Djamila Ribeiro

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Djamila Ribeiro
Nome completo Djamila Taís Ribeiro dos Santos
Conhecido(a) por ciberfeminismo e militância negra
Nascimento 1 de agosto de 1980 (42 anos)
Santos, SP, Brasil
Residência São Paulo
Nacionalidade brasileira
Alma mater Universidade Federal de São Paulo
Prêmios Vencedora do Prêmio Jabuti na categoria de Ensaios - Ciências Humanas
Orientador(es)(as) Edson Luís de Almeida Teles
Campo(s) Filosofia, feminismo e negritude

Djamila Taís Ribeiro dos Santos (Santos, 1 de agosto de 1980) é uma filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira. É pesquisadora e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Tornou-se conhecida no país por seu ativismo na Internet, atualmente é colunista do jornal Folha de S. Paulo.[1]

Djamila Ribeiro tornou-se um nome conhecido quando se fala em ativismo negro no Brasil, tudo isso sob um espectro popular: presença ativa nas redes sociais, possuindo mais de 800 mil seguidores, somente no Instagram. Conhecida como filósofa pop, já que alguns de seus feitos englobam uma presença em diversos meios de comunicações populares, que estão desde participações no programa Saia Justa, do GNT, até um programa de entrevistas conduzido por ela no canal Futura. Em 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo.[2]. Seu livro "Pequeno Manual Antirracista" foi o livro mais vendido no Brasil em 2020. Em 2022, tornou-se membro da Academia Paulista de Letras.[3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Djamila Ribeiro é a caçula das quatro crianças de Joaquim José Ribeiro dos Santos e  Erani Benedita dos Santos Ribeiro. O pai era estivador, ativista do movimento negro e um dos fundadores do Partido Comunista na Baixada Santista.[4] Sua mãe trabalhava como empregada doméstica e foi quem a iniciou no Candomblé quando ela tinha 8 anos.[5]

O seu nome significa “beleza” em swahili, língua falada no leste da África.[4] Seu pai que escolheu os nomes das filhas, Djamila e Dara, de edições do Jornegro, um jornal pertencente à militância negra. Anos depois, ela escolheria do mesmo jornal o nome da sua filha, Thulane, que significa "a pacífica" em suaíli.[5]

Djamila conviveu muito de sua infância com a avó Antônia. Ela também era do candomblé e atuava como benzedeira. É considerada pela filósofa, a figura responsável por seu caminho espiritual.[5] A avó faleceu em 1993, quando ela tinha 13 anos. O relacionamento de afeto inspirou a autora a direcionar seu livro mais autobiográfico a ela, em “Cartas para minha avó”.[6]

A autora relata ter sofrido preconceito religioso na infância, sendo atacada na escola quando ia de branco, por conta do Candomblé, e  as crianças arrancavam o turbante da  sua cabeça.[4] Quando tinha 11 anos, sofreu abuso sexual de um parente que tentou estuprá-la.[6]

Iniciou o contato com a militância ainda na infância. Uma das grandes influências foi o pai, um homem que mesmo com pouco estudo formal, era culto.[1] Aos 18 anos se envolveu com a Casa da Cultura da Mulher Negra, uma organização não governamental santista, e passou a estudar temas relacionados a gênero e raça.[7]

Em maio de 2001, sua mãe faleceu por decorrência de câncer no rim, quando Djamila tinha 20 anos. No ano seguinte, seu pai foi diagnosticado com mieloma múltiplo, uma espécie de câncer de medula que não tem cura, falecendo quando ela tinha 21 anos[8][9].

Nos anos que se seguiram, Djamila estudou jornalismo até engravidar de Thulane, aos 24 anos, quando abandonou a faculdade para se dedicar à família.[9] Retomou os estudos sob protestos do esposo e de outros familiares, pois ela deixava a filha de 3 anos em escolinha em período integral para fazer a faculdade em Guarulhos, a três horas de distância de Santos.[9] Graduou-se em Filosofia pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 2012, e tornou-se mestra em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista.[1]

Djamila começou a escrever no Blogueiras Negras, portal que discute assuntos caros às feministas negras na internet. Em 2014, deu uma entrevista a respeito do projeto para o jornalista Pedro Bial, no programa Na Moral, e ganhou visibilidade nacional.[9] Passa a utilizar a internet como plataforma para discutir feminismo negro, racismo e filosofia com grande apelo ao público brasileiro. Foi colunista online da CartaCapital e Revista AzMina ao mesmo tempo que fortalecia presença no ambiente digital.[10] Acredita que é importante apropriar a internet como uma ferramenta na militância das mulheres negras, já que, segundo Djamila, a "mídia hegemônica" costuma invisibilizá-las.[11]

