Expedição 21

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Expedição 21
Insígnia da missão
Estatísticas da missão
Espaçonave Soyuz TMA-15
Soyuz TMA-16
STS-128
Número de tripulantes 6
Início 11 de outubro de 2009 01:07 UTC
Término 1 de dezembro de 2009 03:56 UTC
Imagem da tripulação
Da esquerda para direita: Surayev, Stott,  Williams,  De Winne (comandante), Thirsk e Romanenko
Da esquerda para direita:
Surayev, Stott, Williams, De Winne (comandante), Thirsk e Romanenko
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ISS Expedition 20 Patch.svg Expedição 20
Expedição 22 ISS Expedition 22 Patch.svg
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Expedição 21 foi a vigésima-primeira expedição humana de longa duração à Estação Espacial Internacional, realizada entre 11 de outubro e 1 de dezembro de 2009. A troca de tripulações entre as expedições 20 e 21 exigiu o acoplamento de três naves Soyuz ao mesmo tempo na estação, a primeira vez que isso ocorreu. O belga Frank De Winne, da ESA, foi o primeiro comandante europeu de uma expedição na estação espacial. A astronauta norte-americana Nicole Stott foi a última a integrar uma expedição sendo transportada até a ISS pelo ônibus espacial. O artista Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, esteve por onze dias na estação como turista espacial.[1]

Tripulação[editar | editar código-fonte]

Insígnia[editar | editar código-fonte]

O elemento central da insígnia é inspirado por um fractal de seis, simbolizando o trabalho em equipe da tripulação de seis pessoas. Do elemento básico de uma pessoa, seis pessoas juntas formam uma entidade muito mais complexa e multifacetada, através do infinito do universo. A insígnia mostra à esquerda crianças na Terra sob o sol brilhante como o nosso futuro e a razão pela qual exploramos o espaço. A nave Soyuz e o ônibus espacial à direita são os veículos que permitem a exploração humana atualmente, enquanto a Estação Espacial Internacional lidera nossos próximos objetivos, a Lua e Marte. O formato da insígnia tem seis pontas, que geometricamente soam como uma folha, representando simetria e harmonia ecológica e as seis estrelas no espaço profundo representam a atual e as futuras tripulações.[2]

Missão[editar | editar código-fonte]

Esta expedição marcou o início da transição entre a montagem final da ISS e seu uso contínuo como base orbital de pesquisas, que ocorreu em 2010. Uma nave não-tripulada Progress de mantimentos e um mini-módulo de atracação e pesquisa russo MRM2, conhecido como Poisk, acoplaram-se na ISS durante a expedição. Cerca de 150 experiências científicas foram realizadas conjuntamente por esta expedição e a seguinte, nos campos da biologia, física, observação da Terra, desenvolvimento de novas tecnologias e atividades educacionais. Operações de uma nova "câmera de agricultura" ( (AgCam) criada especialmente para monitoramento em imagens naturais e em infravermelho de áreas de vegetação e de plantações na Terra e o uso de equipamentos de robótica também foram feitos. Antes desta expedição, a instalação e a manutenção dos equipamentos e das partes que compõem a estação dominaram o tempo disponível de trabalho da tripulação; mas com a término da montagem total sendo feito a partir desta expedição, facilidades adicionais e tripulantes disponíveis para operá-las permitiram um grande aumento de tempo disponível para a realização de pesquisas como um verdadeiro laboratório funcional multinacional.[2] [3]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Laliberté». spacefacts. Consultado em 5 March 2016. 
  2. a b «PRESS KIT» (PDF). NASA. Consultado em 5/3/ 2016. 
  3. «Expedition Report». spacefacts. Consultado em 5 March 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]