Homat el Diyar

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حُمَاةَ الدِّيَار
Português:  Guardiões da Pátria
Ħumāt ad-Diyār

Hino nacional da  Síria
Letra Khalil Mardam Bey, 1936
Composição Mohammed Flayfel, 1936
Adotado 1938

Homat el Diyar é o hino nacional da Síria. Tem letra de Khalil Mardam Bey (1895-1959) e música de Mohammad Salim Flayfel e Ahmad Salim Flayfel.

Texto em árabe[editar | editar código-fonte]

حـماةَ الـديارِ عليكمْ سـلامْ ّأبَتْ أنْ تـذِلَّ النفـوسُ الكرامّ عـرينُ العروبةِ بيتٌ حَـرام وعرشُ الشّموسِ حِمَىً لا يُضَامْ ربوعُ الشّـآمِ بـروجُ العَـلا تُحاكي السّـماءَ بعـالي السَّـنا فأرضٌ زهتْ بالشّموسِ الوِضَا سَـماءٌ لَعَمـرُكَ أو كالسَّـما

رفيـفُ الأماني وخَفـقُ الفؤادْ عـلى عَـلَمٍ ضَمَّ شَـمْلَ البلادْ أما فيهِ منْ كُـلِّ عـينٍ سَـوادْ ومِـن دمِ كـلِّ شَـهيدٍ مِـدادْ؟ نفـوسٌ أبـاةٌ ومـاضٍ مجيـدْ وروحُ الأضاحي رقيبٌ عَـتيدْ فمِـنّا الوليـدُ و مِـنّا الرّشـيدْ فلـمْ لا نَسُـودُ ولِمْ لا نشـيد؟

Letra (transliteração do árabe)[editar | editar código-fonte]

Humāta d-diyāri alaykum salām Abat an tazilla n-nufūsu l-kirām Arīnu l-urūbati baytun harām Wa-arshu sh-shumūsi himan lā yudām Rubū'u sh-sha'āmi burūju l-'ala Tuhāki s-samā'a bi-āli s-sana Fa-ardun zahat bi-sh-shumūsi l-wida Samā'un la-'amruka aw ka-s-sama

Rafīfu l-'amāni wa-khafqu l-fu'ād Alā alamin damma shamla l-bilād Amā fī-hi min kulli aynin sawād Wa min dami kulli shahīden midād Nufūsun ubātun wa mādin majīd Wa-rūhu l-adāhi rāqībun atīd Fa-min-na l-walīdu wa-min-na r-rashīd Fa-lim lā nasūdu wa-lim lā nashīd

Tradução[editar | editar código-fonte]

De: Salomão Cury-Rad Oka

Guardiões da Pátria,

Que a paz esteja com vocês;

Nossos orgulhosos espíritos não serão subjulgados.

Abadia do arabismo

Um santuário sagrado;

Trono das estrelas,

Uma preservação inviolável.

Os campos da Síria e as torres eminentes

Estão em conexão com o zênite dos céus.

Os campos da Síria e as torres eminentes

Estão em conexão com o zênite dos céus.

Uma terra resplandecente como o Sol brilhante,

Se tornando outro céu, se não o céu real.

O agito dos sonhos e a batida do coração

Estão na bandeira que uniu o país;

O preto do preto de todos os olhos,

O vermelho do sangue de todo mártire.

Nossos espíritos são orgulhosos, e nosso passado é grandioso,

Onde o espírito dos mártires são grandiosos guardiões.

Nossos espíritos são orgulhosos, e nosso passado é grandioso,

Onde o espírito dos mártires são grandiosos guardiões.

Waleed entre nós assim como Rashed,

Consequentemente não há razão para não triunfarmos e prosperarmos.

Fonte[editar | editar código-fonte]

  • OKA, Salomão Cury-Rad, Esfiha com Cajuína: Episódios do Folclore Árabe-Florianense, Editora Idéia: Teresina, 2007.


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