Universidade do Estado de Minas Gerais

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Universidade do Estado
de Minas Gerais
UEMG
Lema Unidade na diversidade
Fundação 21 de setembro de 1989 (33 anos)
Tipo de instituição Pública Estadual
Mantenedora Brasão de Minas Gerais.svg Governo do Estado de Minas Gerais
Localização Belo Horizonte,  Minas Gerais, {{{país}}}
Funcionários técnico-administrativos 608
Reitor(a) Lavínia Rosa Rodrigues
Vice-reitor(a) Thiago Torres
Docentes 1.511 (2019)
Total de estudantes 23.425 (2019)[1]
Graduação 20.956 (2017)
Pós-graduação 1.331 (2017)
Campi
Cores      Azul
     Vermelho
Afiliações ABRUEM
Orçamento anual R$ 267,7 milhões (2021)[2]
Página oficial uemg.br

A Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) é uma instituição de ensino superior brasileira, pública estadual, sediada na cidade de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Considerada a 3ª maior universidade pública do estado de Minas Gerais, atrás apenas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).[3]

A UEMG possui vários campi educacionais, que oferecem vários cursos de graduação e pós-graduação, distribuídos em 20 unidades, localizadas em 16 cidades mineiras. A sede administrativa está localizada na Cidade Administrativa de Minas Gerais.

No âmbito do ensino superior, a Universidade planeja a promoção dos cursos de mestrado e a oferta de outros (em nível de graduação e atualização) pelo método de ensino a distância (EaD). A UEMG tem uma forte vocação para a educação na área de meio ambiente. É intuito do estado expandir e oferecer, a outros estados brasileiros, aos países da América Latina e aos países de língua portuguesa, uma ferramenta para a recuperação de áreas degradadas e educação ambiental, com o apoio e acompanhamento da UEMG.[4]

História[editar | editar código-fonte]

A UEMG foi criada pelo com o advento da Constituição do Estado de Minas Gerais de 1989, que proporcionou às fundações educacionais de ensino superior instituídas pelo Estado de Minas Gerais ou com sua colaboração a optarem por serem absorvidas como unidades da UEMG.

A UEMG foi criada pelo artigo 81 das Disposições Transitórias da Constituição do Estado de Minas Gerais em 1989, como entidade publica, sob a forma de Autarquia, com Reitoria na Capital e Unidades localizadas nas diversas regiões de Minas Gerais. O § 1º do artigo 82 da Constituição Estadual facultou às fundações educacionais de Ensino Superior instituídas pelo Estado, optar por serem absorvidas como Unidades da UEMG. Este procedimento foi praticado à princípio por nove instituições sediadas nas cidades de Campanha, Carangola, Diamantina, Divinópolis, Ituiutaba, Lavras, Passos, Patos de Minas e Varginha, se tornando instituições associadas.[5][6]

Instituições formadoras[editar | editar código-fonte]

Instituições privadas criadas com a participação do Estado de Minas Gerais:

  • Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Carangola
  • Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha, sediada em Diamantina
  • Fundação de Ensino Superior de Passos
  • Fundação Educacional de Lavras (FELA)
  • Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas, sediada em Varginha
  • Fundação Educacional de Divinópolis
  • Fundação Educacional de Patos de Minas
  • Fundação Educacional de Ituiutaba
  • Fundação Cultural Campanha da Princesa, sediada em Campanha

Ainda foram incorporadas à UEMG as seguintes instituições públicas estaduais:

  • Fundação Mineira de Arte Aleijadinho (FUMA)
  • Fundação Escola Guignard
  • Instituto de Educação
  • Serviço de Orientação e Seleção Profissional (SOSP)

De agregadas à associadas[editar | editar código-fonte]

Em 2005 foi dada a opção às instituições agregadas se tornarem associadas. Nessa época, optaram por manter sua autonomia em relação à UEMG, a Fundação Educacional de Lavras, a Fundação Educacional de Patos de Minas, a Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas, fundações mantenedoras da UNILAVRAS, UNIPAM e UNIS, respectivamente.

