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Cataratas do Iguaçu

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(Redirecionado de Cataratas do rio Iguaçu)

Cataratas do Iguaçu
Cataratas del Iguazú
Foz do Iguaçu - Puerto Iguazú, Argentina, Brasil
Cataratas do Iguaçu
Vista aérea das Cataratas do Iguaçu
Características
Altura 82m
Altitude 1 metro
Localização
Curso de água Iguaçu
País Argentina, Brasil
Países  Argentina
 Brasil
Região América do Sul
Município Foz do Iguaçu - Puerto Iguazú
Localização Misiones, Paraná
Coordenadas 25° 41′ 43″ S, 54° 26′ 12″ O
Cataratas do Iguaçu está localizado em: América do Sul
Cataratas do Iguaçu
Localização das Cataratas do Iguaçu na América do Sul
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Cataratas do Iguaçu (em castelhano: Cataratas del Iguazú) é um conjunto de cerca de 275 quedas de água no rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina, na fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais corresponde a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.

O parque nacional argentino foi criado em 1934, enquanto o parque brasileiro foi inaugurado em 1939. Ambas as áreas de proteção com o propósito de administrar e preservar o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. A formação geológica das cataratas está associada a processos vulcânicos ocorridos há cerca de 500 milhões de anos[1] e, desde 2002, o Parque Nacional do Iguaçu é considerado um dos sítios geológicos brasileiros.[2]

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1541.[3] Atualmente, é o segundo local mais visitado por estrangeiros no Brasil.[4] Em época de chuva, as Cataratas do Iguaçu chegam a ser a 3ª maior do mundo em volume de água. Sua vazão chega a aumentar 10 vezes,[5] chegando a 11,3 mil metros cúbicos por segundo, quando o normal é 1,5 mil.[6]

As Cataratas do Iguaçu participaram da campanha mundial de escolha das sete maravilhas naturais do mundo, organizada pela Fundação New 7 Wonders. As cataratas ficaram entre as 28 finalistas da campanha, que durou até o fim do ano 2011 quando foi atingido o número de 1 bilhão de votos.[7] No dia 31 de janeiro de 2012, o Google preparou um doodle especial em homenagem a descoberta das Cataratas do Iguaçu por Álvar Núñez Cabeza de Vaca.[8]

Toponímia

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Etimologia de iguaçu, termo provavelmente de origem guarani. É composto pela palavra 'y no grau aumentativo

Seu nome vem das palavras Tupi ou Guarani y ɨ (água) e ûasú waˈsu (grande).[9] Reza a lenda que um deus planejava se casar com uma bela mulher chamada Naipi, que fugiu com seu amante mortal Tarobá em uma canoa. Com raiva, o deus cortou o rio, criando as cachoeiras e condenando os amantes a uma queda eterna.[10] O primeiro europeu a descobrir e descrever as cataratas foi o conquistador espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, em 31 de janeiro de 1542, e uma das quedas no lado argentino recebeu seu nome.[11][12][13] As quedas foram redescobertas pelo explorador italiano Carlos Bossetti no final do século XIX, e ele também foi homenageado com o nome de um uma das cascatas na Argentina.[14]

História

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Povos indígenas

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A região foi ocupada por diferentes grupos de povos indígenas ao longo de milhares de anos. Estudos arqueológicos realizados na bacia do rio Iguaçu identificaram vestígios de ocupação humana com mais de 6 mil anos, associados inicialmente a grupos caçadores-coletores que exploravam os recursos da floresta e dos rios da região.[15]

A área das Cataratas do Iguaçu passou a ser predominantemente ocupada por povos guaranis, pertencentes ao tronco linguístico tupi-guarani, que migraram para o sul da América do Sul e estabeleceram aldeias ao longo dos rios Paraná e Iguaçu.[16] Diversas narrativas tradicionais associadas às cataratas sobreviveram entre os povos indígenas da região, destacando-se a lenda de Naipi e Tarobá, que explica a origem das quedas d'água por meio da ação de uma divindade ligada às forças da natureza.[17]

Colonização europeia

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Álvar Núñez Cabeza de Vaca, o primeiro europeu a registrar a existência das Cataratas do Iguaçu

O primeiro europeu conhecido a registrar a existência das Cataratas do Iguaçu foi o explorador espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, durante uma expedição rumo a Assunção, em 1541 ou 1542.[18][19]

