Tratado de Trianon

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Tratado de Trianon
Divisão da Reino da Hungria devido ao Tratado de Trianon.
Assinado 4 de junho de 1920
Local Palácio Petit Trianon, em Versalhes, França
Signatários Estados Unidos, Reino Unido, França, Reino de Itália, Romênia, Iugoslávia, Tchecoslováquia e Reino da Hungria

O Tratado de Trianon foi assinado em 4 de junho de 1920, no Palácio Petit Trianon, em Versalhes, França. Destinava-se a regular a situação do novo Estado húngaro que substituiu o Reino da Hungria, parte do antigo Império Austro-Húngaro, após a Primeira Guerra Mundial.

As partes ao tratado eram as potências vitoriosas, seus aliados e o lado perdedor. As potências vitoriosas incluíam os Estados Unidos, o Reino Unido, a França e a Itália; seus aliados eram a Romênia, a Iugoslávia e a Tchecoslováquia. O lado perdedor estava representado pela Hungria.

Fronteiras da Hungria[editar | editar código-fonte]

No campo dos derrotados, a Hungria perdeu dois-terços de seu território, que passou de 325 000 km² a apenas 93 000 km² após a assinatura do tratado, e quase dois-terços de sua população, de 19 milhões para 7 milhões de habitantes.

O território perdido foi distribuído da maneira seguinte:

A Hungria perdeu o acesso ao mar que possuía através da Croácia.

O tratado criou expressivas minorias húngaras na Romênia, na Iugoslávia e na Tchecoslováquia.

Consequências[editar | editar código-fonte]

Em razão da redistribuição de territórios de população húngara entre os países vizinhos, manifestaram-se reivindicações do Estado húngaro por sobre tais territórios, principalmente no que tange à Romênia. Formaram-se ainda agremiações étnicas e movimentos políticos húngaros nos países limítrofes e, na Hungria, o partido Jobbik reclama a reintegração dos territórios e populações húngaras pré-Trianon.

Ver também[editar | editar código-fonte]