As instituições que se tornaram associadas em 2005 foram incorporadas à UEMG, entre 2013 e 2014, se tornando as Unidades Campanha, Carangola, Diamantina, Divinópolis, Ituiutaba e Passos.[7]

Expansão[editar | editar código-fonte]

Em 26 de julho de 2013, foi publicada a Lei Estadual 20807, assinada pelo Governador Antonio Anastasia, que dispõe sobre a absorção das fundações educacionais de ensino superior associadas à Uemg, com sua incorporação integral e definitiva, mediante o repasse de todos os seus direitos e obrigações. Foi ainda constituída uma comissão interinstitucional para acompanhar o processo de absorção, contando com a participação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, do sindicatos de professores da Uemg e do Estado, da União Estadual dos Estudantes e das Fundações absorvidas.[8]

Desde o fim de 2013, as instituições associadas à UEMG, além dos cursos superiores mantidos pela Fundação Helena Antipoff, em Ibirité, foram absorvidas pela UEMG como unidades.[7][9][10]

Com a nova regra, a Universidade passou a oferecer mais de 112 cursos para atender a quase 15 mil estudantes. Números que substituíram o balanço anterior de 5,6 mil alunos, 32 graduações existentes e corpo docente de 853 professores. Ao fim do processo, a Uemg se tornou uma das maiores universidades do estado, menor apenas que a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Federal de Uberlândia (UFU). Os alunos regularmente matriculados nas fundações foram automaticamente transferidos para a Uemg, que renegociou possíveis débitos ou pendências financeiras em mensalidades para habilitação à matrícula. A partir da oficialização da absorção, o ensino se tornou público e gratuito.[3]

As Fundações absorvidas passaram por auditoria nos sistemas contábil, financeiro, de pessoal, administrativo e operacional. Ficando sujeita à fiscalização do Estado e a extinção dessas instituições ocorrer por meio de decreto do governo.

Em 2018, a dívida total das Fundações absorvidas, e repassadas à Uemg, era de mais de R$ 100 milhões. Foi discutido, na ALMG, um novo projeto de lei para a transferência e pagamento deste passivo pelo Governo do Estado, que seria necessário para concluir a transição e permitir a extinção da personalidade jurídica das fundações. Segundo gestores da Universidade, a medida não traria prejuízos, uma vez que a dívida a ser paga, de aproximadamente R$ 100 milhões, é inferior patrimônio transferido da das instituições, avaliado em R$ 150 milhões.[11] O projeto foi aprovado no Plenário da ALMG, no final de 2018, sem votos contrários.[12][13]

Seleção[editar | editar código-fonte]

O Conselho Universitário (Conun), em 26 de março de 2019, decidiu pela adesão integral ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso para os cursos de graduação da instituição da modalidade presencial. O recrutamento das vagas será 100% das vagas por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), a partir do primeiro semestre de 2020. Portanto, a UEMG não fará mais processo seletivo, com exceção de alguns cursos que ainda serão divulgados.[14]

Campi[editar | editar código-fonte]

A construção do campus Belo Horizonte no bairro Cidade Nova é aguardada durante muitos anos, porém não se efetivou mesmo tendo sido admitida como prioritária para o governo estadual durante a gestão de 2012. Seu intuito seria trazer maior integração e celeridade em todos os níveis de atuação da Universidade. As edificações ocorreriam em duas áreas situadas uma defronte à outra, em um lote de 100.000 m², e outro de 29.000 m², doados pelo governo estadual.

A implementação do campus foi incluída entre as cinco prioridades do Governo do Estado à época. A Reitoria, a Escola de Música, a Escola Guignard e a Faculdade de Educação serão instaladas no campus e têm juntas cerca de 1800 alunos,[15] o que vai provocar um afluxo de cerca de 5 mil pessoas (entre alunos, professores e funcionários) circulando diariamente pela redondeza.

Os terrenos doados pelo governo do Estado à UEMG estão localizados na Avenida José Cândido da Silveira, na confluência dos bairros União, Santa Inês, Horto e Cidade Nova, destacando-se aqui a proximidade com a Linha Verde, e pelas Avenidas dos Andradas, Silviano Brandão e Rua Gustavo da Silveira. Além disso, por estar localizado a cerca de trezentos metros da Estação do Metrô José Cândido da Silveira, pode-se considerar o Campus como facilmente acessível a toda a população urbana do Município.[16]

Entre as escolas e faculdades da capital mineira que compõem o Campus BH, apenas a Escola de Design não ficará sediada no novo endereço, uma vez que integrará o Circuito Cultural da Praça da Liberdade, cuja mudança está prevista para o final de 2018.[17] As novas instalações não ficaram prontas no tempo previsto, mas desde dezembro de 2018 no local já funciona o Espaço Cultural da Escola de design.[18]

Campus Belo Horizonte[editar | editar código-fonte]

Universidade do Estado de Minas Gerais (Belo Horizonte)
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Faculdade de Educação
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Faculdade de Políticas Públicas
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Escola de Música
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Reitoria
Unidades da UEMG em Belo Horizonte.