A primeira descrição conhecida das cataratas por um europeu foi publicada posteriormente na obra La relación y comentarios del gobernador Álvar Núñez Cabeza de Vaca, editada em 1555.[19] Após a passagem de Cabeza de Vaca, a região permaneceu pouco explorada pelos colonizadores durante séculos devido à densa floresta e à distância dos principais centros coloniais.[18]

Criação dos parques nacionais

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Em 1897, o oficial do Exército Brasileiro Edmundo de Barros propôs a criação de uma área protegida para preservar as cataratas e seu entorno natural.[18]

O Parque Nacional Iguazú, na Argentina, foi criado em 1934 com o objetivo de proteger as cataratas e a floresta subtropical circundante.[18][20]

No Brasil, o Parque Nacional do Iguaçu foi instituído pelo governo federal em 1939, tornando-se uma das mais importantes unidades de conservação do país.[1] Em 1984, o parque argentino foi considerado um Patrimônio Mundial pela UNESCOFonte: https://whc.unesco.org/en/list/303 e o mesmo ocorreu com o parque brasileiro em 1986.[18][1]

Geografia

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Imagem de satélite das Cataratas
Cataratas do Iguaçu vistas de cima
Vista aérea da Garganta do Diabo, fronteira Brasil-Argentina.
As Cataratas vistas do lado brasileiro da fronteira.

A formação geológica das cataratas está associada a processos vulcânicos ocorridos há cerca de 500 milhões de anos, que moldaram o relevo da região e deram origem ao atual sistema de quedas.[1]

O sistema consiste de 275 cachoeiras ao longo de 2,7 km do rio Iguaçu. Algumas das quedas individuais têm até 82 metros de altura, embora a maioria tenha cerca de 64 metros. A Garganta do Diabo é a queda com maior fluxo das Cataratas do Iguaçu, que têm cerca de 275 quedas de água, com uma altura superior a 70 metros ao longo de 2,7 km do Rio Iguaçu. A Garganta do Diabo principia em forma de "U" invertido com 150 metros de largura e 80 metros de altura. Está localizada no Parque Nacional do Iguaçu estado do Paraná, Brasil, fazendo fronteira com o Parque Nacional Iguazú, na província de Misiones, Argentina.[2] Embora o território brasileiro abrigue mais de 95% da bacia do rio Iguaçu, dois terços das cataratas ficam em território argentino.[9]

Ao ver Iguaçu, a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt, teria exclamado "Pobre Niágara!".[9] Com o alagamento do Salto de Sete Quedas em 1982, Iguaçu atualmente tem o segundo maior fluxo médio anual do que o de qualquer cachoeira do mundo, depois das Cataratas do Niágara, com uma taxa média de 1.746 m³/s. Seu fluxo máximo oficial registrado foi de 46 300 m³/s no dia 9 de Junho de 2014, sendo que nesta mesma data a régua do sistema de monitoramento hidrológico da Copel continuou a registrar elevação do nível do rio em mais de 30 cm além deste número. Porém, o sistema parou de calcular a real vazão instantânea, estimada entre 50 000m³/s a 60 000 m³/s.[21][22] Em comparação, a vazão média das Cataratas do Niágara é de 2 400 m³/s, com uma vazão máxima gravada de 8 300 m³/s.[23] O fluxo médio nas Cataratas Vitória é de 1 088 m³/s, com uma vazão máxima registrada de 7 100 m³/s.[24]

As Cataratas do Iguaçu foi escolhida como uma das sete maravilhas naturais do mundo, organizada pela Fundação New 7 Wonders. As cataratas estavam entre as 28 finalistas da campanha, que durou até 2011 quando provavelmente atingiu o número de 1 bilhão de votos. Outra concorrente e também vencedora brasileira no concurso foi a Floresta Amazônica. Em fevereiro de 2009, foi a quinta classificada no Grupo F, a categoria de lagos, rios e cachoeiras.[7]

O clima das Cataratas do Iguaçu é subtropical úmido mesotérmico, classificado por Köppen-Geiger como Cfa, com umidade do ar relativamente elevada e precipitações abundantes durante o ano todo, sendo o índice pluviométrico anual de aproximadamente 1 900 milímetros, com uma pequena diminuição no inverno, sem a ocorrência de uma estação seca real. Outubro é o mês de maior precipitação e julho o de menor. A amplitude térmica é elevada devido à baixa altitude e a uma menor influência da maritimidade, já que as Cataratas do Iguaçu estão localizadas em um ponto muito distante do Oceano Atlântico. Por isso os verões costumam ser muito quentes, com temperatura média máxima de 33 °C, embora a sensação térmica possa ser ainda maior, e média mínima de 20 °C. No inverno, as temperaturas são mais amenas, com médias máximas entre 23 °C e 25 °C e mínimas de 9 °C a 10 °C.[25]