Escreveu o prefácio do livro Mulheres, Raça e Classe da filósofa negra e feminista Angela Davis, obra inédita no Brasil e que foi traduzida e lançada em setembro de 2015.[1] Participa constantemente de eventos, documentários e outras ações que envolvam debates de raça e gênero.[12][13][14]

Em maio de 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad.[15]

Em 2017 se apresentou um programa de televisão Entrevista, no Canal Futura e se tornou a mentora intelectual (junto com a filósofa Márcia Tiburi) de um grupo de atrizes, diretoras e roteiristas da TV Globo interessadas em estudar as bases do feminismo. Neste ano, também termina seu relacionamento de 13 anos.[9]

Apresentação no TedX São Paulo.

Publica seu primeiro livro de sucesso nacional "O que é lugar de fala?" pela editora Letramento, em 2017, estreando a coleção Feminismos Plurais, da qual é coordenadora.[16] A obra foi finalista do Prêmio Jabuti 2018 na categoria Humanidades.[17] Deu a palestra “Precisamos romper com os silêncios” no TEDX São Paulo em 2017 falando sobre inclusão social e justiça.[18]

Em 2018, se torna membro do Conselho Deliberativo do Instituto Vladimir Herzog.[19] Entre 07 e 14 de outubro daquele ano visitou a Noruega a convite do governo Norueguês para conhecer as políticas de equidade de gênero do país, em 2017.[20]

Em 2018, a ensaísta prolífica Djamila Ribeiro foi um dos 51 autores, oriundos de 25 países, convidados a contribuir para Os papéis da liberdade ("The Freedom Papers").[21] Ao longo de sua trajetória, recebeu algumas premiações como Trip Transformadores, em 2017.[22] Melhor colunista no Troféu Mulher Imprensa em 2018[23] e Prêmio Dandara dos Palmares[24].

"Quem tem medo do feminismo negro?" é seu segundo livro e é publicado pela Companhia das Letras[25] .

Foi escolhida como “Personalidade do Amanhã” pelo governo francês em 2019[26]. Djamila foi capa da Revista Gol, Revista Claudia, colunista da Carta Capital e Revista Elle Brasil.[27][28] Em 2019, publica de "Pequeno Manual Antirracista" também pela editora Companhia das Letras e "Lugar de Fala", pela Pólen, e faz 174 eventos pelo país falando sobre questões de gênero e raça.[29]

Fez consultoria de conteúdo para a marca Avon[30], para a Rede Globo de Televisão no programa Amor e Sexo, entre outras empresas e instituições. É idealizadora e coordenadora do Selo Sueli Carneiro.[2]

Foi capa da “Mulheres de Sucesso” da Forbes Brasil, em fevereiro de 2021.[31]

Em 2021, publica um livro com histórias de sua vida “Cartas para minha avó", pela Companhia das Letras.[6]

Foi eleita para a Academia Paulista de Letras em maio de 2022 por votação expressiva. Ocupa a cadeira de número 28, posto antes ocupado pela escritora Lygia Fagundes Telles, que faleceu em 03 abril de 2022 aos 98 anos.[32]

Vida Acadêmica[editar | editar código-fonte]

Graduou-se em Filosofia pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 2012, e tornou-se mestra em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista.[1] Desde 2020, Djamila compõe o corpo docente do curso de Jornalismo da PUC-SP.[33]

Antes de ingressar no curso de Filosofia, Djamila iniciou a graduação em jornalismo. Contudo, interrompeu os seus estudos na área em 2005.[2]

A filósofa é pesquisadora ativa na academia, tendo como principal campo de pesquisa as relações raciais e de gênero, bem como o feminismo. [9]Djamila é colunista da Folha de S. Paulo, e também já escreveu para os portais online da CartaCapital, Blogueiras Negras[34] e Revista AzMina, além de ser coordenadora da coleção Feminismos Plurais.[16]

A filósofa é autora das obras “Lugar de Fala”, "O que é Lugar de fala?", "Quem tem medo do feminismo negro?" e "Pequeno Manual Antirracista" , que venderam, juntos, mais de 500 mil exemplares no país. Além dos livros publicados, Djamila criou o Selo Sueli Carneiro, que publicou livros de autores negros com preços mais acessíveis.[35]

É coordenadora da plataforma "Feminismos Plurais" , espaço virtual de ensino de temas críticos e fundamentais para a compreensão da sociedade brasileira. Desenvolvido por pessoas negras, os cursos são uma extensão do que é trabalhado na coleção Feminismos Plurais.[36]

Idealizou, produziu e ministrou o curso "Jornalismo Contra-Hegemônico: reflexões para um novo presente" lançado em 2022 gratuitamente no YouTube.O curso é composto por dez episódios e é uma parceria entre a filósofa, o YouTube Brasil, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Feminismos Plurais e produção executiva da Casé Fala.[37]

Vida Política[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad.[15]

Djamila Ribeiro participa de assinatura de pacto antirracista pela candidata Manuela D´Ávila, na Praça do Tambor, em Porto Alegre.

