Lógica informal

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Lógica informal ou lógica não-formal é o estudo dos argumentos apresentados na linguagem comum, em contraste com as apresentações de argumentos numa linguagem artificial, formal ou técnica (ver lógica formal). Johnson e Blair1 definem lógica informal como "um ramo da lógica cuja tarefa é desenvolver padrões não-formais, critérios, procedimentos para análise, interpretação, avaliação, crítica e construção da argumentação no discurso cotidiano."

Textos opinativos em jornais e revistas oferecem exemplos de textos ilustrativos de lógica informal,2 geralmente porque tais textos são curtos e freqüentemente falaciosos. Todavia, lógica informal também é utilizada para raciocinar sobre eventos em ciências humanas e sociais. De facto, a maior parte da argumentação que parte de fa(c)tos conhecidos para fa(c)tos desconhecidos usando linguagem natural, mesmo se combinada com raciocínios matemáticos e estatísticos, pode ser considerada como uma aplicação de lógica informal posto que não contam com evidências empíricas adicionais.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Johnson, Ralph H. e Blair, J. Anthony. "The Current State of Informal Logic", Informal Logic, 1987, 9(2–3), 147–151.
  2. Walton, Douglas N. Informal Logic, A Handbook for Critical Argumentation. Cambridge (GB): Cambridge University Press, 1989.
  • BLAIR, J. Anthony; HANSEN, Hans V.; JOHNSON, Ralph H. e TINDALE, Christopher (eds.). Informal Logic. Journal of Record.
  • JOHNSON, Ralph H. Manifest Rationality: A Pragmatic Theory of Argument. Lawrence Erlbaum, 2000.
  • JOHNSON, Ralph H. e BLAIR, J. Anthony. "Logical Self-Defense", IDEA, 2006. Publicado inicialmente em McGraw Hill Ryerson, Toronto, ON, 1997, 1983 (2e), 1993 (3e). Reimpresso em McGraw Hill, Nova York, NY, 1994.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Em inglês[editar | editar código-fonte]

  • GROARKE, Leo. "Informal Logic", Stanford Encyclopedia of Philosophy, Eprint, 2002.

Em português[editar | editar código-fonte]