Dados climatológicos para Cataratas do Iguaçu
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 33 33 31 28 25 23 24 25 27 29 31 33 29
Temperatura mínima média (°C) 20 20 19 16 13 10 9 10 12 14 17 18 15
Precipitação (mm) 188 191 184 146 136 137 90 111 142 232 150 172 1 879
Fonte: Guia Viagem.[25]
As Cataratas do Iguaçu são o segundo local mais visitado por estrangeiros no Brasil.[4]

A maioria dos visitantes alcançam as quedas do lado argentino através da cidade de Puerto Iguazú. O Brasil exige dos cidadãos de alguns países que entram pela Argentina a obtenção antecipada de um visto, o que pode ser demorado. No entanto, cidadãos de alguns países (como Estados Unidos,[26][27] Austrália,[26][27] Japão,[26][27] Canadá,[26][27] Reino Unido,[28] Nova Zelândia,[28] e os países da União Europeia)[28] estão isentos dessa exigência.[28] Cidadãos de países membros e associados do Mercosul podem entrar livremente no Brasil com um documento de identidade.[28]

Bilheteria do Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, Brasil.
Trem Ecológico até a Garganta do Diabo, no Parque Nacional Iguazú, Argentina.

As quedas podem ser alcançadas a partir das duas principais cidades dos dois lados das cataratas, Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, no Brasil, e Puerto Iguazú, na província de Misiones, Argentina, bem como a partir de Ciudad del Este, no Paraguai, do outro lado do rio Paraná. As quedas são compartilhados pelo Parque Nacional Iguazú (Argentina) e pelo Parque Nacional do Iguaçu (Brasil). Os dois parques foram designados Patrimônio Mundial da UNESCO em 1984 e 1987, respectivamente.[29]

O acesso pela Argentina é facilitado pelo Trem Ecológico da Selva, que leva os visitantes diretamente para a entrada da Garganta do Diabo, bem como as trilhas superiores e inferiores.[30]

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As quedas têm sido destaque em vários filmes e séries,[31] incluindo:

As cataratas na pintura de Antônio Parreiras, produzida em 1920

A lenda de Naipi e Tarobá, de origem kaingang, é uma das narrativas mais simbólicas associadas às Cataratas do Iguaçu e à cultura de Foz do Iguaçu. Segundo a tradição, Mboi, uma divindade em forma de serpente e guardião das águas, exigia o sacrifício anual de uma jovem para manter a harmonia entre a natureza e a comunidade. Quando Naipi foi escolhida para o ritual, seu amado, o guerreiro Tarobá, fugiu com ela pelo Rio Iguaçu. Enfurecido, Mboi provocou uma ruptura no leito do rio, criando as Cataratas do Iguaçu e engolindo a canoa dos amantes. Como castigo, transformou Naipi em uma rocha no meio das quedas e Tarobá em uma palmeira próxima, condenados a permanecer separados para sempre. A lenda permanece viva no imaginário local, sendo transmitida por moradores e guias turísticos como parte da identidade cultural da região e como uma forma de valorizar a espiritualidade e a herança dos povos originários.[17]

Passarela da Garganta do Diabo, no parque brasileiro, de onde se tem uma vista panorâmica das cataratas.

