mascarenhas Gaivão. Lisboa, Agência Geral das Colónias, 1936.
  • À memória de Mouzinho de Albuquerque / Pereira de Matos. S. Gonçalo da Várzia, 1937.
  • Mouzinho de Albuquerque : homenagem / J. A. Carvalho. 1940.
  • Campanhas de Moçambique : Mouzinho de Albuquerque / Irene Alice de Oliveira. 1941.
  • Notas bibliográficas acerca de Mouzinho de Albuquerque / Filipe Gastäo de Almeida de Eça. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1952.
  • Mouzinho de Albuquerque : a renúncia do Comissário Régio. Lourenço Marques, Minerva Central, 1953.
  • No centenário de Mouzinho de Albuquerque, heróico militar e prestigioso governador de Moçambique / Luís Monteiro Nunes da Ponte. Porto, Centro de Est. e Form. Imperial do C.U.P., 1955.
  • Livro do centenário de Mouzinho de Albuquerque : 1855-1955. 1955.
  • Mouzinho de Albuquerque, herói de África : achegas para uma biografia completa / José Lúcio de Sousa Gonçalves Nunes. Lisboa, Álvaro Pinto, 1955.
  • Mouzinho : sua vida e sua morte / Luís Filipe de Oliveira e Castro. 1955.
  • Exposição histórico-militar em homenagem a Mouzinho de Albuquerque. Porto, Marânus, 1956.
  • Mouzinho, Governador de Lourenço Marques. 1956.
  • Mouzinho, "português de oiro" : discurso / António Augusto Esteves Mendes Correia. 1956.
  • Cartas de Mouzinho de Albuquerque ao Conde de Arnoso / Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário de Mouzinho de Albuquerque. 1957.
  • Mouzinho de Albuquerque e a cidade do Porto / Luís Monteiro Nunes da Ponte. Porto, 1957.
  • Exposição histórico militar em homenagem a Mouzinho de Albuquerque no 1o centenário do seu nascimento / Câmara Municipal do Porto. 1958.
  • Mouzinho governador de Lourenço Marques, 25 de Setembro de 1890 - 4 de Janeiro de 1892. Moçambique, Arquivo Histórico, 196-.
  • Mouzinho de Albuquerque : subsídios histórico-genealógico-biográficos ascendentes e afins / Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha. Lisboa, 1961.
  • Mouzinho de Alburquerque : um soldado ao serviço do Império : biografia / Paulo Jorges Fernandes. 1966
  • Mouzinho de Albuquerque / Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha. Lisboa, 1972.
  • Mouzinho de Albuquerque / Marquês de São Paio. Lisboa, 1972.
  • Mouzinho de Albuquerque : provas e rectificações / Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha. 1979.
  • Mouzinho de Albuquerque : ascendências inéditas / Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha. 1989.
  • Mouzinho de Albuquerque : a última batalha / Miguel Sanches de Baêna. Lisboa, Alfa, 1990.
  • Mouzinho de Albuquerque / António Pires Nunes. Lisboa, Prefácio, 2003. ISBN 972-8816-10-3.
  • Mouzinho de Albuquerque / António Mascarenhas Gaivão. Cruz Quebrada, Oficina do Livro, 2008. ISBN 978-989-555-346-4.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. "Anuário da Nobreza de Portugal - 2006", António Luís Cansado de Carvalho de Matos e Silva, Dislivro Histórica, 1ª Edição, Lisboa, 2006, Tomo III, p. 1274
  2. Presidência da República Portuguesa - "Ordens Honoríficas Portuguesas"
  3. a b c d Douglas L. Wheeler. Joaquim Mouzinho de Albuquerque (1855-1902) e a política do colonialismo Analise Social. Visitado em 18 de agosto de 2012. (1,6 MB)
  4. a b c d Albuquerque (Joaquim Mousinho de) Portugal - Dicionário Histórico. Visitado em 18 de agosto de 2012.
  5. Ordem do Império Colonial Presidencia da República. Visitado em 18 de agosto de 2012.
  6. a b António Mascarenhas Gaivão. Mouzinho de Albuquerque. [S.l.]: Oficina do Livro, 2008. Visitado em 18 de agosto de 2012.
  7. Ordem do Exército nº6, Iª série. [S.l.: s.n.], 31 de Maio de 1961.
  8. Selos da Colónia de Moçambique. Visitado em 18 de agosto de 2012.
  • "Anuário da Nobreza de Portugal - 2006", António Luís Cansado de Carvalho de Matos e Silva, Dislivro Histórica, 1.ª Edição, Lisboa, 2006, Tomo III, p. 1274
  • "Mouzinho de Albuquerque - História e Genealogia", Fernando de Castro Pereira Mouzinho de Albuquerque e Cunha, Edição do Autor, 1.ª Edição, Cascais, 1971, Volume I, pp. 188-200

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
Augusto César Cardoso de Carvalho
Governador Interino da Índia Portuguesa
1889
Sucedido por
Conselho de Governo do Estado da Índia: o próprio, António Sebastião Valente, Joaquim Borges de Azevedo Enes e José Inácio de Brito
Precedido por
o próprio
Conselheiro de Governo do Estado da Índia Portuguesa
com António Sebastião Valente, Joaquim Borges de Azevedo Enes e José Inácio de Brito

1889
Sucedido por
Vasco Guedes de Carvalho e Meneses
Precedido por
Joaquim da Graça Correia e Lança
Governador-geral de Moçambique
18961897
Sucedido por
Baltasar Freire Cabral