Além disso, foi convidada, em 2020, para ser vice na chapa de Jilmar Tatto (PT) à prefeitura de São Paulo, tendo, contudo, recusado o convite[38]. Declarou apoio à candidata do PCdoB à Prefeitura de Porto Alegre, Manuela d’Ávila, em 2020.[39]

Em 2022, na abertura da temporada do programa Provoca, da TV Cultura, apresentado por Marcelo Tas, a escritora verbalizou que não sentaria para conversar com pessoas ligadas ao Bolsonarismo, tendo em vista a representação dessa administração.[40]

Obras[editar | editar código-fonte]

Lançado em 2017 com o objetivo de desmistificar o conceito de lugar de fala, Djamila Ribeiro contextualiza o indivíduo tido como universal numa sociedade cis-heteropatriarcal eurocentrada, para que seja possível identificarmos as diversas vivências específicas e, assim, diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala.[41] A autora discorre, no livro, sobre o lugar de fala da mulher negra, mulher essa que foi muito silenciada até mesmo (e principalmente) nas pautas feministas ditas universalizantes. A partir das questões levantadas, a Autora desmistifica o conceito de lugar de fala, identificando as diversas vivências que permitem diferenciar os discursos de acordo com a posição social de onde se fala.[42]

O livro reúne um longo ensaio autobiográfico da autora, além de alguns artigos publicados por ela no blog da revista Carta Capital. Inicialmente, Djamila narra o processo de silenciamento e apagamento pelos quais passou durante sua infância e adolescência até conhecer autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes. A obra traça diálogos com autoras como Chiamanda Ngozi Adichie, Bell Hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo. A partir da interlocução com tais autoras, Djamila apresenta conceitos como empoderamento feminino e interseccionalidade, além de abordar temas como políticas de cotas raciais, e as origens do feminismo negro no Brasil e nos Estados Unidos.[25]

A obra trata de temas que servem para o leitor aprofundar sua percepção acerca de discriminações racistas estruturais e enraizadas, possibilitando sua contribuição para a transformação da sociedade, a partir do privilégio conferido a cada um. Em onze capítulos, Djamila apresenta, de maneira didática, estratégias para eliminar o racismo contra pessoas negras, além de outras formas de opressão. Prêmio Jabuti 2020 na categoria Humanidades.[43]

Reedição de "O que é lugar de fala?" com novo projeto gráfico e atualizações.[41]

  • Cartas para minha avó. São Paulo. Companhia das Letras, 2021.

A obra Cartas para minha avó é a mais pessoal da autora e revive momentos de sua infância e adolescência para discutir a ancestralidade negra e os desafios de criar filhos numa sociedade racista. Djamila aborda também temas como relacionamentos amorosos e experiências profissionais que contribuíram para sua construção pessoal, além da percepção da importância das lutas e conquistas das pessoas negras que vieram antes para o incentivo às lutas atuais.[44]

Coleção Feminismos Plurais[editar | editar código-fonte]

Djamila Riberio coordena a coleção Feminismos Plurais, que nasceu na Editora Letramento e foi iniciada com seu livro" Lugar de Fala", em 2017. O objetivo da série, que é uma parceria entre autores e editoras, é tratar de temas complexos com linguagem e preço acessíveis e já ultrapassou a marca de 100 mil livros vendidos no Brasil.[35] Em seguida, foram publicados pelo Selo O que é empoderamento?, de Joice Berth, e Racismo estrutural, de Silvio Almeida. O que é racismo recreativo?, de Adilson Moreira, Interseccionalidade, de Carla Akotirene, e Encarceramento em massa, de Juliana Borges.[35]

Em 2019, os seis primeiros livros foram relançados pela Editora Pólen.[35] Em 2020, a Pólen muda de nome para Editora Jandaíra e continua a publicação da série que agora tem 13 obras.[45]

São as obras da coleção[46]:

  • "Lugar de Fala", de Djamila Ribeiro
  • Interseccionalidade", de Carla Akotirene
  • "Racismo Recreativo", de Adilson Moreira
  • "Empoderamento", de Joice Berth
  • "Racismo estrutural", de Silvio Almeida
  • "Encarceramento em massa", de Juliana Borges
  • "Apropriação Cultural" de Rodney William
  • "Intolerância Religiosa" de Sidnei Nogueira
  • "Colorismo" de Alessandra Devulsky
  • "Transfeminismo" de Letícia Nascimento
  • "Trabalho Doméstico" de Juliana Teixeira
  • "Discurso de Ódio nas Redes Sociais" de Luiz Valério Trindade
  • "Cotas raciais" de Lívia Sant’Anna Vaz

Prêmios e Reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua trajetória, Djamila recebeu premiações como: Trip Transformadores - 2017[22], Prêmio Dandara dos Palmares - 2017[24] e Melhor colunista no Troféu Mulher Imprensa em 2018[23].

A autora também foi indicada em 2018 ao Prêmio Jabuti, na categoria Humanidades, pela publicação do livro "O que é Lugar de fala?", ocasião em que chegou a ser finalista.[17]

Também no ano de 2019, Djamila recebeu o Prêmio Prince Claus na categoria Filosofia, oferecido pelo Ministério das Relações Exteriores da Holanda, que reconheceu a sua luta ativista[47]. No mesmo ano, foi escolhida como “Personalidade do Amanhã” pelo governo francês.[26]

Ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Ensaios em 2020, com o livro "Pequeno Manual Antirracista"[48]. Neste mesmo ano, ganhou a premiação Sim à Igualdade Racial, que homenageia grandes personalidades e instituições atuantes pró equidade étnico-racial no país, na categoria Raça em Pauta.[49]

Em 2021, Djamila Ribeiro se tornou a primeira pessoa brasileira a ser laureada no BET Awards, o maior prêmio da comunidade negra estadunidense, sendo consagrada na categoria Global Good[50].

Ela está na lista da BBC de 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo.[51]

Em maio de 2022, Djamila Ribeiro foi eleita para a Academia Paulista de Letras, ocupando a 28ª cadeira, anteriormente ocupada pela escritora Lygia Fagundes Telles.[52]

Influência na Mídia[editar | editar código-fonte]

Djamila Ribeiro já ministrou aulas de feminismo para um grupo de atrizes e diretoras da TV Globo na casa de Camila Pitanga, no Rio de Janeiro, além de prestar consultoria especializada para programas da emissora, como o transgressor Amor & Sexo, de Fernanda Lima e o programa Saia Justa, do GNT[2]. No Instagram, em novembro de 2022, Djamila conta com 1,2 milhão de seguidores em seu perfil.[53]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e Ana Flávia Oliveira (ed.). «Djamila Ribeiro, a voz da consciência negra feminina no Brasil». VICE. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  2. a b c d «Djamila Ribeiro: a filósofa que se tornou uma das principais vozes no combate ao racismo | Donna». GaúchaZH. 17 de maio de 2019. Consultado em 19 de fevereiro de 2020 
  3. «Livro de Djamila Ribeiro é o mais vendido do ano no Brasil em 2020». VEJA RIO. Consultado em 22 de novembro de 2022 
  4. a b c PricewaterhouseCoopers. «Personalidade - Revista CEO 43». PwC. Consultado em 18 de outubro de 2022 
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  6. a b c «Djamila Ribeiro escancara traumas e lições em seu livro mais íntimo até o momento». Folha de S.Paulo. 16 de julho de 2021. Consultado em 18 de outubro de 2022 
  7. Djamila Ribeiro (ed.). «Djamila Ribeiro». Afronta. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
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  9. a b c d e f Neves, Maria Laura (29 de dezembro de 2017). «Por que todos amam Djamila?». Marie Claire. Consultado em 18 de outubro de 2022 
  10. «Guilherme Boulos e Djamila Ribeiro, novos colunistas de CartaCapital». CartaCapital. 22 de março de 2017. Consultado em 19 de outubro de 2022 
  11. Marieta Cazarré (ed.). «Movimentos sociais encontram na internet o caminho para mobilizar militantes». Agência Brasil. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  12. Rádio ONU (ed.). «Brasileiros são destaque em evento da ONU sobre afrodescendentes». Rádio ONU. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  13. Redação Hypeness (ed.). «Recém lançado, doc feminista 'Corpo Manifesto' reúne depoimentos de Laerte, Márcia Tiburi e Djamila Ribeiro». Hypeness. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  14. Artur Francischi (ed.). «Documentário brasileiro reúne histórias de mulheres negras; confira entrevista com a diretora Day Rodrigues». Prosa Livre. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]