Império Alemão

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Deutsches Reich
Império Alemão

Império

1871 – 1918
Flag Brasão
Bandeira Brasão
Lema nacional
Gott mit Uns
(Alemão: "Deus Conosco")
Hino nacional
Heil dir im Siegerkranz (Imperial)

"Deutschlandlied" (popular)

"Die Wacht am Rhein" (Não Oficial)
Localização de Primeiro Reich
Território do Império Alemão em 1914, antes da Primeira Guerra Mundial
Continente Europa
Capital Berlim
Língua oficial Alemão
Outros idiomas Dinamarquês, francês, Iídiche, Línguas sorábias, Polonês, Frisão, Lituano Línguas coloniais: Línguas bantas, Oshiwambo, Africâner, Suaíli
(Colônias Africanas) Mandarim
Religião Protestantismo~60%
Igreja Católica~39%
Judaísmo~1%
Governo Monarquia federal
Imperador
 • 1871–1888 Guilherme I
 • 1888 Frederico III
 • 1888–1918 Guilherme II
Chanceler
 • 1871-1890 Otto von Bismarck (primeiro)
 • 8-9 de novembro 1918 Friedrich Ebert (último)
Período histórico Neo-imperialismo
 • 18 de janeiro de 1871 Unificação Alemã
 • 9 de novembro de 1918 Revolução Alemã
Área
 • 1910 54 085 754 km2
População
 • 1910 est. 64 925 993 
     Dens. pop. 1,2/km²
 • 1890 est. 49 428 470 
 • 1871 est. 41 058 792 
Precedido por
Sucedido por
Flag of the German Empire.svg Confederação da Alemanha do Norte
Flag of Bavaria (striped).svg Reino da Baviera
Flagge Königreich Württemberg.svg Reino de Vurtemberga
Flagge Großherzogtum Baden (1871-1891).svg Grão-ducado de Baden
Flagge Großherzogtum Hessen ohne Wappen.svg Grão-ducado de Hesse
Flag of France.svg Alsácia-Lorena
República de Weimar Flag of Germany (3-2 aspect ratio).svg
República da Alsácia-Lorena Flag of the Republic of Alsace-Lorraine.svg
Cidade Livre de Danzig Gdansk flag.svg
Segunda República Polonesa Flag of Poland.svg
Região de Klaipėda Flag of Lithuania.svg
Território da Bacia do Sarre Flag of Saar 1920-1935.svg
Região de Hlučín Flag of Bohemia.svg
Schleswig Flag of Denmark.svg
Eupen-Malmedy Flag of Belgium.svg

O Império Alemão (em alemão Deutsches Reich,[1] [2] também chamado por Kaiserlich Deutsches Reich ou Kaiserreich por alguns historiadores alemães ) foi um Estado, na região da atual Alemanha, governado pela Casa de Hohenzollern. Existiu desde a sua consolidação como Estado-nação em janeiro de 1871 (Unificação Alemã) até à abdicação do kaiser Guilherme II em novembro de 1918, após a derrota na Primeira Guerra Mundial.

O Império Alemão era constituído de 27 territórios constituintes (a maioria deles governados por famílias reais). Embora o Reino da Prússia contivesse a maioria da população e maior parte do território do Reich, a liderança da Prússia tornou-se suplantada pelos líderes da Alemanha e da Prússia próprio desempenhou um papel menor. Como Dwyer (2005) assinala que a "influência política e cultural havia diminuído consideravelmente" na Prússia, de 1890.[3] Seus três maiores vizinhos eram os rivais Império Russo, a leste, a França, a oeste e os aliados Áustria-Hungria, ao sul.

Depois de 1850, a Alemanha se industrializou rapidamente, com base no carvão, ferro (e mais tarde aço), produtos químicos e ferrovias. De uma população de 41 milhões de pessoas em 1871, cresceu para 68 milhões em 1913. De uma nação fortemente rural, em 1815, já era predominantemente urbana.[4] Durante seus 47 anos de existência, o Império Alemão operou uma gigante industria tecnológica e científica, recebendo mais prêmios Nobel em ciência do que a Grã-Bretanha, França, Rússia e Estados Unidos juntos.[5]

É de notar que o termo Deutsches Reich foi o nome oficial da Alemanha não apenas no período dos kaisers mas também durante a República de Weimar e o regime nazista.