Em Belo Horizonte há 5 unidades acadêmicas:

Escola Guignard[editar | editar código-fonte]

A origem da Escola Guignard, que formou artistas importantes no circuito mineiro, nacional e internacional, remete ao convite feito pelo Prefeito Juscelino Kubitschek, em 1943, a Alberto da Veiga Guignard para dirigir a Escola de Belas Artes. Em 1994, foi inaugurado o prédio que abriga a instituição até hoje. Implantada junto à Serra do Curral, esta obra do arquiteto Gustavo Penna é repleta de simbolismos, reafirmando a tradição cultural de Minas Gerais numa linguagem contemporânea. Classificada pela Revista Projeto como uma das 30 obras arquitetônicas de maior relevância no Brasil.[19]

Escola de Design e Escola de Música[editar | editar código-fonte]

A Escola de Design e a Escola de Música, incorporadas à universidade, têm origem comum. No final de 1953, a Sociedade Mineira de Concertos Artísticos, presidida por Clóvis Salgado e a Sociedade Coral de Belo Horizonte, presidida por Carlos Vaz, se associaram para fundar a Universidade Mineira de Arte (UMA), que iniciou suas atividades no ano seguinte com a Escola de Música e, na sequência, criou a Escola de Artes Plásticas e Arquitetura, atual Escola de Design.

A Escola de Design da UEMG é pioneira no ensino de design no Estado, sendo influência nas relações design/sociedade e destaque no cenário nacional e internacional. Busca, desde sua criação, além da formação profissional a nível superior, oferecer cursos de especialização, desenvolver projetos culturais e parcerias com instituições e empresas para construção de uma aprendizagem contínua e aperfeiçoamento profissional. Em 2020, a Escola de Design se instalou no antigo prédio do IPSEMG, localizado na Praça da Liberdade, aproximando a comunidade acadêmica a um dos maiores complexos culturais do país e desenhando novas histórias para as mais diversas áreas do design.[20]

Após a incorporação da Fundação Mineira de Arte Aleijadinho (FUMA) à UEMG, que deu origem ao Campus BH na década de 1990, a Escola de Música (ESMU) seguiu cumprindo seu propósito de desenvolver a produção e a troca de conhecimentos através do ensino da música. Atualmente, a ESMU conta com dois cursos de Licenciatura, sendo eles de Habilitação em Educação Musical Escolar e Habilitação em Instrumento ou Canto, e um de Bacharelado com Habilitação em Instrumento ou Canto, além de quatro cursos de pós-graduação. Na Escola de Música, o ensino de excelência articulado com a pesquisa e a extensão visa elaborar e promover projetos junto à comunidade acadêmica, agregando à formação uma ampla variedade de experiências e possibilidades no meio musical e educacional.[21]

Faculdade de Educação[editar | editar código-fonte]

Faculdade de Educação.

A Faculdade de Educação da UEMG (FaE) constituiu-se a partir da incorporação, em 1994, do Curso de Pedagogia do Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG). Fundado em 1906, o IEMG foi o colégio modelo de Belo Horizonte. As reais origens do curso de Pedagogia na educação mineira localizam-se em 1928/29, com a Escola de Aperfeiçoamento, cuja principal finalidade era a de preparar docentes para atuação em Escolas Normais, alcançando, deste modo, também a educação ao nível do então ensino primário. Em 1948 transformou-se no curso de Administração Escolar com a função precípua de preparar profissionais para atuação nas escolas da rede estadual e em órgãos do sistema educacional, como o próprio órgão central e as inspetorias regionais e municipais de ensino.

O funcionamento do Curso de Administração Escolar encontrou também fundamento legal na Lei 4024 de 1961, em seu Art. 59 e Parágrafo Único que possibilitava a existência, nos Institutos de Educação, de cursos de caráter pós-normal, visando a formação de supervisores, administradores, inspetores e orientadores, bem como os professores, das disciplinas pedagógicas do Ensino Normal.[22]

Enfatiza-se ainda a expressiva produção de material didático e pedagógico, como pré-livros, livros didáticos e Programas de Ensino amplamente adotados pelas escolas de todo o estado.

