Aelton Freitas

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Aelton Freitas
O deputado federal Aelton Freitas (à direita), em março de 2015
Prefeito de Iturama
Período 1º de janeiro de 1993
até 31 de dezembro de 1996
Senador por Minas Gerais
Período 1º de janeiro de 2003
até 1° de fevereiro de 2007
Deputado federal por Minas Gerais
Período 1º de fevereiro de 2007
a 1º de fevereiro de 2019
(3 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nascimento 15 de dezembro de 1961 (57 anos)
Nacionalidade  Brasil
Progenitores Mãe: Maria Francisca Dias de Faria
Pai: Antônio de Freitas
Cônjuge Luciana Corrêa Queiroz de Freitas
Partido Partido da República
Religião Católica
Profissão Produtor rural
Empresário
Engenheiro agrônomo
Website http://www.aeltonfreitas.com.br/

Aelton José de Freitas (Iturama, 15 de dezembro de 1961) é um produtor rural, empresário, engenheiro agrônomo e político brasileiro filiado ao Partido da República (PR).

Aelton atualmente reside na cidade mineira de Uberaba.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formação acadêmica, profissões e negócios próprios[editar | editar código-fonte]

Formado[1] em engenharia agronômica pela Escola Superior de Agricultura e Ciências de Machado (ESACMA) do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado (CESEP) e pós-graduado pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) bem como formado em Administração pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado pela Universidade Paris-Sorbonne francesa, Aelton possui fazendas de cultivo bem como para criação de gado que são suas empresas rurais.

Vida pública[editar | editar código-fonte]

Aelton foi prefeito de Iturama de 1993 a 1997.

Em 1998, foi eleito 1° suplente do senador José Alencar a partir de fevereiro de 1999, tendo assumido a vaga deste em fevereiro de 2003 com a sua renúncia até fevereiro de 2007.

Em 2006, foi[2] eleito deputado federal pela primeira vez por Minas Gerais sendo o 35° mais votado no estado com 85.362 votos (0,87% dos válidos, à época). Em 2010, foi[3] eleito a um novo mandato sendo o 28° mais votado com 106.192 votos (1,03% dos válidos de então) e reeleito[4] em 2014 sendo o 39° mais votado com 91.103 votos (0,9% dos válidos).

Posicionamentos[editar | editar código-fonte]

No processo de destituição de Dilma Rousseff em 17 de abril de 2016, Aelton anunciou que seguiria a orientação do comando do partido de opor-se ao impedimento[5]. De acordo com o portal O Antagonista, o apoio foi dado em troca de R$250 milhões do fundo partidário[6]. De acordo com o próprio deputado, o apoio foi dado em troca de verba para a urbanização do perímetro urbano de Uberaba[7][8]. O deputado cumpriu a sua parte na barganha e opôs-se à destituição com o seu voto[9]. Dilma retribuiu no dia seguinte liberando R$50,5 milhões aos deputados do PR, dentre os quais Aelton[10].

Já no governo Temer, posicionou-se favorável à PEC do Teto dos Gastos Públicos[11]. Em abril de 2017, posicionou-se favorável à Reforma Trabalhista[12][13]. Em agosto de 2017, opôs-se ao processo em que pedia-se abertura de investigação a respeito do presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal[14][15].

Referências

  1. Portal da Câmara dos Deputados (1 de fevereiro de 2015). «Deputado federal Aelton Freitas». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 1 de fevereiro de 2015 
  2. G1; G1 (2 de outubro de 2006). «Eleições 2006: apuração estadual de Minas Gerais». Consultado em 2 de outubro de 2006 
  3. UOL; UOL (3 de outubro de 2010). «Eleições 2010: apuração de votos e candidatos eleitos». Consultado em 3 de outubro de 2010 
  4. UOL (5 de outubro de 2014). «Eleições 2014: apuração de votos e resultados». Consultado em 5 de outubro de 2014 
  5. «Novo líder do PR divulga nota em apoio à presidente Dilma Rousseff». G1. Consultado em 13 de abril de 2016 
  6. «Exclusivo: os motivos do líder do PR para apoiar Dilma». O Antagonista. Consultado em 13 de abril de 2016 
  7. «Reunião no DNIT - 0504/16». 5 de abril de 2016. Consultado em 13 de abril de 2016. Arquivado do original em 21 de abril de 2016 
  8. «Exclusivo: líder do PR trocou voto em Dilma por verba para obra». O Antagonista. Consultado em 13 de abril de 2016 
  9. «A votação do impeachment na Câmara». G1. Consultado em 19 de abril de 2016.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  10. «Dilma comprou o PR por R$50,5 milhões». O Antagonista. Consultado em 19 de abril de 2016 
  11. G1 (10 de outubro de 2016). «Saiba como cada deputado votou em relação à PEC do teto de gastos». G1. Consultado em 10 de outubro de 2016 
  12. G1 (26 de abril de 2017). «Saiba como votou cada deputado no texto-base da reforma trabalhista». G1. Consultado em 26 de abril de 2017 
  13. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  14. BBC (2 de agosto de 2017). «Deputados arquivam denúncia de Janot, e Temer vê afastada 1ª ameaça a seu mandato». BBC. Consultado em 2 de agosto de 2017 
  15. Deutsche Welle; Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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