História[editar | editar código-fonte]

Bismarck e a fundação do Império[editar | editar código-fonte]

Otto von Bismarck, chanceler do Reino da Prússia, concebeu uma estratégia para unificar a Alemanha sob o controle prussiano que envolveu três vitórias militares:

O Império Alemão (1871-1918), consequência do processo de unificação da Alemanha.

O próprio Bismarck preparou o esboço da constituição da Confederação Alemã do Norte, de 1866, que se tornaria a constituição do Império Alemão, com alguns ajustes. A Alemanha recebeu algumas características democráticas, em especial o Reichstag, que, diferentemente do parlamento do Reino da Prússia, era eleito por sufrágio direto e equitativo (masculino). Não obstante, o processo legislativo exigia a concorrência do Bundesrat, o conselho federal de deputados dos estados federados, no qual a Prússia exercia grande influência. Por trás de uma fachada constitucional, a Prússia era a influência predominante em ambos os órgãos legislativos. Ademais, o poder executivo era atribuído ao kaiser, que nomeava o chanceler da Alemanha (como Otto von Bismarck). O chanceler reportava-se e dependia exclusivamente do Kaiser e, oficialmente, constituía um "gabinete de um homem só", responsável pela direção dos assuntos de Estado; na prática, os secretários de Estado atuavam de modo informal como ministros. O chanceler detinha a prerrogativa de propor as leis, que o Reichstag aprovava, emendava ou rejeitava. Com exceção dos períodos de 1872 - 1873 e 1890 - 1894, o chanceler era concomitantemente o primeiro-ministro da Prússia.

Embora os antigos estados territoriais alemães, tais como os reinos da Baviera e da Saxônia, mantivessem governo próprio, as forças militares passaram a ser coordenadas segundo os princípios prussianos e, em tempo de guerra, eram controladas pelo governo central. Embora autoritário em muitos aspectos, o império permitiu o desenvolvimento de partidos políticos.

A evolução autoritária do Império Alemão encontra semelhanças com processos políticos na Itália e no Japão. Da mesma maneira que Bismarck, o Conde de Cavour lançou mão da diplomacia e da guerra para atingir a unificação da Itália sob a Casa de Saboia (aliança com a França contra a Áustria) em 1861. Também o Japão seguiu um curso de modernização conservadora após a queda do xogunato Tokugawa e a restauração Meiji até 1918; o Japão, bem impressionado com a Alemanha de Bismarck, promulgou uma constituição em 1889 que atribuía ao primeiro-ministro poderes semelhantes ao do chanceler alemão, com um gabinete responsável apenas perante o imperador.

A unificação da Alemanha tornou nítido o problema de incorporar ao novo Estado-nação a população de origem polonesa da Prússia Oriental (75% de alemães, 19% de poloneses), da Prússia Ocidental (66% de alemães, 33% de poloneses) e da província de Posen (62% poloneses, 38% de alemães), que haviam pertencido à União Polaco-Lituana, bem como a Silésia (75% de alemães e 25% de poloneses). O maior crescimento demográfico do contingente de origem polonesa daquelas províncias, associado ao Ostflucht (migração de alemães do leste para o oeste industrializado da Alemanha), fez com que o leste do império adquirisse um caráter cada vez mais polonês. Bismarck e outros empreenderiam uma política de "germanização" das minorias polonesas no leste.

A elite proprietária de terras – os Junkers – mantiveram, durante o Império Alemão, parcela substancial do poder político.

História da Alemanha
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Modernização conservadora[editar | editar código-fonte]

As políticas domésticas de Bismarck foram de grande importância para a formação da cultura política autoritária do Império. O governo semi-parlamentar da Alemanha levou a efeito uma suave revolução econômica e política, de cima para baixo, que levaria o país a tornar-se a maior potência industrial do mundo à época.