O Curso manteve seu funcionamento até 1969, quando por força da Lei Nº 5540, de 28 de novembro de 1968 teve encerradas suas atividades como formação em nível pós-normal. Essa lei tornou obrigatória, em nível superior, a formação de especialistas para atuarem no então ensino primário. Sob essas circunstâncias foi criado o curso de Pedagogia, com início de funcionamento em 1970. Sua criação se deu pelo Decreto Estadual nº 12.235, de 1º de dezembro de 1969; seu funcionamento foi autorizado pelo Decreto Federal nº 66.855, de 07 de julho de 1970 e foi reconhecido pelo Decreto Federal nº 74.109, de 27 de maio de 1974.

Ao iniciar suas atividades em nível de graduação o curso de Pedagogia manteve o foco no ensino normal e no primário, a partir de então aberto a qualquer concluinte do ensino médio. A habilitação para o magistério foi prevista em nível de licenciatura plena, oferecida após quatro semestres de curso. O aluno obtinha primeiro o registro de especialista de Primeiro Grau, em nível de licenciatura curta.

Muitos dos esforços iniciais se centraram na busca da consolidação do curso como graduação e pelo seu reconhecimento em âmbito federal, conforme exigências da época. A seguir, os esforços se voltaram para a autorização de novas habilitações em nível de Segundo Grau. Pelo Parecer do Conselho Federal de Educação Nº 4374, de 1975, passaram a funcionar a cada ano, no curso, novas turmas, nas novas habilitações: Administração da Escola de 2º Grau, Supervisão da Escola de 2º Grau, Inspeção da Escola de 1º e 2º Graus, Orientação Educacional.

A FaE deverá ganhar um novo prédio para o seu funcionamento, criando assim melhor estrutura para receber seus alunos, atualmente está localizada à Rua Paraíba, nº 29, bairro Funcionários. Em 2018, 869 alunos estavam matriculados na faculdade.[15]

O curso de Pedagogia da instituição foi apontado como um dos melhores do Brasil pelo Guia do Estudante.

Em 2005, a Faculdade foi premiada pelo MEC, durante a abertura do 7º Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (Eneja), realizado em Brasília, com a Medalha Paulo Freire, pelo projeto “Educação, Campo e Consciência Cidadã”, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Federação dos Trabalhadores da Agricultura em Minas Gerais (Fetaemg) e o Movimento dos Sem Terra (MST).[23]

Faculdade de Políticas Públicas[editar | editar código-fonte]

A Faculdade de Políticas Públicas "Tancredo Neves" (FaPP) foi criada pela Resolução do Conselho Universitário da Uemg nº 78/2005, de 10 de setembro de 2005, que autorizou o funcionamento do Curso Tecnológico em Gestão de Finanças Públicas e Auditoria Governamental, em parceria com a Auditoria Geral do Estado de Minas Gerais.[24]

A Faculdade está localizada no bairro São Pedro, na Zona Sul de BH.

Tem foco no desenvolvimento de projetos de interesse comum e na oferta de cursos que correspondam às reais necessidades da administração pública. Em 2018, possuía 249 alunos matriculados,[15] oferecendo cursos tecnológicos em Gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública e Processos Gerenciais, além do curso de Administração Publica à distância (EaD). Também conta com cursos de pós-graduação lato sensu em Gestão Pública (presencial e EaD) e mestrado profissional strictu sensu em Segurança Pública e Cidadania.

Campi Interior de Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

Universidade do Estado de Minas Gerais (Minas Gerais)
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Abaete
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Barbacena
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B. Horizonte
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Cláudio
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Frutal
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Ibirité
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João Monlevade
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Leopoldina
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Ubá
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Poços de Caldas
Localização dos Campi da UEMG.

Unidade Frutal[editar | editar código-fonte]

A Unidade de Frutal funciona desde 2004 (estadualizado em meados de 2007) e possui sete cursos de graduação: Administração, Agronomia, Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Direito, Geografia, Sistemas de Informação, Tecnologia em Processos Sucroalcooleiros e Tecnologia em Alimentos. Tem como linha de pesquisas Redes de Computadores e Redes Wireless, Microbiologia Aplicada e Estudos Linguísticos e Mediáticos.[25]

Unidade Passos[editar | editar código-fonte]

A Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP) é uma instituição de ensino superior instituída em 10 de setembro de 1973, cujo estatuto foi aprovado em 20 de fevereiro de 1975. Em abril de 1990 a FESP passou a integrar a UEMG, oferecendo cursos de graduação, pós graduação lato sensu e pós graduação stricto sensu, com pesquisa e extensão nas áreas de saúde, exatas e humanas.[26] Em 2015, atendendo a um desejo da população local, se deu um importante marco na história da Unidade Passos, com a criação do curso de medicina.