Ver também

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Referências

  1. 1 2 3 4 «Iguaçu National Park». UNESCO. Consultado em 5 de junho de 2026
  2. 1 2 2002 - Salamuni, R., Salamuni, E., Rocha, L. A., e Rocha, A. L. - Parque Nacional do Iguaçu, PR - Cataratas de fama mundial: =https://www.sigep.eco.br/sitio011/sitio011.pdf IN: Schobbenhaus,C.; Campos,D.A.; Queiroz,E.T.; Winge,M.; Berbert-Born,M.L.C. (Edit.) 2002. Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil. DNPM/CPRM - Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos (SIGEP) - Brasília 2002; 554pp; ilust.
  3. «Google homenageia as Cataratas do Iguaçu» Gazeta do Povo
  4. 1 2 Foz do iguaçu S.A. (ed.). «Foz do Iguaçu». Consultado em 20 de maio de 2014
  5. «Vazão das Cataratas do Iguaçu aumenta dez vezes (Webventure)». Vazão das Cataratas do Iguaçu aumenta dez vezes. 28 abril de 2010. Consultado em 6 de maio de 2010. Arquivado do original em 28 de julho de 2010
  6. «Vazão das Cataratas está quase cinco vezes maior que o normal (aquiagora.net)». Vazão das Cataratas está quase cinco vezes maior que o normal. 24 de setembro de 2009. Consultado em 6 de maio de 2010[ligação inativa]
  7. 1 2 New 7 Wonders of the Word
  8. Bagarai (2012). «Cataratas do Iguaçu na home do Google - Bagarai». Consultado em 31 de janeiro de 2012
  9. 1 2 3 About.com: South America travel
  10. «Naipi e Tarobá». Brasil Cultura. 16 de dezembro de 2009. Consultado em 30 de janeiro de 2025
  11. «Cataratas do Iguaçu foram descobertas há 477 anos por Álvar Núnez». Meio News. 31 de janeiro de 2019. Consultado em 30 de janeiro de 2025
  12. Pino, Paco del (10 de agosto de 2021). «Cuando Cabeza de Vaca se topó con las Cataratas del Iguazú». Primera Edición (em espanhol). Consultado em 30 de janeiro de 2025
  13. «IGUAZU FALLS, ALVAR NUÑEZ FALLS, PUERTO IGUAZU». www.puertoiguazu.net. Consultado em 30 de janeiro de 2025
  14. Curia, Alberto Antonio. «Un argentino en Brasil en la Triple Frontera: Carlos Bossetti, un italiano en la tierra colorada». Diario de Cultura (em espanhol). Consultado em 30 de janeiro de 2025
  15. Flipar (5 de janeiro de 2026). «Estudo confirma presença humana nas Cataratas do Iguaçu há seis mil anos». Correio Braziliense. Consultado em 5 de junho de 2026
  16. «Civilização perdida anterior a chegada de Colombo é descoberta nas Cataratas do Iguaçu». O Antagonista. 23 de junho de 2025. Consultado em 5 de junho de 2026
  17. 1 2 VISIT IGUASSU (26 de julho de 2025). «Naipi e Tarobá: Um Conto Ancestral que Pulsa nas Águas de Foz do Iguaçu». G1. Consultado em 3 de junho de 2026
  18. 1 2 3 4 5 «Iguazu Falls». Enciclopédia Britânica. Consultado em 5 de junho de 2026
  19. 1 2 «Descoberta das Cataratas do Iguaçu pelo espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca - 31 de janeiro de 1542». Fundação Biblioteca Nacional. 31 de janeiro de 2022. Consultado em 5 de junho de 2026
  20. «Iguaçu National Park». UNESCO. Consultado em 5 de junho de 2026
  21. «Monitoramento Hidrológico do Rio Iguaçu». Copel. Consultado em 18 de fevereiro de 2015
  22. «Chuvas fazem vazão das Cataratas bater recorde e Itaipu abrir vertedouro». G1. Consultado em 18 de fevereiro de 2015
  23. «Niagara Falls». World Waterfall Database. Consultado em 2 de dezembro de 2010
  24. «Victoria Falls». World Waterfall Database. Consultado em 2 de dezembro de 2010
  25. 1 2 «Cataratas do Iguaçu clima: quando ir às Cataratas do Iguaçu». Consultado em 21 de junho de 2015. Cópia arquivada em 21 de junho de 2015
  26. 1 2 3 4 Vilela, Pedro Rafael; Brandão, Marcelo (18 de março de 2019). «Brasil dispensa visto de entrada para Canadá, EUA, Japão e Austrália». Agência Brasil. Consultado em 27 de maio de 2021
  27. 1 2 3 4 «Visto deixa de ser exigido para turistas dos EUA, Canadá, Austrália e Japão que visitam o Brasil». G1. 17 de junho de 2019. Consultado em 27 de maio de 2021
  28. 1 2 3 4 5 «Entry Visas to Brazil» (PDF). Ministério das Relações Exteriores. 14 de janeiro de 2020. Consultado em 27 de maio de 2020
  29. UNESCO.org
  30. «Datos del Tren ecológico de la Selva Parque Nacional Iguazú.». Consultado em 14 de fevereiro de 2010. Cópia arquivada em 30 de março de 2010
  31. IMDb. «Most Popular Titles With Location Matching "Foz do Iguaçu, Paraná, Brazil"» (em inglês). Consultado em 30 de Outubro de 2010

Ligações externas

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