Os industriais alemães começaram a ganhar fatias do mercado alemão, em detrimento dos exportadores britânicos e, por volta dos anos 1870, estes já percebiam a crescente competição da Alemanha e dos EUA nos principais segmentos nascidos da Revolução Industrial.

Os objetivos políticos de Bismarck após a unificação podem ser resumidos da seguinte maneira:

  • Kulturkampf: após a incorporação dos estados católicos do sul e as terras anteriormente polonesas ao leste, o catolicismo, representado pelo Partido do Centro Católico, parecia ser a principal ameaça ao nacionalismo militar-aristocrático prussiano de Bismarck, pois os católicos eram vistos como devendo fidelidade ao papa, mesmo acima do Estado alemão. Os católicos do sul, provenientes de uma base agrária e das fileiras dos campesinos, artesãos, clérigos e da aristocracia dos estados menores, diferentemente dos protestantes ao norte, de início tiveram problemas para competir com eficiência frente à abertura comercial. Após 1878, a luta contra o socialismo uniria Bismarck e o Partido do Centro Católico, encerrando a Kulturkampf, que terminara por fortalecer o catolicismo na Alemanha.
  • Reforma social: para conter a classe trabalhadora e enfraquecer a influência dos grupos socialistas, Bismarck concordou de maneira relutante em criar um Estado de Previdência Social que faria os trabalhadores apoiar o nacionalismo alemão. A previdência social instituída por Bismarck era a mais avançada da época e perdura na Alemanha de hoje.
  • Unificação nacional: Bismarck procurou reduzir as enormes diferenças entre os estados alemães, que haviam sido independentes por séculos, especialmente na área da legislação.

As histórias do direito e sistemas judiciais completamente diferentes representavam um enorme obstáculo para a unidade nacional, especialmente na área do comércio. Embora um código comercial comum já houvesse sido promulgado pela Liga Alemã em 1861 (adaptado para o império e ainda em vigor na Alemanha de hoje, com grandes modificações), em outras áreas do direito as leis eram muito diferentes.

Em 1871, promulgou-se um Código Criminal comum (Reichsstrafgesetzbuch); em 1877, leis de processo civil e criminal. Em 1873, a constituição foi emendada de modo a permitir a promulgação de um Código Civil comum que substituiria todas as leis civis em vigor nos estados. O Código Civil alemão (Bürgerliches Gesetzbuch ou BGB) entrou em vigor em 1º de janeiro de 1900, resultado de um imenso esforço de codificação que criou uma das obras legais mais impressionantes do mundo, ainda em vigor (com modificações).

Os efeitos da modernização conservadora são distintos, devido ao fato de haver procurado atender a anseios frequentemente expressados por meio de revoluções sociais. Com o poder político permaneceu nas mãos da aristocracia, o governo procurou conservar as estruturas sociais tradicionais, tanto quanto possível, embora a base econômica dos proprietários de terras se reduzisse rapidamente frente à da indústria. À unificação seguiu-se um longo período de governo conservador e mesmo autoritário.

Militarismo[editar | editar código-fonte]

Oficiais alemães durante a Guerra franco-prussiana

Um dos subprodutos da modernização conservadora foi o militarismo. Este foi utilizado para unir as classes dirigentes - tanto a aristocracia-militar como os industriais - em torno do projeto de continuar a modernização sem alterar as estruturas sócio-políticas. Cada estamento da elite encontrava vantagens na expansão ultramarina formal: os gigantescos monopólios queriam o apoio imperial para obter investimentos ultramarinos e afastar a concorrência estrangeira; os burocratas desejavam novas ocupações; os militares queriam ser promovidos; e a aristocracia tradicional, embora em declínio, desejava mais títulos formais.