Referências

  1. «A UEMG em números». Universidade do Estado de Minas Gerais. 22 de janeiro de 2019. Consultado em 31 de maio de 2021 
  2. «Proposta Orçamentária Universidade do Estado de Minas Gerais». Portal da Transparência do Estado de Minas Gerais. 31 de maio de 2021. Consultado em 31 de maio de 2021 
  3. a b Cruz, Luana; Filgueiras, Paulo (30 de julho de 2013). «Uemg vai incorporar fundações e virar 3ª maior instituição pública de ensino superior em MG». em.com.br. Estado de Minas. Consultado em 30 de abril de 2016 
  4. Minas On-Line. «UEMG universaliza acesso ao Ensino Superior no Estado». Consultado em 2 de janeiro de 2009  [ligação inativa]
  5. http://www.uemg.br/apresentacao.php
  6. «Apresentação» 
  7. a b UEMG. «Fundação Educacional de Ituiutaba é incorporada à UEMG». Consultado em 28 de setembro de 2014 
  8. «Legislação Mineira - Lei nº 20.807». ALMG. 26 de julho de 2013. Consultado em 1 de junho de 2021 
  9. Prefeitura de Divinópolis. «Prefeito participa da solenidade de incorporação da FUNEDI à UEMG». Consultado em 28 de setembro de 2014 
  10. UEMG. «Governador assina estadualização e torna UEMG ainda maior.». Consultado em 28 de setembro de 2014 
  11. Cunha, Rosiane (31 de outubro de 2018). «Uemg defende na ALMG projeto que transfere para o Estado dívida de R$ 100 milhões da universidade». hojeemdia.com.br. Hoje em Dia. Consultado em 1 de junho de 2021 
  12. Fernando Pimentel (10 de dezembro de 2018). «Legislação Mineira - Lei 23136». almg.gov.br. ALMG. Consultado em 1 de junho de 2021 
  13. Cidadão, Assembleia de Minas-Poder e Voz do. «PL 5429 2018». Assembleia de Minas. Consultado em 1 de junho de 2021 
  14. Araujo, Antonio. «Conselho Universitário da Uemg decide por adesão integral ao Enem». www.uemg.br. Consultado em 15 de abril de 2019 
  15. a b c «UEMG Alunos Maticulados» (PDF). Outubro de 2018. Consultado em 1 de junho de 2021 
  16. «Localização do Empreendimento». portal.uemg.br. Consultado em 2 de junho de 2021 
  17. «Nova sede da Uemg pronta só em 2018 | Notícias Minas Gerais | band.com.br». Noticias Band.com.br. Rede Bandeirantes. 31 de outubro de 2017. Consultado em 2 de junho de 2021 
  18. «Espaço Cultural Escola de Design na Praça da Liberdade abre exposição». Escola de Design | UEMG. 14 de dezembro de 2018. Consultado em 15 de abril de 2019 
  19. Enciclopédia Itaú Cultural. «Escola Guignard (Belo Horizonte, MG)». Consultado em 2 de janeiro de 2009 
  20. «História». Escola de Design. Consultado em 3 de fevereiro de 2021 
  21. «UEMG - MÚSICA». uemg.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2021 
  22. «Legislação Informatizada - Lei Nº 4024». www2.camara.leg.br. Portal da Câmara dos Deputados. 20 de dezembro de 1961. Consultado em 1 de junho de 2021 
  23. «Projeto de Extensão da UFV é premiado com a Medalha Paulo Freire.» (PDF). Jornal da UFV. 21 de dezembro de 2005. p. 6. Consultado em 1 de junho de 2021 
  24. Conselho Universitário UEMG (8 de setembro de 2005). «Resolução Conun/UEMG Nº 78/2005. Cria a Faculdade de Politicas Publicas». uemg.br. Consultado em 1 de junho de 2021 
  25. UEMG. «Unidade Frutal». Consultado em 27 de janeiro de 2015 
  26. A Fesp

Ligações externas[editar | editar código-fonte]