Força expedicionária egípcia

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As tropas britânicas em desfile no Portão de Jaffa, em dezembro de 1917 após a captura e ocupação da Palestina.

A Força Expedicionária Egípcia consistia inicialmente, principalmente de soldados britânicos e egípcios, mas a maioria destes, no começo de 1918, foram enviados para o fronte ocidental para ajudar a repelir a Ofensiva da Primavera da Alemanha. Entretanto, novas tropas foram expedidas a partir da Índia, Austrália e Nova Zelândia, formando uma grande parte do exército. Embora temia-se que as tropas indianas na sua maioria muçulmanos poderiam desertar e juntar-se as forças do Império Otomano na região, que havia declarado uma jihad contra os aliados no início da guerra, esse medo porém revelou-se infundado. A força expedicionária também incluía um pequeno contingente de tropas francesas e italianas. As tropas da Revolta Árabe, liderada pelo Príncipe Feisal de Meca, também foram oficialmente ligadas a ela durante a fase final da ofensiva em direção a Damasco.

O papel da força expedicionária evoluiu da defesa do Egito para a invasão da Palestina, com a captura de Berseba e Gaza em Outubro-Novembro de 1917, na Terceira batalha de Gaza, entrando em Jerusalém, em 11 de dezembro de 1917, e a bem-sucedida campanha do general Edmund Allenby de 1918 , que resultou na derrota dos turcos na Batalha de Megiddo, e a captura de Damasco, Beirute e Alepo. Os sucessos desta invasão em última análise, levou à saída da Turquia da guerra e da criação do Mandato Britânico da Palestina.[1][2][3]

A força expedicionária também incluía também contingentes de soldados armênios
General Allenby entrando em Jerusalem


Referências

  1. Bruce 2002, p. 34
  2. Keogh 1955, p. 32
  3. Wavell 1968, p. 41

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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