Ao observar o surgimento do sindicalismo, do socialismo e de outros movimentos de protesto no início da era da sociedade de massa na Europa e na América do Norte, a elite logrou empregar o imperialismo nacionalista para cooptar o apoio da classe trabalhadora industrial. O imperialismo propagava entre as massas virtudes neo-aristocráticas e instilava sentimentos nacionalistas. Com isto, a Prússia conseguiu criar uma máquina militar suficientemente poderosa para desafiar os rivais no continente europeu e mesmo para se fazer notar na arena internacional.

Os advogados do imperialismo alemão argumentavam que o poder (inclusive militar) britânico conferia vantagens indevidas ao Reino Unido nos mercados internacionais, em detrimento da Alemanha. Ganhava evidência, também, o papel das colônias como mercado e fonte de matérias primas para as potências emergentes europeias (como a Alemanha e a Itália). Esta associação entre tendências econômicas, de um lado, e o neocolonialismo e o militarismo, de outro, levou Bismarck, outrora relutante em envolver o seu país em aventuras ultramarinas, a reconhecer o valor político do colonialismo. As potências centrais absolutistas, lideradas por uma Alemanha que se industrializava rapidamente e cuja marinha havia dobrado de tamanho entre a Guerra franco-prussiana e a Primeira Guerra, representavam uma ameaça estratégica aos mercados e à segurança das potências aliadas e da Rússia. Os esforços coloniais da Alemanha a partir de 1884 renderam-lhe apenas um pequeno império ultramarino, comparado com os do Reino Unido e da França.

As iniciativas posteriores no campo da política externa (particularmente os planos para a construção de uma grande frota de guerra) levaram o Reino Unido a alinhar-se politicamente (a Tríplice Entente) com uma aliança franco-russa que já se constituía no momento da queda de Bismarck.

Após Bismarck: o Império[editar | editar código-fonte]

Proclamação do Império Alemão em Versalhes. Bismarck ao centro, de branco.

O império floresceu sob a condução de Bismarck até a morte do kaiser, em março de 1888. Naquele ano, chamado Dreikaiserjahr ("Ano dos Três Imperadores"), Frederico III, filho e sucessor de Guilherme I, reinou por apenas 99 dias, deixando a coroa ao jovem e arrojado Guilherme II, que forçou Bismarck a renunciar em março de 1890.

O Partido Social-Democrata (SPD), de oposição, logrou tornar-se o partido socialista mais forte do mundo, à época, ao ganhar um terço dos votos nas eleições de janeiro de 1912 para o Reichstag. O governo, porém, continuou nas mãos de sucessivas coalizões conservadoras, apoiadas pela direita ou por católicos e dependentes do favor do kaiser.

O frágil equilíbrio de poder da Europa desmoronou quando a Áustria-Hungria, aliada da Alemanha desde 1879, declarou guerra à Sérvia, em julho de 1914, após o assassinato em Sarajevo do herdeiro do trono austríaco, Francisco Fernando. O Império Alemão apoiou a sua aliada, enquanto que a Rússia, aliada à França, manifestou seu apoio à Sérvia. Em seguida à decisão russa de mobilizar (contra a Áustria-Hungria e a Alemanha), a Alemanha declarou guerra à Rússia e à França.

Assim começou a Primeira Guerra Mundial. Apesar do sucesso inicial, a Alemanha e seus aliados terminaram por ser derrotados por um inimigo fortalecido, a partir de 1917, com a intervenção dos Estados Unidos. O kaiser Guilherme II foi obrigado a exilar-se (em novembro de 1918) por uma revolução chefiada pelo SPD de oposição e por grupos comunistas que posteriormente organizaram uma tentativa frustrada de golpe (janeiro de 1919).

Em junho de 1919, o Tratado de Versalhes encerrou formalmente a guerra. Foi assinado na Grande Galeria (Galerie des Glaces), o mesmo local em que o Segundo Reich havia sido proclamado, cerca de meio século antes. A Alemanha perdeu territórios para França, Bélgica, Polônia (agora restaurada como país) e outros, e foi obrigada a pagar indenizações por sua alegada responsabilidade pela guerra.

