Ptolemeu XIII

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita uma ou mais fontes fiáveis e independentes, mas ela(s) não cobre(m) todo o texto (desde Maio de 2011).
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes e inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, conforme o livro de estilo.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Ptolemeu XIII (63 - 47 a.C.) ou Ptolemeu XIII Filopator Neos Dionisos II, segundo a forma completa do seu nome, foi um rei do Egipto da dinastia ptolemaica, que governou entre 51 e 47 a.C.. Em nomenclaturas mais antigas, este rei recebia o número XII ou até mesmo XIV.

Ptolemeu XII Neos Dionisos teve vários filhos, duas filhas que morreram antes dele, Berenice IV e Cleópatra VI, que usurparam seu trono quando ele viajou para Roma, e quatro filhos que estavam vivos quando ele morreu, dois filhos de nome Ptolemeu e duas filhas chamadas Cleópatra e Arsínoe.[1]

Ptolemeu XII Neos Dionisos deixou como sucessores dois filhos: Ptolemeu XIII e Cleópatra VII, que deveriam reinar juntos.[1] Ptolemeu XIII tinha dez anos de idade, e sua irmã e co-regente Cleópatra VII, tinha dezessete, e eles se casaram. Eles reinaram conjuntamente por quatro anos e continuariam reinando para sempre, se não fosse pela ambição de Ptolemeu XIII, que tentou tomar o poder absoluto, contrariando o desejo do pai.[1]

Os seus tutores, Potino e Aquilas, não aprovavam a regência de Cleópatra pelo que instigaram uma revolta contra esta, que acabou por fugir do Egipto, fixando-se na Síria no ano 48 a.C.., onde reuniu um exército para combater o irmão. Ptolomeu XIII mandou assassinar Pompeu, rival de Júlio César na guerra civil, na esperança de obter a simpatia deste, num intento que se revelou fracassado.

Júlio César, convertido em amante da sua irmã, restaurou o poder de Cleópatra, altura em que se dá o casamento entre os irmãos. Ptolomeu XIII morreu em uma batalha naval contra Júlio César, que chegou para ajudar Cleópatra,[1] afogado no rio Nilo em 47 a.C. Após a morte de Ptolomeu XIII, por desejo de César, Ptolemeu XIV foi proclamado Faraó e co-governante com Cleópatra.[1]

Referências

  1. a b c d e Eusébio de Cesareia, Crônica, 60, Sobre os que governaram o Egito e a cidade de Alexandria após Alexandre da Macedônia. Dos escritos de Porfírio