Em resumo, estes foram os imperadores alemães, desde sua criação, em 1871, até o seu fim, em 1918, quando o Império se dissolveu:

Nome Título Casa Início Término
Guilherme I Imperador Alemão, Rei da Prússia Hohenzollern 18 de janeiro de 1871 9 de março de 1888
Frederico III Imperador Alemão, Rei da Prússia Hohenzollern 9 de março de 1888 15 de junho de 1888
Guilherme II Imperador Alemão, Rei da Prússia Hohenzollern 15 de junho de 1888 9 de novembro de 1918

A Alemanha colonial[editar | editar código-fonte]

Em 1884, Karl Peters fundou a Sociedade Alemã da África Oriental, e Bismarck estava pronto para reivindicar três áreas do continente africano: o sudoeste da África, até a fronteira da Colônia do Cabo (Namíbia); Camarões e Togo, onde o comércio era há muito monopolizado pelos britânicos; e o leste africano (Tanganica), ameaçando assim os interesses britânicos em Zanzibar. A Nova Guiné e o Arquipélago de Bismarck, no Oceano Pacífico, também eram reivindicados.

Em 1898, a Alemanha arrendou a província chinesa de Xantum e comprou da Espanha as ilhas Carolinas e Marianas. Em [1899, Alemanha e Estados Unidos dividiram Samoa. Um atrito potencial com o Reino Unido foi evitado através de um acordo, em 1900, após sua intervenção para esmagar o levante dos boxers. No mesmo ano, von Büllow tornou-se chanceler (1900-1909). O crescimento da indústria alemã transformou-a na maior potência industrial da Europa, e a procura inevitável por novos mercados levou a tensões com outras potências colonialistas. A expansão da marinha alemã sob orientação de von Tirpitz levou à rivalidade com a marinha britânica, enquanto que a rivalidade com a França na África levou à Primeira Crise do Marrocos (1905). Numa segunda crise marroquina (1911), esteve-se à beira de uma guerra internacional. O assassinato de Francisco Fernando, arquiduque da Áustria, em Sarajevo pegou o império desprevenido. Terminou-se por decidir que a Aliança Austro-Húngara de 1879 deveria ser honrada, mesmo que isso significasse guerra contra a Rússia e a França. Durante a Primeira Guerra Mundial, a maior parte dos territórios africanos pertencentes à Alemanha foi perdida, e o Tratado de Paz de Versalhes despojou a Alemanha de seu império de ultramar, que se transformou em territórios administrados pelas forças vitoriosas, no interesse da Liga das Nações.

Estados integrantes[editar | editar código-fonte]

Deutsches Reich 1871–1918

Reinos

Grão-ducados

Ducados

Principados

Cidades livres

Território imperial

Cada estado federado enviava representantes ao governo imperial - o Conselho Federal (Bundesrat) e a Dieta Imperial (Reichstag).

Os territórios não eram necessariamente contíguos - muitos existiam de forma territorialmente dispersa como o resultado de aquisições históricas, ou, em outros casos, divisões de ramos familiares das casas reinantes.

Referências

  1. World Book, Inc. The World Book dictionary, Volume 1. World Book, Inc., 2003. Pp. 572. States that Deutsches Reich translates as "German Realm" that was a former official name of the Germany.
  2. Joseph Whitaker. Whitaker's almanack, 1991. J Whitaker & Sons, 1990. Pp. 765. Referências para o termo Deutsches Reich que foi traduzido do inglês para "German Realm", até e incluindo o período nazista.
  3. Philip G. Dwyer, Modern Prussian History, 1830–1947 (2005) p 2
  4. J. H. Clapham, The Economic Development of France and Germany 1815–1914 (1936)
  5. Nobel Prizes by Country - Evolution of National Science Nobel Prize Shares in the 20th Century, by Citizenship (Juergen Schmidhuber, 2010) (em inglês). Página visitada em 11 de fevereiro de 2013.

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]